Ligações rápidas

Horário de Funcionamento:
Segunda, Quinta e Sexta
15:00 / 20:00

Sábados e Domingos
11:00 / 18:00

 

 

Áreas Principais

Arquivo para a categoria ‘Diversos’

 

10 a 12 de Dezembro: Manuel da Fonseca, amigo de Mário Dionísio; oficina «Prendas sou eu que as faço»; leitura de ‘A vida das formas’ de Focillon; cinema com ‘Os inadaptados’

5 de Dezembro de 2011

No sábado, 10 de Dezembro, às 15h, acontece a 5ª sessão sobre amigos de Mário Dioníso, desta vez sobre Manuel da Fonseca (cujo centenário de comemora este ano). A sessão, realizada com a colaboração da Casa do Alentejo, conta com a participação do irmão, Artur da Fonseca, e do amigo, Vítor Silva Tavares.

Serão lidos contos e poemas de Manuel da Fonseca por Antonino Solmer, Diogo Dória, Fernanda Neves, Inês Nogueira, F. Pedro Oliveira e pelos alunos da Escola Nº 10 do Castelo. A abrir e a fechar canta o Grupo Coral da Liga dos Amigos das Minas de S. Domingos. Vão ser projectados imagens e sons de Manuel da Fonseca e canções com letras suas, haverá pão, azeitonas e vinho do Alentejo e mostraremos uma pequena exposição de livros e documentos.

No dia seguinte, domingo, 11 de Dezembro, das 15h30 às 17h30, continua a oficina «Prendas sou eu que as faço». Depois de termos pintado azulejos na passada sessão, nesta vamos pintar e colar em sacos e cartuchos.

Na segunda-feira12 de Dezembro, às 18h30, continua o ciclo «A Paleta e o Mundo III», que consiste na leitura e análise de textos e obras que foram citados por Mário Dionísio em A Paleta e o Mundo. Nesta sessão é Miguel Castro Caldas que continua a leitura comentada, com projecção das imagens citadas, do 4º capítulo de A vida das formas de Henri Focillon: «As formas no espírito».

Nessa noite, pelas 21h30, projectamos mais um filme inserido no ciclo «Estrelas de Hollywood»: Os inadaptados (1961, 124 min.) de John Huston, com Clark Gable e Marilyn Monroe. Quem apresenta o filme é Miguel Castro Caldas.

Aqui pode consultar a restante programação de Dezembro.

 

24 a 29 de Novembro: Greve Geral; ‘O riso dissonante’ de Mário Dionísio por Anna Cortils; oficina de desenho; leitura de Focillon; cinema com ‘A condessa descalça’; lançamento ‘Na Escada de Ferro’

21 de Novembro de 2011

Na quinta-feira, 24 de Novembro, dia da Greve Geral, a Casa da Achada estará encerrada até às 18h. O Coro da Achada irá cantar pelas ruas de Lisboa pela manhã e a tarde, e às 18h abrimos portas para a 17ª sessão de «Mário Dionísio, um escritor».

Nesta sessão Anna Cortils apresenta e lê poemas de O riso dissonante (1950), n.º 4 da colecção do Cancioneiro Geral.

Sobre a obra, Óscar Lopes escreveu: «No Riso Dissonante sente-se […] uma compenetração que só muita luta e muita experiência permitem, num mundo que, pela sua desarticulação, nos abre constantes hiatos na nossa sinceridade e nos forma segundo vários estratos, despegados, de reacções psicológicas.»

o irrecuperável
recuperado ei-lo aqui sorrindo
com a boca torcida mas feliz

com os braços esmagados mas feliz

o que não volta eis volta
por ignoradas mãos
numa hora esquecida
entre as horas marcadas

possível  o recomeço
possível  o sobressalto
possível  o sonho solto
possível  um mundo novo
possível  o impossível

outro é o destino do homem

Mário Dionísio, O riso dissonante

No domingo, 27 de Novembro, das 15h30 às 17h30, acontece a última sessão da oficina de desenho a partir da exposição «Sonhar com as mãos – o desenho na obra de Mário Dionísio». Nesta sessão, orientada por Carla Mota, vamos utilizar técnicas mistas para fazer desenhos.

Na segunda-feira, 28 de Novembro, às 18h30, acontece mais uma sessão de leitura inserida no ciclo «A Paleta e o Mundo III». Continua a leitura comentada, com projecção de imagens das obras citadas, de A vida das formas de Henri Focillon. Quem lê o capítulo «As formas na matéria» é José Smith Vargas.

À noite, pelas 21h30, projectamos o filme A condessa descalça (1954, 128 min.), inserido no ciclo de cinema «Estrelas de Hollywood». O filme realizado por J. L. Mankiewicz, conta com a participação de Humphrey Bogart e Ava Gardner​, e será apresentado por Gabriel Bonito.

No dia seguinte, terça-feira, 29 de Novembro, abrimos excepcionalmente às 18h30 para uma apresentação de um livro, Na Escada de Ferro de Paulo Madeira Rodrigues, organizado pela Zeugma Edições.

Lisboa, dos anos 30 a 50, surge inesperada, vista pelos olhos de um menino a crescer numa rua habitada por alta burguesia. Na Escada de Ferro reporta para uma realidade, aparentemente tranquila, onde a ingenuidade dos dias que passam se alimenta de apontamentos políticos, sociais e económicos, bem mais duros.
Consciência de um grupo sem nome o menino é o guardião de experiências, cumplicidades, brincadeiras, de medos e afastamentos.
É impossível ler Na Escada de Ferro sem iniciar uma viagem ao que há de semelhante em cada um.

Chamamos a atenção para o colóquio, que tem lugar nos dias 25 e 26 de Novembro, organizado pelo CES, sobre João Martins Pereira, sobre quem foi realizada na Casa da Achada um sessão evocativa, um ano depois da sua morte. Ver programa em: http://www.ces.uc.pt/eventos/jmp/pages/pt/apresentacao.php.

 

Ficha 3 – a terceira edição do boletim da Casa da Achada disponível para descarregamento

14 de Novembro de 2011

A Casa da Achada – Centro Mário Dionísio publica duas vezes por ano um boletim a que chamou Ficha. O título escolhido é uma referência aos artigos de Mário Dionísio na revista Seara Nova, nos anos 40, que terminaram numa importante polémica, editada pelo autor, com ajuda de amigos, no livro intitulado Ficha 14.

No dia do 2º aniversário da abertura ao público da Casa da Achada, 29 de Setembro de 2011, em que se inaugurou a exposição de desenho «Sonhar com as mãos – o desenho na obra de Mário Dionísio», saiu a Ficha 3 que agora disponibilizamos na nossa página.

Dá conta do que se foi fazendo desde a publicação da Ficha 2 (que saiu em 25 de Abril deste ano) e, como os números anteriores, publica textos (e imagens) inéditos ou pouco conhecidos. Desta vez, acrescentámos-lhe uma separata: o texto que Pitum Keil Amaral aqui leu na sessão sobre Maria Keil, que esteve presente, incluída na rubrica trimestral «Amigos de Mário Dionísio».

A Ficha 3 impressa está disponível na Casa da Achada. Bem mais bonita e legível do que no «ecrã»… É só virem cá e pegarem nela.

Descarregar:
Ficha 3
Maria Keil – uma biografia acelerada para uso na casa da achada

 

10 a 14 de Novembro: Cristina Almeida Ribeiro fala de ‹‹Pequeno almoço›› de Steinbeck; visita guiada à exposição ‹‹Sonhar com as mãos›› por Paula Lobo; Oficina de desenho; ciclo ‹‹A Paleta e o Mundo III››; cinema com ‘O homem tranquilo’

7 de Novembro de 2011

LNV NOV 11

Na quinta-feira, 10 de Novembro, pelas 18h, acontece a 18ª sessão de ‹‹Livros das nossas vidas››, uma série com periodicidade mensal, a partir de livros e autores referidos por Mário Dionísio. Nesta sessão Cristina Almeida Ribeiro fala do conto ‹‹Pequeno almoço›› (1936) de John Steinbeck.

Sobre este autor, Mário Dionísio escreveu, num artigo com o nome ‹‹A propósito dum livro de contos de John Steinbeck›› (disponível na antologia Entre palavras e cores, editada pela Casa da Achada):

‹‹É um narrador de histórias do povo, pelo povo e para o povo… Não há uma frase em que a emoção humana desapareça e em que deixem de tocar-nos fraternalmente esse suor, essas mãos quadradas, essas alegrias e tristezas do homem do povo que a sua obra constante revela e desperta. Lê-lo é mergulhar imediatamente no grande rio que forma o corpo das nações. É sentir abrir-se em nós, constantemente, uma simpatia, um fervor, um entusiasmo, uma simplicidade e uma fé que faz lembrar certos gigantes como Gorki. É talvez um novo gigante em formação.››

Visita Guiada

O fim-de-semana é dedicado à exposição ‹‹Sonhar com as mãos – O desenho na obra de Mário Dionísio››. No sábado, dia 12 de Novembro, pelas 16h, acontece a 2ª visita guiada à exposição, por Paula Ribeiro Lobo.

Os desenhos, na sua maioria dos anos 40 e 50, são de várias dimensões, suportes e técnicas: retratos e auto-retratos, paisagens, cenas de trabalho, figuras, maquetes de murais, esboços de quadros, etc. Os desenhos de Mário Dionísio foram restaurados para esta exposição, com curadoria de Paula Ribeiro Lobo, com apoio da Fundação Montepio, e também do Departamento de Conservação e Restauro da FCT/UNL e do AHU.

Oficina Desenho NOV 11

No dia seguinte, domingo, das 15h30 às 17h30, acontece a 2ª sessão da oficina de desenho com Carla Mota. Vamos fazer desenhos a partir das obras de Mário Dionísio que se encontram nesta exposição, ‹‹Sonhar com as mãos››.

Na segunda-feira, 14 de Novembro, às 18h30 continua o ciclo ‹‹A Paleta e o Mundo III››. Inês Dourado continua a leitura comentada, com projecção de imagens das obras citadas, de ‹‹As formas no espaço››, 2º capítulo de A vida das formas de Henri Focillon.

Nessa noite, pelas 21h30, acontece a 6ª sessão do ciclo de cinema ‹‹Estrelas de Hollywood››. Projectamos O homem tranquilo (1952, 129 min.) de John Ford, com John Wayne e Maureen O’Hara. Quem apresenta o filme é João Pedro Bénard.

 

Como foi a inauguração da exposição ‹‹Sonhar com as mãos››

6 de Outubro de 2011

6. ML D-17 3. À mesa E-15e 8. Mulher cor D-22

Na passada quinta-feira, dia 29 de Setembro, assinalámos os 2 anos de abertura ao público da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio com a inauguração de uma nova exposição: Sonhar com as mãos – O desenho na obra de Mário Dionísio.

Às 18h30, piscando o olho ao título da exposição, o coro da Achada cantou «Mãos», uma canção com música de Pedro Rodrigues e letra de Regina Guimarães, que a fez há uns meses propositadamente para o coro.

2-aniversaio-ED 2-aniversario-PL 2-aniversario-coro

Falou depois Eduarda Dionísio, que contou um pouco do caminho que trilhámos nestes dois anos – um caminho tão cheio de actividades e questões que não pode ser resumido nuns minutos. Anunciou que a página electrónica do Centro Mário Dionísio foi alterada para mais facilmente se encontrarem as informações acerca da casa e das sessões programadas. Por fim, apresentou a nova exposição e o seu catálogo e passou a palavra à curadora, Paula Ribeiro Lobo.

sonhar_final Capa Ficha 3 copy capa separata copy

O coro voltou depois a cantar várias canções, umas com letra de Mário Dionísio, outras com letras de outros e em várias línguas. No fim, houve petiscos e bebidas e puderam todos ver com mais calma as duas exposições – a de desenhos (na Zona Pública) e a que dava conta de tudo o que o centro Mário Dionísio fez durante este último ano (na varanda) – e as três edições lançadas no dia – o catálogo Sonhar com as mãos, a Ficha nº 3 (boletim da Casa da Achada) e o primeiro disco do coro da Achada.
.

 

Programação de Setembro

31 de Agosto de 2011

PROGR SET 11(1)

 

Vídeo da sessão de Vítor Silva Tavares sobre Patricia Highsmith

12 de Agosto de 2011

O blogue A montanha mágica veio e filmou a sessão de «Livros das nossas vidas» no passado 5 de Agosto, onde Vítor Silva Tavares falou sobre Patricia Highsmith.

«faz hoje oito dias tive a oportunidade de ir ouvir e ver Vítor Silva Tavares, Casa da Achada, Centro Mário Dionísio, onde me receberam muitíssimo bem, obrigado mais uma vez e parabéns

mais uma vez, foi um privilégio muito grande poder ver ouvir e gravar uma das pessoas que mais avidamente procuro ler e ouvir sempre que tal é possível, nos jornais e assim. muito obrigado também pela simpatia disponibilidade inteligência provocação

e assim aqui ficam as palavras de Vítor Silva Tavares que no âmbito dos livros das nossas vidas falou, deliciosamente, de Patricia Highsmith»

Aqui podem ver os vídeos da sessão.

 

Programação de Agosto de 2011

31 de Julho de 2011

Calendário Agosto 11

 

Vídeos de Margarida Guia a ler poemas nas ruas do bairro

9 de Julho de 2011


 

Como foi a leitura de poemas por Margarida Guia no bairro

8 de Julho de 2011

MG 1

No passado 25 de Junho tivemos uma sessão diferente e fora de portas. A actriz luso-francesa Margarida Guia leu poemas pelas ruas do bairro. Começando no Largo da Achada, percorrendo a Rua de São Cristóvão, passando pelo Largo da Rosa até ao Largo dos Trigueiros, terminando novamente no Largo da Achada, Margarida Guia leu e cantou poemas seus e de Mário Dionísio, Jacques Prévert, Manuel Gusmão, Raoul Vaneigem, entre outros.

013 MargaridaGuiallêpoemas25062011 029

 

‘Rosa Maria’ nº 2 com artigo sobre a Casa da Achada

7 de Julho de 2011

Rosa Maria Nº2

Foi lançado, no passado dia 2 de Julho, o nº 2 do Rosa Maria – o jornal da associação Renovar a Mouraria. Nesta edição, para além de várias notícias sobre o que se passa na Mouraria, crónicas, curiosidades e reportagens, conta com um artigo sobre a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio: «Passeando com Eduarda Dionísio – A casa achada por acaso». Neste artigo Ana Luísa Rodrigues e a fotógrafa Camilla Watson acompanham Eduarda Dionísio num passeio pela Mouraria, começando na Casa da Achada, almoçando no restaurante Eurico, pelo mural de um desenho de Mário Dionísio no Largo dos Trigueiros, e outras zonas do bairro.

O jornal encontra-se disponível gratuitamente na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

 

Programação de Julho de 2011

29 de Junho de 2011

JULHO 11

 

25 a 27 Junho: Margarida Guia lê poemas pelas ruas; Oficina de Barro; leitura de ‘A Paleta e o Mundo’; cinema com ‘A derrocada dum império’

23 de Junho de 2011

No sábado, dia 25 de Junho, há leitura de poemas pelas ruas pela actriz luso-francesa Margarida Guia. Partindo do Largo da Achada às 16h, andando por São Cristóvão, São Lourenço, Socorro, Castelo, Sé, Madalena e por outras zonas próximas, Margarida Guia, que já andou pelo bairro durante a Semana de Abertura da Casa da Achada, lê e canta poemas de Mário Dionísio e de outros autores. Quem a quiser acompanhar pode encontra-la aqui mesmo no largo ao lado da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

Margarida Guia 25 JUnho 11 - 2
IMG_1550 IMG_1547-

Na tarde de domingo, das 15h30 às 17h30, depois de se terem feito girafas e vasos variados, acontece a última sessão da Oficina de Barro orientada por Zé d’Almeida. No próximo mês, nos domingos, regressamos aos fantoches.

Oficina-Barro-Junho-111
001 007

Na segunda-feira, 27 de Junho, às 18h30 continua a leitura, com comentários e projecção das obras referidas, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Miguel Castro Caldas termina a leitura do capítulo «Um mundo dentro do mundo». À noite, pelas 21h30, acontece a última sessão do ciclo de cinema «Revoltas e Revoluções» com a projecção de A derrocada dum império (Juarez, 1939, 125 min.) de William Dieterle, sobre a luta no México contra a intervenção francesa em 1862. Quem apresenta é João Pedro Bénard. No próximo mês começa o ciclo de cinema ao ar livre «Filmes das nossas vidas».

SEGUNDA 27 JUN 11

 

11 de Junho: uma conversa com Gianfranco Azzali e Giuseppe Morandi da Lega di Cultura di Piadena

9 de Junho de 2011

Itinerários 11 Junho 11

No sábado, 11 de Junho, pelas 16h, acontece a 8ª sessão de «Itinerários», uma série que convida uma pessoa com um percurso invulgar a contar a sua história. Desta vez não é só uma pessoa, são duas: Gianfranco Azzali e Giuseppe Morandi da Lega di Cultura di Piadena, associação cultural com mais de 40 anos e sede numa pequena localidade no norte de Itália. A Lega organiza anualmente uma festa onde o Coro da Achada participou nestas duas últimas edições. A festa de 2011 teve como tema «Para que serve o canto popular», tema discutido pelo o Coro e outras pessoas em três sessões na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

Do trabalho no campo, nas fábricas e na secretaria da autarquia ao trabalho cultural e político: a fotografia, o cinema, a música, a recolha oral, as edições, os comunicados. A participação no movimento de 68 em Itália. Como nasceu a Lega di Cultura di Piadena. Como cresceu a sua festa anual. Por que razões se preocupam (ainda) com o canto popular.

Além da conversa acontece a projecção de documentários de Giuseppe Morandi, uma pequena exposição da sua fotografia e canções pelo Coro da Achada. A conversa terá tradução simultânea para português.

 

Programação de Junho de 2011

30 de Maio de 2011

JUNHO 11

Aqui podem consultar a restante programação da Casa da Achada em maior pormenor.

 

28 a 30 de Maio: conversa sobre o ‘Manifesto do Partido Comunista’ de Marx e Engels por quem quiser, oficina ‹‹Gravar Maio››, leitura de ‘A Paleta e o Mundo’ e projecção de ‘Histórias da revolução’ de Tomas Gutierrez Alea

26 de Maio de 2011

Os últimos dias de Maio têm actividades várias na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

No dia 28 de Maio, sábado, às 16h, há uma sessão especial de ‹‹Livros das nossas vidas›› dedicada ao Manifesto do Partido Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels. Em vez de convidar um orador para falar sobre esta obra, convidamos todos os que a leram ou a releram no último ano a aparecerem e conversarem sobre o Manifesto.

LNV MAI 11 - 2

Com a aproximação do fim do mês, no dia 29 de Maio às 15h30, acontece também a última sessão da oficina de gravura e impressão, ‹‹Gravar Maio››, com Carla Mota. No fim da oficina vai ser montada uma pequena exposição com as gravuras feitas nestas três sessões.

OFICINA MAIO 11

No dia seguinte, na segunda-feira, 30 de Maio, continuam os dois ciclos habituais da Casa da Achada. Às 18h30 lê-se a 1ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. É Helena Barradas que continua a leitura, com projecção de imagens das obras citadas, do capítulo ‹‹A ciência contra a arte?››. À noite, pelas 21h30 projectamos mais um filme do ciclo ‹‹Revoltas e Revoluções››: Histórias da revolução (1960, 81 min.) de Tomas Gutierrez Alea sobre a Revolução Cubana. Quem apresenta é João Rodrigues.

SEGUNDA 30 DE MAIO 11

 

9 de Maio: Regresso à 1ª parte de ‘A Paleta e o Mundo’; cinema com ‘Gestos e fragmentos’ de Seixas Santos, apresentado pelo realizador

8 de Maio de 2011

Na segunda-feira, 9 de Maio, há dois ciclos a decorrer na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

SEGUNDA 9 DE MAIO 11

<Às 18h30 continua a leitura de A Paleta e o Mundo. Depois de termos lido, na última sessão, a conclusão da obra, voltamos agora à 1ª parte. Esta 1ª parte, que a introduz, foi debatida anteriormente em 11 sessões, uma para cada capítulo, por 11 fundadores da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio. Como nessas sessões apenas foram lidos excertos, agora será lida integralmente. Quem lê o capítulo ‹‹Chamemos-lhe o divórcio›› é Inês Dourado.

Mais tarde, às 21h30, continua o Ciclo Revoltas e Revoluções com a projecção de Gestos e fragmentos (1982, 90 min.) de Alberto Seixas Santos. Quem apresenta é o próprio realizador.

 

Programação de Maio de 2011

30 de Abril de 2011

MAIO 11

 

Como foi o 25 de Abril na Casa da Achada

29 de Abril de 2011

Foi no final de tarde de 25 de Abril que inaugurou a nova exposição da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio: ‹‹Mário Dionísio – Vida e Obra››.

Cartaz expo MD

Pouco faltava para as 19h e abriram-se as portas da zona pública da Casa da Achada. Já muita gente esperava na rua para poder ver a exposição, pessoas que vieram do desfile da Avenida da Liberdade, pessoas que souberam da inauguração pelos jornais ou pela nossa página, pessoas que vieram conhecer um pouco mais da vida e da obra de Mário Dionísio, conversar com outros e ouvir o Coro da Achada.

web006

Enquanto ainda chegava gente, o Coro da Achada começou a actuação no Largo da Achada – onde cantou várias canções com letras de poemas de Mário Dionísio: ‹‹Que tu es fort››, ‹‹Pior que não cantar››, ‹‹Limões››, para além de outras -, seguindo depois para o terreno em frente à Casa onde se cantou ‹‹La bande à Riquiqui›› e ‹‹A Semana Sangrenta›› (ambas da Comuna de Paris) e poemas de José Gomes Ferreira (‹‹Dulcineia››), Carlos de Oliveira (‹‹Canção da Jorna››) e Mário Dionísio (‹‹Canto de Esperança››, musicado por Fernando Lopes-Graça). Despediram-se com ‹‹Tiro-no-liro›› de José Mário Branco e ‹‹De não saber o que me espera›› de José Afonso.

web030

‹‹Dias impossíveis de contar. Não há tempo para isso. A multidão misturada com os soldados e marinheiros. Cravos (onde nasceram tantos cravos?) nas espingardas e nas mãos de toda a gente. Telefonemas, abraços, o “viva Portugal” por toda a parte. Um país diferente. Toda a gente fala com toda a gente, esfusiante, sem medo! A caça aos Pides. A libertação dos presos de Caxias, o regresso dos emigrados (Mário Soares, primeiro, Álvaro Cunhal depois, Piteira Santos virá depois, tantos mais).
Começam as reuniões por todo o lado. No Liceu Camões realizamos a primeira reunião de apoio ao Movimento. Vamos entregar à Junta de Salvação Nacional o nosso documento. Começamos a organizar-nos. Não paro mais. (30.4.74)››
Mário Dionísio, Passageiro Clandestino (inédito)

web033

Na Casa da Achada começava então a apresentação da exposição e de dois novos lançamentos: do livro-catálogo Mário Dionísio – Vida e Obra e do boletim Ficha 2. Eduarda Dionísio deu a primeira razão para ser nesse dia que se inaugurava esta exposição: o 25 de Abril cortou a meio, em duas metades ‹‹desiguais››, a vida de Mário Dionísio. E por isso vale a pena notar a ‹‹pobreza›› daquela zona entre 1974-1979: poucas fotografias (não havia tempo para isso), nem um livro (não havia vontade para isso). ‹‹Pobreza›› se compararmos com os seus 58 anos anteriores de luta contra o fascismo ou os 13/14 anos seguintes (painéis, vitrinas e tantos quadros nas paredes). A segunda razão por se ter escolhido esta data é a situação de hoje não ser muito diferente desta anotada por Mário Dionísio:

‹‹3.12.76
Comecei a evitar as palavras “democracia” e “democraticamente”. Acabarei talvez por riscá-las do meu vocabulário. Em todas as reuniões em que tenho participado, no liceu, verifico que o emprego dessas palavras é cada vez mais frequente por pessoas ineludivelmente reaccionárias, para as quais ainda há pouco tinham o diabo no corpo. Quando alguém se levanta e, em tom protestativo, clama “em qualquer assembleia democrática”, “isto assim não é democracia”, etc., digo para comigo: “já sei quem és”. Porque se trata de reivindicar na prática a adopção da alteração que pouco a pouco se tem dado no conceito de Democracia: regime em que a liberdade seja total para os que não querema liberdade e crescentes as restrições aos que sempre se bateram por ela. Democraticamente, devem deixar-se os seus lugares aos fascistas, por mais notórios que sejam, e permitir que se primam tão amplamente quanto o desejarem. Pelo contrário, deve-se manter a rédea curta a todos os que querem efectivamente transformar a sociedade, acabando com exploradores e explorados, o que seria evidentemente cortar a liberdade aos pobres dos exploradores, com tanto direito a existirem como aqueles que exploram…
É uma comédia sem dúvida, que se tinge de tragédia quando se verifica que a isto veio dar o 25 de Abril. Tenhamos, pelo menos, o cuidado de não participar nela, usando palavras que provocam, aumentam, generalizam despuridamente a confusão em curso, que só aproveita, como todas as confusões, aos pescadores de águas mais que turvas››
Mário Dionísio, Diário (inédito)

Esta exposição decorre dos estatutos da associação cultural Casa da Achada – Centro Mário Dionísio: divulgar a obra de Mário Dionísio. Também por isso foi concebida para ser itinerante. A sua concepção , execução e montagem não foi feita por técnicos, mas por pessoas que ‹‹prepararam e montaram esta exposição com os saberes e os prazeres que trouxeram das suas variadas artes e ciências, ofícios e militâncias, vidas e saberes. (E espero que tenham aprendido mais enquanto foram fazendo para poderem fazer outras coisas depois – aqui ou noutros lados.) – É para isto que serve a Casa da Achada››, disse Eduarda.

Mas talvez a maior razão para se ter inaugurado a exposição no 25 de Abril é por continuar a haver pessoas que gostam de estar umas com as outras nessa data.

No fim abriu-se o jardim ao público e começou o convívio com comes e bebes, continuaram os cantos, e muito se foi conversando e estando.

web040

Lembramos que no dia 30 de Abril, sábado, às 16h haverá uma visita guiada à exposição por Eduarda Dionísio.

Ver aqui as fotografias da actuação do coro e da inauguração.

 

Convite: Inauguração da exposição ‹‹Mário Dionísio – Vida e Obra››

23 de Abril de 2011

convite  25 Abril 1

Convidamos todos para a inauguração, na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, no dia 25 de Abril às 19h, da exposição ‹‹Mário Dionísio – Vida e Obra››. É uma exposição diferente das duas que existiram neste ano e meio de abertura, ‹‹50 anos de pintura e desenho›› 1 e 2, porque, para além de apresentar várias obras de Mário Dionísio e de outros artistas seus amigos, é constituída por 13 painéis biográficos e por vários documentos, fotografias, imagens e outros objectos.

Para assinalar esta inauguração há dois lançamentos: do livro e catálogo da exposição, Mário Dionísio – Vida e Obra, que reproduz os 13 painéis e que inclui estudos e opiniões críticas sobre a obra plurifacetada de Mário Dionísio; e da Ficha 2 – o nº 2 do boletim da Casa da Achada.

O Coro da Achada também canta várias canções do seu repertório.

 

22 de Abril: Cristina Almeida Ribeiro fala sobre ‹‹Arranjo em preto e branco›› de Dorothy Parker; encerramento dias 23 e 24 de Abril

21 de Abril de 2011

Na sexta-feira, 22 de Abril, às 18h, acontece mais uma sessão de Livros das nossas vidas, um ciclo mensal de sessões sobre livros, contos ou autores que Mário Dionísio levaria para a lua ou que seriam os da sua vida, se ele soubesse o que isso era. Cristina Almeida Ribeiro lê e fala do conto ‹‹Arranjo a preto e branco›› de Dorothy Parker.

Cartaz LNV

Informamos que por estarmos a montar a exposição Mário Dionísio – Vida e Obra, que inaugura no 25 de Abril às 19h, a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio estará encerrada no sábado, 23 de Abril e no domingo, 24 de Abril. Por este motivo a última sessão da Oficina ‹‹Juntar folhas em cadernos›› não se irá realizar.

 

O Coro da Achada na festa da Lega di Cultura di Piadena

12 de Abril de 2011

8web

«Para que serve o canto popular?
A che cosa serve il canto popolare?

– Não sei.
– Não sabes?
– Não.
– Mas há-de server para alguma coisa, não?
– Queres dizer… a função que tem…
– Sim, há-de ter uma função, ou várias.
– Foi usado por compositores de músicas “clássicas”, por exemplo, a partir de recolhas… século XIX e XX… e ainda hoje
– Não, não é isso.
– Então o que é?
– Isso é indirectamente. Eu quero saber para que serve hoje, directamente.
– Canto?
– Canta.
– Popular?
– Isso eu sei o que é – é do povo.
– Então canto popular é o canto que o povo canta.
– Mas o povo canta tanta coisa diferente…
– Eu acho que não anda a cantar muito. O que queres dizer com isso?
– O povo canta música pop da moda. O povo assobia enquanto trabalha. O povo entoa cânticos de futebol, e de outras religiões… O povo canta nas festas por cima da aparelhagem…
– Eu quando penso em canto popular, penso em canto colectivo, principalmente. Mas o canto popular também pode server para controlar, disciplinar. Olha o canto da Mocidade Portuguesa…
– Pois, tivemos em Portugal 48 anos de fascismo.
– Havia o folklore do regime – “contrafacção folclórica”, como lhe chamava o Fernando Lopes Graça.
– E o que não é contrafacção?
– É folklore autêntico.
– Mas isso é assim fácil de distinguir?
– Hmmm… pois… na altura era, não sei, talvez… Havia a ideia de restituir ao povo (doutra maneira, é claro) aquilo que lhe tinha sido roubado.
– Há-de haver critérios, alguma maneira de separar o trigo do joio.
– Mas não é só uma questão de qualidade… de distinção.
– Pois, eu percebo.
– Por que é que te calaste?
– Estava a pensar melhor…
– Em quê?
– Estava a pensar nos conceitos de «povo» e «popular». Na verdade podem ser de tal modo amplos que não servem para nada. O de «povo» não tem mesmo salvação…
– Não tem salvação?!
– Mas o de «popular», se entendermos por isso (com todas as dificuldades que estes conceitos adjectivos também possam encerrar) o que tem raízes genuinas na história social regional ou nacional, o que encerra uma tradição experimentada e que teve sentido, função social e política, o que se conexiona com uma autoria colectiva (mesmo que inicialmente de um só criador) do povo «trabalhador» (acho que este adjectivo ainda faz sentido apesar de haver não-povo que trabalha, sem dúvida, creio que será o caso do Ricardo Espírito Santo, um banqueiro português), talvez possa ser usado. Quando se canta «popular» neste sentido age-se contra o gosto e as expectativas da maioria do «povo», que tem preferência pela coisa «popular» que vem de cima, da cultura dominante. Isso é outro canto, aí é que entram os que enchem o Pavilhão Atlântico.
– Canto popular junta gente de outra maneira.
– Isso também junta uma viagem de metro.
– Canto popular implica emissão vocal…
– Isso também um grande falatório…
– Oh, pá! É canto colectivo, participativo!
– E não devia ser libertador, cantar?
– Não sei. Acho que sim. Não é só para consumir, é para produzir!
– Se calhar não é cantado por especialistas…
– Sim, e passa oralmente…
– E em mp3… hahaha!
– Hahaha!
– Bom, então e o canto popular não serve para lutar?
– Lutar como?
– Lutar – cantar em manifestações, greves, contra a injustice (entoa el pueblo unido jamás sera vencido)
– Já serviu mais.
– Tens a certeza?
– Em Itália parece que sim.
– Mas eu não estou a falar só de Itália!
– Então mas isto não é uma pergunta italiana?
– É, mas toda a gente canta no mundo todo – há canto popular no mundo inteiro.
– “Nostra patria e il mondo intero…”
– Bem, queres converser ou só pores-te a gozar?
– Mas tu também estavas a cantar!… Vá está bem. Conversa lá então.
– Eu acho que o canto popular não são as modas e a música pop. Não é uma coisa toda produzida, arranjadinha. É produção voluntária, necessária, autónoma. Acho que tem um lado emancipador quando é dissonante.
– Dissonante?
– Rugosa, não limada, espontânea, crua, dura, não apoiada em almofadas, No disco das «Seeger Sessions» do Bruce Springsteen, em que canta canções do Pete Seeger, ele diz que estas canções que vão cantar vêm de muito longe, de cantos rudes de homens e mulheres rudes: «initially these were raw and wild songs sung by raw and wild people». Creio que o respeito por esta estética não-redondinha também faz parte do conceito positivo de «popular». Depois, claro, vem o de que lado estás e o cantar com. Tudo isto e mais uma pitada de sal dá provavelmente sentido ao canto «popular» hoje.
– Mas isto é uma grande caldeirada!
– Pois é, mas a caldeirada é um prato muito saudável, cheio de ómega 3!
– Eu acho é que tem de ser sentida, tem de ser sentida para ter sentido…
– És uma romântica!
– Sou?
– És.
– Porque dizes isso?
– Achas que o canto popular é puro e selvage, lalalalala…
– Não foi isso que eu disse. Eu disse dissonante.
– Hmmm, está bem. O melhor é ficarmos por aqui.
– Ficar por aqui?! Logo agora que isto estava a aquecer?!!»

Diálogo que resultou das discussões do coro em três sessões públicas na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio sobre o tema da festa da Lega di Cultura di Piadena. Nestas ligações podem ver vídeos e imagens (em actualização).

 

Programação de Abril

31 de Março de 2011

Programa Abril 11

 

5 a 7 de Março: Para que serve o canto popular, oficina para montar uma cena com fantoches, leitura de A Paleta e o Mundo e cinema, A bela impertinente

4 de Março de 2011

Mais três dias preenchidos e variados cá na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

Já no sábado, 5 de Março, às 15h30 acontece a terceira e última parte do debate «Para que serve o canto popular», tema da festa deste ano da Lega di Cultura di Piadena onde o Coro da Achada irá cantar (25 a 27 de Março). Após um primeiro debate a 15 de Janeiro, houve uma conversa a 5 de Fevereiro que contou com a presença de Carlos Guerreiro.

cartolina2011

No domingo começa uma nova oficina às 15h30: Montar uma cena com fantoches. Aproveitando os vários fantoches fabricados na oficina de Novembro, vai-se imaginar uma cena, escrevê-la, fazer o cenário e pôr os bonecos a funcionar. Esta oficina orientada por Diana Dionísio, Lena Bragança Gil e Marta Caldas destina-se a todos a partir dos 6 anos e tem um máximo de 10 participantes.

OFICINA MAR 11

Na segunda-feira, 7 de Março, às 18h30, inicia-se a leitura de mais um capítulo de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Eduarda Dionísio lê e comenta, acompanhada por projecção de imagens, o capítulo «Ao serviço de». À noite, pelas 21h30, aproveitando ser véspera de Carnaval, projectamos um filme de grande duração, A bela impertinente (1991, 236 min) de Jacques Rivette. Quem apresenta é Eduarda Dionísio.

7 MAR 11

 

Uma nova edição de Mário Dionísio

24 de Fevereiro de 2011

verissimo

Na passada terça-feira foi apresentada uma nova edição de Mário Dionísio: [Érico Veríssimo] Um romancista brasileiro, a sua segunda dissertação de licenciatura em 1939, até agora inédita. A primeira, em 1938, tinha sido sobre a «Ode Marítima» de Álvaro de Campos, quando Fernando Pessoa não tinha entrada na Faculdade de Letras… e Mário Dionísio ficou reprovado…

Uma edição do CLEPUL – Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com o apoio da Fundação para a Ciência e Desenvolvimento e com colaboração da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio. O livro conta com apresentação, edição e revisão de Vania Pinheiro Chaves e com uma introdução de João Marques Lopes.

A sessão contou com a presença de Vania Pinheiro Chaves, João Marques Lopes e Eduarda Dionísio.

«…Esta tese insere-se na atmosfera literário-intelectual que acabámos de descrever e parece-nos relevante por três razões: Primo: provavelmente, foi durante décadas o trabalho português que mais aprofundou o tema do posteriormente chamado romance brasileiro de 30, sobretudo na sua feição de denúncia social regionalista. Secundo: desenvolveu a superação de certos binómios e equações para marcar a abertura de uma nova posição no campo intelectual de então. Tértio: abordou os romances de Érico Veríssimo com uma invulgar profundidade em questões de ordem narratológica e “sociológica”…»
João Marques Lopes

A edição encontra-se à venda na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio por 10€.

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020