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Próximas actividades na Casa da Achada (21 a 24 de Maio)

22 de Maio, sábado, às 16:00h

Mário Dionísio escritor: um conto lido por Jorge Silva Melo – «A sul do Equador»

A sul do equador

«Num convés batido pelo vento. É noite. Uma mulher ainda bastante nova, de vestido até ao chão, vem do lado da proa a correr e aos tropeções. Enrodilham-se-lhe as saias nas pernas pouco seguras. E ela avança pelo convés, amparando-se à parede, que tem portas, janelas, tudo fechado por dentro. Parece perseguida. Mas será só a grande ventania que a molesta e assusta.
Ela corre, tropeça, tacteia com desespero. E acaba por (…)»
Mário Dionísio, «A sul do Equador», A morte é para os outros, 1988

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23 de Maio, domingo, às 15:30h

Oficina de Leitura – As Aventuras de João Sem Medo

Oficina Maio

Última sessão da oficina do mês de Maio. Irá ler-se As Aventuras de João Sem Medo de José Gomes Ferreira com a escritora Filomena Marona Beja.

Para crianças a partir dos 10 anos. Número máximo de particantes: 20.

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24 de Maio, segunda-feira, às 18:30h

Leitura da 3ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Desencontros» . Quem lê é Susana Baeta.

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24 de Maio, segunda-feira, às 21:30h

Ciclo ‹‹Filmes Proibidos antes do 25 de Abril››: A Guerra Acabou

filmes25abril

Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de A Guerra Acabou de Alain Resnais (1966, 121 min.). Filme apresentado, comentado e discutido. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Maio de 2010.

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Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

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Outras actividades:

21 de Maio, sexta-feira, às 21:00h
no Auditório Nuno Teotónio Pereira (Ordem dos Arquitectos, Lisboa)

Apresentação de Um Cesto de Cerejas – Francisco Castro Rodrigues – Conversas, memórias, uma vida

Apresentação do livro por Francisco Castro Rodrigues, Eduarda Dionísio e Vítor Silva Tavares.

Em conversa com Eduarda Dionísio, Francisco Castro Rodrigues, nascido em 1920, conta a sua vida: a infância no Bairro da Graça, em Lisboa, onde frequentou a Escola Oficina nº1; a passagem pela Escola de Belas Artes, no tempo de Cunha «Bruto», onde se tornou arquitecto, depois de ter querido ser engenheiro de minas; o trabalho na revista «Arquitectura»; a participação no I Congresso dos Arquitectos e no III Congresso Internacional em Lisboa; a militância no MUD-Juvenil e no PCP de que se afastará ainda nos anos 50, sem nunca ter deixado de ser comunista; a prisão no Aljube e em Caxias; a direcção da SNBA durante quase uma década, em tempos muito conturbados e esquecidos; a partida para o Lobito onde viverá mais de trinta anos, antes e depois da Independência, cidade onde fez a maior parte da sua obra de arquitecto (o bairro do Alto Liro, precursor da auto-construção, o plano director da cidade, o cine-esplanada Flamingo, o Liceu, etc., etc.); o regresso às Azenhas do Mar (anos 80), terra da sua infância, onde agora vive, intervindo ainda contra aquilo com que não concorda: construções na orla costeira, reconstruções de edifícios com história, problemas do Parque Natural Sintra-Cascais…
O livro tem organização, introdução e notas de Eduarda Dionísio, capa e desenho gráfico de Vítor Silva Tavares e Pedro Serpa. A edição é da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (2009), com o apoio da Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo.

 

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22 de Maio, sábado, a partir das 12:30h
Parque Miraflores (Sevilha
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Otra forma de construir ciudad


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André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2017