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Áreas Principais

Arquivo para a categoria ‘Encontros de Leitores’

 

28 a 31 de Julho

24 de Julho de 2013

Cartaz Oficina JUL-AGO13_cartaz paleta

VOZES QUE O VENTO NÃO LEVARÁ
Oficina
Domingo, 28 de Julho, das 15h30 às 17h30

Nesta oficina vamos, com Margarida Guia, falar em voz bem alta, falar em voz bem baixa para toda gente ouvir e entender o que se diz e o que se quer dizer.

Para todos a partir dos 6 anos.
Continua todos os domingos de Julho e Agosto.

CARTAZ SEGUNDA 29 JULHO 13

CICLO A PALETA E O MUNDO III
Iniciação estética de Cochofel
Segunda-feira, 29 de Julho, 18h30

Na 3ª parte do ciclo «A Paleta e o Mundo» lemos obras que foram citadas em A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio, ou obras de autores seus contemporâneos.

Nesta sessão  Eduarda Dionísio introduz a leitura, com projecção de imagens, de Iniciação estética de João José Cochofel.

«Diante de um quadro, ao escutarmos um trecho musical, quando lemos um livro ou nos alheamos na simples contemplação de uma paisagem, se embora de um modo obscuro pressentimos que tais exercícios vieram, eficazmente, convincentemente, acrescentar algo de novo, de inesperado, de estimulante, à nossa experiência da vida, se alvoroçadamente descobrimos no nosso íntimo que vieram alargar ao mesmo tempo as nossas faculdades de sentir e de compreender, é à palavra belo que recorremos para classificar o objecto que de tão singular maneira se impôs à nossa atenção. Um objecto do qual nada esperávamos que servisse o nosso conhecimento do mundo ou ajudasse a resolver as nossas mais instantes dificuldades quotidianas, cujo valor útil e prático ignorávamos, e que no entanto ali nos retém presos nas invisíveis malhas que todavia o ligam à condição humana de conhecer e agir»
José João Cochofel, na introdução de Iniciação estética

CICLO DE CINEMA AO AR LIVRE
FÉRIAS NA ACHADA
Ultrapassagem de Dino Risi
Segunda-feira, 29 de Julho, 21h30

Nesta segunda-feira projectamos, ao ar livre, Ultrapassagem (Il sorpasso, 1962, 105 min.) de Dino Risi. Quem apresenta é Fernando Nunes.

Cartaz Encontros de Leitores5_Layout 1

ENCONTRO DE LEITORES
Quarta-feira, 31 de Julho, 14h30

Neste mês recebemos o escritor Nuno Milagre que vai pôr toda a gente a ler e a falar, ouvir, ler e contar, dizer da sua justiça. E procurar nas estantes da Biblioteca da Achada, levar livros para ler em casa. E passar aos outros o que sim, o que não.

Inaugurámos os Encontros de Leitores, do projecto «Palavras que o vento não levará», em Janeiro. Continuam todas as últimas quartas-feiras de cada mês.

 

26 de Junho a 1 de Julho

26 de Junho de 2013

4º Encontro de leitores JUN 13

ENCONTRO DE LEITORES
Quarta-feira, 26 de Junho, 14h30

Neste mês recebemos o escritor José Mário Silva que vai pôr toda a gente a ler e a falar, ouvir, ler e contar, dizer da sua justiça. E procurar nas estantes da Biblioteca da Achada, levar livros para ler em casa. E passar aos outros o que sim, o que não.

Inaugurámos os Encontros de Leitores, do projecto «Palavras que o vento não levará», em Janeiro. Continuam todas as últimas quartas-feiras de cada mês.

GREVE GERAL
Quinta-feira, 27 de Junho

Em virtude da Greve Geral, a Casa da Achada encerra na quinta-feira.

Histórias JUN 13

OS TIROS DE SARAJEVO
histórias da História
Sexta-feira, 28 de Junho, 18h

Nesta sessão vamos falar sobre os tiros de Sarajevo – o começo da era moderna, a 28 de Junho de 1914, com Sebastião Lima Rego. Os tiros de Sarajevo resultaram no assassinato do arquiduque Francisco Fernando e teve grande influência no início da I Guerra Mundial.

Neste ciclo, «histórias da História», conversaremos sobre efemérides da História, contemporâneas de Mário Dionísio, pensando sempre também no que se passa hoje. Porque há coisas de que se fala hoje – como a tão badalada «crise» – que não são coisas novas, algumas nunca deixaram de existir, outras ressurgiram em sítios e alturas diferentes. Já falámos sobre a ascenção de Hitler ao poder, sobre a Comuna de Paris, sobre as «aparições» de Fátima, sobre a Guerra Civil de Espanha e o franquismo nas populações de fronteira e sobre a Independência da Guiné, sobre o golpe em Espanha em 1981, sobre os derrotados no 25 de Abril de 1974.

OFICINA JUN 2013

FAZER O QUE PRESTA A PARTIR DO QUE NÃO PRESTA
Oficina com Eupremio Scarpa
Domingo, 30 de Junho, das 15h3o às 17h30

Nestes três últimos domingos do mês, com Eupremio Scarpa, vamos imaginar e construir sem desperdiçar com materiais baratos, reutilizar e reciclar o que parece que já não serve para nada. Na última sessão vamos fazer pins e outros objectos.

Para todos a partir dos 6 anos.

cartaz segunda 1 JULHO 13

CICLO A PALETA E O MUNDO III
Modos de ver de John Berger
Segunda-feira, 1 de Julho, 18h30

Na 3ª parte do ciclo «A Paleta e o Mundo» lemos obras que foram citadas em A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio, ou obras de autores seus contemporâneos.

Nesta sessão continua a leitura comentada por Gonçalo Lopes, com projecção de imagens, do 5º capítulo de Modos de ver de John Berger.

CICLO DE CINEMA AO AR LIVRE
FÉRIAS NA ACHADA
As férias do sr. Hulot de Jacques Tati
Segunda-feira, 1 de Junho, 21h30

Começa, nesta segunda-feira, o ciclo de cinema ao ar livre, na Rua da Achada, «Férias na Achada». Projectamos As férias do sr. Hulot (1953, 114 min.) de Jacques Tati. Quem apresenta é João Rodrigues

As férias não são tão velhas como o mundo. Antes de começarem a regular os calendários, quem as gozava eram os que não viviam do trabalho e não precisavam de «descansar», mas podiam «mudar de ares» e fazer «vilegiaturas». No século XX, as férias mudaram de figura: foram uma conquista dos trabalhadores e um direito (con)sagrado.
Hoje são «matéria» do comércio e da indústria – «turismo», agências de viagens… E cada vez mais «repartidas». E há cada vez menos «férias»: se não há trabalho, ou se o trabalho é precário, e sem contrato, como pode haver «férias»?
As antigas férias (como os «fins-de-semana», os feriados e as suas «pontes»), conquistadas aos patrões, enquanto terreno da «felicidade» vinda do «não fazer nada», do «não obrigatório», do tempo «livre», têm sido tema e lugar da literatura, da pintura, do teatro, do cinema. Férias desejadas, idealizadas, aproveitadas, e também malbaratadas, desgraçadas. São um tempo com lugares, hábitos e rituais próprios, e paixões, dramas, tragédias e comédias que o «ócio» pode tornar diferentes ou ampliar. São espelho duma sociedade, é claro.
O filme mais antigo deste ciclo, Passeio ao campo de Renoir, começou a ser rodado em 1936, ano determinante na vida dos assalariados franceses: milhões de operários partiram pela primeira vez para as praias, sem perderem o salário dos 15 dias em que não trabalhavam. Vários filmes deste ciclo são dos anos 50. E, ao contrário do que tem acontecido com outros ciclos, não há nenhum do século XXI. Por alguma razão será.
Um ciclo dedicado sobretudo aos que (já) não têm férias e que as poderão ter aqui, olhando para as férias dos outros, uma noite por semana, ao ar livre, enquanto é verão.

 

20 a 24 de Abril: O conhecimento da arte de Mário Dionísio por Maria Alzira Seixo; oficina «O 25 de Abril que tenho na cabeça»; leitura de ‘Modos de ver’ de John Berger; cinema com ‘A golpada’ de Roy Hill; encontro de leitores com Filomena Marona Beja

17 de Abril de 2013

(M341rio Dion355sio, escritor etc ABR 13_Layout 1)

O CONHECIMENTO DA ARTE
COM MARIA ALZIRA SEIXO
A obra de Mário Dionísio apresentada em 6 sessões mensais
Sábado, 20 de Abril, 16h

Continuam em Abril as sessões mensais, inseridas no ciclo «Mário Dionísio, escritor e outras coisas mais», sobre a obra literária de Mário Dionísio por Maria Alzira Seixo.

Nesta sessão vamos falar sobre o conhecimento da arte de Mário Dionísio: Os estudos sobre van Gogh, 1947 e 53, e Júlio Pomar, 1948. A Paleta e o Mundo, anos 50 e 60. Do saber à problematização. Da prática à pedagogia. Artes plásticas e artes literárias. A fruição da obra de arte em sequência de conhecimento.

Em seis sessões mensais, Maria Alzira Seixo, professora catedrática da Faculdade de Letras de Lisboa, apresenta a obra literária de Mário Dionísio. Depois de já termos falado sobre a Autobiografia, a crítica e o ensaio; sobre a poesia; sobre o conto; no mês seguinte abordaremos o romance; e por fim, em Junho, serão discutidas conclusões, dissenções e aberturas.

«[…] se pensarmos no seu ensaio a muitos títulos determinante, A Paleta e o Mundo, que tem um alcance que em muito ultrapassa o domínio das artes plásticas para ser uma longa, informada, completa e original meditação sobre as condições e a natureza da criação artística de uma maneira geral. Penso mesmo que se trata de um texto essencial no que respeita à consideração da problemática da evolução do modernismo para a contemporaneidade na cultura portuguesa, e que certos aspectos que parecem hoje estranhos na maneira nacional de lidar com a sensibilidade pós-moderna estão, de certo modo, contidos em reflexões e em perplexidades aí equacionadas pelo autor.»
Maria Alzira Seixo, no texto «Mário Dionísio, cultor de imagens», publicado em «Não há Morte nem Príncipio» – a propósito da vida e obra de Mário Dionísio (Biblioteca-Museu República e Resistência, 1996)

Sobre estas sessões tem escrito Manuela Degerine no blogue A viagem dos argonautas: «Novas viagens na minha terra – série II – caítulo 93».

Cartaz Oficina ABRIL 13_cartaz paleta

O 25 DE ABRIL QUE TENHO NA CABEÇA
Oficina
Domingo, 21 de Abril, das 15h30 às 17h30

E se em cada esquina houvesse outra vez um amigo? E se, com a ajuda de Zé d’Almeida, José Smith Vargas e Marta Caldas, com papel, cartão, cola, pincéis, lápis, tintas os fizéssemos e colocássemos em cada esquina? E se no fim, com a ajuda de Youri Paiva, fossemos fotografar as ruas e as esquinas cheias de amigos?
Quase 40 anos depois de uma data que às vezes se esquece

Neste domingo vamos continuar a sua construção.

Para todos a partir dos 6 anos. A oficina continua no domingo, 28 de Abril.

Microsoft Word - CARTAZ SEGUNDA 22 ABR  13

CICLO A PALETA E O MUNDO III
Modos de ver de John Berger
Segunda-feira, 22 de Abril, 18h30

Na 3ª parte do ciclo «A Paleta e o Mundo» lemos obras que foram citadas em A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio, ou obras de autores seus contemporâneos.

Nesta sessão é termina a leitura comentada, com projecção de imagens, de Modos de ver de John Berger por Inês Dourado.

CICLO DE CINEMA – DINHEIRO PARA QUE TE QUEREM
A golpada de George Roy Hill
Segunda-feira, 22 de Abril, 21h30

Nesta segunda-feira deste ciclo de cinema sobre o dinheiro, projectamos A golpada (1973, 129 min.) de George Roy Hill. Quem apresenta é João Rodrigues.

Parece que o centro do mundo é o dinheiro. A falta de dinheiro, o pouco dinheiro, o muito dinheiro, o demasiado dinheiro, o dinheiro guardado – a poupança até tem direito a dia mundial -, o dinheiro usado, o dinheiro roubado, o dinheiro emprestado, oferecido ou por oferecer, ou bem ou mal distribuído, e por aí fora.
Se todos tivéssemos dinheiro, não havia Banco Alimentar. Se todos tivéssemos dinheiro, não se morria à fome, nem havia misericórdias, nem ONGs de caridade, nem IPSSs, nem subsídios de desemprego e de reinserção (quando os há), etc., etc. Nem nasceriam zonas francas nem casinos. Nem quase seriam precisos tribunais que julgam assassinatos, roubos, heranças, partilhas, limites de propriedades… com o dinheiro ao centro.
O dinheiro é mesmo o centro do mundo. E, porque parece sê-lo cada vez mais, e sempre de outras maneiras, organizámos este ciclo de filmes, maior que os anteriores.

Ver aqui a restante programação do ciclo.

Cartaz Encontros de Leitores3_Layout 1

ENCONTRO DE LEITORES
com Filomena Marona Beja
Quarta-feira, 24 de Abril, 14h30

Acontece nesta quarta-feira mais um encontro de leitores com a escritora Filomena Marona Beja, inserido no projecto «Palavras que o vento não levará».

Nas últimas quartas-feiras de cada mês acontece um encontro de leitores com um escritor, tendo a Biblioteca da Achada como sítio onde se podem encontrar livros para ler e falar, ouvir, ler e contar, dizer da sua justiça. Procurar nas estantes, livros para ler em casa. Passar aos outros o que sim, o que não.

 

22 de Março a 1 de Abril: Festa da Lega di Cultura di Piadena; Encontro de leitores; leitura de ‘A arte de pintar’; cinema com ‘O cadillac de oiro’

19 de Março de 2013

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FESTA DA LEGA DI CULTURA DI PIADENA

A Casa da Achada – Centro Mário Dionísio estará fechada no sábado, 23, domingo, 24, e segunda-feira, 25 de Março para participar na festa da Lega di Cultura di Piadena.

A festa anual da Lega di Cultura di Piadena, associação formada em 1978 numa pequena vila no norte de Itália, na zona de Cremona, com o qual colaboramos há muito tempo e muitas vezes, acontece nos dias 22, 23 e 24 de Março. No dia 22, no Teatro Comunale em Casalmaggiore, ouvimos o Coro del Testaccio di Roma, dirigido por Giovanna Marini; no dia 23 debate-se o tema da festa, «O papel da internet para nos organizarmos, a crise da organização política e a nova terra prometida», no Teatro Parrocchiale em Piadena; no dia 24 há lançamentos, cantos de muitos sítios diferentes – também canta o Coro da Achadacomes e bebes, conversas várias, em Pontirolo.

 encontroleitores

ENCONTRO DE LEITORES
com Miguel Castro Caldas

Quarta-feira, 27 de Março, 14h30

Acabados de regressar de Itália, começam logo as actividades da Casa da Achada: o encontro de leitores com o escritor Miguel Castro Caldas, inserido no projecto «Palavras que o vento não levará».

Nas últimas quartas-feiras de cada mês acontece um encontro de leitores com um escritor, tendo a Biblioteca da Achada como sítio onde se podem encontrar livros para ler e falar, ouvir, ler e contar, dizer da sua justiça. Procurar nas estantes, livros para ler em casa. Passar aos outros o que sim, o que não.

Podem ver aqui como foi a sessão do mês passado com a escritora Margarida Vale de Gato.

Microsoft Word - CARTAZ SEGUNDA 1 ABR  13

CICLO A PALETA E O MUNDO III
A arte de pintar de Tristan Klingsor
Segunda-feira, 1 de Abril, 18h30

Na 3ª parte do ciclo «A Paleta e o Mundo» lemos obras que foram citadas em A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio, ou obras de autores seus contemporâneos.

Nesta sessão continua a leitura comentada, com projecção de imagens, de A arte de pintar de Tristan Klingsor, traduzido e anotado por Mário Dionísio, por Eduarda Dionísio.

CICLO DE CINEMA – DINHEIRO PARA QUE TE QUEREM
O cadillac de oiro de Richard Quine
Segunda-feira, 1 de Abril, 21h30

Nesta segunda-feira deste ciclo de cinema sobre o dinheiro, projectamos O cadillac de oiro (1956, 99 min.) de Richard Quine. Quem apresenta é João Pedro Bénard.

Parece que o centro do mundo é o dinheiro. A falta de dinheiro, o pouco dinheiro, o muito dinheiro, o demasiado dinheiro, o dinheiro guardado – a poupança até tem direito a dia mundial -, o dinheiro usado, o dinheiro roubado, o dinheiro emprestado, oferecido ou por oferecer, ou bem ou mal distribuído, e por aí fora.
Se todos tivéssemos dinheiro, não havia Banco Alimentar. Se todos tivéssemos dinheiro, não se morria à fome, nem havia misericórdias, nem ONGs de caridade, nem IPSSs, nem subsídios de desemprego e de reinserção (quando os há), etc., etc. Nem nasceriam zonas francas nem casinos. Nem quase seriam precisos tribunais que julgam assassinatos, roubos, heranças, partilhas, limites de propriedades… com o dinheiro ao centro.
O dinheiro é mesmo o centro do mundo. E, porque parece sê-lo cada vez mais, e sempre de outras maneiras, organizámos este ciclo de filmes, maior que os anteriores.

Ver aqui a restante programação do ciclo.

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2017