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Áreas Principais

28 e 29 de Julho: ‘Húmus’ de Raul Brandão por Eduarda Dionísio; homenagem a Theodorakis

28 de Julho de 2011

Antes do fim-de-semana, há duas sessões na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

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Na quinta-feira, 28 de Julho, às 18h, acontece mais uma sessão de ‹‹Livros das nossas vidas››. Nesta sessão Eduarda Dionísio fala sobre Húmus de Raul Brandão, autor muito referenciado por Mário Dionísio.

Na sexta-feira, 29 de Julho, também às 18h, após a projecção da 2ª parte do documentário sobre Mikis Theodorakis na segunda-feira no cinema ao ar livre, apresentamos a 1ª parte do filme Mikis Theodorakis – A cor da liberdade de Yannis Katomeris.

Como foi a III Feira da Achada

26 de Julho de 2011

Depois de já termos organizado a feira em 2009 e em 2010, aconteceu no passado sábado a III Feira da Achada. A feira tem como principal objectivo a angariação de fundos para a continuação do funcionamento da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, da sua zona de exposição, biblioteca pública e centro de documentação, e para as actividades – múltiplas e variadas, sempre de entrada e participação livre.

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A feira começou às 10h, logo com gente que ia chegando para ver os vários objectos, tecidos e roupas que se encontravam à venda no Largo da Achada, tal como os livros e edições de preços e tipos diferentes. No terraço da Casa da Achada estavam as obras de arte para venda. Às 11h começou a visita guiada à exposição «Mário Dionísio – Vida e Obra» por Eduarda Dionísio. Terminada a visita guiada, o bar começou a servir as primeiras comidas e bebidas e a esplanada foi-se compondo.

Feira - fantoches 2

Feira - direis q n é poesia 1 Feira - coro 3

A tarde esteve repleta de actividades. O jogo de deitar latas abaixo com bolas de pano jogou-se animadamente ao longo de todo o dia exactamente no centro do Largo da Achada. Quem deitou todas as latas abaixo, recebeu prémios. Às 15h, em frente às Escadinhas da Achada, apresentou-se a peça de fantoches «A chama eterna na mercearia», feita com os fantoches fabricados numa oficina na Casa da Achada e cujo texto também foi escrito numa outra oficina. Às 17h, na Rua da Achada, foi a vez de Diana Dionísio, Marta Caldas, Pedro Rodrigues e Pedro Soares fazerem discos-pedidos-surpresa na 6ª sessão de «Direis que não é poesia», que se entitulou «É tudo roubado!» (ver vídeo). Textos de, entre outros, Mário Dionísio, Jacques Prévert, Mário Cesariny, Lewis Carrol, Sterne, José Afonso e Sade foram lidos e cantados. Pelas 18h o Coro da Achada começou a cantar na Rua das Farinhas, passando pela Rua de São Cristóvão até ao restaurante-mercearia Eurico, subindo até ao Largo da Achada onde cantou para toda a feira (ver aqui dois vídeos de «En la plaza de mi pueblo» e de «Taça de branco, copo de tinto»).

Aqui podem ver a galeria de imagens da feira (em actualização).

22 a 25 de Julho: Manuel Cintra lê ‘Le feu qui dort’ de Mário Dionísio, leitura de ‘A Paleta e o Mundo’, cinema ao ar livre com ‘Mikis Theodorakis – A cor da liberdade’

21 de Julho de 2011

MD escritor JUL 11(1)

Na sexta-feira, 22 de Julho, a Casa da Achada abre especialmente à noite, às 22h, para mais uma sessão de «Mário Dionísio, um escritor». Manuel Cintra lê poemas de Le feu qui dort (1967), livro de poemas em francês de Mário Dionísio, que também serão lidos em português por Maria d’Aires. A sua tradução esteve a cargo de Regina Guimarães, que estará presente na sessão.

«Une pluie de taureaux est tombée sur la ville
Comme les autres peu à peu j’ai accepté mon sort
en creusant dans la chair 1’ennui de mon asile

Tout est tranquille enfin chez moi   Enfin tout dort
Les souvenirs et les désirs et les remords
tout doucement s’étiolent

Adieu les rêves et les colères qui s’envolent
sans amertume et sans regret

Mais sous la peau de tout mon corps
dans les replis les plus caches comment le taire
le feu qui dort est éveillé»

No domingo a Casa da Achada estará encerrada por irmos para uma festa organizada por dois sócios fundadores em Canas de Senhorim, onde também canta o Coro da Achada.

SEGUNDA 25 JUL 11

No dia 25 de Julho, segunda-feira, às 18h30, continua a leitura, comentada e com projecção das obras citadas, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. José Smith Vargas começa a leitura do capítulo «Não se pode copiar».

À noite, pelas 21h30, acontece a 4ª sessão do ciclo de cinema ao ar livre «Filmes das nossas vidas» – onde 13 pessoas convidadas escolheram 13 filmes. Nesta noite projectamos a escolha de Luz Moita, que apresenta o filme: Mikis Theodorakis – A cor da liberdade (2ª parte, 2010, 117 min.) de Yannis Katomeris. A 1ª parte será projectada no dia 29 de Julho, sexta-feira, às 18h30.

Segunda-feira, 18 de Julho: leitura de ‘A Paleta e o Mundo’ e cinema ao ar livre com ‘Quem tramou Roger Rabbit?’

17 de Julho de 2011

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No dia 18 de Julho, às 18h30, há a leitura comentada, com projecção das obras citadas, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Eduarda Dionísio conclui a leitura do capítulo ‹‹Mãos que constroem sonhos››, da 1ª parte da obra.

No mesmo dia, às 21h30, acontece a 3ª sessão do ciclo de cinema ao ar livre «Filmes das nossas vidas». Depois de termos projectado Casablanca e Orfeu Negro, nesta noite projectamos na Rua da Achada o filme Quem tramou Roger Rabbit? (1988, 104 min.) de Robert Zemeckis. Quem sugeriu e apresenta o filme é Pedro Rodrigues.

III FEIRA DA ACHADA – Sábado, 16 de Julho

11 de Julho de 2011

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A Casa da Achada – Centro Mário Dionísio organiza a sua III Feira da Achada no sábado, dia 16 de Julho.

A feira tem como principal objectivo a angariação de fundos  para a Casa da Achada: para a continuação do funcionamento da sua zona de exposição, biblioteca pública e para o seu centro de documentação, e para as actividades – múltiplas e variadas, sempre de entrada e participação livre – organizadas pela Casa da Achada, que tem tido poucos e pequenos, mas preciosos, apoios.

A feira acontece das 10h às 20h, e terá à venda muita coisa diferente:
Diversos objectos com marca de época – de ontem e de antes de ontem;
Livros, edições e discos – de formas e conteúdos diferentes, alguns difíceis de encontrar;
Obras de arte de hoje e de antes de hoje – além de algumas obras oferecidas nos últimos meses à Casa da Achada, estarão disponíveis obras que sobraram dos dois leilões organizados em 2008 e 2010 (clicar nos links para ver as obras);
Comes e bebes: como a fome e a sede apertam, a partir das 12h haverá um bar com comidas e bebidas várias. Como se espera bastante sol, este ano teremos uma zona de esplanada com sombra.

Como pensamos que uma feira não é só uma feira, há várias actividades ao longo do dia:
– 11h: Visita guiada à exposição «Mário Dionísio – Vida e Obra»
Eduarda Dionísio faz uma visita guiada à exposição inaugurada no passado 25 de Abril. A exposição apresenta várias obras de Mário Dionísio e de outros artistas seus amigos, é constituída por 13 painéis biográficos e por vários documentos, fotografias, imagens e outros objectos;

15h: Apresentação de uma peça de Fantoches
Os fantoches foram fabricados na oficina de Novembro de 2010 e após duas apresentações públicas, vai-se fazer uma pequena peça na Feira da Achada;

16h: Direis que não é poesia – 6
A partir da poesia de Mário Dionísio, convidamos pessoas ou grupos de pessoas a criarem um espectáculo diferente com artes diferentes. Nesta 6ª sessão, ‹‹Achada não é roubada›› por Diana Dionísio, Marta Caldas, Pedro Rodrigues e Pedro Soares. Música e poesia em modo feira.

18h: O Coro da Achada canta para toda a gente
O Coro da Achada cantará várias canções do seu reportório – canções de luta de muitos sítios, canções de poemas de Mário Dionísio e outros, e criações próprias – no Largo da Achada e na Rua da Achada.

Aqui podem ver como foi a Feira da Achada de 2010 e de 2009.

Cinema ao ar livre na 2ª feira: ‘Orfeu Negro’ de Marcel Camus | Leitura de ‘A Paleta e o Mundo’

9 de Julho de 2011

SEGUNDA 11 JUL 11

Na próxima segunda-feira, dia 11 de Julho, às 18h30, começa a leitura de mais um capítulo da primeira parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Eduarda Dionísio lê e comenta, com projecção das obras referidas, o capítulo «Mãos que constroem sonhos».

Mais tarde, às 21h30, acontece a 2ª sessão do ciclo de cinema ao ar livre: «Filmes das nossas vidas». Projectamos Orfeu Negro (1959, 100 min.) de Marcel Camus. A escolha é de Vítor Silva Tavares, que apresenta o filme.

«Orfeu Negro, ou seja o primeiro filme (ou um dos primeiros filmes) rodado no Brasil, e sobre o Brasil, com um casting composto inteiramente por actores negros, atirou para o primeiro plano da actualidade artística internacional a música brasileira, através da bossa nova. Títulos como “Manhã de Carnaval” e “A Felicidade”, tirados da banda sonora do filme, conheceram um êxito planetário. […]»
Jean-Michel Devésa

«[…] Com o fundo da sensual bossa nova, exprimem-se o amor interesseiro de Mira por Orfeu, o amor apaixonado de Serafina por Chico e enfim o amor eterno de Orfeu por Eurídice. O amor e a morte, temas universais que as crianças da última cena acolhem com um sorriso ainda inocente e cheio de experiência.»
Sophie Labeille

Excertos retirados da folha do filme, disponível durante a sessão. Temos disponíveis várias mantas para o caso de a noite ser um pouco fria.

Vídeos de Margarida Guia a ler poemas nas ruas do bairro

9 de Julho de 2011


Como foi a leitura de poemas por Margarida Guia no bairro

8 de Julho de 2011

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No passado 25 de Junho tivemos uma sessão diferente e fora de portas. A actriz luso-francesa Margarida Guia leu poemas pelas ruas do bairro. Começando no Largo da Achada, percorrendo a Rua de São Cristóvão, passando pelo Largo da Rosa até ao Largo dos Trigueiros, terminando novamente no Largo da Achada, Margarida Guia leu e cantou poemas seus e de Mário Dionísio, Jacques Prévert, Manuel Gusmão, Raoul Vaneigem, entre outros.

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‘Rosa Maria’ nº 2 com artigo sobre a Casa da Achada

7 de Julho de 2011

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Foi lançado, no passado dia 2 de Julho, o nº 2 do Rosa Maria – o jornal da associação Renovar a Mouraria. Nesta edição, para além de várias notícias sobre o que se passa na Mouraria, crónicas, curiosidades e reportagens, conta com um artigo sobre a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio: «Passeando com Eduarda Dionísio – A casa achada por acaso». Neste artigo Ana Luísa Rodrigues e a fotógrafa Camilla Watson acompanham Eduarda Dionísio num passeio pela Mouraria, começando na Casa da Achada, almoçando no restaurante Eurico, pelo mural de um desenho de Mário Dionísio no Largo dos Trigueiros, e outras zonas do bairro.

O jornal encontra-se disponível gratuitamente na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

Hoje: leitura de ‘A Paleta e o Mundo’ e cinema ao ar livre com ‘Casablanca’

4 de Julho de 2011

SEGUNDA 4 JUL 11

Hoje, dia 4 de Julho, inicia-se a leitura de mais um capítulo de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Carla Mota lê, enquanto são projectadas as imagens de quadros referidos na obra, o quinto capítulo da primeira parte: «Da árvore à estátua».

Com a chegada de Julho começa um novo ciclo de cinema, e desta vez é ao ar livre: «Filmes das nossas vidas». 13 pessoas ligadas à Casa da Achada escolheram 13 filmes que de alguma forma são os filmes das suas vidas. Começamos o ciclo com Casablanca (1942, 102 min.) de Michael Curtiz. A escolha foi de Sebastião Lima Rego, que apresenta o filme.

Oficina: Voltamos aos fantoches

2 de Julho de 2011

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Em Julho, Agosto e Setembro o cinema é ao ar livre: ‹‹Filmes das nossas vidas››

30 de Junho de 2011

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CICLO DE CINEMA AO AR LIVRE – FILMES DAS NOSSAS VIDAS
13 pessoas escolheram 13 filmes, vão apresentá-los e debaterem-nos com os espectadores

Segundas-feiras, 21h30, em frente à Casa da Achada

Como em 2010, as sessões semanais de cinema na Casa da Achada, durante Julho, Agosto e Setembro de 2011 são ao ar livre.
Desta vez, são os filmes que 13 pessoas – porque são 13 das segundas-feiras destes três meses -, de um modo ou de outro, ligadas à Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, entenderam mostrar a outros que nunca os viram ou que nunca os viram ou que talvez os queiram rever.
São filmes muito diferentes, feitos ao longo de muitos anos. O mais antiga é de 1930 e o mais recente de 2010. Uns são de ficção e outros documentários, realizados em diferentes países.
O que os reúne é terem entrado nas vidas de quem os propõe e serem apresentados por quem os propôs.
E a Casa da Achada faz assim porque o cinema é parte das nossas vidas e fez parte da vida de Mário Dionísio.

Segunda-feira, 4 de Julho, 21h30
Casablanca

de Michael Curtiz (1942, 102 min.)
escolha de Sebastião Lima Rêgo

Segunda-feira, 11 de Julho, 21h30
Orfeu Negro

de Marcel Camus (1959, 100 min.)
escolha de Vítor Silva Tavares

Segunda-feira, 18 de Julho, 21h30
Quem tramou Roger Rabbitt?

de Robert Zemeckis (1988, 104 min.)
escolha de Pedro Rodrigues

Segunda-feira, 25 de Julho, 21h30
Mikis Theodorakis – A cor da liberdade (2ª parte)

de Yannis Katomeris (2010, 117 min.)
escolha de Luz Moita
Na sequência deste filme, haverá no dia 29 de Julho, às 18h, uma homenagem a Theodorakis, no dia do seu 90º aniversário, que inclui a projecção da 1ª parte do documentário Mikis Theodorakis – A cor da liberdade.

Segunda-feira, 1 de Agosto, 21h30
Uma noite na ópera

de Sam Wood (1935, 96 min.)
escolha de Regina Guimarães

Segunda-feira, 8 de Agosto, 21h30
Um dia em Nova Iorque

de Gene Kelly e Stanley Donen (1949, 93 min.)
escolha de Jorge Silva Melo

Segunda-feira, 15 de Agosto, 21h30
Casa de chá do luar de Agosto

de Daniel Mann (1956, 123 min.)
escolha de Filomena Marona Beja

Segunda-feira, 22 de Agosto, 21h30
Jonas que terá 25 anos no ano 2000

de Alain Tanner (1976, 116 min.)
escolha de Eduarda Dionísio

Segunda-feira, 29 de Agosto, 21h30
A regra do jogo

de Jean Renoir (1939, 110 min.)
escolha de João Pedro Bénard

Segunda-feira, 5 de Setembro, 21h30
Bullitt

de Peter Yates (1968, 114 min.)
escolha de João Rodrigues

Segunda-feira, 12 de Setembro, 21h30
Gente ao domingo

de Robert Siodmak (1930, 74 min.)
escolha de Miguel Castro Caldas

Segunda-feira, 19 de Setembro, 21h30
Outro país

de Sérgio Tréfaut (2000, 52 min.)
escolha de António Loja Neves

Segunda-feira, 26 de Setembro, 21h30
Um homem sem passado

de Aki Kaurismäki (2002, 97 min.)
escolha de Manuel Mozos

Programação de Julho de 2011

29 de Junho de 2011

JULHO 11

25 a 27 Junho: Margarida Guia lê poemas pelas ruas; Oficina de Barro; leitura de ‘A Paleta e o Mundo’; cinema com ‘A derrocada dum império’

23 de Junho de 2011

No sábado, dia 25 de Junho, há leitura de poemas pelas ruas pela actriz luso-francesa Margarida Guia. Partindo do Largo da Achada às 16h, andando por São Cristóvão, São Lourenço, Socorro, Castelo, Sé, Madalena e por outras zonas próximas, Margarida Guia, que já andou pelo bairro durante a Semana de Abertura da Casa da Achada, lê e canta poemas de Mário Dionísio e de outros autores. Quem a quiser acompanhar pode encontra-la aqui mesmo no largo ao lado da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

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Na tarde de domingo, das 15h30 às 17h30, depois de se terem feito girafas e vasos variados, acontece a última sessão da Oficina de Barro orientada por Zé d’Almeida. No próximo mês, nos domingos, regressamos aos fantoches.

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Na segunda-feira, 27 de Junho, às 18h30 continua a leitura, com comentários e projecção das obras referidas, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Miguel Castro Caldas termina a leitura do capítulo «Um mundo dentro do mundo». À noite, pelas 21h30, acontece a última sessão do ciclo de cinema «Revoltas e Revoluções» com a projecção de A derrocada dum império (Juarez, 1939, 125 min.) de William Dieterle, sobre a luta no México contra a intervenção francesa em 1862. Quem apresenta é João Pedro Bénard. No próximo mês começa o ciclo de cinema ao ar livre «Filmes das nossas vidas».

SEGUNDA 27 JUN 11

Notícias frescas: Itinerários de Micio e Giuseppe Morandi; Maria Keil; direitos de autor

20 de Junho de 2011

Nos dois últimos sábados recebemos pessoas que, com percursos diferentes, nos contaram várias coisas importantes das suas vidas e obras.

No dia 11 de Junho, aconteceu mais uma sessão de «Itinerários» em que conversámos com Gianfranco Azzali – Micio – e Giuseppe Morandi. Após convívios vários e a sessão em si, tiveram que regressar rapidamente para Itália para votarem nos referendos e, no dia seguinte, telefonaram-nos a dar as boas notícias de que as pessoas foram votar em grande número contra a privatização da água, contra a energia nuclear e contra a imunidade dos políticos em tribunal. Na conversa falou-se de muitas coisas: o trabalho no campo e na fábrica, as relações entre as pessoas e também com os animais, as mudanças significativas dos últimos anos, a formação da Lega di Cultura di Piadena e a sua evolução, a festa por eles organizada, a importância do canto popular, a fotografia e a relação do fotógrafo com quem fotografa, a participação no movimento de 68 em Itália. Nesse dia houve também uma exposição de fotografia de Giuseppe Morandi e a projecção de três filmes seus: El Pasturin, El Calderon e Il colore della Bassa.

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No passado sábado, dia 18, recebemos Maria Keil para a 3ª edição de «Amigos de Mário Dionísio». Maria Keil, 96 anos, artista e amiga de Mário Dionísio, foi ela quem paginou a A Paleta e o Mundo. Na sessão, Pitum Keil do Amaral falou da sua vida e da sua obra, enquanto iam sendo projectadas imagens de obras e fotografias. A sessão ainda contou com a participação de Miguel Horta. Também no mesmo dia montou-se, enquanto as nossas vizinhas estendiam a roupa, uma pequena exposição de Maria Keil, «Roupa a secar no Bairro Alto».

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Chegou-nos a notícia da publicação livre de Imaginem um mundo sem direitos de autor nem monopólios (Imagine there’s no copyright and no cultural conglomerates too…) de Joost Smiers e de Marieke van Schijndel. Esta edição foi traduzida por vários colaboradores da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio e incide nas incongruências dos direitos de autor e da propriedade privada que nos têm afectado. A publicação pode ser consultada nesta página e aconselhamos a sua leitura.

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18, 19 e 20 de Junho: «Amigos de Mário Dionísio» com Maria Keil, Oficina de Barro, leitura de ‘A Paleta e o Mundo’, cinema com ‘Os inconfidentes’ de Joaquim Pedro Andrade

16 de Junho de 2011

No sábado, dia 18 de Junho, às 16h, acontece a 3ª sessão de «Amigos de Mário Dionísio» sobre Maria Keil. Para além da participação anunciada de Pitum Keil do Amaral, participará também a própria Maria Keil, e de outras pessoas que a conhecem.

De Silves para Lisboa, sozinha, aos 15 anos, para estudar Belas-Artes. A Exposição Universal de Paris de 1937. Pintar e desenhar na ditadura: a Exposição do Mundo Português, as Exposições Gerais de Artes Plásticas. A II EGAP. Ilustrar, decorar. As paredes, os livros, os jornais. O azulejo e o papel. Trabalhar com arquitectos, trabalhar com escritores. As crianças. E o resto.

Haverá também a projecção de um vídeo e uma pequena exposição-relâmpago: roupa a secar no Bairro Alto.

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No domingo, das 15h30 às 17h30, acontece a 2ª sessão da Oficina de Barro com Zé d’Almeida. Na 1ª sessão fizeram-se várias girafas em barro e no próximo domingo serão pintadas. Como nem todos os inscritos puderam vir à sessão, pode aparecer quem quiser.

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A segunda-feira, dia 20 de Junho, começa com a leitura, com comentários e projecção das imagens dos quadros citados, de A Paleta e o Mundo às 18h30. Miguel Castro Caldas inicia a leitura do 4º capítulo da 1ª parte, «Um mundo dentro do mundo».

Na noite do mesmo dia, às 21h30, acontece a penúltima sessão do ciclo de cinema «Revoltas e Revoluções». Projectamos o filme Os inconfidentes (1972, 100 min.) de Joaquim Pedro Andrade, sobre a Inconfidência Mineira no Brasil. Quem apresenta é António Rodrigues.

SEGUNDA 20 JUN 11

16 a 19 de Junho: Mário Tomé fala de ‘Escorpião e Félix’ de Marx; conversa sobre Maria Keil com Pitum Keil do Amaral e outros; oficina de barro com Zé d’Almeida

13 de Junho de 2011

Na quinta-feira, 16 de Junho, às 18h acontece mais uma sessão mensal de «Livros das nossas vidas». Depois de no mês passado se ter conversado sobre o Manifesto do Partido Comunista, Mário Tomé vem falar-nos do conto Escorpião e Félix de Karl Marx. O conto foi escrito por Marx na sua juventude e está editado em português pela Arca das Letras.

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No sábado, 18 de Junho, às 16h voltamos à rubrica «Amigos de Mário Dionísio». Depois de duas sessões sobre Manuela Porto e Fernando Lopes-Graça, vamos conversar sobre Maria Keil com Pitum Keil do Amaral e outros que a conhecem. Também vai ser projectado um vídeo e mostraremos uma pequena exposição-relâmpago: «Roupa a secar no Bairro Alto».

De Silves para Lisboa, sozinha, aos 15 anos, para estudar Belas-Artes. A Exposição Universal de Paris de 1937. Pintar e desenhar na ditadura: a Exposição do Mundo Português, as Exposições Gerais de Artes Plásticas. A II EGAP. Ilustrar, decorar. As paredes, os livros, os jornais. O azulejo e o papel. Trabalhar com arquitectos, trabalhar com escritores. As crianças. E o resto.

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No domingo, das 15h30 às 17h30, acontece a 2ª sessão da Oficina de Barro com Zé d’Almeida. Na 1ª sessão fizeram-se várias girafas em barro e no próximo domingo serão pintadas. Como nem todos os inscritos puderam vir à sessão, pode aparecer quem quiser.

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13 Junho: leitura de ‘A Paleta e o Mundo’ e cinema com ‘S. Miguel tinha um galo’ dos Irmãos Taviani

12 de Junho de 2011

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No dia 13 de Junho, segunda-feira, continuam as leituras e o cinema na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

Às 18h30 termina a leitura do capítulo «Os caprichos têm data» da 1ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Quem lê e comenta, enquanto são projectados os quadros citados na obra, é Pedro Rodrigues. Mais tarde, pelas 21h30, projectamos o filme, inserido no ciclo «Revoltas e Revoluções», São Miguel tinha um galo (1972, 100 min.) dos Irmãos Taviani. Quem apresenta é Gabriel Bonito.

11 de Junho: uma conversa com Gianfranco Azzali e Giuseppe Morandi da Lega di Cultura di Piadena

9 de Junho de 2011

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No sábado, 11 de Junho, pelas 16h, acontece a 8ª sessão de «Itinerários», uma série que convida uma pessoa com um percurso invulgar a contar a sua história. Desta vez não é só uma pessoa, são duas: Gianfranco Azzali e Giuseppe Morandi da Lega di Cultura di Piadena, associação cultural com mais de 40 anos e sede numa pequena localidade no norte de Itália. A Lega organiza anualmente uma festa onde o Coro da Achada participou nestas duas últimas edições. A festa de 2011 teve como tema «Para que serve o canto popular», tema discutido pelo o Coro e outras pessoas em três sessões na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

Do trabalho no campo, nas fábricas e na secretaria da autarquia ao trabalho cultural e político: a fotografia, o cinema, a música, a recolha oral, as edições, os comunicados. A participação no movimento de 68 em Itália. Como nasceu a Lega di Cultura di Piadena. Como cresceu a sua festa anual. Por que razões se preocupam (ainda) com o canto popular.

Além da conversa acontece a projecção de documentários de Giuseppe Morandi, uma pequena exposição da sua fotografia e canções pelo Coro da Achada. A conversa terá tradução simultânea para português.

3 e 6 de Junho: ‘Autobiografia’ de Mário Dionísio vista por Rui Canário; leitura de ‘A Paleta e o Mundo’ e cinema com ‘Os camisardos’ de René Allio

2 de Junho de 2011

Na sexta-feira, 3 de Junho, acontece a 13ª sessão de ‹‹Mário Dionísio, um escritor››. Depois de já se ter falado sobre a sua poesia e a sua prosa, de se terem lido diversos poemas e contos, vamos conversar sobre a sua Autobiografia (O Jornal, 1987) com Rui Canário.

‹‹Contar a minha vida. Sempre que me falam nisso, imagino-me sentado num banco de cozinha, com um grosso camisolão, ombros caídos, a olhar por uma janela alta e estreita o que ela deixa ver da floresta. Alguém deixou um machado na peque­na clareira em frente da janela. Andarão a rachar lenha. Grandes aves esvoaçam lá por fora, não muito alto decerto. E, além disto, silêncio. O pro­fundo silêncio do que não volta mais.
Mas que floresta? Nunca vivi em nenhuma floresta. Nem sequer perto de. Talvez uma lógica interna — penso então — comande os próprios des­mandos do nosso pensamento. E esse indivíduo mais ou menos ruço, no meio da cozinha lajeada, olhando o que não existe, queira dizer apenas que tudo foi bastante diferente do que eu teria desejado. Ou será a suspeita (uma quase certeza) de que contar a nossa vida é impossível. Por isso, à ideia de lembrar o que vivi e como, correrei a meter-me na pele de um qualquer em que mal me reconheço. É o que se chama atropelamento e fuga.››

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Na segunda-feira, 6 de Junho, às 18h30, começa a leitura de mais um capítulo da 1ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Pedro Rodrigues lê e comenta, enquanto vão sendo projectadas imagens dos quadros referidos, o capítulo ‹‹Os caprichos têm data››. Mais tarde, às 21h30, continua o ciclo de cinema ‹‹Revoltas e Revoluções›› com a projecção de Os camisardos (1972, 100 min.) de René Allio sobre as revoltas camponesas em França entre 1702 e 1705.

SEGUNDA 6 JUN 11

No sábado há um debate à noite, pelas 21h30, organizado por O Beco/EXIT!, com o tema ‹‹A inocência perdida da produtividade›› a partir do texto de Claus Peter Ortlieb com o mesmo título.

Programação de Junho de 2011

30 de Maio de 2011

JUNHO 11

Aqui podem consultar a restante programação da Casa da Achada em maior pormenor.

28 a 30 de Maio: conversa sobre o ‘Manifesto do Partido Comunista’ de Marx e Engels por quem quiser, oficina ‹‹Gravar Maio››, leitura de ‘A Paleta e o Mundo’ e projecção de ‘Histórias da revolução’ de Tomas Gutierrez Alea

26 de Maio de 2011

Os últimos dias de Maio têm actividades várias na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

No dia 28 de Maio, sábado, às 16h, há uma sessão especial de ‹‹Livros das nossas vidas›› dedicada ao Manifesto do Partido Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels. Em vez de convidar um orador para falar sobre esta obra, convidamos todos os que a leram ou a releram no último ano a aparecerem e conversarem sobre o Manifesto.

LNV MAI 11 - 2

Com a aproximação do fim do mês, no dia 29 de Maio às 15h30, acontece também a última sessão da oficina de gravura e impressão, ‹‹Gravar Maio››, com Carla Mota. No fim da oficina vai ser montada uma pequena exposição com as gravuras feitas nestas três sessões.

OFICINA MAIO 11

No dia seguinte, na segunda-feira, 30 de Maio, continuam os dois ciclos habituais da Casa da Achada. Às 18h30 lê-se a 1ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. É Helena Barradas que continua a leitura, com projecção de imagens das obras citadas, do capítulo ‹‹A ciência contra a arte?››. À noite, pelas 21h30 projectamos mais um filme do ciclo ‹‹Revoltas e Revoluções››: Histórias da revolução (1960, 81 min.) de Tomas Gutierrez Alea sobre a Revolução Cubana. Quem apresenta é João Rodrigues.

SEGUNDA 30 DE MAIO 11

20 a 23 de Maio: oficina Gravar Maio, leitura de ‘A Paleta e o Mundo’, cinema com ‘A nova Babilónia’, o Coro da Achada na Lourinhã e um debate da UNIPOP

19 de Maio de 2011

No domingo, 22 de Maio, das 15h30 às 17h30 continua ‹‹Gravar Maio››, oficina de gravura e impressão, orientada por Carla Mota. Ainda há lugares disponíveis e é para todos com mais de 6 anos.

OFICINA MAIO 11

No dia seguinte, segunda-feira, 23 de Maio acontecem dois ciclos na Casa da Achada. Às 18h30 iniciamos um novo capítulo de A Paleta e o Mundo: ‹‹A ciência contra a arte?››. Quem lê este capítulo, o 2º da 1ª parte do livro de Mário Dionísio, com projecção das obras citadas, é Helena Barradas. À noite, pelas 21h30, continua o ciclo de cinema ‹‹Revoltas e Revoluções›› com a projecção de A nova Babilónia (1929, 120 min.), um filme de Grigori Kozintsev e de Leonid Trauberg sobre a Comuna de Paris. Quem apresenta o filme é Tiago Afonso.

SEGUNDA 23 DE MAIO 11

No sábado, 21 de Maio, o Coro da Achada canta na Lourinhã a convite da Câmara Municipal, inserido no ciclo ‹‹Cantar a Diversidade››. A sessão acontece às 21h30 na Associação Musical e Artística Lourinhanense e conta também com a participação do Grupo Etnográfico da Ucrânia – OBERIG.

Informamos também que a 20 de Maio há mais uma sessão na Casa da Achada organizada pela UNIPOP e pela revista imprópria. Pelas 21h30 realiza-se o debate ‹‹Rebeldes contra o futuro? 200 anos depois do ludismo›› e conta com a participação de José Luís Garcia, Gualter Baptista e José Neves.

Cartaz_luditas

Agora já podem descarregar a ‘Ficha 2’ e o catálogo da exposição ‘Mário Dionísio – Vida e Obra’

18 de Maio de 2011

No passado 25 de Abril, quando se inaugurou a exposição ‹‹Mário Dionísio – Vida e Obra››, também foi lançado o nº 2 do boletim da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio: a Ficha 2.

No boletim podem consultar tudo o que se tem passado na Casa da Achada desde o lançamento da Ficha 1, no final de Setembro de 2010, para além de um texto inédito de Mário Dionísio,‹‹Conversa com o censor››, um texto sobre Maria Letícia e as suas respostas ao ‹‹Inquérito às Mulheres Portuguesas›› (O Diário, 1936), um artigo de Pedro Rodrigues sobre o Coro da Achada e a sua ida à festa da Lega di Cultura di Piadena, outro artigo de Miguel Castro Caldas sobre a oficina ‹‹Música com História(s)›› e uma saudação a Francisco Castro Rodrigues.

A Ficha 2 pode agora ser descarregada em PDF clicando aqui ou sobre a imagem. Para consultar em papel e com melhor qualidade a brochura está disponível (por uma moeda ou gratuitamente para os Amigos e Fundadores da Achada) na Casa da Achada.

Ficha 2_Page_01

Deixamos também para descarregar o catálogo da exposição recentemente inaugurada (clicar nas imagens):

MD-vida e obra - frente MD - vida e obra - verso

Textos e ilustrações da Leitura Furiosa em Lisboa

17 de Maio de 2011

‹‹Utopia, utopia›› por Filomena Marona Beja com Octávia, Ricardo, Carlos e David do Centro de Dia do Socorro. Ilustração por José Smith Vargas.

‹‹A tampa da caneta›› por Jacinto Lucas Pires com Natalina, António, Custódia, Carmelina, Conceição e Maria do Centro Social da Sé. Ilustração por Nuno Saraiva.

‹‹As meninas que não sabem os nomes dos autores›› por Jaime Rocha com Rita, Tatiana, Marta e Ariane da Escola Gil Vicente. Ilustração por Pierre Pratt.

‹‹Dois círculos›› por José Mário Silva com Adelino, Hélder, Daniel, José Manuel e João Miguel no Centro de Apoio Social dos Anjos. Ilustração por Zé d’Almeida.

‹‹O encontro é na Casa da Achada›› por Margarida Vale de Gato com Jaime, Lucas, Maria, Mateo, Rita e Rui do 3º ano da Escola do Castelo. Ilustração por Bárbara Assis Pacheco.

‹‹A volta›› por Nuno Milagre com Gulalai, José, Nasri e Ousmane do Centro Português para os Refugiados (CAR, Bobadela). Ilustração por Nadine Rodrigues.

 

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020