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Áreas Principais

Arquivo para a categoria ‘Coro da Achada’

 

15 de Janeiro, um dia diferente

13 de Janeiro de 2011

SAB 15 JAN 11

15 de Janeiro é um dia especial na Casa da Achada. Às 15h acontece a 1ª reunião dos Amigos da Achada. Depois, a partir das 17h, há duas actividades ligadas: primeiro a projecção do vídeo A Terra Treme sobre a participação do Coro da Achada na Greve Geral, depois dá-se o início do debate «Para que serve o canto popular?», tema da festa anual da Lega di Cultura di Piadena onde o Coro da Achada vai participar.

 

Como foi o Fim de Semana Diferente e o que se vai passar até ao fim do ano

23 de Dezembro de 2010

No Fim de Semana Diferente, 17 a 19 de Dezembro, muita gente passou pela Casa da Achada – Centro Mário Dionísio. Foram três dias diferentes, ao contrário do que é costume, vender e comprar foi algo importante aqui – as vendas reverteram para a continuidade das actividades, sempre de entrada livre, da Casa da Achada.

Claro que existiram ainda várias actividades nestes três dias e por isso deixamos aqui várias fotografias dos acontecimentos.

Sexta-feira, 17 de Dezembro:
Tallinn: cores, imagens, sentimentos | Projecção de
Baile de Outono

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Sábado, 18 de Dezembro
Visita Guiada à exposição por Sílvia Chicó | Coro da Achada

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Fim-de-semanadiferenteDez.2010 022 Fim-de-semanadiferenteDez.2010 021

Domingo, 19 de Dezembro
Oficina Prendas sou eu que as faço | Fantoches: excertos da peça Guignol de Jacques Prévert | Movimento Diplomático do Outono

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Informamos que na sexta-feira, 24 de Dezembro, a Casa da Achada estará aberta ao público das 15h às 18h, estando encerrada no sábado, 25 de Dezembro.

Na segunda-feira, 27 de Dezembro, continua a programação habitual. Às 18h30 acontece a leitura, com projecção de imagens, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Marta Caldas continua a leitura do capítulo «Analisar, reconstruir». Às 21h30 projectamos o último filme do ciclo de cinema de realizadores de uma só longa-metragem: Déjà s’envole la fleur maigre (1960, 87min.) de Paul Meyer. Quem apresenta é Pedro Rodrigues.

SEG 27 DEZ

 

Fim-de-Semana Diferente, Sábado, 18 de Dezembro

17 de Dezembro de 2010

SAB 18

11h-20h: Venda de obras de arte, livros, discos e objectos. Coisas diferentes e pouco comuns.

16h: Visita Guiada à exposição 50 anos de pintura e desenho – 2 por Sílvia Chicó.

18h: O Coro da Achada canta uma dúzia de canções, algumas com letra de Mário Dionísio. Entre as canções pequenos textos do livro Entrevistas de Mário Dionísio.

 

Lembramos o fim de semana diferente na Casa da Achada

14 de Dezembro de 2010

É para a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio muito importante, para a sua existência, actividade e continuidade, a difusão das suas edições:
– Livros: Entre Palavras e Cores – alguns dispersos (1937-1990) de Mário Dionísio; Mário Dionísio Pintor de Rui-Mário Gonçalves; Um Cesto de Cerejas – conversas, memórias, uma vida sobre Francisco Castro Rodrigues organizada por Eduarda Dionísio; Entrevistas (1945-1991) feitas a e por Mário Dionísio;
– Serigrafias: a partir de 5 desenhos de Mário Dionísio, realizadas pela Cooperativa Gesto;
– Postais, pins, marcadores de livros, etc.

E também é importante a venda  das obras de arte oferecidas por vários artistas para os leilões organizados na Casa da Achada (ver catálogo do leilão de 2008 e de 2010).

Durante estes três dias, também estarão à venda livros, discos e objectos de vários preços e difíceis de encontrar no mercado, que mudam de dia para dia.

Haverá conversas e outras coisas para ver e ouvir, descobrir e até aprender:

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(clicar nas imagens para aumentar)

Em breve enviaremos informações mais pormenorizadas sobre o que irá acontecendo neste Fim-de-Semana Diferente.

 

Um fim de semana diferente na Casa da Achada

6 de Dezembro de 2010

FIM de semana DEZ 10 (3)

Chamámos diferente a este fim-de-semana alargado – sexta 17, sábado 18 e domingo 19 de Dezembro – que acontecerá na Casa da Achada-Centro Mário Dionísio porque será um fim-de-semana onde comprar e vender é importante, ao contrário do que é costume aqui.

Mas é preciso angariar fundos para podermos continuar, sem grandes sobressaltos e sem dependermos exclusivamente da «boa vontade» dos que distribuem «bens», dentro da tal «crise», «apesar da crise», que é, como se sabe, mais de uns e menos de outros…

Diferente também porque nele se concentram actividades que costumam ser mais espaçadas. E porque incluímos nestes três dias de diversidades mais propostas do exterior que, de algum modo, se relacionam com as nossas e que nos pareceram caber neste «fim-de-semana diferente».

Apesar de não irmos fazer uma «feira da ladra», mudaremos todos os dias obras de arte, discos, livros, objectos escolhidos, que podem até aparecer uma só vez.

Mas atenção: não é preciso vir comprar para aparecer. Haverá mais coisas para ver e ouvir, descobrir, do que em tempo normal, mais tempo e espaço para falarmos e estarmos uns com os outros, trocando saberes.

 

Próximos dias na Casa da Achada

18 de Novembro de 2010

No domingo, das 15h30 às 17h30, há a 3ª sessão da Oficina de Fantoches orientada por Irene van Es. Depois de se terem fabricado e pintado as cabeças, é altura de se vestir os fantoches. Na 4ª e última sessão vamos ensaiar e apresentar alguns excertos da peça Guignol (em português, Fantoches) de Jacques Prévert.

Oficina Fantoches

Segunda-feira, dia 22 de Novembro, às 18h30, lê-se, com projecção de imagens das obras referidas, A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Manuela Torres continua a leitura do capítulo «Sorrir e gritar» da quarta parte do livro.

À noite, às 21h30, projectamos Der Verlorene (O homem perdido, 1951, 91 min.), a única longa-metragem realizada pelo actor Peter Lorre. Quem apresenta é Vítor Silva Tavares.

SEG 22 NOV

No dia 23, terça-feira, às 18h30, a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio abre excepcionalmente para o lançamento do livro Classe – Uma ideia política sob o signo de Walter Benjamin de Andrea Cavalletti, organizado pela Antígona, com a presença do autor e do tradutor, António Guerreiro. Apresentação e discussão com Bruno Peixe, Manuel Gusmão e Ricardo Noronha.

classe_email

Na tarde do dia 24 de Novembro, dia da Greve Geral, o Coro da Achada cantará em vários pontos da Baixa de Lisboa a partir das 12h.

 

Nos próximos dias na Casa da Achada

4 de Novembro de 2010

Este sábado há a última sessão de Pequeno é bom! – a sessão organizada mensalmente pela Chili Com Carne vai fazer uma pausa de Inverno. Das 16h às 19h poderão ver a banca de edições independentes, e participar nos lançamentos dos zines O Fígado da República de José Smith Vargas, Bhikkhú de David Campos e Nuno Marques e Cosmonauta de João Ortega. Haverá ainda a projecção de filmes. O programa está disponível no blogue da Chili Com Carne.
pequenoebom

No sábado, no Largo Camões, o Coro da Achada canta às 17h numa acção de convocação para a Greve Geral dos Precários Inflexíveis.

No domingo, 7 de Novembro, acontece a 1ª sessão da Oficina de Fantoches com Irene van Es das 15h30 às 17h30. E se no fim conseguíssemos montar a última cena duma peça de Jacques Prévert chamada Guignol (em francês, Fantoches) onde há um senhor rico, um casal e uma criança com pouco dinheiro (ou nenhum), um polícia, um vidraceiro, um homem do saco, um cão, um gato, um canário, um rato – tudo fantoches, a fabricar até lá aos domingos à tarde?
Oficina Fantoches
Às 18h do mesmo dia temos um concerto: Le Doux Vacarme, duo de acordeão e guitarra, tocam canções francesas.
Doux vacarme
Na segunda-feira, 8 de Novembro, às 18h30, há a leitura de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Pedro Marques continua a leitura do capítulo «Sorrir e gritar». Às 21h30 projectamos a única longa-metragem de Pina Bausch: O lamento da imperatriz. Quem apresenta é Vera Mantero.

Este é também o último dia em que é possível ver a exposição Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes vistos por Ursula Zangger.
Segunda 8 Novembro
A Casa da Achada chama à atenção para a realização de «a histórica clandestina»: «Como é que, afinal de contas, se escreve uma conversa de “consciência”?» (Geoffrey Batchen). Mais informações aqui.

 

Nos próximos dias: conversas, exposições, cinema, oficinas e leituras

21 de Outubro de 2010

Esperam-nos quatro dias preenchidos na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

Este sábado, dia 23 de Outubro, acontecem duas coisas:

Às 16h inauguramos a exposição de fotografia «Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes vistos por Ursula Zangger», com a presença da autora. A exposição continua até o dia 8 de Novembro.

Fotos Ursula

Depois, às 17h, acontece a 4ª sessão de Itinerários. Desta vez é Jorge Valadas que nos falará do seu percurso: de Lisboa a Paris, nos anos 60; hoje entre Paris e Tavira; do trabalho manual ao trabalho intelectual; mudar a vida, mudar o mundo – o emigrante, o imigrado, o militante, o autor de livros em francês, com ou sem pseudónimo, também sobre Portugal.

Itinerarios 4

Nesse mesmo dia, em Paris, o Coro da Achada canta na Fête de Chorales no Les Condensateurs d’Idées (Montreuil).

Coros_Paris

No domingo, dia 24 de Outubro, às 15h30, continua a Oficina de Teatro. É a 3ª sessão coordenada por Mariana Goes.

Oficina Teatro

No dia seguinte, segunda-feira, 25 de Outubro há a sessão habitual de leitura de A Paleta e o Mundo às 18h30. João Rodrigues e Sónia Gabriel lêem o capítulo «Sorrir e gritar».

À noite, às 21h30, projectamos o filme Espoir, a única longa-metragem de André Malraux. Quem apresenta é Eduarda Dionísio.

SEG 25 Out

Terça-feira a Casa da Achada abre excepcionalmente à noite. Pelas 21h30 há a apresentação e projecção do filme De Caras de Tiago Afonso, a partir de uma longa entrevista com Camilo Mortágua, com a presença do realizador e do entrevistado. Aqui deixamos o que diz Tiago Afonso sobre o filme e a apresentação:

«Arrasta-se há mais de três anos aquilo a que eu chamava o projecto LUAR. Hoje apresento-o na Casa da Achada com o título “De Caras”. O que começou por ser uma investigação e conjunto de entrevistas à volta da Liga Unida de Acção Revolucionária centrou-se numa só personagem: Camilo Mortágua.
Filme de enorme simplicidade formal, trata-se de um depoimento montado no qual a personagem fala sobre o seu percurso desde o início dos anos sessenta até aos dias de hoje tendo como momentos essenciais as acções da organização antifascista e a aventura da Torre Bela, ocupação e consequente autogestão da herdade dos duques de Lafões, que se transformou num dos ícones do PREC por ter sido registado em filme pelo recém falecido realizador alemão Thomas Harlan.
A segunda dimensão do filme, ao nível da imagem, são desenhos feitos por PAM a partir do depoimento, sendo que apenas um ou outro tem características de ilustração. A maioria tende para a dispersão. Trata-se de interpretações subjectivas de palavras bastante objectivas.
Desde o início que entendo que o sítio ideal para apresentar pela primeira vez este projecto é a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, não só por certas afinidades políticas, mas também por ter sido com estas pessoas (Mário Dionisenses) que dei os meus primeiros passos na descoberta da história recente, mas forçosamente esquecida por muitos deste nosso malfadado país à beira mar encostado.»

De Caras

 

Sábado: Exposição de Fotografia ‹‹Vieira da Silva e Arpad Szenes vistos por Ursula Zangger›› | Itinerários com Jorge Valadas

19 de Outubro de 2010

Este sábado, dia 23 de Outubro, acontecem duas coisas na Casa da Achada.

Às 16h inauguramos a exposição de fotografia ‹‹Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes vistos por Ursula Zangger››, com a presença da autora. A exposição continua até o dia 8 de Novembro.

Fotos Ursula

Depois, às 17h, acontece a 4ª sessão de Itinerários. Desta vez é Jorge Valadas que nos falará do seu percurso: de Lisboa a Paris, nos anos 60; hoje entre Paris e Tavira; do trabalho manual ao trabalho intelectual; mudar a vida, mudar o mundo – o emigrante, o imigrado, o militante, o autor de livros em francês, com ou sem pseudónimo, também sobre Portugal.

Itinerarios 4

Nesse mesmo dia, em Paris, o Coro da Achada canta na Fête de Chorales no Les Condensateurs d’Idées (Montreuil).

Coros_Paris

 

Este sábado na Casa da Achada

2 de Outubro de 2010

Continua o aniversário da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio. Ao final da tarde, às 17h, haverá a leitura de uma antologia de textos de Mário Dionísio: MAIS VERDE, MAIS AZUL, MAIS BRANCO, MAIS VERMELHO.

A leitura, coordenada por Luís Miguel Cintra, será feita pelos fundadores da Casa da Achada, actores e não actores, Clara Boléo, Cristina Almeida Ribeiro, Cristina Reis, Diana Dionísio, Eduarda Dionísio, Gabriela Dias, Helena Barradas, Isabel da Nóbrega, João Rodrigues, Jorge Silva Melo, Maria João Brilhante, Natércia Coimbra, Pedro Rodrigues e Vítor Silva Tavares.

Trata-se de um conjunto de textos, escolhidos e organizados por Eduarda Dionísio, lidos pela primeira vez em 1991, no Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, por ocasião dos «50 anos da vida literária e artística de Mário Dionísio», ainda na sua presença, com encenação de Luís Miguel Cintra e espaço cénico de Cristina Reis. A leitura foi repetida em 1996, no Teatro Taborda, por ocasião da homenagem intitulada «Não há morte nem princípio», organizada pela Biblioteca Museu República e Resistência. Terá agora novos leitores.

Depois da leitura haverá uma projecção de depoimentos sobre Mário Dionísio feito por Regina Guimarães e Tiago Afonso.

Coro da Achada

À noite, a partir das 21:30h, haverá canções por dois grupos corais: as cantadeiras CRAMOL cantarão canções de tradicionais de mulheres; o CORO DA ACHADA, que comemora 1 ano da sua primeira actuação, cantará canções com letras de Mário Dionísio, além de vários cantos de várias partes do mundo.

 

1º Aniversário da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio: 29 Set a 5 Out

25 de Setembro de 2010

cartaz aniversário

Programa Aniversário CA-CMD

(clicar para aumentar)

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1º Aniversário da Casa da Achada, mas antes há outras actividades

23 de Setembro de 2010

Antes da comemoração do Primeiro Aniversário da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, há ainda várias actividades.

Esta quinta-feira, dia 23, às 18:00h, acontece a 5ª sessão de Mário Dionísio, escritor. Manuel Gusmão vem falar-nos do livro Não há morte nem princípio. Na segunda-feira continua a leitura de A Paleta e o Mundo às 18:30h; e às 21:30h a última sessão de cinema ao ar livre: projectaremos O Sangue de Pedro Costa. No domingo continua a oficina de Fotografia Pinhole orientada por Luís Rocha e Tânia Araújo.

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De 29 de Setembro até ao dia 5 de Outubro, comemora-se o Primeiro Aniversário da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

cartaz aniversário

Na quarta-feira, 29 de Setembro, às 19h, inauguramos duas exposições: 50 anos de pintura e de desenho – 2, composta por quadros de Mário Dionísio e seus amigos, com visita guiada; e uma exposição de fotografias e cartazes de 1 ano de actividades da Casa da Achada. Serão também lançadas duas edições: Ficha 1, o primeiro número do boletim da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio; e 5 serigrafias de desenhos de Mário Dionísio. Haverá ainda uma projecção de depoimentos sobre Mário Dionísio organizada por Regina Guimarães. Será servida uma refeição ligeira no jardim.

No dia seguinte, 30 de Setembro, às 18:00h, é lançado o livro Entrevistas de Mário Dionísio (1945-1991), conjunto de entrevistas feitas por e a Mário Dionísio. Será apresentado pelo grupo que organizou esta edição, coordenado por Cristina Almeida Ribeiro. Segue-se a projecção de excertos de entrevistas a Mário Dionísio.

Na sexta-feira, 1 de Outubro, às 18:00h, acontece a primeira sessão Amigos de Mário Dionísio, organizada por Diana Dionísio e Pedro Rodrigues sobre a actriz, declamadora e escritora Manuela Porto, com uma pequena exposição documental e leitura de textos.

O sábado, 2 de Outubro, será um dia preenchido. À tarde, pelas 17:00h, haverá uma sessão de leitura de textos de Mário Dionísio por vários fundadores da associação, actores e não-actores, com a coordenação de Luís Miguel Cintra: Mais verde, mais azul, mais branco, mais vermelho. Trata-se de um conjunto de textos, escolhidos e organizados por Eduarda Dionísio, lidos pela primeira vez em 1991, no Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, por ocasião dos «50 anos da vida literária e artística de Mário Dionísio», ainda na sua presença, com encenação de Luís Miguel Cintra e espaço cénico de Cristina Reis. A leitura foi repetida em 1996, no Teatro Taborda, por ocasião da homenagem intitulada «Não há morte nem princípio», organizada pela Biblioteca Museu República e Resistência. Terá agora novos leitores.
Nessa noite haverá canções às 21:30h. O grupo de cantadeiras CRAMOL, fundado em 1979, cantará várias canções tradicionais de mulheres. O Coro da Achada, formado em Junho de 2009 nesta casa, cantará canções de luta de vários países, para além de canções com letras de Mário Dionísio.

No domingo, 3 de Outubro, para além da montagem da exposição da oficina de Fotografia Pinhole, haverá a 6ª sessão de edição independente, Pequeno é bom, organizada pela Chili Com Carne. Ao mesmo tempo haverá pintura de murais em frente à Casa da Achada. Tudo às 15:00h.

Oficina MEF

Na segunda-feira, dia 4 de Outubro, regressamos à programação habitual da Casa da Achada. Às 18:30h há a leitura, com projecção de imagens, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio sobre a pintura do século XX. Às 21:30h inicia um novo ciclo de cinema: Realizadores de uma só longa-metragem. Projectamos Atalante de Jean Vigo.

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No último dia da semana de aniversário, dia 5 de Outubro, comemoramos o Centenário da República. Haverá uma exposição de obras de arte oferecidas à Casa da Achada a partir das 11h e às 18h estas serão leiloadas. Durante o dia, a partir das 15h, vai plantar-se uma árvore com a leitura de textos de José Gomes Ferreira. Às 16h irão ser lidos textos de Raul Brandão sobre a República.

Convite

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Associação Casa da Achada – Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, r/c
1100-004 – Lisboa
Telf. 218877090
E-mail: casadaachada@centromariodionisio.org
Site: http://www.centromariodionisio.org/

 

QUI: Ensaios de Montaigne | DOM: Oficina Pinhole e Coro da Achada | Festival Todos | SEG:

13 de Setembro de 2010

Na quinta-feira, 16 de Setembro, às 18h, acontece a 4ª edição de «Livros das nossas vidas»: Ensaios de Montaigne por Cristina Almeida Ribeiro.

LNV Montaigne

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No fim-de-semana, 18 e 19 de Setembro, a Biblioteca da Casa da Achada abre ao Festival Todos durante o seu horário de abertura habitual, das 11h às 18h.

TODOS

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No domingo, às 15h, realiza-se a 1ª sessão da Oficina de Pinhole com Luís Rocha e Tânia Araújo.

«Fotografar o seu quotidiano e o seu bairro através da fotografia pinhole. Introdução teórica e construção de máquinas pinhole, saídas fotográficas, revelação e impressão de fotografias num laboratório preto e branco.»

Para crianças, jovens e famílias. Máximo de participantes: 15. Inscrições: 218877090 ou casadaachada@centromariodionisio.org.

Organizado pelo MEF – Movimento de Expressão Fotográfica.

Oficina MEF

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No mesmo dia, às 17h, canta o Coro da Achada no Largo da Achada, inserido na rubrica «Vozes do Bairro» do Festival Todos.

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Na segunda-feira lê-se A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio às 18:30h. O capítulo «French-cancan e música de câmara» é lido por Clara Boléo. Serão projectadas imagens das obras referidas no texto.

À noite, às 21:30h, há cinema ao ar livre. Projectamos Mortu Negra de Flora Gomes (1988, 92min.). Quem apresenta é António Loja Neves.

cartaz cinema ao ar livre

 

Como foi a Feira da Achada

22 de Julho de 2010

Feira da Achada Feira da Achada

A Feira da Achada realizou-se no passado 10 de Julho. Passaram por cá muitas pessoas para ver o que havia na feira, levaram livros, discos e objectos antigos (e outros menos antigos).

Feira da Achada - Visita Guiada Feira da Achada - Direis que não é poesia

Durante a Feira houve uma visita guiada à exposição «50 anos de pintura e de desenho» de Mário Dionísio e outros artistas com Eduarda Dionísio; e a 2ª sessão de «Direis que não é poesia» com Elisabete Piecho, que pôs toda a gente a reconstruir e a ler poemas de Mário Dionísio.

Feira da Achada - Coro da Achada Feira da Achada - Coro da Achada

No fim da Feira cantou o Coro da Achada.

Podem ver as restantes fotografias da Feira da Achada aqui:

 

Programação de Julho

28 de Junho de 2010

Calendário Julho

 

Passou-se um belo fim de semana na Casa da Achada: 19 e 20 de Junho

20 de Junho de 2010

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SÁBADO À TARDE: O ITINERÁRIO DE CLÁUDIO TORRES

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Veio de longe e foi para muito longe a conversa com Cláudio Torres, um dos fundadores da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio. Histórias sem fim que não couberam nas três horas de conversa e hão-de continuar um dia destes. Quem estava (infelizmente poucos) também contou e completou, perguntou. Não foi difícil perceber porque é que o Campo Arqueológico de Mértola (de que Cláudio Torres ainda falou pouco na Casa da Achada) é o que é.

E um pedido de desculpa: no último e-mail enviado dizíamos que a conversa era às 19h. Mas não era. Foi às 16h, como o cartaz e a outras informações anteriores indicavam. Talvez também por isso ter havido menos presenças do que esta espantosa sessão merecia.

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SÁBADO E DOMINGO: DUAS VISITAS COLECTIVAS À CASA DA ACHADA

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No sábado de manhã, a visita inesperada de uma dúzia de pessoas que andavam a conhecer melhor Lisboa: pararam, entraram pela mão de quem já tinha entrado, olharam, ouviram, perguntaram. Descobriram.

No domingo à tarde, a visita de cerca de 20 pessoas vindas do Porto, frequentadoras da Universidade do Autodidacta e Terceira Idade, acompanhadas por Irene Ferreira. Foi a ultima etapa de uma visita que passou pelo Museu Irene Lisboa, pelo Museu do Neo-Realismo e pelo Parque dos Poetas. Também olharam, ouviram, perguntaram. Descobriram.

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DOMINGO À TARDE: MONTAGEM DA EXPOSIÇÃO FINAL DA OFICINA DE FOTOGRAFIA «ACHAR A ACHADA» PARA GENTE NOVA (E MENOS NOVA)

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Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia, terminou a oficina de Fotografia. O trabalho foi montar a exposição do trabalho realizado nas duas sessões anteriores. Assim se achou a Achada, assim mostrou a quem quis ver, o achamento da Achada.

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FORA DE PORTAS, SÁBADO À NOITE: O CORO DA ACHADA CANTOU EM COIMBRA

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Vários elementos do Coro da Achada foram a Coimbra participar na festa da pintura do mural da história do Bairro da Relvinha, na Cooperativa Semear Relvinhas.

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AMANHÃ TAMBÉM É DIA

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Quem vier amanhã (segunda 21 de Junho) ao fim da tarde à leitura colectiva de A Paleta e o Mundo – é João Paulo Esteves da Silva que continua a ler o o capítulo «Nos umbrais da solidão», sobre os inícios da pintura moderna – e quem vier à noite ver ou rever Jules et Jim de François Truffaut, apresentado por Saguenail. Poderá ainda ver algumas imagens pelas portas e jardim: caricaturas de Salazar feitas por Cláudio Torres em 1966 (e recentemente editadas num pequeno álbum), assim como os resultados da oficina de fotografia.

 

Próximas actividades na Casa da Achada (17 a 21 de Junho)

14 de Junho de 2010

17 Junho, quinta-feira, às 18:00h
Mário Dionísio, um escritor: poemas lidos por Manuel Cintra

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Poemas lidos por Manuel Cintra, com a participação de Pedro e Diana, das obras de Mário Dionísio: Poesia incompleta, Poemas, As solicitações e emboscadas, O riso dissonante, Memória dum pintor desconhecido, Le feu qui dort, Terceira idade.

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19 de Junho, sábado, às 19:00h
Itinerários – 2: uma conversa com Cláudio Torres
Exposição de desenhos: «Salazar 40 anos?»

Itinerários-2

Conversa com Cláudio Torres:
Tondela. Flausino Torres. Exílio. Bucareste. Uma máquina de escrever. História de Arte. Rádio Bucareste. Desenhos. Praga 68. Lisboa. 25 de Abril. Faculdade de Letras. Mértola. Guadiana. Arqueologia. Museus. Islamismo. Unesco. Prémios.
Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc.

Exposição de desenhos de Cláudio Torres: «Salazar 40 anos?»

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20 Junho, domingo, das 15:30h às 17:30h
Oficina de Fotografia: Achar a Achada
Exposição das fotografias da oficina

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Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia.

Exposição «Achar a Achada»
Em conjunto, construir e inaugurar a exposição «Achar a Achada».

A partir dos 8 anos.

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21 Junho, segunda-feira, das 15:00h às 18:00h
Oficina de Vídeo

Oficina Saguenail

Com orientação de Saguenail.

Sessões: 3 horas por dia, de 21 de Junho a 2 de Julho. Sábado, dia 26, e domingo, dia 27, todo o dia. Inscrições: 218877090 ou casadaachada@centromariodionisio.org.

Dos 11 aos 14 anos. Máximo de participantes: 10.

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21 Junho, segunda-feira, às 18:30h
Leitura da 3ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Nos umbrais da solidão» . Quem lê é João Paulo Esteves da Silva.

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21 Junho, segunda-feira, às 21:30h
Ciclo Filmes Proibidos antes do 25 de Abril: Jules e Jim

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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Jules e Jim de François Truffaut (1962, 105 min.). Legendado em português.

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Ver aqui a programação de Junho de 2010.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

Horário de abertura: 2ª, 5ª e 6ª das 15h às 20h; sábados e domingos das 11h às 18h.

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O Coro da Achada canta:

19 Junho, sábado, na Cooperativa Semear Relvinhas (Coimbra), às 21:30h
Festa da pintura do mural da história do Bairro da Relvinha

Relvinha

Programa:
10:00h – 19:00h: Pintura do Mural
21:00h – 21:30h: Rebimbómalho
21:30h – 22:00h: Coro da Achada
22:00h – 22:30h: GEFAC – Grupo Etnográfico e Folclore da Academia de Coimbra

Durante o dia vai-se pintar um mural com a história do bairro da Relvinha e à noite o Rebimbómalho, Coro da Achada e a Tocata do GEFAC juntam-se aos vários grupos que se solidarizaram com o bairro na luta por condições condignas de habitabilidade nesta iniciativa que visa lembrar a história deste bairro.

História breve do bairro da Relvinha: Em 1954, 28 famílias foram desalojadas na zona da Estação Velha. Entre 1954 e 1974 estas famílias foram realojadas num bairro de barracas de madeira construído de raíz que procurava resolver de forma provisória a situação relativa à habitação destes moradores. As barracas de madeira, pouco tempo depois de serem estreadas, começaram a ter problemas de insalubridade. A pobreza e a fome marcavam a vida destes moradores. No final da década de 60 os moradores levam a cabo algumas acções radicais e criam uma comissão de moradores onde começam a discutir os problemas que os moradores enfrentavam, chegando a reivindicar junto da Câmara Municipal melhores condições de habitabilidade. Após 25 de Abril de 1974, com a adesão ao projecto SAAL, iniciou-se a construção de casas novas em auto-construção e substituiram-se as barracas de madeira, marcando o início de um novo tempo. Um tempo que é lembrado pelos moradores como um tempo denso em que está presente a “espoir”, conceito desenvolvido por Luísa Tiago Oliveira (2004) ao considerar que a “espoir” descrita por Malraux acerca da guerra civil espanhola se tratava de uma esperança idêntica à que se viveu e sentiu em Portugal nos dois ou três anos que se seguiram ao 25 de Abril de 1974. Neste processo de auto-construção houve uma intensa participação dos moradores do bairro da Relvinha. Os moradores, na execução da Operação SAAL da Relvinha, contaram com a colaboração de vários grupos que se solidarizaram com a luta destes moradores pelo direito a uma habitação condigna. Entre os mesmos, contam-se um grupo de estudantes de medicina, grupos culturais, grupos de jovens voluntários estrangeiros, empresas, pessoas a título individual que deram um contributo imenso para a consecução dos objectivos dos moradores.

 

Próximas actividades na Casa da Achada (21 a 24 de Maio)

17 de Maio de 2010

22 de Maio, sábado, às 16:00h

Mário Dionísio escritor: um conto lido por Jorge Silva Melo – «A sul do Equador»

A sul do equador

«Num convés batido pelo vento. É noite. Uma mulher ainda bastante nova, de vestido até ao chão, vem do lado da proa a correr e aos tropeções. Enrodilham-se-lhe as saias nas pernas pouco seguras. E ela avança pelo convés, amparando-se à parede, que tem portas, janelas, tudo fechado por dentro. Parece perseguida. Mas será só a grande ventania que a molesta e assusta.
Ela corre, tropeça, tacteia com desespero. E acaba por (…)»
Mário Dionísio, «A sul do Equador», A morte é para os outros, 1988

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23 de Maio, domingo, às 15:30h

Oficina de Leitura – As Aventuras de João Sem Medo

Oficina Maio

Última sessão da oficina do mês de Maio. Irá ler-se As Aventuras de João Sem Medo de José Gomes Ferreira com a escritora Filomena Marona Beja.

Para crianças a partir dos 10 anos. Número máximo de particantes: 20.

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24 de Maio, segunda-feira, às 18:30h

Leitura da 3ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Desencontros» . Quem lê é Susana Baeta.

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24 de Maio, segunda-feira, às 21:30h

Ciclo ‹‹Filmes Proibidos antes do 25 de Abril››: A Guerra Acabou

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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de A Guerra Acabou de Alain Resnais (1966, 121 min.). Filme apresentado, comentado e discutido. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Maio de 2010.

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Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

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Outras actividades:

21 de Maio, sexta-feira, às 21:00h
no Auditório Nuno Teotónio Pereira (Ordem dos Arquitectos, Lisboa)

Apresentação de Um Cesto de Cerejas – Francisco Castro Rodrigues – Conversas, memórias, uma vida

Apresentação do livro por Francisco Castro Rodrigues, Eduarda Dionísio e Vítor Silva Tavares.

Em conversa com Eduarda Dionísio, Francisco Castro Rodrigues, nascido em 1920, conta a sua vida: a infância no Bairro da Graça, em Lisboa, onde frequentou a Escola Oficina nº1; a passagem pela Escola de Belas Artes, no tempo de Cunha «Bruto», onde se tornou arquitecto, depois de ter querido ser engenheiro de minas; o trabalho na revista «Arquitectura»; a participação no I Congresso dos Arquitectos e no III Congresso Internacional em Lisboa; a militância no MUD-Juvenil e no PCP de que se afastará ainda nos anos 50, sem nunca ter deixado de ser comunista; a prisão no Aljube e em Caxias; a direcção da SNBA durante quase uma década, em tempos muito conturbados e esquecidos; a partida para o Lobito onde viverá mais de trinta anos, antes e depois da Independência, cidade onde fez a maior parte da sua obra de arquitecto (o bairro do Alto Liro, precursor da auto-construção, o plano director da cidade, o cine-esplanada Flamingo, o Liceu, etc., etc.); o regresso às Azenhas do Mar (anos 80), terra da sua infância, onde agora vive, intervindo ainda contra aquilo com que não concorda: construções na orla costeira, reconstruções de edifícios com história, problemas do Parque Natural Sintra-Cascais…
O livro tem organização, introdução e notas de Eduarda Dionísio, capa e desenho gráfico de Vítor Silva Tavares e Pedro Serpa. A edição é da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (2009), com o apoio da Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo.

 

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22 de Maio, sábado, a partir das 12:30h
Parque Miraflores (Sevilha
)

Otra forma de construir ciudad


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A Casa da Achada na Feira do Livro

6 de Maio de 2010

A Casa da Achada – Centro Mário Dionísio esteve presente na Feira do Livro de Lisboa.

Pedro & Diana Feira de Livro 005

Feira de Livro 006 Coro da Achada

O encontro realizou-se ontem pelas 18:30h na Praça Amarela. Eduarda Dionísio apresentou a Associação Casa da Achada – Centro Mário Dionísio e falou das edições do centro e explicou como está estruturada a página da internet da associação. Inês Nogueira leu quatro textos de Regina Guimarães sobre a pintura de Mário Dionísio. Ainda várias pessoas leram poemas do escritor e pintor.

Houve ainda duas apresentações musicais: Pedro e Diana e o Coro da Achada cantaram músicas com letra de Mário Dionísio e outras.

 

Próximas actividades da Casa da Achada (1 a 5 de Maio)

27 de Abril de 2010

2 de Maio, domingo, às 16:00h

Apresentação do livro A Grande Viagem dos Homens através do tempo e do espaço de Júlio Moreira

Júlio Moreira

Uma visão do universo, do espaço, da Terra, das origens da vida, da evolução das espécies e das sociedades humanas destinada aos jovens.

Com a participação do Autor, de José Pedro Martins Barata e de Vítor Silva Tavares.

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3 de Maio, segunda-feira, às 18:30h

Leitura da 2ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

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Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Como o pássaro canta» por Isabel da Nóbrega.

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3 de Maio, segunda-feira, às 21:30h

Ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril»: Os Carabineiros de Jean-Luc Godard

Cartaz filmes proibidos

Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Os Carabineiros de Jean-Luc Godard (1963, 80 min.). Quem apresenta é João Rodrigues. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

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Outras actividades:

1 de Maio, sábado, a partir das 15:30h

«Pequeno é bom»: Encontros de edição independente

pequenobom

Encontro mensal na Casa da Achada / Centro Mário Dionísio sobre questões de edição independente (fanzines, zines, livros de autor, CD-R,…).

Nesta sessão dá-se atenção à criatividade e “mãos na massa” estando no programa:
Orgia Gráfica, workshop por Lucas Almeida;
– A habitual Feira de Fanzines desta vez com uma selecção de títulos ligadas ao desenho/ ilustração/ graphzines;

títulos dísponíveis: da Chili Com Carne, Imprensa Canalha, Le Dernier Cri, MMMNNNRRRG, Nazi Knife, Opuntia Books, U.D.A. (de Blanquet)… entre outras produções nacionais e estrangeiras.

Organização: Chili Com Carne

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5 de Maio, quarta-feira, às 18:30h, no Parque Eduardo VII em Lisboa

A Casa da Achada na Feira do Livro

Feira do Livro

Leituras por Inês Nogueira. Projecção de vídeos. Canta o Coro da Achada.

Na Praça Amarela da Feira do Livro.

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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

 

Próximas actividades na Casa da Achada – 24 a 26 de Abril

19 de Abril de 2010

Sábado, 24 de Abril, às 16:00h

«Itinerários – 1» com Sebastião de Lima Rego

Cartaz Itinerários 1

Eduarda Dionísio entrevista Sebastião Lima Rego sobre o seu percurso: do direito e da intervenção política e cívica à poesia. Leitura de poemas de Sebastião Lima Rego, autor de Poemas Sem Abrigo e Sem Castigo (2008) e As bandeiras paradas (2009), por Cecília Mendonça e Manuela Leitão.

o direito. a faculdade. a associação de estudantes. o diário de lisboa. o mrpp. o tempo e o modo. a livrelco. as prisões. o ministério da saúde. a associação de telespectadores. a alta autoridade para a comunicação social. a poesia.

«Reescrever a História em lume frio
redescobrir os nomes sem lhes dar gente
redesenhar as margens longe do rio
ressuscitar a morte impunemente
destruir refazer recomeçar
desencantar os encantamentos proibidos
lá onde eles jazem entorpecidos
atabaíados em húmus milenar
voltar atrás desenterrar
as bandeiras cicatrizes
e coser com o seu pano os galardões
das batalhas infelizes
vencendo-as apesar dos cronicões
demolir sem constrangimentos
pedra a pedra palavra a palavra
os monumentos da antiquíssima lavra
reerguê-los com aquela virgindade
que preexiste ao escopo da verdade.»

Sebastião de Lima Rego, As bandeiras paradas

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Domingo, 25 de Abril, 18:30h

Música de Zeca Afonso todo o dia e canta o Coro da Achada

25 Abril

Música de Zeca Afonso durante todo o dia. O Coro da Achada canta a partir das 18:30h.

1974
«Dias impossíveis de contar. Não há tempo para isso. A multidão misturada com os soldados e marinheiros. Cravos (onde nasceram tantos cravos?) nas espingardas e nas mãos de toda a gente. Telefonemas, abraços, o “viva Portugal” por toda a parte. Um país diferente. Toda a gente fala com toda a gente, esfusiante, sem medo. A caça aos Pides. A libertação dos presos de Caxias, o regresso dos emigrados (Mário Soares, primeiro, Álvaro Cunhal depois, Piteira Santos, tantos mais).
Começam as reuniões por todo o lado. No Liceu de Camões realizamos a primeira reunião de apoio ao Movimento. Vamos entregar à Junta de Salvação Nacional o nosso documento. Começamos a organizar-nos. Não paro mais.
(30.4.74)»

Mário Dionísio, Passageiro Clandestino

1980
«Celebrar o 25 de Abril este ano, seis anos depois do derrube do fascismo e já tão longe, obriga a repensar tudo isto e a concluir, a sublinhar, que só a unidade não retórica, autêntica, decidida, uma unidade bem consciente do perigo indiscutível que dia a dia cresce, evitará o pior. Mas agora. Desde já. Antes de ser tarde de mais.»

Mário Dionísio, «Seis anos depois e antes de»

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Segunda-feira, 26 de Abril, às 18:30h

Leitura da 2ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

Cartaz-ciclo-paleta-2-245x300

Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Os sortilégios da luz», sobre o Impressionismo, por Margarida Lélis.

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Segunda-feira, 26 de Abril, às 21:30h

Ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril»: A Religiosa de Jacques Rivette

Cartaz filmes proibidos

Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de A Religiosa de Jaques Rivette (1966, 135 min.). Quem apresenta é Eduarda Dionísio. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Abril de 2010.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

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O Coro da Achada canta:

Sexta-feira, 23 de Abril, às 23:30h
no Largo do Carmo em Lisboa

Arraial do 25 de Abril

Arraial Carmo

Ver aqui a programação completa do Arraial do Carmo.

Organização: Associação Abril.

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Sábado, 24 de Abril, a partir das 21:30h
no
Auditório Maestro Manuel Maria Baltazar
na Lourinhã

Lembrar Abril
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Lembrar Abril

Com a denominação “Lembrar Abril”, decorrerá no dia 24 deste mês, no Auditório Maestro Manuel Maria Baltazar – sede da Associação Musical e Artística Lourinhanense, um concerto comemorativo da revolução dos cravos.

Com início agendado para as 21h30, o espectáculo – de entrada livre – conta com a actuação de três formações corais: o Coro do Ministério da Educação – Educ(ant)are, o Coro d’Achada, de Lisboa, e o Coro Municipal da Lourinhã.

A música de intervenção – associada, no imaginário colectivo, à revolução de Abril – ocupará grande parte do reportório deste espectáculo.

Organização: Câmara Municipal da Lourinhã.

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Domingo, 25 de Abril, às 18:30h
na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio

Música de Zeca Afonso todo o dia e o Coro da Achada canta ao fim da tarde

(ver acima)

 

Programação de Abril de 2010

29 de Março de 2010

Abril 2010

 

Sábado na Casa da Achada – Clube de Leitura

12 de Março de 2010

cartaz clube de leitura

 

Também no sábado, às 21h30, o Coro da Achada irá cantar às Caldas da Rainha, a convite do grupo coral Os Pimpões. Ver aqui o cartaz

 

Em Março na Casa da Achada

26 de Fevereiro de 2010

Março 2010 definitivo


 

O Coro da Achada

11 de Fevereiro de 2010

O coro da Achada nasceu em Junho de 2009. Pensou-se convidar um coro para cantar na Semana de Abertura do Centro Mário Dionísio (entre 29 Setembro e 5 de Outubro de 2009). Alguém provocou: “Porque é que não fazemos nós um coro?” E fizemos mesmo. Começou a funcionar todas as quartas-feiras às 21h30. O Centro Mário Dionísio ainda não estava aberto ao público, começámos a ensaiar ainda com as obras a decorrer.

Avançámos com a ideia de um coro que cantasse canções com textos do Mário Dionísio (como Canto de Esperança, Gafanhoto caracol, Limões oh limões e Que tu es fort) e outras: canções de luta de todo o mundo e de épocas diferentes (na língua original ou traduzidas), algumas canções populares portuguesas, canções pouco cantadas, canções que por alguma razão nos entusiasmam e nos libertam.

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A coisa arrancou e logo mais de uma dúzia se juntaram nas primeiras sessões. Ambiente informal. Gente dos 7 aos 70 e de variadas proveniências. Muitos diziam que não sabiam cantar. Em Agosto já eram perto de 30.

Depois de duas apresentações públicas na Semana de Abertura do Centro Mário Dionísio (2 e 5 de Outubro), mais gente se juntou.

Cantámos de novo n’Um fim-de-semana diferente na Casa da Achada (19 de Dezembro) numa apresentação a que chamámos Visita guiada, depois de uma visita guiada de Eduarda Dionísio à exposição que está na Casa da Achada, e incluindo leituras de textos de Mário Dionísio que tinham a ver com pintura de alguma forma.

Voltámos a cantar nas Janeiras, organizadas com a Associação Renovar a Mouraria (9 de Janeiro), com 2 gaiteiros (um deles o membro do coro) e com muita gente na rua. Destas Janeiras, a Associação Renovar a Mouraria fez um vídeo.

Fomos também cantar à Escola D. Pedro V no dia 26 de Janeiro, participando na festa (do “patrono”) que ali havia com alunos e professores dos horários nocturnos.

No final de tarde de 6 de Março cantámos no Largo do Chafariz de Dentro, em Alfama, a convite da Associação Parafernália.

A convite do coro Os Pimpões participámos no encontro de coros da associação, nas Caldas da Rainha, a 13 de Março.

O Coro da Achada foi à festa da Lega di Cultura di Piadena em Itália. Esta ano a festa tinha como tema as emigrações e imigrações, além de homenagear a sua fundadora Genia. Cantámos com vários coros italianos, espanhóis e franceses várias canções de luta de todo o mundo.

Em Abril comemorámos o 25 de Abril no Largo do Carmo e na Casa da Achada em Lisboa e fomos à Lourinhã.

A convite do Coro Dominguero fomos a Sevilha e cantámos em vários locais inseridos no Otra forma de construir ciudad.

Podem ver aqui as letras de grande parte das canções que temos cantado (mais de 20).

Vamos cantar:

10 Julho 2010 | 18:30h
Feira da Achada
Largo da Achada (Lisboa)

Cantámos em:

2 Outubro 2009
Semana de Abertura da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio
Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (Lisboa)
com I Giorni Cantati e Pedro e Diana

5 Outubro 2009
Semana de Abertura da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio
Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (Lisboa)
com I Giorni Cantati

19 Dezembro 2009
Um fim de semana diferente na Casa da Achada

Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (Lisboa)

9 Janeiro 2010
Cantar as Janeiras pelas Tascas da Mouraria
Rua do Capelão até ao Largo da Achada (Lisboa)
convite da Associação Renovar a Mouraria
com Casa da Galiza

26 Janeiro 2010

Festa da escola

Escola Secundária D. Pedro V (Lisboa)

6 Março 2010
Parafernália na Sociedade Boa União (e Arredores)
Largo do Chafariz de Dentro (Lisboa)
Convite da Associação Cultural Parafernália
com Urze de Lume

13 Março 2010
7º Encontro de Coros dos Pimpões
Auditório dos Pimpões (Caldas da Rainha)
com Grupo Coral Os Pimpões, Coro Municipal da Lourinhã e Grupo Coral de Mafra

19 e 21 Março 2010
Festa anual da Lega di Cultura di Piadena
Teatro Gallerani (San Giovani in Croce, Itália)
Sede da Lega di Cultura di Piadena (Pontirolo, Itália)
com, entre outros, Coro Si Bémol et 14 demis (de Paris), Le Vie del Canto (de Génova), La Sarabanda (de Roma), o Coro Dominguero (de Sevilha), Suonatori Terra Terra (de Florença), Colori di Maggio di Marsiglia, Banda degli Ottoni (de Milão), Istituto Ernesto di Martino, Nuovo Canzoniere Bresciano, I Giorni Cantati (de Calvatone e Piadena), Fiati Sprecati (de Florença), Cenciallegre (de Modena), Circolo Gianni Bosio (de Roma), Coro di Micene, Voci di Mezzo e L’Hard Coro de Marchi (de Bolonha).

23 Abril 2010
Arraial do 25 de Abril de 2010

Largo do Carmo (Lisboa)
convite da Associação Abril
com Couple Coffee, Eugénia Bettencourt e Mingo Rangel, Gordilho, Balé Brasil, O Canto da Memória, Inácio Canto e Castro, Moinho da Juventude e Venham Mais Cinco

24 Abril 2010
Lembrar Abril

Auditório Maestro Manuel Maria Baltazar (Lourinhã)
convite da Câmara Municipal da Lourinhã
com Coro Municipal da Lourinhã e Coro do Ministério da Educação – Educ(ant)are

25 Abril 2010
25 de Abril na Casa da Achada

Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (Lisboa)

5 Maio 2010
A Casa da Achada na Feira do Livro de Lisboa
Parque Eduardo VII (Feira do Livro, Praça Amarela) (Lisboa)
com Pedro e Diana

21 e 22 Maio 2010
Otra forma de construir ciudad

Casa del Pumarejo (Sevilha, Espanha)
Parque Miraflores (Sevilha, Espanha)
convite do Coro Dominguero
com a participação de Coro Dominguero, I Giorni Cantati, Coro Si Bémol et 14 demis, L’Hard Coro de Marchi, Voci di Mezzo, Colori di Maggio di Marsiglia e Nuovo Canzoniere Bresciano.

31 Maio 2010
Amigos Coloridos – Alkantara Festival
Teatro Municipal São Luiz (Lisboa)
convite de Inês Nogueira

19 Junho 2010
Festa da pintura do mural da história do Bairro da Relvinha
Cooperativa Semear Relvinhas (Coimbra)
com GEFAC – Grupo Etnográfico e Folclore da Academia de Coimbra e Rebimbómalho

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020