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SÁB: Itinerários com Vítor Silva Tavares | DOM: Oficina de Gravura | SEG: Cinema: Os Verdes Anos

25 de Agosto de 2010

Este sábado, dia 28 de Agosto, às 16h, acontece a 3ª sessão de Itinerários. Desta vez é Vítor Silva Tavares que nos irá falar do seu percurso: Ir e vir da Madragoa ao Bairro Alto e ao Chiado; ir de Lisboa a Benguela e voltar; ir e vir de Lisboa ao Fundão. Ler, escrever e desenhar. Fazer jornais, fazer livros, fazer capas. Descobrir, inventar, contar, ajudar, viver. &etc &etc &etc…

Haverá também uma exposição de livros da &etc.

Itinerários 3

No domingo, dia 29, haverá mais uma oficina. Carla Mota fará gravura no jardim da Casa da Achada, das 15:30h às 17:30h. Para toda a gente a partir dos 6 anos. Número máximo de participantes: 10.

Oficina Gravura no Jardim

Na segunda-feira, dia 30 de Agosto, como habitualmente, há a leitura de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Às 18:30h Filomena Marona Beja continua a leitura do capítulo ‹‹Para mais longe que os cavalos do Partenón›› sobre Gauguin.

Às 21:30hcinema ao ar livre frente à Casa da Achada. Projectamos Os verdes anos (1963) de Paulo Rocha, com a presença do realizador. Se as condições atmosféricas não permitirem a projecção ao ar livre, esta realiza-se na Casa da Achada. Ver aqui a restante programação do ciclo de cinema assim começaram 13 grandes realizadores.

30 Ago: Leitura A Paleta e o Mundo e Cinema Os Verdes Anos

Todas as actividades são de entrada livre.

 

Programação de Agosto de 2010

26 de Julho de 2010

AGOSTO 10

 

Passou-se um belo fim de semana na Casa da Achada: 19 e 20 de Junho

20 de Junho de 2010

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SÁBADO À TARDE: O ITINERÁRIO DE CLÁUDIO TORRES

Itinerários-2 Cláudio Torres Salazar40anos

Veio de longe e foi para muito longe a conversa com Cláudio Torres, um dos fundadores da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio. Histórias sem fim que não couberam nas três horas de conversa e hão-de continuar um dia destes. Quem estava (infelizmente poucos) também contou e completou, perguntou. Não foi difícil perceber porque é que o Campo Arqueológico de Mértola (de que Cláudio Torres ainda falou pouco na Casa da Achada) é o que é.

E um pedido de desculpa: no último e-mail enviado dizíamos que a conversa era às 19h. Mas não era. Foi às 16h, como o cartaz e a outras informações anteriores indicavam. Talvez também por isso ter havido menos presenças do que esta espantosa sessão merecia.

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SÁBADO E DOMINGO: DUAS VISITAS COLECTIVAS À CASA DA ACHADA

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No sábado de manhã, a visita inesperada de uma dúzia de pessoas que andavam a conhecer melhor Lisboa: pararam, entraram pela mão de quem já tinha entrado, olharam, ouviram, perguntaram. Descobriram.

No domingo à tarde, a visita de cerca de 20 pessoas vindas do Porto, frequentadoras da Universidade do Autodidacta e Terceira Idade, acompanhadas por Irene Ferreira. Foi a ultima etapa de uma visita que passou pelo Museu Irene Lisboa, pelo Museu do Neo-Realismo e pelo Parque dos Poetas. Também olharam, ouviram, perguntaram. Descobriram.

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DOMINGO À TARDE: MONTAGEM DA EXPOSIÇÃO FINAL DA OFICINA DE FOTOGRAFIA «ACHAR A ACHADA» PARA GENTE NOVA (E MENOS NOVA)

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Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia, terminou a oficina de Fotografia. O trabalho foi montar a exposição do trabalho realizado nas duas sessões anteriores. Assim se achou a Achada, assim mostrou a quem quis ver, o achamento da Achada.

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FORA DE PORTAS, SÁBADO À NOITE: O CORO DA ACHADA CANTOU EM COIMBRA

Relvinha

Vários elementos do Coro da Achada foram a Coimbra participar na festa da pintura do mural da história do Bairro da Relvinha, na Cooperativa Semear Relvinhas.

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AMANHÃ TAMBÉM É DIA

Cartaz-ciclo-paleta-2-245x300 Filmes proibidos antes do 25 de Abril Oficina Saguenail

Quem vier amanhã (segunda 21 de Junho) ao fim da tarde à leitura colectiva de A Paleta e o Mundo – é João Paulo Esteves da Silva que continua a ler o o capítulo «Nos umbrais da solidão», sobre os inícios da pintura moderna – e quem vier à noite ver ou rever Jules et Jim de François Truffaut, apresentado por Saguenail. Poderá ainda ver algumas imagens pelas portas e jardim: caricaturas de Salazar feitas por Cláudio Torres em 1966 (e recentemente editadas num pequeno álbum), assim como os resultados da oficina de fotografia.

 

Próximas actividades na Casa da Achada (17 a 21 de Junho)

14 de Junho de 2010

17 Junho, quinta-feira, às 18:00h
Mário Dionísio, um escritor: poemas lidos por Manuel Cintra

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Poemas lidos por Manuel Cintra, com a participação de Pedro e Diana, das obras de Mário Dionísio: Poesia incompleta, Poemas, As solicitações e emboscadas, O riso dissonante, Memória dum pintor desconhecido, Le feu qui dort, Terceira idade.

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19 de Junho, sábado, às 19:00h
Itinerários – 2: uma conversa com Cláudio Torres
Exposição de desenhos: «Salazar 40 anos?»

Itinerários-2

Conversa com Cláudio Torres:
Tondela. Flausino Torres. Exílio. Bucareste. Uma máquina de escrever. História de Arte. Rádio Bucareste. Desenhos. Praga 68. Lisboa. 25 de Abril. Faculdade de Letras. Mértola. Guadiana. Arqueologia. Museus. Islamismo. Unesco. Prémios.
Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc.

Exposição de desenhos de Cláudio Torres: «Salazar 40 anos?»

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20 Junho, domingo, das 15:30h às 17:30h
Oficina de Fotografia: Achar a Achada
Exposição das fotografias da oficina

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Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia.

Exposição «Achar a Achada»
Em conjunto, construir e inaugurar a exposição «Achar a Achada».

A partir dos 8 anos.

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21 Junho, segunda-feira, das 15:00h às 18:00h
Oficina de Vídeo

Oficina Saguenail

Com orientação de Saguenail.

Sessões: 3 horas por dia, de 21 de Junho a 2 de Julho. Sábado, dia 26, e domingo, dia 27, todo o dia. Inscrições: 218877090 ou casadaachada@centromariodionisio.org.

Dos 11 aos 14 anos. Máximo de participantes: 10.

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21 Junho, segunda-feira, às 18:30h
Leitura da 3ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Nos umbrais da solidão» . Quem lê é João Paulo Esteves da Silva.

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21 Junho, segunda-feira, às 21:30h
Ciclo Filmes Proibidos antes do 25 de Abril: Jules e Jim

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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Jules e Jim de François Truffaut (1962, 105 min.). Legendado em português.

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Ver aqui a programação de Junho de 2010.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

Horário de abertura: 2ª, 5ª e 6ª das 15h às 20h; sábados e domingos das 11h às 18h.

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O Coro da Achada canta:

19 Junho, sábado, na Cooperativa Semear Relvinhas (Coimbra), às 21:30h
Festa da pintura do mural da história do Bairro da Relvinha

Relvinha

Programa:
10:00h – 19:00h: Pintura do Mural
21:00h – 21:30h: Rebimbómalho
21:30h – 22:00h: Coro da Achada
22:00h – 22:30h: GEFAC – Grupo Etnográfico e Folclore da Academia de Coimbra

Durante o dia vai-se pintar um mural com a história do bairro da Relvinha e à noite o Rebimbómalho, Coro da Achada e a Tocata do GEFAC juntam-se aos vários grupos que se solidarizaram com o bairro na luta por condições condignas de habitabilidade nesta iniciativa que visa lembrar a história deste bairro.

História breve do bairro da Relvinha: Em 1954, 28 famílias foram desalojadas na zona da Estação Velha. Entre 1954 e 1974 estas famílias foram realojadas num bairro de barracas de madeira construído de raíz que procurava resolver de forma provisória a situação relativa à habitação destes moradores. As barracas de madeira, pouco tempo depois de serem estreadas, começaram a ter problemas de insalubridade. A pobreza e a fome marcavam a vida destes moradores. No final da década de 60 os moradores levam a cabo algumas acções radicais e criam uma comissão de moradores onde começam a discutir os problemas que os moradores enfrentavam, chegando a reivindicar junto da Câmara Municipal melhores condições de habitabilidade. Após 25 de Abril de 1974, com a adesão ao projecto SAAL, iniciou-se a construção de casas novas em auto-construção e substituiram-se as barracas de madeira, marcando o início de um novo tempo. Um tempo que é lembrado pelos moradores como um tempo denso em que está presente a “espoir”, conceito desenvolvido por Luísa Tiago Oliveira (2004) ao considerar que a “espoir” descrita por Malraux acerca da guerra civil espanhola se tratava de uma esperança idêntica à que se viveu e sentiu em Portugal nos dois ou três anos que se seguiram ao 25 de Abril de 1974. Neste processo de auto-construção houve uma intensa participação dos moradores do bairro da Relvinha. Os moradores, na execução da Operação SAAL da Relvinha, contaram com a colaboração de vários grupos que se solidarizaram com a luta destes moradores pelo direito a uma habitação condigna. Entre os mesmos, contam-se um grupo de estudantes de medicina, grupos culturais, grupos de jovens voluntários estrangeiros, empresas, pessoas a título individual que deram um contributo imenso para a consecução dos objectivos dos moradores.

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009