Arquivo para a categoria ‘Coro da Achada’

 

Como foi a Feira da Achada

22 de Julho de 2010

Feira da Achada Feira da Achada

A Feira da Achada realizou-se no passado 10 de Julho. Passaram por cá muitas pessoas para ver o que havia na feira, levaram livros, discos e objectos antigos (e outros menos antigos).

Feira da Achada - Visita Guiada Feira da Achada - Direis que não é poesia

Durante a Feira houve uma visita guiada à exposição «50 anos de pintura e de desenho» de Mário Dionísio e outros artistas com Eduarda Dionísio; e a 2ª sessão de «Direis que não é poesia» com Elisabete Piecho, que pôs toda a gente a reconstruir e a ler poemas de Mário Dionísio.

Feira da Achada - Coro da Achada Feira da Achada - Coro da Achada

No fim da Feira cantou o Coro da Achada.

Podem ver as restantes fotografias da Feira da Achada aqui:

 

Programação de Julho

28 de Junho de 2010

Calendário Julho

 

Passou-se um belo fim de semana na Casa da Achada: 19 e 20 de Junho

20 de Junho de 2010

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SÁBADO À TARDE: O ITINERÁRIO DE CLÁUDIO TORRES

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Veio de longe e foi para muito longe a conversa com Cláudio Torres, um dos fundadores da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio. Histórias sem fim que não couberam nas três horas de conversa e hão-de continuar um dia destes. Quem estava (infelizmente poucos) também contou e completou, perguntou. Não foi difícil perceber porque é que o Campo Arqueológico de Mértola (de que Cláudio Torres ainda falou pouco na Casa da Achada) é o que é.

E um pedido de desculpa: no último e-mail enviado dizíamos que a conversa era às 19h. Mas não era. Foi às 16h, como o cartaz e a outras informações anteriores indicavam. Talvez também por isso ter havido menos presenças do que esta espantosa sessão merecia.

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SÁBADO E DOMINGO: DUAS VISITAS COLECTIVAS À CASA DA ACHADA

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No sábado de manhã, a visita inesperada de uma dúzia de pessoas que andavam a conhecer melhor Lisboa: pararam, entraram pela mão de quem já tinha entrado, olharam, ouviram, perguntaram. Descobriram.

No domingo à tarde, a visita de cerca de 20 pessoas vindas do Porto, frequentadoras da Universidade do Autodidacta e Terceira Idade, acompanhadas por Irene Ferreira. Foi a ultima etapa de uma visita que passou pelo Museu Irene Lisboa, pelo Museu do Neo-Realismo e pelo Parque dos Poetas. Também olharam, ouviram, perguntaram. Descobriram.

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DOMINGO À TARDE: MONTAGEM DA EXPOSIÇÃO FINAL DA OFICINA DE FOTOGRAFIA «ACHAR A ACHADA» PARA GENTE NOVA (E MENOS NOVA)

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Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia, terminou a oficina de Fotografia. O trabalho foi montar a exposição do trabalho realizado nas duas sessões anteriores. Assim se achou a Achada, assim mostrou a quem quis ver, o achamento da Achada.

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FORA DE PORTAS, SÁBADO À NOITE: O CORO DA ACHADA CANTOU EM COIMBRA

Relvinha

Vários elementos do Coro da Achada foram a Coimbra participar na festa da pintura do mural da história do Bairro da Relvinha, na Cooperativa Semear Relvinhas.

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AMANHÃ TAMBÉM É DIA

Cartaz-ciclo-paleta-2-245x300 Filmes proibidos antes do 25 de Abril Oficina Saguenail

Quem vier amanhã (segunda 21 de Junho) ao fim da tarde à leitura colectiva de A Paleta e o Mundo – é João Paulo Esteves da Silva que continua a ler o o capítulo «Nos umbrais da solidão», sobre os inícios da pintura moderna – e quem vier à noite ver ou rever Jules et Jim de François Truffaut, apresentado por Saguenail. Poderá ainda ver algumas imagens pelas portas e jardim: caricaturas de Salazar feitas por Cláudio Torres em 1966 (e recentemente editadas num pequeno álbum), assim como os resultados da oficina de fotografia.

 

Próximas actividades na Casa da Achada (17 a 21 de Junho)

14 de Junho de 2010

17 Junho, quinta-feira, às 18:00h
Mário Dionísio, um escritor: poemas lidos por Manuel Cintra

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Poemas lidos por Manuel Cintra, com a participação de Pedro e Diana, das obras de Mário Dionísio: Poesia incompleta, Poemas, As solicitações e emboscadas, O riso dissonante, Memória dum pintor desconhecido, Le feu qui dort, Terceira idade.

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19 de Junho, sábado, às 19:00h
Itinerários – 2: uma conversa com Cláudio Torres
Exposição de desenhos: «Salazar 40 anos?»

Itinerários-2

Conversa com Cláudio Torres:
Tondela. Flausino Torres. Exílio. Bucareste. Uma máquina de escrever. História de Arte. Rádio Bucareste. Desenhos. Praga 68. Lisboa. 25 de Abril. Faculdade de Letras. Mértola. Guadiana. Arqueologia. Museus. Islamismo. Unesco. Prémios.
Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc.

Exposição de desenhos de Cláudio Torres: «Salazar 40 anos?»

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20 Junho, domingo, das 15:30h às 17:30h
Oficina de Fotografia: Achar a Achada
Exposição das fotografias da oficina

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Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia.

Exposição «Achar a Achada»
Em conjunto, construir e inaugurar a exposição «Achar a Achada».

A partir dos 8 anos.

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21 Junho, segunda-feira, das 15:00h às 18:00h
Oficina de Vídeo

Oficina Saguenail

Com orientação de Saguenail.

Sessões: 3 horas por dia, de 21 de Junho a 2 de Julho. Sábado, dia 26, e domingo, dia 27, todo o dia. Inscrições: 218877090 ou casadaachada@centromariodionisio.org.

Dos 11 aos 14 anos. Máximo de participantes: 10.

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21 Junho, segunda-feira, às 18:30h
Leitura da 3ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Nos umbrais da solidão» . Quem lê é João Paulo Esteves da Silva.

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21 Junho, segunda-feira, às 21:30h
Ciclo Filmes Proibidos antes do 25 de Abril: Jules e Jim

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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Jules e Jim de François Truffaut (1962, 105 min.). Legendado em português.

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Ver aqui a programação de Junho de 2010.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

Horário de abertura: 2ª, 5ª e 6ª das 15h às 20h; sábados e domingos das 11h às 18h.

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O Coro da Achada canta:

19 Junho, sábado, na Cooperativa Semear Relvinhas (Coimbra), às 21:30h
Festa da pintura do mural da história do Bairro da Relvinha

Relvinha

Programa:
10:00h – 19:00h: Pintura do Mural
21:00h – 21:30h: Rebimbómalho
21:30h – 22:00h: Coro da Achada
22:00h – 22:30h: GEFAC – Grupo Etnográfico e Folclore da Academia de Coimbra

Durante o dia vai-se pintar um mural com a história do bairro da Relvinha e à noite o Rebimbómalho, Coro da Achada e a Tocata do GEFAC juntam-se aos vários grupos que se solidarizaram com o bairro na luta por condições condignas de habitabilidade nesta iniciativa que visa lembrar a história deste bairro.

História breve do bairro da Relvinha: Em 1954, 28 famílias foram desalojadas na zona da Estação Velha. Entre 1954 e 1974 estas famílias foram realojadas num bairro de barracas de madeira construído de raíz que procurava resolver de forma provisória a situação relativa à habitação destes moradores. As barracas de madeira, pouco tempo depois de serem estreadas, começaram a ter problemas de insalubridade. A pobreza e a fome marcavam a vida destes moradores. No final da década de 60 os moradores levam a cabo algumas acções radicais e criam uma comissão de moradores onde começam a discutir os problemas que os moradores enfrentavam, chegando a reivindicar junto da Câmara Municipal melhores condições de habitabilidade. Após 25 de Abril de 1974, com a adesão ao projecto SAAL, iniciou-se a construção de casas novas em auto-construção e substituiram-se as barracas de madeira, marcando o início de um novo tempo. Um tempo que é lembrado pelos moradores como um tempo denso em que está presente a “espoir”, conceito desenvolvido por Luísa Tiago Oliveira (2004) ao considerar que a “espoir” descrita por Malraux acerca da guerra civil espanhola se tratava de uma esperança idêntica à que se viveu e sentiu em Portugal nos dois ou três anos que se seguiram ao 25 de Abril de 1974. Neste processo de auto-construção houve uma intensa participação dos moradores do bairro da Relvinha. Os moradores, na execução da Operação SAAL da Relvinha, contaram com a colaboração de vários grupos que se solidarizaram com a luta destes moradores pelo direito a uma habitação condigna. Entre os mesmos, contam-se um grupo de estudantes de medicina, grupos culturais, grupos de jovens voluntários estrangeiros, empresas, pessoas a título individual que deram um contributo imenso para a consecução dos objectivos dos moradores.

 

Próximas actividades na Casa da Achada (21 a 24 de Maio)

17 de Maio de 2010

22 de Maio, sábado, às 16:00h

Mário Dionísio escritor: um conto lido por Jorge Silva Melo – «A sul do Equador»

A sul do equador

«Num convés batido pelo vento. É noite. Uma mulher ainda bastante nova, de vestido até ao chão, vem do lado da proa a correr e aos tropeções. Enrodilham-se-lhe as saias nas pernas pouco seguras. E ela avança pelo convés, amparando-se à parede, que tem portas, janelas, tudo fechado por dentro. Parece perseguida. Mas será só a grande ventania que a molesta e assusta.
Ela corre, tropeça, tacteia com desespero. E acaba por (…)»
Mário Dionísio, «A sul do Equador», A morte é para os outros, 1988

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23 de Maio, domingo, às 15:30h

Oficina de Leitura – As Aventuras de João Sem Medo

Oficina Maio

Última sessão da oficina do mês de Maio. Irá ler-se As Aventuras de João Sem Medo de José Gomes Ferreira com a escritora Filomena Marona Beja.

Para crianças a partir dos 10 anos. Número máximo de particantes: 20.

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24 de Maio, segunda-feira, às 18:30h

Leitura da 3ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Desencontros» . Quem lê é Susana Baeta.

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24 de Maio, segunda-feira, às 21:30h

Ciclo ‹‹Filmes Proibidos antes do 25 de Abril››: A Guerra Acabou

filmes25abril

Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de A Guerra Acabou de Alain Resnais (1966, 121 min.). Filme apresentado, comentado e discutido. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Maio de 2010.

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Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

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Outras actividades:

21 de Maio, sexta-feira, às 21:00h
no Auditório Nuno Teotónio Pereira (Ordem dos Arquitectos, Lisboa)

Apresentação de Um Cesto de Cerejas – Francisco Castro Rodrigues – Conversas, memórias, uma vida

Apresentação do livro por Francisco Castro Rodrigues, Eduarda Dionísio e Vítor Silva Tavares.

Em conversa com Eduarda Dionísio, Francisco Castro Rodrigues, nascido em 1920, conta a sua vida: a infância no Bairro da Graça, em Lisboa, onde frequentou a Escola Oficina nº1; a passagem pela Escola de Belas Artes, no tempo de Cunha «Bruto», onde se tornou arquitecto, depois de ter querido ser engenheiro de minas; o trabalho na revista «Arquitectura»; a participação no I Congresso dos Arquitectos e no III Congresso Internacional em Lisboa; a militância no MUD-Juvenil e no PCP de que se afastará ainda nos anos 50, sem nunca ter deixado de ser comunista; a prisão no Aljube e em Caxias; a direcção da SNBA durante quase uma década, em tempos muito conturbados e esquecidos; a partida para o Lobito onde viverá mais de trinta anos, antes e depois da Independência, cidade onde fez a maior parte da sua obra de arquitecto (o bairro do Alto Liro, precursor da auto-construção, o plano director da cidade, o cine-esplanada Flamingo, o Liceu, etc., etc.); o regresso às Azenhas do Mar (anos 80), terra da sua infância, onde agora vive, intervindo ainda contra aquilo com que não concorda: construções na orla costeira, reconstruções de edifícios com história, problemas do Parque Natural Sintra-Cascais…
O livro tem organização, introdução e notas de Eduarda Dionísio, capa e desenho gráfico de Vítor Silva Tavares e Pedro Serpa. A edição é da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (2009), com o apoio da Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo.

 

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22 de Maio, sábado, a partir das 12:30h
Parque Miraflores (Sevilha
)

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A Casa da Achada na Feira do Livro

6 de Maio de 2010

A Casa da Achada – Centro Mário Dionísio esteve presente na Feira do Livro de Lisboa.

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Feira de Livro 006 Coro da Achada

O encontro realizou-se ontem pelas 18:30h na Praça Amarela. Eduarda Dionísio apresentou a Associação Casa da Achada – Centro Mário Dionísio e falou das edições do centro e explicou como está estruturada a página da internet da associação. Inês Nogueira leu quatro textos de Regina Guimarães sobre a pintura de Mário Dionísio. Ainda várias pessoas leram poemas do escritor e pintor.

Houve ainda duas apresentações musicais: Pedro e Diana e o Coro da Achada cantaram músicas com letra de Mário Dionísio e outras.

 

Próximas actividades da Casa da Achada (1 a 5 de Maio)

27 de Abril de 2010

2 de Maio, domingo, às 16:00h

Apresentação do livro A Grande Viagem dos Homens através do tempo e do espaço de Júlio Moreira

Júlio Moreira

Uma visão do universo, do espaço, da Terra, das origens da vida, da evolução das espécies e das sociedades humanas destinada aos jovens.

Com a participação do Autor, de José Pedro Martins Barata e de Vítor Silva Tavares.

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3 de Maio, segunda-feira, às 18:30h

Leitura da 2ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

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Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Como o pássaro canta» por Isabel da Nóbrega.

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3 de Maio, segunda-feira, às 21:30h

Ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril»: Os Carabineiros de Jean-Luc Godard

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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Os Carabineiros de Jean-Luc Godard (1963, 80 min.). Quem apresenta é João Rodrigues. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

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Outras actividades:

1 de Maio, sábado, a partir das 15:30h

«Pequeno é bom»: Encontros de edição independente

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Encontro mensal na Casa da Achada / Centro Mário Dionísio sobre questões de edição independente (fanzines, zines, livros de autor, CD-R,…).

Nesta sessão dá-se atenção à criatividade e “mãos na massa” estando no programa:
- Orgia Gráfica, workshop por Lucas Almeida;
- A habitual Feira de Fanzines desta vez com uma selecção de títulos ligadas ao desenho/ ilustração/ graphzines;

títulos dísponíveis: da Chili Com Carne, Imprensa Canalha, Le Dernier Cri, MMMNNNRRRG, Nazi Knife, Opuntia Books, U.D.A. (de Blanquet)… entre outras produções nacionais e estrangeiras.

Organização: Chili Com Carne

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5 de Maio, quarta-feira, às 18:30h, no Parque Eduardo VII em Lisboa

A Casa da Achada na Feira do Livro

Feira do Livro

Leituras por Inês Nogueira. Projecção de vídeos. Canta o Coro da Achada.

Na Praça Amarela da Feira do Livro.

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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

 

Próximas actividades na Casa da Achada – 24 a 26 de Abril

19 de Abril de 2010

Sábado, 24 de Abril, às 16:00h

«Itinerários – 1» com Sebastião de Lima Rego

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Eduarda Dionísio entrevista Sebastião Lima Rego sobre o seu percurso: do direito e da intervenção política e cívica à poesia. Leitura de poemas de Sebastião Lima Rego, autor de Poemas Sem Abrigo e Sem Castigo (2008) e As bandeiras paradas (2009), por Cecília Mendonça e Manuela Leitão.

o direito. a faculdade. a associação de estudantes. o diário de lisboa. o mrpp. o tempo e o modo. a livrelco. as prisões. o ministério da saúde. a associação de telespectadores. a alta autoridade para a comunicação social. a poesia.

«Reescrever a História em lume frio
redescobrir os nomes sem lhes dar gente
redesenhar as margens longe do rio
ressuscitar a morte impunemente
destruir refazer recomeçar
desencantar os encantamentos proibidos
lá onde eles jazem entorpecidos
atabaíados em húmus milenar
voltar atrás desenterrar
as bandeiras cicatrizes
e coser com o seu pano os galardões
das batalhas infelizes
vencendo-as apesar dos cronicões
demolir sem constrangimentos
pedra a pedra palavra a palavra
os monumentos da antiquíssima lavra
reerguê-los com aquela virgindade
que preexiste ao escopo da verdade.»

Sebastião de Lima Rego, As bandeiras paradas

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Domingo, 25 de Abril, 18:30h

Música de Zeca Afonso todo o dia e canta o Coro da Achada

25 Abril

Música de Zeca Afonso durante todo o dia. O Coro da Achada canta a partir das 18:30h.

1974
«Dias impossíveis de contar. Não há tempo para isso. A multidão misturada com os soldados e marinheiros. Cravos (onde nasceram tantos cravos?) nas espingardas e nas mãos de toda a gente. Telefonemas, abraços, o “viva Portugal” por toda a parte. Um país diferente. Toda a gente fala com toda a gente, esfusiante, sem medo. A caça aos Pides. A libertação dos presos de Caxias, o regresso dos emigrados (Mário Soares, primeiro, Álvaro Cunhal depois, Piteira Santos, tantos mais).
Começam as reuniões por todo o lado. No Liceu de Camões realizamos a primeira reunião de apoio ao Movimento. Vamos entregar à Junta de Salvação Nacional o nosso documento. Começamos a organizar-nos. Não paro mais.
(30.4.74)»

Mário Dionísio, Passageiro Clandestino

1980
«Celebrar o 25 de Abril este ano, seis anos depois do derrube do fascismo e já tão longe, obriga a repensar tudo isto e a concluir, a sublinhar, que só a unidade não retórica, autêntica, decidida, uma unidade bem consciente do perigo indiscutível que dia a dia cresce, evitará o pior. Mas agora. Desde já. Antes de ser tarde de mais.»

Mário Dionísio, «Seis anos depois e antes de»

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Segunda-feira, 26 de Abril, às 18:30h

Leitura da 2ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

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Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Os sortilégios da luz», sobre o Impressionismo, por Margarida Lélis.

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Segunda-feira, 26 de Abril, às 21:30h

Ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril»: A Religiosa de Jacques Rivette

Cartaz filmes proibidos

Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de A Religiosa de Jaques Rivette (1966, 135 min.). Quem apresenta é Eduarda Dionísio. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Abril de 2010.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

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O Coro da Achada canta:

Sexta-feira, 23 de Abril, às 23:30h
no Largo do Carmo em Lisboa

Arraial do 25 de Abril

Arraial Carmo

Ver aqui a programação completa do Arraial do Carmo.

Organização: Associação Abril.

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Sábado, 24 de Abril, a partir das 21:30h
no
Auditório Maestro Manuel Maria Baltazar
na Lourinhã

Lembrar Abril
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Lembrar Abril

Com a denominação “Lembrar Abril”, decorrerá no dia 24 deste mês, no Auditório Maestro Manuel Maria Baltazar – sede da Associação Musical e Artística Lourinhanense, um concerto comemorativo da revolução dos cravos.

Com início agendado para as 21h30, o espectáculo – de entrada livre – conta com a actuação de três formações corais: o Coro do Ministério da Educação – Educ(ant)are, o Coro d’Achada, de Lisboa, e o Coro Municipal da Lourinhã.

A música de intervenção – associada, no imaginário colectivo, à revolução de Abril – ocupará grande parte do reportório deste espectáculo.

Organização: Câmara Municipal da Lourinhã.

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Domingo, 25 de Abril, às 18:30h
na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio

Música de Zeca Afonso todo o dia e o Coro da Achada canta ao fim da tarde

(ver acima)

 

Programação de Abril de 2010

29 de Março de 2010

Abril 2010

 

Sábado na Casa da Achada – Clube de Leitura

12 de Março de 2010

cartaz clube de leitura

 

Também no sábado, às 21h30, o Coro da Achada irá cantar às Caldas da Rainha, a convite do grupo coral Os Pimpões. Ver aqui o cartaz

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009