Ligações rápidas

Horário de Funcionamento:
Segunda, Quinta e Sexta
15:00 / 20:00

Sábados e Domingos
11:00 / 18:00

 

 

Áreas Principais

Arquivo para a categoria ‘Diversos’

 

Nos próximos dias há Itinerários: Rui Canário, Oficina: Músicas com História(s), Leitura: A Paleta e o Mundo, Cinema: Goya em Bordéus

10 de Fevereiro de 2011

Vão ser mais uns dias preenchidos de actividades na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

No sábado às 16h, na 6ª sessão de Itinerários recebemos Rui Canário para uma conversa sobre o seu percurso de vida pouco vulgar. Como se pode chegar à Faculdade de Letras para estudar História. Como se luta contra a ditadura fora dos grandes partidos. O que foi o serviço militar. O que foi ser professor do ensino preparatório e sindicalista depois do 25 de Abril. Das organizações ao trabalho «solto». Como se descobrem as «ciências da educação» e o que se pode fazer delas. Como se chega à pintura. Haverá também uma pequena exposição de pinturas de Rui Canário.

Cartaz Itinerários 6

No dia seguinte à tarde, domingo 13 de Fevereiro, das 15h30 às 17h30, Manuel Videira continua a Oficina Música com História(s). Depois de se ter passado por José Afonso, por Charlie Haden, pelo canto gregoriano, por canções de escravos hebreus e pelos Deolinda, vamos ver o que Manuel Videira nos traz para esta sessão.

Oficina Músicas

Na segunda-feira, 14 de Fevereiro, às 18h30 continua a leitura, com projecção de imagens, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Estamos já na 5ª parte da obra, no capítulo «A paz a preto e branco», lido por Cláudia Oliveira e Levina Valentim. À noite, pelas 21h30, projectamos o filme Goya em Bordéus de Carlos Saura (1999, 107 min.), inserido no Ciclo Cinema e Cultura. Quem apresenta é Eugénio Castro Caldas.

14 FEV

Há ainda uma sessão no sábado à noite, a partir das 21h30, «O caso Battisti é o caso de todos nós» organizado pelo Grupo de Intervenção nas Prisões. Participam João Bernardo que falará do caso de Cesare Battisti, Rui Mendes que recordará o caso de Mumia Abu-Jamal e António Pedro Dores que falará sobre a situação das prisões portuguesas. Seguir-se-á um debate. Antes e depois das intervenções haverá um concerto com Amélia Muge, José Mário Branco, Pedro & Diana e Coro da Achada.

 

Como foi o fim-de-semana na Casa da Achada

7 de Fevereiro de 2011

O passado sábado, 5 de Fevereiro, foi um dia cheio cá na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

Começou logo na hora de abertura, às 11h, com uma visita-guiada por Eduarda Dionísio à exposição «50 anos de pintura e desenho – 2» a um grupo de visitantes do Atrium – Grupo Cultural.

DSC_0104 DSC_0113

Às 15h houve um encontro dos participantes de vários grupos de leitura com escritores e pessoas «zangadas com a leitura» na sequência da Leitura Furiosa de 2010. Miguel Castro Caldas com as crianças da Escola nº 10 do Castelo, Filomena Marona Beja com as utentes Centro Social da Sé e Raul Malaquias Marques com as crianças da Escola nº 75 da Madalena. Houve trocas de ideias e impressões, leituras e histórias. No fim as crianças da Escola do Castelo cantaram três canções de poemas de Mário Dionísio. Seguiu-se um pequeno lanche.

LF2 1 DSC_0124

DSC_0130 DSC_0136

Ao final da tarde, pelas 17h30, aconteceu a 2ª parte do debate «Para que serve o canto popular», proposto pela Lega di Cultura di Piadena aos participantes da sua festa anual. O Coro da Achada vai participar, como no ano passado, na festa que acontecerá no final de Março. Nesta sessão convidámos para se juntar a nós o músico Carlos Guerreiro.

DSC_0004 DSC_0010

No domingo começou a Oficina Músicas com História(s) com Manuel Videira. Começando com «Grândola, Vila Morena» de José Afonso, passando por Charlie Haden, canto gregoriano, canções de escravos hebreus, terminou discutindo-se «Que parva que eu sou» dos Deolinda. Muito se conversou sobre música e outras coisas que apareceram pelo caminho. No próximo domingo, às 15h30, continua a oficina aberta a toda a gente com mais de 14 anos.

DSC_0002 DSC_0003

 

Programação de Fevereiro

29 de Janeiro de 2011

FEV11-1

 

Nos próximos dias há oficina, cinema, leituras e conversas

20 de Janeiro de 2011

A próxima semana na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio será uma semana preenchida.

No domingo continua a Oficina de Encadernação orientada por Sónia Gabriel e Pedro Oliveira. A oficina encontra-se lotada.

Cartaz of. EncadernaçãoOficina Encadernação

No dia seguinte, segunda-feira 24 de Janeiro, acontecem dois ciclos: às 18h30 continua o Ciclo A Paleta e o Mundo, dedicado à leitura – com projecção de imagens das obras citadas – de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Carla Mota termina a leitura do capítulo «Abstrair» e Nuno Leão inicia a leitura de «Enquanto os canhões troam». À noite projectamos mais um filme inserido no Ciclo Cinema e Pintura, F for Fake (1974, 80 min.) de Orson Welles. Quem apresenta o filme é João Pedro Bénard.

SEG 24 JAN 11 Cartaz cinema e pintura

Na terça-feira há a última sessão do ciclo de documentários As Cidades e a Construção Informal organizado pelo CIES. Serão projectados Op Bêlo de João Ramos de Almeida (às 18h30) e Dia de Festa de Toni Venturi e Paulo Georgieff (às 21h30). Na quinta-feira, 27 de Janeiro às 21h, O Beco propõe um debate sobre A Crise e a Crítica do Valor.

Fica aqui também a ligação para uma reportagem feita pelas Boas Notícias sobre a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio: «Casa da Achada: a cultura é para todos».

 

Morreu Maria Letícia

29 de Dezembro de 2010

FOT1-ML-R-24 recortada

No passado dia 27 de Dezembro morreu, aos 95 anos, Maria Letícia Clemente da Silva, companheira de toda a vida de Mário Dionísio.

Maria Letícia nasceu em 12 de Setembro de 1915, em Beja. Ainda criança, mudou-se com a família para Lisboa, onde sempre viveu. Na Semana de Abertura da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, Eduarda Dionísio contou-nos esta história:

«Era uma vez um miúdo, nascido no século XIX, de «mãe incógnita» segundo ouvi dizer, criado na Casa Pia, depois ferroviário, republicano e maçon (o que só soube depois da sua morte), que tirou o curso de Direito enquanto a filha fazia o liceu no Camões (uma das poucas raparigas que por lá andaram ao mesmo tempo que Álvaro Cunhal, nos anos 20 do século XX). A mulher desse ferroviário tinha o curso do magistério primário (tirado nos anos 10 do mesmo século), mas nunca teve profissão porque se casou com ele. Aplicou os saberes a preparar a filha para tirar a 4ª classe, a fazer fotografia em casa e na economia doméstica. Mal contada, esta é a história da pequena ascensão dos pais de Maria Letícia.»

Para além de ter concluído o Curso Superior de Piano do Conservatório Nacional, tendo sido aluna de música de Oliva Guerra e Francine Benoît, Maria Letícia terminou em 1937 o curso de Filologia Clássica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde conheceu Mário Dionísio, com quem casou em 1940. Fez o estágio do ensino liceal em Lisboa, no Liceu Pedro Nunes, e foi professora de Português e de Latim no Liceu de Santarém, no Liceu Camões, no Liceu D. Filipa de Lencastre e no Liceu Rainha D. Leonor. Deu também aulas particulares. 

16_1945_MD_ML_Ferias

Em 1947, foi afastada do ensino durante oito anos (até 1955) pelo regime salazarista «por razões de ordem política», nunca explicadas. Julga-se que por ter assinado as listas para a constituição do MUD (Movimento de Unidade Democrática) em 1945.

Também em 1945, depois do fim da guerra, altura em que nasceu uma nova esperança de mudança política em Portugal – que como sabemos não se veio a verificar… –, Maria Letícia fez parte do numeroso grupo de mulheres que aderiu ao Conselho Nacional de Mulheres Portuguesas, encerrado pelo Estado Novo em 1947. Pertenceu também à Associação Feminina Portuguesa para a Paz, de que foi Presidente, Vice-Presidente e Secretária da Assembleia Geral, entre 1945 e 1951, quando a associação foi encerrada pelo Estado Novo.

Maria Letícia Clemente da Silva e Maria Emília Coutinho Diniz foram colaboradoras de A Capital (de Março de 1968 a Julho de 1969) com o pseudónimo de Dinis da Silva, uma vez que os professores do ensino oficial só podiam nesta época escrever nos jornais sobre ensino depois de superiormente autorizados. Manteve com este pseudónimo a secção «Consultório Escolar». 

Maria Letícia dedicou também muito do seu tempo à tradução, tendo traduzido e introduzido várias obras e apoiado o trabalho de outros tradutores. Foi ainda autora, com Eduarda Dionísio, de livros escolares para o ensino do Português, publicados entre 1972 e 1975 e adoptados pelas escolas durante alguns anos.

Alb-Fot3-8 recortada

O espólio de Maria Letícia Clemente da Silva, ainda não estudado, que inclui a sua biblioteca (a mesma de Mário Dionísio), está disponível ao público no Centro de Documentação do Centro Mário Dionísio desde a abertura da Casa da Achada.

Não é demais repetir que sem a memória (rigorosa e crítica) e o trabalho de Maria Letícia – que começou, com Natércia Coimbra, a organização e catalogação do espólio de Mário Dionísio logo em 1994 –, sem as suas economias – que foram suficientes para adquirir o prédio em que se instalou a Casa da Achada – e sem a sua vida dedicada a Mário Dionísio, à educação e ao conhecimento, e à luta por um mundo diferente, não existiria esta casa.

 ML 48

                                     

                                   à Maria Letícia

chapelinho de quadrados
de vagar pela rua frenética
com uma fímbria de sol no laço
e uma saudade solta
 
desce um ar de natal sobre os passeios
sobre as pessoas sobre os carros
e um olhar sem palavras que flutua
põe-se a dizer de manso
antigamente
 
sinto surpreso que há momentos
em que as próprias rugas sabem bem
a ao nosso lado
numa alegria de cabelos soltos
o passado e o futuro correm de mãos dadas

 

MÁRIO DIONÍSIO, O riso dissonante, 1950

 

Fim de semana diferente: Sexta-feira, 17 de Dezembro

16 de Dezembro de 2010

SExta 17

Exposição-venda: «Tallinn: cores, imagens, sentimentos»

As duas artistas estarão presentes na abertura da exposição-venda.

A embaixada da Estónia oferece um «porto de honra» (informal).

MARET SARAPU, nascida em 1978, estudou Glass Art na Academia das Artes da Estónia. Tem um Mestrado nesta área (2005). Desde 2001 expõe os seus trabalhos, na Estónia e no estrangeiro. As suas obras foram premiadas pela a New Glass Review, entre outros. Venceu o Coburg Glass Prize em 2006 e o Jutta Cuny-Franz Memorial Award.

TIINA SARAPU, nascida em 1971, é uma escultora de peças de vidro na cidade de Tallinn, Estónia, arte que estudou na Academia das Artes da Estónia entre 1990 e 1996. É desde 2003 professora nesta instituição, participando regularmente em exposições, colóquios e workshops na Estónia e no estrangeiro. Trabalhos seus têm sido adquiridos por várias instituições e coleccionadores.

Baile de Outono

O filme é projectado com legendas em inglês.

Apresentado e premiado no Festival de Veneza de 2007, estreou em Portugal em Julho de 2008.

«Subitamente, chegam notícias cinematográficas da Estónia: Baile de Outono propõe-nos um desencantado relatório de paisagens (exteriores e interiores) de um modo de viver ainda marcado pelos tempos austeros da União Soviética. O filme realizado por Veiko Õunpuu foi, aliás, em grande parte rodado num bairro desses tempos, uma espécie de «cidade nova» da arquitectura soviética, tão fria nos seus traços como opressiva no seu ambiente. E se é verdade que Baile de Outono não tem forças para sustentar o paralelismo com as inspirações que evoca, a começar por John Cassavetes (há um cartaz de Love Streams «exibido» logo na cena de abertura), não é menos verdade que o trabalho global dos actores deixa uma sensação de proximidade, quase física, com alguma riqueza dramática.
O efeito de «revelação» destes lugares e personagens poderá ajudar a compreender as várias distinções que o filme já obteve, incluindo a da secção «Horizontes», de Veneza, e o prémio especial do júri, no Festival do Estoril.»
João Lopes, em Quinta-Feira, 31 de Julho de 2008

 

Um fim de semana diferente na Casa da Achada

6 de Dezembro de 2010

FIM de semana DEZ 10 (3)

Chamámos diferente a este fim-de-semana alargado – sexta 17, sábado 18 e domingo 19 de Dezembro – que acontecerá na Casa da Achada-Centro Mário Dionísio porque será um fim-de-semana onde comprar e vender é importante, ao contrário do que é costume aqui.

Mas é preciso angariar fundos para podermos continuar, sem grandes sobressaltos e sem dependermos exclusivamente da «boa vontade» dos que distribuem «bens», dentro da tal «crise», «apesar da crise», que é, como se sabe, mais de uns e menos de outros…

Diferente também porque nele se concentram actividades que costumam ser mais espaçadas. E porque incluímos nestes três dias de diversidades mais propostas do exterior que, de algum modo, se relacionam com as nossas e que nos pareceram caber neste «fim-de-semana diferente».

Apesar de não irmos fazer uma «feira da ladra», mudaremos todos os dias obras de arte, discos, livros, objectos escolhidos, que podem até aparecer uma só vez.

Mas atenção: não é preciso vir comprar para aparecer. Haverá mais coisas para ver e ouvir, descobrir, do que em tempo normal, mais tempo e espaço para falarmos e estarmos uns com os outros, trocando saberes.

 

Próximos dias na Casa da Achada

18 de Novembro de 2010

No domingo, das 15h30 às 17h30, há a 3ª sessão da Oficina de Fantoches orientada por Irene van Es. Depois de se terem fabricado e pintado as cabeças, é altura de se vestir os fantoches. Na 4ª e última sessão vamos ensaiar e apresentar alguns excertos da peça Guignol (em português, Fantoches) de Jacques Prévert.

Oficina Fantoches

Segunda-feira, dia 22 de Novembro, às 18h30, lê-se, com projecção de imagens das obras referidas, A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Manuela Torres continua a leitura do capítulo «Sorrir e gritar» da quarta parte do livro.

À noite, às 21h30, projectamos Der Verlorene (O homem perdido, 1951, 91 min.), a única longa-metragem realizada pelo actor Peter Lorre. Quem apresenta é Vítor Silva Tavares.

SEG 22 NOV

No dia 23, terça-feira, às 18h30, a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio abre excepcionalmente para o lançamento do livro Classe – Uma ideia política sob o signo de Walter Benjamin de Andrea Cavalletti, organizado pela Antígona, com a presença do autor e do tradutor, António Guerreiro. Apresentação e discussão com Bruno Peixe, Manuel Gusmão e Ricardo Noronha.

classe_email

Na tarde do dia 24 de Novembro, dia da Greve Geral, o Coro da Achada cantará em vários pontos da Baixa de Lisboa a partir das 12h.

 

Vídeo da tertúlia sobre Mário Dionísio em Galamares

14 de Outubro de 2010

O Sintra Canal filmou a sessão sobre Mário Dionísio nas Caves de S. Martinho em Galamares (Sintra), organizada pela Associação Cultural Alagamares. Estão disponíveis 6 minutos dessa sessão, parte da intervenção de Eduarda Dionísio e entrevistas à mesma e a Fernando Morais Gomes da Alagamares.

A sessão contou com intervenções de Eduarda Dionísio, Filomena Marona Beja e Francisco Castro Rodrigues; para além de uma pequena intervenção musical de Pedro e Diana.

Pode visualizar o vídeo aqui, clicando onde está escrito «Alagamares» no menu do lado direito.

 

Actividades – SÁB: Tertúlia em Galamares – DOM: Oficina de Teatro – SEG: Cinema com Butley

8 de Outubro de 2010

Depois do 1º aniversário da Casa da Achada regressamos à programação habitual e pouco habitual.

No sábado, dia 9 de Outubro, às 16h, haverá uma tertúlia sobre Mário Dionísio nas Caves de S. Martinho, em Galamares (Sintra), organizada pela Associação Cultural Alagamares. Mário Dionísio veraneou em Galamares nos anos 50 e aí conviveu com Ferreira de Castro, José Gomes Ferreira e outros. Serão projectadas imagens, cantadas músicas com letras de Mário Dionísio por Pedro e Diana, e uma conversa com Eduarda Dionísio, Filomena Marona Beja e Francisco Castro Rodrigues.

.

No domingo, começa a Oficina de Teatro, que se estenderá por todos os domingos do mês: 10, 17, 24 e 31 de Outubro, sempre das 15h30 às 17h30. Quem faz é Marina Goes e é para todos. Número máximo de participantes: 15.

Oficina Teatro

Na segunda-feira, 11 de Outubro, às 18h30, continua a leitura, com projecção de imagens, do capítulo «Sorrir e gritar» da 4ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. João Rodrigues e Sónia Gabriel lerão este capítulo sobre a arte da primeira metade do século XX.

No mesmo dia à noite, às 21h30, haverá a 2ª sessão do ciclo «Realizadores de uma só longa metragem». Projectamos o filme Butley do dramaturgo (e não só) Harold Pinter, realizado em 1974 (130 min.). Quem apresenta é Francisco Frazão.

Seg. 11 Outubro

Aqui pode consultar a restante programação da Casa da Achada.

 

Fotogaleria do Aniversário da Casa da Achada

7 de Outubro de 2010

Clicar nas imagens para aumentar.

29 de Setembro: Exposição «50 anos de Pintura e de Desenho» – 2 | Exposição «1 ano de actividades da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio» | Exibição do filme sobre 1 ano de actividades da CA-CMD

DSC_0026 DSC_0042

DSC_0010 DSC_0052

30 de Setembro: Lançamento do livro Entrevistas de Mário Dionísio

DSC_0062 DSC_0072

1 de Outubro: Quem foi Manuela Porto?

DSC_0103 DSC_0116

2 de Outubro: Leitura de «Mais verde, mais azul, mais branco, mais vermelho» de Mário Dionísio

DSC_0008 DSC_0016

2 de Outubro: Noite de coros – Coro da Achada e CRAMOL

DSC_0021 DSC_0025

2010-01-02 063_a (Large) DSC_0047

DSC_0046 33477_165535406790536_100000022347634_570376_870481_n

3 de Outubro: Pintura de Murais | Oficina Pinhole – Montagem da exposição | Pequeno é bom – Feira de edição independente

DSC_0027 DSC_0097

DSC_0035 DSC_0070

DSC_0055 DSC_0086

5 de Outubro: Plantar uma árvore com textos de José Gomes Ferreira | Leitura de textos de Raul Brandão por Jorge Silva Melo

AchadaArvore+RaulBrandão+Leilão051010 001 DSC_0033

DSC_0036 DSC_0055

5 de Outubro: Leilão d’Arte

DSC_0060 DSC_0063

DSC_0131 DSC_0133

 

Terça-feira na Casa da Achada

4 de Outubro de 2010

No dia da República comemora-se o último dia da semana de aniversário da Casa da Achada.

É no dia de 5 de Outubro que acontecem duas actividades sobre a República: às 15h plantamos uma árvore com leitura de textos de José Gomes Ferreira; e às 16h Jorge Silva Melo lê textos de Raul Brandão para pensar a República.

Às 18h começa o leilão de obras d’arte oferecidas à Casa da Achada para angariação de fundos. Para conhecer a lista de autores e as suas obras disponíveis para leilão, com as respectivas bases de licitação, pode consultar esta página: http://leilaodartecmd2010.blogspot.com/. As obras estarão expostas a partir das 11h.

Convite

 

Esta segunda-feira na Casa da Achada

3 de Outubro de 2010

Segunda-feira regressamos à programação habitual, antes do ultimo dia das comemorações do 1º aniversário da Casa da Achada, na terça-feira.

Às 18:30h há a leitura, acompanhada com projecção de imagens, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio sobre a arte da primeira metade do século XX. João Rodrigues e Sónia Gabriel irão iniciar a leitura do capítulo «Sorrir e gritar».

À noite, pelas 21:30h, inicia o novo ciclo de cinema: Realizadores de uma só longa-metragem. Vamos projectar Atalante (1934, 98 min.) de Jean Vigo. Quem apresenta é Alberto Seixas Santos.

cartaz1filme

 

Este domingo na Casa da Achada

3 de Outubro de 2010

No domingo da semana de aniversário da Casa da Achada temos várias actividades.

Às 14h00 acontece a ultima sessão da Oficina de Pinhole, coordenada por Luís Rocha e Tânia Araújo do MEF – Movimento de Expressão Fotográfica. Esta sessão consistirá na montagem da exposição das fotografias que resultam das duas sessões anteriores.

Oficina MEF

A partir das 15h00 juntam-se mais duas actividades. Se o estado do tempo o permitir, irão pintar-se murais de Mário Dionísio e outros, com quem quiser aparecer, em frente à Casa da Achada.

Às 16h00 irá começar a 6ª sessão do Pequeno é bom! – feira de edição independente organizada pela Chili Com Carne.

Pequeno é bom

 

Este sábado na Casa da Achada

2 de Outubro de 2010

Continua o aniversário da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio. Ao final da tarde, às 17h, haverá a leitura de uma antologia de textos de Mário Dionísio: MAIS VERDE, MAIS AZUL, MAIS BRANCO, MAIS VERMELHO.

A leitura, coordenada por Luís Miguel Cintra, será feita pelos fundadores da Casa da Achada, actores e não actores, Clara Boléo, Cristina Almeida Ribeiro, Cristina Reis, Diana Dionísio, Eduarda Dionísio, Gabriela Dias, Helena Barradas, Isabel da Nóbrega, João Rodrigues, Jorge Silva Melo, Maria João Brilhante, Natércia Coimbra, Pedro Rodrigues e Vítor Silva Tavares.

Trata-se de um conjunto de textos, escolhidos e organizados por Eduarda Dionísio, lidos pela primeira vez em 1991, no Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, por ocasião dos «50 anos da vida literária e artística de Mário Dionísio», ainda na sua presença, com encenação de Luís Miguel Cintra e espaço cénico de Cristina Reis. A leitura foi repetida em 1996, no Teatro Taborda, por ocasião da homenagem intitulada «Não há morte nem princípio», organizada pela Biblioteca Museu República e Resistência. Terá agora novos leitores.

Depois da leitura haverá uma projecção de depoimentos sobre Mário Dionísio feito por Regina Guimarães e Tiago Afonso.

Coro da Achada

À noite, a partir das 21:30h, haverá canções por dois grupos corais: as cantadeiras CRAMOL cantarão canções de tradicionais de mulheres; o CORO DA ACHADA, que comemora 1 ano da sua primeira actuação, cantará canções com letras de Mário Dionísio, além de vários cantos de várias partes do mundo.

 

Esta sexta-feira na Casa da Achada

1 de Outubro de 2010

O aniversário da Casa da Achada continua. Esta sexta-feira às 18h, damos início à nova série de sessões «Amigos de Mário Dionísio». Diana e Pedro farão um pequeno espectáculo de leituras e música: QUEM FOI MANUELA PORTO. Ouvir-se-á uma gravação praticamente desconhecida com a voz desta declamadora, actriz, escritora e lutadora e haverá uma pequena exposição biográfica. A entrada é livre.

Manuela Porto

 

Esta quinta-feira na Casa da Achada

30 de Setembro de 2010

Continuamos a comemorar Um ano de existência do Centro Mário Dionísio. Hoje, quinta-feira, às 18h, lançamos o 3º volume da Colecção Mário Dionísio: Entrevistas (1945-1991), ao que se segue uma projecção de excertos de entrevistas dadas por Mário Dionísio. Aqui fica o índice da obra que será lançada.

indice Entrevistas 1indice Entrevistas 2

 

Esta quarta-feira na Casa da Achada

28 de Setembro de 2010

O 1º Aniversário da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio começa esta quarta-feira. Às 19h inauguram duas exposições: 50 anos de pintura e desenho – 2, com quadros de Mário Dionísio e de artistas seus amigos, que terá uma visita guiada, e 1 Ano de Actividade da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com cartazes e fotografias.

Será lançado o novo boletim da Casa da Achada, Ficha 1.

Contrariamente ao que estava previsto, as 5 Serigrafias a partir de desenhos de Mário Dionísio realizadas pela Cooperativa Gesto não serão lançadas amanhã, mas sim no dia 5 de Outubro, em que será também leiloada a serigrafia com o número 1.

Haverá projecções de depoimentos de Mário Dionísio realizados por Regina Guimarães e de registos de sessões deste primeiro ano da Casa da Achada.

 

Leilão d’Arte: Disponível lista de obras (em actualização)

27 de Setembro de 2010

Convite

Encontra-se disponível o site com a lista das obras dos autores que contribuíram para o Leilão d’Arte a realizar-se no dia 5 de Outubro, pelas 18:00h, na Casa da Achada. O produto deste leilão destina-se à continuação da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio e as suas actividades.

Podem consultar aqui a lista, ainda em actualização, dos autores: http://leilaodartecmd2010.blogspot.com/

 

SÁB: Coro da Achada na Festa da Catalunha | DOM: Oficina de Máscaras | SEG: Cinema ao Ar Livre, A Múmia

10 de Setembro de 2010

Neste sábado, 11 de Setembro, o Coro da Achada vai participar na Festa da Catalunha, convidado pela Associação Cultural CatalunyApresenta. A festa será no Largo do Carmo, em Lisboa, a partir das 16h, e terá a participação dos músicos catalães Carles Belda e Marc Serrats, além de outras actividades.

catalunyapresenta v3

.

No domingo, dia 12, às 15:30h, continua a oficina de máscaras com Nadine Rodrigues e Mariana Goes.

Oficina Máscaras

.

Na segunda-feira há a leitura de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Clara Boléo continuará a ler o capítulo ‹‹French-cancan e a música de câmara››. A partir das 18:30h.

À noite, às 21:30h, há cinema ao ar livre. Desta vez projectamos A Múmia (1969, 102min.), primeira longa-metragem de Chadi Abdel Salam. Quem apresenta é António Rodrigues.

13 Setembro

Todas as actividades de entrada livre. Ver aqui a restante programação.

 

DOM: Oficina de Máscaras | SEG: Cinema ao Ar Livre – Belarmino

2 de Setembro de 2010

Os dois primeiros domingos de Setembro terão uma oficina de máscaras. Nadine Rodrigues, com Mariana Goes, continua a construção de máscaras iniciada em Julho. Para todas as pessoas com mais de 6 anos. Máximo de participantes: 10. A primeira sessão é já neste domingo, dia 5 de Setembro, das 15:30h às 17:30h.

Oficina Máscaras

Na segunda-feira, dia 6 de Setembro, pelas 18:30h, lê-se A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Clara Boléo lerá o capítulo «French-cancan e a música de câmara».

À noite, pelas 21:30h, haverá cinema ao ar livre: projectamos o filme Belarmino (1964, 72min.) de Fernando Lopes. A apresentação será feita pelo realizador. Se o estado do tempo não o permitir o filme será projectado dentro da Casa da Achada.

6 Setembro

A entrada para todas as actividades é livre.

 

Direis que não é poesia 3 – Le feu qui dort

3 de Agosto de 2010

Esta quinta-feira, às 18h30, os Abaixonado regressam à Casa da Achada para realizarem o terceiro espectáculo da rubrica DIREIS QUE NÃO É POESIA, a partir da poesia de Mário Dionísio. Desta vez, e porque estão acompanhados por Pleur Bleu, resolveram descobrir o livro de poemas em francês de Mário Dionísio, Le feu qui dort. O resultado será um espectáculo com músicas e leituras e o lançamento de um disco. A entrada é livre.

 

direis que não é poesia 3

 

Memória dum pintor desconhecido, por Nuno Júdice

30 de Junho de 2010

Cartaz Nuno Júdice

 

O que se vai passar na segunda-feira

27 de Junho de 2010

ULTIMA SESSÃO DO CICLO FILMES PROIBIDOS ANTES DO 25 DE ABRIL COM A PROJECÇÃO DE FLORES DE PAPEL

Filmes proibidos antes do 25 de Abril

Amanhã, segunda-feira, dia 27 de Junho, mostramos o filme Flores de Papel (1959, 148 min.) do realizador indiano Guru Dutt. A projecção é às 21:30h e tem a apresentação de Manuel Mozos. Termina assim este ciclo iniciado no mês de Abril, que contou com a projecção de, entre outros, As vinhas da ira, Os Carabineiros, Outubro, Terra em transe e Dr. Strangelove.

EM JULHO COMEÇA O CICLO CINEMA AO AR LIVRE NO LARGO DA ACHADA

cartaz cinema ao ar livre

Os ciclos de cinema da Casa da Achada continuam todas as segundas-feiras, mas fora de portas, no Largo da Achada, de Julho a Setembro. É o ciclo Assim começaram 13 grandes realizadores. Pode consultar aqui a programação.

TAMBÉM, NA SEGUNDA FEIRA, JOÃO PAULO ESTEVES DA SILVA TERMINA A LEITURA DO CAPÍTULO «NOS UMBRAIS DA SOLIDÃO» DE A PALETA E O MUNDO

Ciclo A Paleta e o Mundo

A leitura de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio é, como acontece habitualmente, às 18:30h.

As sessões de leitura desta obra de Mário Dionísio são sempre às segundas-feiras. O próximo capítulo é: «Um prato com maças ou a virgindade do mundo».

 

Próximas actividades na Casa da Achada

7 de Junho de 2010

11 de Junho, sexta-feira, às 18:00h

Livros das nossas vidas: A Mãe de Máximo Gorki com Miguel Castro Caldas

Livros NV - 1

Todos os meses uma conversa sobre um livro ou um autor escolhido entre aqueles que Mário Dionísio levaria para a lua ou que teriam sido os livros ou os autores da sua vida, se ele soubesse o que isso era. Mas eram tantos e tão variados, conforme os tempos, as idades… como acontece a toda a gente que lê. Portanto…

Miguel Castro Caldas fala de A Mãe de Máximo Gorki.

.

13 de Junho, domingo, às 15:30h

Oficina de Fotografia: Achar a Achada

Cartaz oficina fotografia

Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia.

Sessões
13 de Junho: «Light Painting» – Pintar com a luz

Experimentar uma nova forma de fotografia.

20 de Junho: Exposição «Achar a Achada»
Em conjunto, construir e inaugurar a exposição «Achar a Achada».

A partir dos 8 anos. Número máximo de participantes: 10.

.

13 de Junho, domingo, às 16:00h

Visita guiada à exposição 50 anos de pintura e de desenho com Rui-Mário Gonçalves

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio.

.

14 de Junho, segunda-feira, às 18:30h

Leitura da 3ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Nos umbrais da solidão» . Quem lê é Miguel Castro Caldas e João Paulo Esteves da Silva.

.

14 de Junho, segunda-feira, às 21:30h

Ciclo ‹‹Filmes Proibidos antes do 25 de Abril››: Dr. Strangelove

filmes25abril

Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Dr. Strangelove de Stanley Kubrik (1964, 95 min.). Filme apresentado por Vítor Silva Tavares. Legendado em português.

.

Ver aqui a programação de Junho de 2010.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

Horário de abertura: 2ª, 5ª e 6ª das 15h às 20h; sábados e domingos das 11h às 18h.

A catalogação completa do Biblioteca Mário Dionísio – Maria Letícia Clemente da Silva está concluída. Pode ser consultada aqui ou no Centro de Documentação da CA-CMD.

 

.

Outras actividades:

15 e 16 de Junho, terça e quarta-feira, das 14:00h às 17:00h

Workshop Leitura e Movimento – Actividade para Mover Bibliotecas

Quando nos entregamos ao acto da leitura, cada informação que nos chega é assimilada por nosso corpo através de uma espécie de simulação sensório-motora de nosso aparato biológico que ocorre internamente, de modo a tornar possível que aquela experiência que chega a nós através da leitura seja cognitivamente apreciada. Assim, quando estamos a ler estamos também a nos mover. A proposta desta actividade é então, relacionar o corpo todo no acto da leitura e da recepção de informações. Propor maneiras de integrar o conhecimento de maneira dinâmica e activa é o propósito deste workshop que focará, sobretudo, como é que através do movimento o corpo se torna mais ou menos disponível para a alteração de nossos estados de atenção de modo a propiciar maior acuidade na interacção com as informações que contactamos.

Público-alvo: interessados em dinamizar sua relação com a leitura e/ou com o movimento do corpo.

Organização: Projecto Co – Mais Olhos que Barriga Associação Cultural

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020