Arquivo para a categoria ‘Mário Dionísio, um escritor’

 

SEX a SEG | Mário Dionísio, escritor | A Paleta e o Mundo | Oficina Tecidos | Cinema ao Ar Livre

12 de Agosto de 2010

Durante quatro dias a Casa da Achada terá várias actividades para toda a gente.

Na sexta-feira, dia 13, a partir das 18h, haverá duas sessões em torno de duas obras de Mário Dionísio: Saguenail falará de Le feu qui dort, livro de poemas em francês; e Regina Guimarães falará do último livro de poesia do autor, Terceira Idade.

MD escritor 4

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No sábado, dia 14, a partir das 15h, acontece a apresentação com debate do 11º e último capítulo da introdução de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio, «Olhar e Ver», um resumo do que foi sendo dito nos capítulos anteriores, com António Pedro Pita, autor entre muitas obras de Conflito e Unidade no Neo-Realismo Português, coordenador da colecção «A Paleta e o Mundo» da Editora Ariadne, um dos fundadores da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

CICLO PALETA APP-cartaz

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Já no domingo, 15 de Agosto, entre as 15:30h e as 17:30h, realiza-se a Oficina de Tecidos com Irene van Es. A partir de tecidos com quadros de Mário Dionísio quem quiser poderá vir aprender a fabricar pequenos objectos.

Oficina tecidos

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Na segunda-feira, dia 16 de Agosto, às 18:30h, continua a leitura da 2ª parte de A Paleta e o Mundo, sobre a história da arte. Quem lê este capítulo, «Para mais longe que os cavalos do Partenon», sobre Gauguin, é Filomena Marona Beja.
No mesmo dia, às 21:30h, projectamos ao ar livre o filme Os 400 Golpes, a primeira longa-metragem de François Truffaut (1959, 99min.). Quem apresenta é Saguenail.

SEG 16 AGOSTO

 

Mário Dionísio, escritor | 13 AGO, 18H | Le feu qui dort com Saguenail | Terceira Idade com Regina Guimarães

9 de Agosto de 2010

MD escritor 4

 

Programação de Agosto de 2010

26 de Julho de 2010

AGOSTO 10

 

Programação de Julho

28 de Junho de 2010

Calendário Julho

 

Próximas actividades na Casa da Achada (17 a 21 de Junho)

14 de Junho de 2010

17 Junho, quinta-feira, às 18:00h
Mário Dionísio, um escritor: poemas lidos por Manuel Cintra

MD Escritor 2

Poemas lidos por Manuel Cintra, com a participação de Pedro e Diana, das obras de Mário Dionísio: Poesia incompleta, Poemas, As solicitações e emboscadas, O riso dissonante, Memória dum pintor desconhecido, Le feu qui dort, Terceira idade.

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19 de Junho, sábado, às 19:00h
Itinerários – 2: uma conversa com Cláudio Torres
Exposição de desenhos: «Salazar 40 anos?»

Itinerários-2

Conversa com Cláudio Torres:
Tondela. Flausino Torres. Exílio. Bucareste. Uma máquina de escrever. História de Arte. Rádio Bucareste. Desenhos. Praga 68. Lisboa. 25 de Abril. Faculdade de Letras. Mértola. Guadiana. Arqueologia. Museus. Islamismo. Unesco. Prémios.
Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc.

Exposição de desenhos de Cláudio Torres: «Salazar 40 anos?»

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20 Junho, domingo, das 15:30h às 17:30h
Oficina de Fotografia: Achar a Achada
Exposição das fotografias da oficina

Cartaz oficina fotografia

Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia.

Exposição «Achar a Achada»
Em conjunto, construir e inaugurar a exposição «Achar a Achada».

A partir dos 8 anos.

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21 Junho, segunda-feira, das 15:00h às 18:00h
Oficina de Vídeo

Oficina Saguenail

Com orientação de Saguenail.

Sessões: 3 horas por dia, de 21 de Junho a 2 de Julho. Sábado, dia 26, e domingo, dia 27, todo o dia. Inscrições: 218877090 ou casadaachada@centromariodionisio.org.

Dos 11 aos 14 anos. Máximo de participantes: 10.

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21 Junho, segunda-feira, às 18:30h
Leitura da 3ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Nos umbrais da solidão» . Quem lê é João Paulo Esteves da Silva.

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21 Junho, segunda-feira, às 21:30h
Ciclo Filmes Proibidos antes do 25 de Abril: Jules e Jim

filmes25abril

Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Jules e Jim de François Truffaut (1962, 105 min.). Legendado em português.

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Ver aqui a programação de Junho de 2010.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

Horário de abertura: 2ª, 5ª e 6ª das 15h às 20h; sábados e domingos das 11h às 18h.

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O Coro da Achada canta:

19 Junho, sábado, na Cooperativa Semear Relvinhas (Coimbra), às 21:30h
Festa da pintura do mural da história do Bairro da Relvinha

Relvinha

Programa:
10:00h – 19:00h: Pintura do Mural
21:00h – 21:30h: Rebimbómalho
21:30h – 22:00h: Coro da Achada
22:00h – 22:30h: GEFAC – Grupo Etnográfico e Folclore da Academia de Coimbra

Durante o dia vai-se pintar um mural com a história do bairro da Relvinha e à noite o Rebimbómalho, Coro da Achada e a Tocata do GEFAC juntam-se aos vários grupos que se solidarizaram com o bairro na luta por condições condignas de habitabilidade nesta iniciativa que visa lembrar a história deste bairro.

História breve do bairro da Relvinha: Em 1954, 28 famílias foram desalojadas na zona da Estação Velha. Entre 1954 e 1974 estas famílias foram realojadas num bairro de barracas de madeira construído de raíz que procurava resolver de forma provisória a situação relativa à habitação destes moradores. As barracas de madeira, pouco tempo depois de serem estreadas, começaram a ter problemas de insalubridade. A pobreza e a fome marcavam a vida destes moradores. No final da década de 60 os moradores levam a cabo algumas acções radicais e criam uma comissão de moradores onde começam a discutir os problemas que os moradores enfrentavam, chegando a reivindicar junto da Câmara Municipal melhores condições de habitabilidade. Após 25 de Abril de 1974, com a adesão ao projecto SAAL, iniciou-se a construção de casas novas em auto-construção e substituiram-se as barracas de madeira, marcando o início de um novo tempo. Um tempo que é lembrado pelos moradores como um tempo denso em que está presente a “espoir”, conceito desenvolvido por Luísa Tiago Oliveira (2004) ao considerar que a “espoir” descrita por Malraux acerca da guerra civil espanhola se tratava de uma esperança idêntica à que se viveu e sentiu em Portugal nos dois ou três anos que se seguiram ao 25 de Abril de 1974. Neste processo de auto-construção houve uma intensa participação dos moradores do bairro da Relvinha. Os moradores, na execução da Operação SAAL da Relvinha, contaram com a colaboração de vários grupos que se solidarizaram com a luta destes moradores pelo direito a uma habitação condigna. Entre os mesmos, contam-se um grupo de estudantes de medicina, grupos culturais, grupos de jovens voluntários estrangeiros, empresas, pessoas a título individual que deram um contributo imenso para a consecução dos objectivos dos moradores.

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009