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Arquivo para a categoria ‘Diversos’

 

A Kantata do Tecto Incerto

25 de Julho de 2022

Chegámos quase ao fim de uma caminhada que começámos há anos, quando surgiu a vontade de fazer uma nova «kantata», à semelhança do que foi em 2013 a Kantata de Algibeira (ver aqui).

A ideia era a criação colectiva de um espectáculo, um coro de vozes, construído por quem não está acostumado a ter voz, que desse a ouvir as suas inquietações, reflexões e propostas sobre os problemas da habitação, neste mundo em que as cidades se transformam em tabuleiros de Monopólio.

A busca por financiamentos que não chegaram atrasou o arranque dos trabalhos. Até que, no fim de 2020, um crowdfunding que teve a participação de cerca de 200 pessoas nos deu novo alento.

Infelizmente, novas peripécias nos esperavam: primeiro, a pandemia do COVID, que tudo paralisou; depois, a morte de Margarida Guia, pessoa fundamental para a realização da anterior Kantata d’Algibeira e que teria também em mãos a construção desta nova Kantata do Tecto Incerto.

Fomos assim obrigados a reinventar o projecto. Reunimos uma equipa um pouco diferente da inicialmente pensada e reagendámos os trabalhos.

Em Fevereiro de 2022 demos início a uma série de encontros entre Luiz Rosas (da associação Cardan, de Amiens, que combate a iliteracia e cuja Philharmonique des mots inspirou estas kantatas) e pessoas variadas, afectadas por problemas de habitação. A partir das conversas geradas, Regina Guimarães (autora também do texto da Kantata d’Algibeira) escreveu um libreto.

Em Abril, começaram novos encontros entre algumas daquelas pessoas e ainda outras, sem experiência de palco, que, orientadas pelos trabalhos de música e de cena de Nicolas Brites, Pedro Rodrigues e João Caldas, se envolveram num processo que culminou, em Julho, com a apresentação da Kantata do Tecto Incerto, primeiro no Teatro S. Luiz, depois no Largo da Achada. Foi ainda apresentada uma fatia da Kantata na associação Sirigaita.

Esta caminhada ainda não chegou ao fim. Por estes dias, a Casa da Achada está a preparar uma exposição sobre o processo de construção Kantata do Tecto Incerto, que inaugurará no fim do mês de Julho. Para além disso, o grupo de pessoas que a fez está a avaliar a possibilidade de poder voltar a reunir-se para novas apresentações a partir de Setembro.

A Casa da Achada – Centro Mário Dionísio deseja mais uma vez agradecer a todos os que tornaram a Kantata do Tecto Incerto possível. Aos sócios e amigos da Casa da Achada que tiveram esta vontade, que desenharam e redesenharam planos, que montaram e ajudaram a divulgar a campanha de crowdfunding, que propuseram a participação de outros amigos, que trabalharam, voluntariamente, para a realização desta ideia. A todos os que participaram, financeiramente, no crowdfunding que tornou possível a remuneração de alguns dos trabalhos de criação e o pagamento das despesas de produção. Ao Teatro de S. Luiz que acolheu a estreia do espectáculo. Finalmente, àqueles que meteram mais as mãos na massa da Kantata: Luiz Rosas, Regina Guimarães, Nicolas Brites, Pedro Rodrigues, João Caldas, Catarina Carvalho, que se encarregou de toda a produção, Inês Nogueira, que deu uma “mãozinha” na voz; a todos aqueles que participaram nas conversas e encontros desta caminhada; e aos que subiram à cena: Alessandra Esposito, Ana Baltazar, Ana Gago, Ana Mourão, Ana Paula Silva, Anabela Cardoso, Antonio Gori, Artur Pispalhas, Camille Bourdeau, Carla Costa, Carla Pinheiro, Carlos Quintelas, Clara Amaro, Clara Pelotte, Cláudia Oliveira, Fernando Afonso, Fernando Chaínço, Françoise Bourchenin, Ilda Feteira, Jesús Manuel, João Neves, Jorge Aurélio, Jorge Ramalho, Julia Geiger, Leonor Domingos Antunes, Maria Gomes, Maria João Costa, Marlisa Conceição, Olga Germano, Paula Silva, Pedro Ferreira, Raquel de Castro, Rosa Santos, Rosário Conceição, Rubina Oliveira, Susana Baeta, Susana Domingos Gaspar, Teresa Mamede, Teresa Valério.

A Kantata é uma casa de chegada ou de partida?

 

O tempo que passa e a gente a contratempo

19 de Julho de 2022

O atelier de cópias

O microfone aberto

A leitura à desgarrada do Prometeu

A gente a contratempo

O Van Gogh também veio

 

1 de Julho de 2022

Para consultar a programação para este mês

da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio

clicar AQUI

 

À volta do 25 de Abril na Casa da Achada

28 de Abril de 2022

Tanta coisa nestes três dias…

OBRIGADO ao Renato Roque e ao Frederico Mira George pelas duas belas exposições de fotografia e de pintura que inaugurámos no dia 23, sábado.

Foi bom estar à conversa com eles sobre pintura e fotografia, sobre os tamanhos, as cores, os modos de fazer e as ideias das artes. Alguém disse que criar é sempre «a partir de…», neste caso com artes plásticas que brotam da escrita de Carlos de Oliveira e de Mário Dionísio. Encontros de amizades antigas e de hoje. Já agora OBRIGADO também a quem pôs estas exposições de pé desmontando, montando, medindo, furando, pintando, colando.

OBRIGADO a todos os leitores atentos do terceiro volume do Passageiro Clandestino de Mário Dionísio que, na tarde de domingo 24, nos deram vontade de ler também esta nova edição, mais uma vez profusamente anotada por Eduarda Dionísio. Em particular a António Pedro Pita, Luís Bigotte Chorão, Luís Crespo de Andrade, Natércia Coimbra, Raquel Henriques da Silva, Luís Ricardo Duarte e Manuel Nunes que no fim leu um poema de Mário Dionísio em que a protagonista é a máquina de escrever. Leiam este Passageiro Clandestino e vão perceber!…

OBRIGADO ao Coro e ao Grupo de Teatro Comunitário da Casa da Achada que fizeram um espectáculo sobre o 25 de Abril com palavras, músicas e até cartazes feitos à mão… E tanta gente a ver e a cantar também!

OBRIGADO aos CASAL DO LESTE que ofereceram um concerto fora do vulgar. Terá sido punk neo-realista, rock libertário ou pop literário? Certo ´é que fez faíscas no corpo e na cabeça das mil pessoas que por ali passaram.

OBRIGADO também a quem preparou terreno, tratou de comidas e bebidas, a quem ajudou em tudo e mais alguma coisa e fez com que fosse um momento transbordante de encontros e reencontros.

25 de Abril sempre! Vê-se agora melhor o mais distante?

 

Vão começar os ensaios!

6 de Abril de 2022

Vamos arrancar com os ensaios da Kantata!

Durante o mês de fevereiro, ouvimos muitas pessoas e grupos de pessoas sobre habitação e direito à cidade. Essas palavras alimentaram a escrita de um texto pela Regina Guimarães.

Estamos agora a convidar as pessoas que o inspiraram e outras interessadas neste projecto para um novo encontro, a fim de começarmos a conhecer e explorar esse texto. Podemos mesmo chamar a esse ajuntamento primeiro ensaio da Kantata do Tecto Incerto! Terá lugar já no próximo domingo, dia 10 de abril, às 17h na Casa da Achada.

Este será o primeiro de vários encontros para trabalhar o texto, experimentar sonoridades com os nossos músicos e ensaiar a metamorfose dessas matérias em cantata*. Pode-se aparecer sem compromisso, mas o agendamento do processo de trabalho que imaginámos é o seguinte: dois ensaios semanais (um à quinta-feira à noite, outro ao sábado à tarde), de maneira a que as pessoas possam vir pelo menos a um deles por semana, durante os meses de Abril, Maio e Junho.

Em Abril haverá algumas variações em relação a este calendário e os ensaios, em princípio, serão nestes dias:

– Domingo 10 abril 17h – 19h
– Sexta 15 abril 20h30 – 23h
– Sábado 16 abril 16h – 19h
– Quinta 28 abril 20h30 – 23h
– Sábado 30 abril 18h – 21h

Vem e traz aquela pessoa a quem participar nisto connosco faria mesmo bem!

* Palavra de origem italiana que designa uma composição vocal, por vezes coral, religiosa ou profana, e compreendendo, em geral, vários andamentos.

 

JORGE SILVA MELO

15 de Março de 2022

A perda é tremenda para a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, de que foi fundador em 2008, a cujos corpos gerentes pertenceu, e que ajudou a construir escrevendo textos, participando em conversas e debates, apresentando filmes, dando ideias.

Jorge Silva Melo foi aluno de Mário Dionísio no Liceu Camões – ver aqui um dos textos que escreveu sobre como isso o marcou. Leu textos de Mário Dionísio em voz alta. Escreveu sobre a sua obra. Fez o Prefácio a Poesia Completa (2016). Conviveu com o professor que admirava, em diversas ocasiões.

Grande amigo de Eduarda Dionísio, que esteve com ele em vários projectos colectivos. Entre eles, a viagem colectiva de estudantes ao Festival de Teatro de Avignon (1968), o  Grupo de Teatro da Faculdade de Letras (1969), a revista Crítica (1971-1972), a campanha eleitoral do PSR (como independentes) para o Parlamento Europeu e o jornal «Combate» (1987), a fundação da Abril em Maio – associação cultural (1994), além da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio.   

 

Inês Nogueira e Artur Pispalhas a assobiar muito à vontade… no Chão da Achada

26 de Fevereiro de 2022

Desta vez com convidados muito especiais.

A partir do conto de Mário Dionísio «Assobiando à vontade» (1944), Inês Nogueira e Artur Pispalhas voltam a contar-nos este conto desta vez com a participação especial de Pedro e Diana e Carlos «Zíngaro».

Foi no sábado, 26 de fevereiro, às 18h30.

 

Padre Mário de Oliveira

25 de Fevereiro de 2022

Sabemos da morte do Padre Mário e lembramo-nos das várias vezes que veio à Casa da Achada. E aqui deixamos um registo em vídeo de uma dessas vezes, uma sessão da rubrica «Itinerários» (em 27 de Outubro de 2012), em que contou a sua vida:

 

A Kantata do Tecto Incerto vai arrancar!

27 de Janeiro de 2022

Caros amigos cujo contributo vai possibilitar
a criação da KANTATA DO TECTO INCERTO,
pedimos desculpa pelo nosso longo silêncio.

A Margarida Guia, encenadora e sonoplasta a quem,
na sequência do seu extraordinário trabalho no âmbito da KANTATA DE ALGIBEIRA,
fora confiada a direcção artística desta nova peça musical,
faleceu a 19 de julho de 2021.

Não encontramos palavras capazes de descrever o doloroso sentimento de perda da amiga, da companheira de estrada e da artista sui generis que até há bem pouco tempo nos deixou incapazes de reagir e decidir quanto ao rumo da KANTATA DO TECTO INCERTO.

Definidos que foram finalmente os moldes de continuação dum projecto que a Margarida Guia faria questão de ver realizado, vimos por este meio convidar-vos para a sessão que marcará o arranque dos trabalhos. Terá lugar na Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, no dia 12 de Fevereiro, às 18 horas.
A partir de imagens e sons, conversaremos acerca do imenso desafio que temos pela frente.

Vinde numerosos. Precisamos do calor da vossa presença.
Saudações poéticas e políticas
e votos dum bom e belo 2022

 

Rádio na Achada – O Coro foi a Cambedo

25 de Janeiro de 2022

Aqui publicamos o programa RÁDIO NA ACHADA, que passou na sexta-feira 21 de Janeiro às 21h e no sábado 22 de Janeiro às 17h, na Rádio Paralelo.

Trata-se de uma reportagem da ida do Coro da Achada a Cambedo da Raia em 18 e 19 de Dezembro passados, no âmbito da iniciativa «Cambedo da Raia 75 anos depois – Resistência e Homenagem»

https://archive.org/details/ra-2022-01-21-cambedo

 

Ouvido de Tísico nº 26

17 de Janeiro de 2022

O próximo Ouvido de Tísico é já o número 28 (vamos ouvir o programa DO SILÊNCIO no domingo 23 de Janeiro às 15h30), mas a verdade é que estava prometido (já desde o ano passado!) publicar o Ouvido de Tísico nº 26: RÁDIO CABUL – A RESISTÊNCIA É A LIBERDADE DE TODOS, um programa feito por André Luís Alves, que ouvimos na Casa da Achada em Novembro. Aqui está ele:

https://archive.org/details/ot-26

Nas sessões «Ouvido de Tísico» a proposta é escutar. Fácil? Difícil? Num mundo que nos quer entupir os ouvidos, nós queremos continuar a fazer cócegas ao caracol. Ouvir-se-ão textos de vários autores, saladas musicais, documentos desencantados do Centro de Documentação da Casa da Achada, discos do princípio ao fim, entrevistas, enfim, de tudo um pouco. Pode-se ouvir de pé ou sentado, sentado ou deitado. Pode ouvir-se de olhos fechados ou abertos, abertos ou semicerrados. Pode-se desenhar enquanto se ouve, ou escrever, ou não fazer mais do que… ouvir.

 

6 de Janeiro de 2022

Este poema de «Le feu qui dort» levou-nos a Joan Miró: uma pintura intitulada A cobra com papoilas andando sobre um campo de violetas povoado por lagartos enlutados


54.
Por muito que gritemos vitória
sobre as fraquezas pretensamente
irrisórias

Sob as flores cilada da curva da estrada
a nossa víbora
torturada torcionária
aguarda

(trad. de Regina Guimarães)

 

Achada na Rádio – 29º programa

26 de Dezembro de 2021

Aqui publicamos o vigésimo nono programa ACHADA NA RÁDIO, que passou na sexta-feira 24 de Dezembro às 21h e no sábado 25 de Dezembro às 17h, na Rádio Paralelo.

ACHADA NA RÁDIO é um programa para ouvir feito pelas vozes que frequentam e compõem a Casa da Achada, com notícias da actualidade, divulgação da obra de Mário Dionísio e não só, leituras e releituras, invenções, efemérides, canções! Ouçam!

https://archive.org/details/ar-29

Entre outros ingredientes este programa tem dentro: Adão Contreiras, Adelino Gomes, Amigos da Casa da Achada, Antonino Solmer, António Ramos Rosa, Catherine Dumas, Clara Boléo, Cláudia Oliveira, Coro da Achada, Diana Dionísio, DJionísio, Eduarda Dionísio, Eupremio Scarpa, Filomena Marona Beja, Grupo de Teatro Comunitário da Casa da Achada, Ian “Lemmy” Kilmister, Inês Nogueira, Isabel da Nóbrega, João B. Serra, João Rodrigues, Lena Bragança Gil, Luca Argel, Luís Bigotte Chorão, Luis Miguel Cintra, Luísa Duarte Santos, Mário Dionísio, Miguel Ângelo, Motörhead, Nat King Cole, Pedro Rodrigues, Rádio Paralelo, Regina Guimarães, Rubina Oliveira, Sofia Ortolá, Toni, Ursula K. Le Guin, Xutos & Pontapés, Zé Mário Branco, Zeca Afonso.

 

Fez frio, esteve quente e a Achada cheia de gente

16 de Dezembro de 2021

O sol ajudou, mas o frio de fim de tarde não foi suficiente para desmobilizar quem se deslocou à Casa da Achada no passado fim de semana, 11 e 12 de Dezembro, quando se iniciaram os dias Faça frio ou esteja quente, Achada com a gente! E foram centenas de pessoas que acolhemos de coração cheio e a quem, agora, agradecemos.

Logo a abrir, no sábado, 11, o Coro da Achada juntou-se ao Grupo de Teatro Comunitário da Casa da Achada para, em conjunto, apresentarem a nossa agenda para 2022. Trata-se da primeira agenda editada pelo Centro Mário Dionísio e baseia-se (sem se limitar a ele) no primeiro volume do diário inédito do próprio Mário Dionísio, chamado Passageiro Clandestino I, que lançáramos no 25 de Abril passado. Uma agenda que, para além da sua imensa utilidade e extraordinária beleza (isto falando com a proverbial modéstia de Mário Dionísio), nos lembra que, depois de tanto tempo com as nossas vidas entregues a peritos e especialistas, em 2022 «é preciso criar os dias».

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A Agenda para 2022 «É preciso criar os dias» está à tua espera na Casa da Achada, no seu horário de abertura. Também pode ir ter contigo a casa, se a pedires para centromariodionisio@gmail.com

Findo o espectáculo do Coro e do Grupo de Teatro, as pessoas que se tinham espalhado pelo Largo da Achada para assistirem foram-se dirigindo para o interior da Casa da Achada, onde, para além da Agenda, puderam ver as mil coisas que preparámos para preencher as nossas bancas: muitos livros, entre os quais todas as nossas edições, t-shirts, doces, palavras cruzadas, cadernos, pechinchas vintage, CDs, K7s, serigrafias e um sem fim de lembranças. Quem quis pôde até habilitar-se a um cabaz (na verdade eram dois) daqueles de fazer o pai natal chorar de inveja sobre coca-cola derramada.

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No próximo dia 19, há o sorteio de mais dois cabazes. Apressa-te a apetrechar-te com o papel habilitador! Dirige-te à Casa da Achada no seu horário de abertura para o adquirires!

Nas bancas, a grande novidade destes dias ainda largava um cheiro a gráfica, o odor inconfundível de «livro acabado de sair do forno» (em sentido figurado, claro): o segundo volume de Passageiro Clandestino, o diário inédito de Mário Dionísio, devidamente acompanhado, talvez não casado mas, pelo menos, em união de facto, com as respectivas Notas, obra de Eduarda Dionísio. A própria lançou a sessão, onde essa ideia de inseparabilidade entre «Diário» e «Notas» foi dita e repetida.

A abrir tudo, um inesperado e extraordinário acontecimento: a «devolução» do quadro Ave oculta, uma pintura abstracta de 1992 que Mário Dionísio oferecera a Isabel da Nóbrega. Esta, entre outras coisas, incumbiu a filha (também Isabel) de, à sua morte, «devolver» o quadro à filha de quem o pintou. Esse momento aconteceu ali, é irrepetível, e surgiu como uma 1103ª nota, esta apresentada ao vivo e a cores (agora diz-se «em tempo real»). O quadro Ave oculta pode agora ser visto na Casa da Achada.

Para a ajudarem a explicar o que se passa neste segundo volume do diário de Mário Dionísio, Eduarda Dionísio convidou várias pessoas que tinham tido o privilégio de ler estes documentos antes de estarem disponíveis para o comum dos mortais.

Tal como no lançamento do primeiro volume, a abordagens mais filosóficas ou antropológicas, de investigadores e curiosos, juntaram-se testemunhos de quem esteve com o(s) livro(s) em trabalhos de bastidores, nomeadamente quem o(s) ajudou a rever e a existir enquanto objecto. E assim ouvimos as impressões de Clara Boléo, Cláudia Oliveira, Catherine Dumas, João Rodrigues, João B. Serra, Luísa Duarte Santos, Adelino Gomes, Luís Miguel Cintra, Luís Bigotte Chorão.

Entre leituras de excertos deste segundo volume do Passageiro Clandestino – seleccionadas e lidas por Inês Nogueira e Lena Bragança Gil -, muitas coisas foram ditas, muitas citações lidas, muitos sorrisos trocados, muitas cumplicidades criadas ou reforçadas. Tantas, que a sessão, apesar de ter começado, como previsto, pelas 16h30, não permitiu que toda a gente convidada conseguisse falar e transbordou ainda para as conversas informais que aconteceram depois no jardim, deixando a vontade de se voltar, em breve, a esta conversa à volta do Passageiro Clandestino II e suas notas.

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O inédito Volume II do diário de Mário Dionísio Passageiro Clandestino está disponível na Casa da Achada. Visita-nos no nosso horário de abertura.

O convívio no jardim, regado a comes&bebes, foi aveludado pelo DJ set temático de DJionísio, que ajudou a aguentar o acentuado arrefecimento nocturno e que, se não fez dançar todos os esqueletos, chegou a abanar alguns bem improváveis.

No domingo, dia 12 de Dezembro, o nosso jardim albergou a 27ª sessão da rubrica Ouvido de tísico, que nos presenteou com a audição integral do recém editado CD duplo Zé Mário Pirata, um conjunto de mais de 20 versões de músicas e canções de José Mário Branco que a Rádio Paralelo coordenou e lançou. Seguiu-se uma conversa animada que aproveitou a presença de alguns dos artistas envolvidos para se espalhar dos pormenores da participação ou da produção até questões prático-filosóficas relacionadas com direitos de autor e propriedade intelectual. Ainda temos alguns exemplares do Zé Mário Pirata para quem quiser.

Ah, e a fechar o domingo, ainda oferecemos dois cabazes!

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Os dias «Faça frio ou esteja quente, Achada com a gente!» continuam até 23 de Dezembro. Passa por cá para te lambuzares com as nossas bancas.

 

Achada na Rádio – 28º programa

15 de Dezembro de 2021

Aqui publicamos o vigésimo oitavo programa ACHADA NA RÁDIO, que passou na sexta-feira 10 de Dezembro às 21h e no sábado 11 de Dezembro às 17h, na Rádio Paralelo.

ACHADA NA RÁDIO é um programa para ouvir feito pelas vozes que frequentam e compõem a Casa da Achada, com notícias da actualidade, divulgação da obra de Mário Dionísio e não só, leituras e releituras, invenções, efemérides, canções! Ouçam!

https://archive.org/details/ar-28

Entre outros ingredientes, este programa tem dentro: Adão Contreiras, Antonino Solmer, Clara Boléo, Claudio Mur, Diana Dionísio, Eduarda Dionísio, Eupremio Scarpa, Ferro Rodrigues, Inês Nogueira, Mário Dionísio, Miguel Cardoso, Otis Redding, Pedro e Diana, Pedro Rodrigues, Rubina Oliveira, Sérgio Godinho, Toni.

O próximo programa será na sexta-feira 24 de Dezembro às 21h, para acompanhar a consoada, na Rádio Paralelo (com repetição no sábado seguinte às 17h). Não percam!

 

Faça frio ou esteja quente, Achada com a gente!

6 de Dezembro de 2021

A partir de 11 de Dezembro e até ao dia 23 de Dezembro a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio põe à venda as suas mais recentes edições, incluindo muitas novidades e realiza uma série de actividades fora do baralho. Entre as mais recentes edições estão o volume II de «Passageiro Clandestino» (diário inédito de Mário Dionísio), uma agenda para 2022 e outras surpresas. Serão dias com espectáculos musicais, com livros e leituras, encontros e debates. Coisas bonitas, ideias e gente para continuar pelo próximo ano fora: por outras formas de fazer e pensar a cultura, faça chuva ou faça sol.

Programa de sessões:

11 de DEZEMBRO – 15H30
LANÇAMENTO DA AGENDA «É PRECISO CRIAR OS DIAS»
Este ano, pela primeira vez, a Casa da Achada lança uma original e prática agenda para 2022, com citações do primeiro volume do diário de Mário Dionísio, PASSAGEIRO CLANDESTINO, e outras reproduções de materiais do seu espólio. O lançamento terá leituras e canções pelo Coro e pelo Grupo de Teatro Comunitário da Casa da Achada.
LANÇAMENTO DO 2º VOLUME DO PASSAGEIRO CLANDESTINO
Depois do lançamento em Abril passado do 1º volume do diário de Mário Dionísio, PASSAGEIRO CLANDESTINO, escrito entre 1950 e 1957, lançamos agora o 2º volume, escrito entre 1959 e 1967. Tal como aconteceu com o 1º volume, publicamos em conjunto um outro tomo de Notas ao diário, da autoria de Eduarda Dionísio.
O volume será apresentado por Adelino Gomes, António Pedro Pita, Catherine Dumas, Clara Boléo, João Rodrigues, João B. Serra e Luísa Duarte Santos e haverá leituras por Inês Nogueira e Lena Bragança Gil. Seguir-se-á uma conversa com a participação destes e doutros convidados.

12 de DEZEMBRO – 15h30
OUVIDO DE TÍSICO – ZÉ MÁRIO PIRATA
Vamos ouvir uma antologia de versões de canções de Zé Mário Branco acabada de sair: o disco duplo «Zé Mário Pirata», editado pela Rádio Paralelo. Ouviremos mais de uma dezena de artistas e bandas que responderam ao desafio de fazer uma versão de uma música e podemos conversar com alguns deles no fim.

13 de DEZEMBRO – 18h30
ARTES PÚBLICAS E PRIVADAS – CICLO A PALETA E O MUNDO
Leitura de «Artes públicas e privadas» de Eduarda Dionísio. Por Pedro Rodrigues.
Em Dezembro, interrompemos o ciclo «A Paleta pergunta e o Mundo responde» para ler um ensaio/conferência de Eduarda Dionísio publicado em 1997.
Podem as artes (públicas e privadas) ser uma alavanca do mundo?

13 de DEZEMBRO – 21h30
CINEMA: DOROGOY TSENOY / O CAVAVO QUE CHORA
Nesta sessão do ciclo «A cor no cinema» projectamos o filme «Dorogoy Tsenoy/ O cavalo que chora» (1957, 98′) de Mark Donskoi.

19 de DEZEMBRO – 16h
LEITORES ACHADOS
Os Leitores Achados encontram-se na Casa da Achada para ler em conjunto e comentar um conto.

20 de DEZEMBRO – 18h30
ARTES PÚBLICAS E PRIVADAS – CICLO A PALETA E O MUNDO
Leitura de «Artes públicas e privadas» de Eduarda Dionísio. Por Pedro Rodrigues.
Em Dezembro, interrompemos o ciclo «A Paleta pergunta e o Mundo responde» para ler um ensaio/conferência de Eduarda Dionísio publicado em 1997.
Podem as artes (públicas e privadas) ser uma alavanca do mundo?

20 de DEZEMBRO – 21h30
CINEMA: SESSÃO DE CURTAS METRAGENS
Nesta sessão do ciclo «A cor no cinema» projectamos projectamos curtas metragens de Normal McLaren, Walt Disney, Fernando Lopes e Manuel de Oliveira.

 

O 2º volume do diário de Mário Dionísio

29 de Novembro de 2021

Está no prelo o 2º volume de Passageiro clandestino, o diário inédito de Mário Dionísio. Este volume foi escrito entre 1959 e 1967.
Tal como o primeiro volume, é acompanhado de um grosso volume de notas, feitas por Eduarda Dionísio.
O lançamento será no próximo sábado 11 de Dezembro às 15h30, na Casa da Achada. O volume será apresentado por Adelino Gomes, António Pedro Pita, Catherine Dumas, Clara Boléo, João Rodrigues, João B. Serra e Luísa Duarte Santos e haverá leituras por Inês Nogueira e Lena Bragança Gil. Seguir-se-á uma conversa com a participação destes e doutros convidados.
No mesmo dia, lançamos também a agenda para 2022 «É preciso criar os dias», com citações do 1º volume de Passageiro Clandestino.

 

É preciso criar os dias – Agenda 2022

28 de Novembro de 2021

 

Achada na Rádio – 27º programa

28 de Novembro de 2021

Aqui publicamos o vigésimo sétimo programa ACHADA NA RÁDIO, que passou na sexta-feira 26 de Novembro às 21h e no sábado 27 de Novembro às 17h, na Rádio Paralelo.

ACHADA NA RÁDIO é um programa para ouvir feito pelas vozes que frequentam e compõem a Casa da Achada, com notícias de actualidade, divulgação da obra de Mário Dionísio e não só, leituras e releituras, invenções, efemérides, canções! Ouçam!

https://archive.org/details/ar-27

Entre outros ingredientes, este programa tem dentro: Adão Contreiras, André Luís Alves, Antonino Solmer, Coro da Achada, Diana Dionísio, Eupremio Scarpa, Grupo de Teatro Comunitário, Inês Nogueira, Isabel Lopes Cardoso, Jean-Luc Godard, Jorge de Sena, Lena Bragança Gil, Mário Cesariny, Mário Dionísio, Mário Viegas, Nancy Sinatra, Nina Hagen, Northern Cree, Pedro e Diana, Pedro Rodrigues, Toni, Ursula Le Guin

O próximo programa será na sexta-feira 10 de Dezembro às 21h, na Rádio Paralelo (com repetição no sábado seguinte às 17h). Não percam!

 

Achada na Rádio – 26º programa

15 de Novembro de 2021

Aqui publicamos o vigésimo sexto programa ACHADA NA RÁDIO, que passou na sexta-feira 12 de Novembro às 21h e no sábado 13 de Novembro às 17h, na Rádio Paralelo.

ACHADA NA RÁDIO é um programa para ouvir feito pelas vozes que frequentam e compõem a Casa da Achada, com notícias de actualidade, divulgação da obra de Mário Dionísio e não só, leituras e releituras, invenções, efemérides, canções! Ouçam!

https://archive.org/details/ar-26

Entre outros ingredientes este programa tem dentro: Adão Contreiras, Alexandre, Ana Baltazar, Antonino Solmer, António Mota Redol, Carlos de Oliveira, Clara Boléo, Clarice Lispector, Claudio Mur, Clelia Bettini, Los Chikos del Maíz, David Bowie, Diana Dionísio, Djuna Barnes, Dolores Ibárruri, Domingos Lobo, Eupremio Scarpa, F. Pedro Oliveira, GAC, Inês Nogueira, João César Monteiro, José Cardoso Pires, Lena Bragança Gil, Luís de Camões, Luísa Duarte Santos, Margarida Gil, Mariana Varela, Mário Dionísio, Otelo, Pedro Rodrigues, Serena Cacchioli, Sérgio Godinho & Xana, Sérgio de Sousa, Sofia Ortolá, Teia Campos, Victor Jara.

O próximo programa será na sexta-feira 26 de Novembro às 21h, na Rádio Paralelo (com repetição no sábado seguinte às 17h). Não percam!

 

Achada na Rádio – 25º programa

31 de Outubro de 2021

Aqui publicamos o vigésimo quinto programa ACHADA NA RÁDIO, que passou na sexta-feira 29 de Outubro às 21h e no sábado 30 de Outubro às 17h, na Rádio Paralelo.

ACHADA NA RÁDIO é um programa para ouvir feito pelas vozes que frequentam e compõem a Casa da Achada, com notícias de actualidade, divulgação da obra de Mário Dionísio e não só, leituras e releituras, invenções, efemérides, canções! Ouçam!

https://archive.org/details/ar-25

Entre outros ingredientes este programa tem dentro: Adão Conteiras, Alexandre O’Neil, Aline Frazão, Antonino Solmer, Antonio Catalano, Diana Dionísio, Djuna Barnes, Elza Soares, Eupremio Scarpa, F. Pedro Oliveira, Filipe Almeida, Francisca Sarmento, Inês Nogueira, Jacqueline Fortes, Joana Guerra, João Paulo Esteves da Silva, Jorge de Sena, Lena Bragança Gil, Margarida Rodrigues, Mariana Varela, Otelo, Mário Dionísio, Paulo Barrosa, Pedro Augusto, Pedro Rodrigues, Raúl Seixas, Serena Cacchioli, Sofia Ortolá, Toni.

O próximo programa será na sexta-feira 12 de Novembro às 21h, na Rádio Paralelo (com repetição no sábado seguinte às 17h). Não percam!

 

Achada na Rádio – 24º programa – especial aniversário

16 de Outubro de 2021

Aqui publicamos o vigésimo quarto programa ACHADA NA RÁDIO, que passou na sexta-feira 15 de Outubro às 21h e no sábado 16 de Outubro às 17h, na Rádio Paralelo e que é um especial aniversário, em que podemos ouvir alguns registos do que se passou nos seis dias A ACHADA NO 12º ANO. Lançamos também um novo desafio COM TRÊS PALAVRINHAS APENAS…

https://archive.org/details/ar-24

Entre outros ingredientes este programa tem dentro: Adão Contreiras, Adelina Precatado, Alfred Hitchcock, Aline Frazão, André Silva, Aníbal Raposo, Antonino Solmer, Bento de Jesus Caraça, Cantacronache, Coro da Achada, Diana Dionísio, Diogo Dória, DJionísio, Eduarda Dionísio, Emilio Jona, Eupremio Scarpa, Francesco Bertelli, Inês Nogueira, Joana Bagulho, João Rodrigues, Lena Bragança Gil, Luis Pastor, Margarida Guia, Mário Dionísio, Paula Silva, Pedro Rodrigues, Pedro Soares, Raymond Queneau, Regina Guimarães, Relâmpago, Rocco Rosignoli, Rubina Oliveira, Serena Cacchioli, Susana Queijo, Tiago Afonso e todas as outras pessoas que estiveram na Casa da Achada nos seis dias A ACHADA NO 12º ANO.

ACHADA NA RÁDIO é um programa para ouvir feito pelas vozes que frequentam e compõem a Casa da Achada, com notícias de actualidade, divulgação da obra de Mário Dionísio e não só, leituras e releituras, invenções, efemérides, canções e até uma rubrica de cozinha! Ouçam!

O próximo programa será na sexta-feira 29 de Outubro às 21h, na Rádio Paralelo (com repetição no sábado seguinte às 17h). Não percam!

 

A CASA DA ACHADA NO SEU 12º ANO

7 de Outubro de 2021

Que bom que foi passar o 12.º ano do Centro Mário Dionísio com a Casa da Achada cheia de amigos e amigas! Foi uma meia d´úzia de dias cheios de actividades e com muitas «disciplinas»: da matemática à hist´ória do século XX, da música à política, da educação visual à sociologia do quotidiano, da teoria da arte ao cinema, com uma última lição (que na verdade foi um debate…) sobre educar e aprender. E até houve uma visita de estudo e, claro, muito tempo para recreio. Também andámos em busca de fundos para ajudar a casa a continuar: houve comes e bebes, venderam-se edições da casa e muitos objectos com ideias dentro.

Esteve muita gente na Casa e no Largo da Achada durante estes seis dias…

Na tarde de domingo houve uma oficina de «Técnicas de expressão» a partir dos «Exercícios de estilo» do Raymond Queneau. E leram-se os textos hilariantes que daí resultaram!
No fim da tarde de domingo houve uma conversa bem viva com gente que leu (ou anda a ler) o «Passsageiro Clandestino», diário de Mário Dionísio com notas de Eduarda Dion´´ísio.
Numa das manhãs houve uma oficina em que se reutilizaram tintas para fazer paninhos com mensagens sobre o direito à habitação. Estas são as mãos da Rubina Oliveira, que orientou a oficina…
No domingo houve também uma sessão dedicada à Margarida Guia, uma grande amiga falecida este verão. Momentos de emoção e de improvisos com música e poesia, com uma pontinha de loucura, como imaginamos que ela gostaria. E usámos a sua biblioteca ambulante, a «Bibliambule», que ela deixou à Casa da Achada, porque tantas vezes aqui em Lisboa a usou… Que saudades, Margarida!
No sábado, depois de uma interessantíssima conversa com Emilio Jona, Rocco Rosignoli e João Rodrigues sobre música, política e sociedade, o coro da Achada fez um espectáculo a propósito dos 150 anos da Comuna de Paris. «Vive la commune!»
No convívio de Sábado à noite, houve Djionísio «in the house», com canções para (quase) todos os gostos. E até se dançou!

Podes encontrar aqui fotos de outras sessões e de muitos momentos…

 

Achada na Rádio – 23º programa

19 de Setembro de 2021

Aqui publicamos o vigésimo terceiro programa ACHADA NA RÁDIO, que passou na sexta-feira 17 de Setembro às 21h e no sábado 18 de Setembro às 17h, na Rádio Paralelo.

ACHADA NA RÁDIO é um programa para ouvir feito pelas vozes que frequentam e compõem a Casa da Achada, com notícias de actualidade, divulgação da obra de Mário Dionísio e não só, leituras e releituras, invenções, efemérides, canções e até uma rubrica de cozinha! Ouçam!

https://archive.org/details/ar-23

Entre outros ingredientes este programa tem dentro: Adão Contreiras, Adelina Precatado, Alfred Hitchcock, Aline Frazão, Amigos da Casa da Achada, Ana Queijo, Antonino Solmer, Cantacronache, Carlos Paião, Célia Correia Loureiro, Chico Buarque, Clara Amaro, Clara Boléo, Claudio Mur, Coro da Achada, David Perlov, Delacroix, Diana Dionísio, Diogo Dória, DJionísio, Egberto Gismonti, Emilio Jona, Eupremio Scarpa, Ferreira de Castro, Goya, Inês Nogueira, João Dias, João Rodrigues, José Smith Vargas, Lena Bragança Gil, Luca Argel, Margarida Guia, Margot, Mariana Varela, Mário Dionísio, MC5, Pedro Rodrigues, Picasso, Pignon, Regina Guimarães, Rob Tyner, Rocco Rosignoli, Rubina Oliveira, Tiago Afonso.

O próximo programa será na sexta-feira 15 de Outubro às 21h, na Rádio Paralelo (com repetição no sábado seguinte às 17h). Não percam!

 

A Casa da Achada no 12º ano

13 de Setembro de 2021

É verdade, faz quase 12 anos que a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio está aberta ao público, na Rua da Achada, em Lisboa! Uma dúzia de anos de porta aberta a divulgar a obra de Mário Dionísio e a fazer mil outras actividades.

A CASA DA ACHADA NO 12º ANO serão seis dias para nos encontrarmos, convivermos, recheados de sessões variadas – oficinas, conversas, música, cinema… que nos farão passar pela Matemática, a História do Séc. XX, a Educação Visual… até pela Introdução à Utopia, para nos perguntarmos sobre aprendizagens e liberdade.

Dias em que esperamos a vossa visita à exposição e às novas edições, a vossa participação nas sessões e o vosso apoio para continuar.

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020