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Segunda, Quinta e Sexta
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Áreas Principais

Arquivo para a categoria ‘Exposição’

 

Próximos dias na Casa da Achada

13 de Novembro de 2010

Com o fim, na passada segunda-feira, da exposição Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes vistos por Ursula Zangger, regressa a totalidade da exposição 50 anos de Pintura e de Desenho – 2 de Mário Dionísio e de artistas seus amigos. Pode ser vista até Abril de 2011 durante o horário de abertura da Casa da Achada: 2ª, 5ª e 6ª feira das 15h às 20h; sábados e domingos das 11h às 18h.

Expo 2

No dia 14 de Novembro, domingo, das 15h30 às 17h30, continua a Oficina de Fantoches orientada por Irene van Es. Depois de se terem feito as cabeças dos fantoches, agora é altura de as pintar. A ideia é fazer uma pequena cena retirada da peça Guignol (em português, Fantoches) de Jacques Prévert.

Oficina Fantoches

Na segunda-feira, dia 15, às 18h30, continua a leitura de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio, com projecção das imagens referidas na obra. Pedro Marques lê o capítulo «Sorrir e gritar» sobre o Expressionismo. À noite, às 21h30, projectamos a única longa-metragem do actor Marlon Brando: Cinco anos depois (1961, 141min.). Quem apresenta é João Rodrigues.

CARTAZ SEGUNDA 15 NOV

A 18 de Novembro, quinta-feira, às 18h, acontece a 7ª sessão de Mário Dionísio, um escritor. Cristina Almeida Ribeiro fala do livro de contos O dia cinzento e outros contos, publicado em 1967, reescrita de O dia cinzento, publicado em 1944.

MDE-NOV 10

 

2ª feira na Casa da Achada

7 de Novembro de 2010

Lembramos que amanhã, 2ª feira, várias coisas se passam na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

Durante o horário de abertura, das 15h às 20h, é possível visitar a exposição Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes vistos por Ursula Zangger. É o último dia da exposição de fotografias de Ursula Zangger, fotógrafa que conviveu de perto com os dois pintores nos anos 60 e 70.

Às 18h30 há leitura de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio com projecção das imagens referidas na obra. Pedro Marques continua a leitura do capítulo «Sorrir e gritar», sendo que esta parte incide sobre o Expressionismo.

À noite, pelas 21h30, projectamos a única longa-metragem de Pina Bausch: O lamento da imperatriz (1990, 106 min.). Quem apresenta é Vera Mantero.

Segunda 8 Novembro Fotos Ursula

 

Nos próximos dias na Casa da Achada

4 de Novembro de 2010

Este sábado há a última sessão de Pequeno é bom! – a sessão organizada mensalmente pela Chili Com Carne vai fazer uma pausa de Inverno. Das 16h às 19h poderão ver a banca de edições independentes, e participar nos lançamentos dos zines O Fígado da República de José Smith Vargas, Bhikkhú de David Campos e Nuno Marques e Cosmonauta de João Ortega. Haverá ainda a projecção de filmes. O programa está disponível no blogue da Chili Com Carne.
pequenoebom

No sábado, no Largo Camões, o Coro da Achada canta às 17h numa acção de convocação para a Greve Geral dos Precários Inflexíveis.

No domingo, 7 de Novembro, acontece a 1ª sessão da Oficina de Fantoches com Irene van Es das 15h30 às 17h30. E se no fim conseguíssemos montar a última cena duma peça de Jacques Prévert chamada Guignol (em francês, Fantoches) onde há um senhor rico, um casal e uma criança com pouco dinheiro (ou nenhum), um polícia, um vidraceiro, um homem do saco, um cão, um gato, um canário, um rato – tudo fantoches, a fabricar até lá aos domingos à tarde?
Oficina Fantoches
Às 18h do mesmo dia temos um concerto: Le Doux Vacarme, duo de acordeão e guitarra, tocam canções francesas.
Doux vacarme
Na segunda-feira, 8 de Novembro, às 18h30, há a leitura de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Pedro Marques continua a leitura do capítulo «Sorrir e gritar». Às 21h30 projectamos a única longa-metragem de Pina Bausch: O lamento da imperatriz. Quem apresenta é Vera Mantero.

Este é também o último dia em que é possível ver a exposição Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes vistos por Ursula Zangger.
Segunda 8 Novembro
A Casa da Achada chama à atenção para a realização de «a histórica clandestina»: «Como é que, afinal de contas, se escreve uma conversa de “consciência”?» (Geoffrey Batchen). Mais informações aqui.

 

Programação: Novembro de 2010

1 de Novembro de 2010

NOV 10

 

Nos próximos dias: conversas, exposições, cinema, oficinas e leituras

21 de Outubro de 2010

Esperam-nos quatro dias preenchidos na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

Este sábado, dia 23 de Outubro, acontecem duas coisas:

Às 16h inauguramos a exposição de fotografia «Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes vistos por Ursula Zangger», com a presença da autora. A exposição continua até o dia 8 de Novembro.

Fotos Ursula

Depois, às 17h, acontece a 4ª sessão de Itinerários. Desta vez é Jorge Valadas que nos falará do seu percurso: de Lisboa a Paris, nos anos 60; hoje entre Paris e Tavira; do trabalho manual ao trabalho intelectual; mudar a vida, mudar o mundo – o emigrante, o imigrado, o militante, o autor de livros em francês, com ou sem pseudónimo, também sobre Portugal.

Itinerarios 4

Nesse mesmo dia, em Paris, o Coro da Achada canta na Fête de Chorales no Les Condensateurs d’Idées (Montreuil).

Coros_Paris

No domingo, dia 24 de Outubro, às 15h30, continua a Oficina de Teatro. É a 3ª sessão coordenada por Mariana Goes.

Oficina Teatro

No dia seguinte, segunda-feira, 25 de Outubro há a sessão habitual de leitura de A Paleta e o Mundo às 18h30. João Rodrigues e Sónia Gabriel lêem o capítulo «Sorrir e gritar».

À noite, às 21h30, projectamos o filme Espoir, a única longa-metragem de André Malraux. Quem apresenta é Eduarda Dionísio.

SEG 25 Out

Terça-feira a Casa da Achada abre excepcionalmente à noite. Pelas 21h30 há a apresentação e projecção do filme De Caras de Tiago Afonso, a partir de uma longa entrevista com Camilo Mortágua, com a presença do realizador e do entrevistado. Aqui deixamos o que diz Tiago Afonso sobre o filme e a apresentação:

«Arrasta-se há mais de três anos aquilo a que eu chamava o projecto LUAR. Hoje apresento-o na Casa da Achada com o título “De Caras”. O que começou por ser uma investigação e conjunto de entrevistas à volta da Liga Unida de Acção Revolucionária centrou-se numa só personagem: Camilo Mortágua.
Filme de enorme simplicidade formal, trata-se de um depoimento montado no qual a personagem fala sobre o seu percurso desde o início dos anos sessenta até aos dias de hoje tendo como momentos essenciais as acções da organização antifascista e a aventura da Torre Bela, ocupação e consequente autogestão da herdade dos duques de Lafões, que se transformou num dos ícones do PREC por ter sido registado em filme pelo recém falecido realizador alemão Thomas Harlan.
A segunda dimensão do filme, ao nível da imagem, são desenhos feitos por PAM a partir do depoimento, sendo que apenas um ou outro tem características de ilustração. A maioria tende para a dispersão. Trata-se de interpretações subjectivas de palavras bastante objectivas.
Desde o início que entendo que o sítio ideal para apresentar pela primeira vez este projecto é a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, não só por certas afinidades políticas, mas também por ter sido com estas pessoas (Mário Dionisenses) que dei os meus primeiros passos na descoberta da história recente, mas forçosamente esquecida por muitos deste nosso malfadado país à beira mar encostado.»

De Caras

 

1º Aniversário da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio: 29 Set a 5 Out

25 de Setembro de 2010

cartaz aniversário

Programa Aniversário CA-CMD

(clicar para aumentar)

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1º Aniversário da Casa da Achada, mas antes há outras actividades

23 de Setembro de 2010

Antes da comemoração do Primeiro Aniversário da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, há ainda várias actividades.

Esta quinta-feira, dia 23, às 18:00h, acontece a 5ª sessão de Mário Dionísio, escritor. Manuel Gusmão vem falar-nos do livro Não há morte nem princípio. Na segunda-feira continua a leitura de A Paleta e o Mundo às 18:30h; e às 21:30h a última sessão de cinema ao ar livre: projectaremos O Sangue de Pedro Costa. No domingo continua a oficina de Fotografia Pinhole orientada por Luís Rocha e Tânia Araújo.

MD ESCR. GUSMÃO cartaz cinema ao ar livre

De 29 de Setembro até ao dia 5 de Outubro, comemora-se o Primeiro Aniversário da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

cartaz aniversário

Na quarta-feira, 29 de Setembro, às 19h, inauguramos duas exposições: 50 anos de pintura e de desenho – 2, composta por quadros de Mário Dionísio e seus amigos, com visita guiada; e uma exposição de fotografias e cartazes de 1 ano de actividades da Casa da Achada. Serão também lançadas duas edições: Ficha 1, o primeiro número do boletim da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio; e 5 serigrafias de desenhos de Mário Dionísio. Haverá ainda uma projecção de depoimentos sobre Mário Dionísio organizada por Regina Guimarães. Será servida uma refeição ligeira no jardim.

No dia seguinte, 30 de Setembro, às 18:00h, é lançado o livro Entrevistas de Mário Dionísio (1945-1991), conjunto de entrevistas feitas por e a Mário Dionísio. Será apresentado pelo grupo que organizou esta edição, coordenado por Cristina Almeida Ribeiro. Segue-se a projecção de excertos de entrevistas a Mário Dionísio.

Na sexta-feira, 1 de Outubro, às 18:00h, acontece a primeira sessão Amigos de Mário Dionísio, organizada por Diana Dionísio e Pedro Rodrigues sobre a actriz, declamadora e escritora Manuela Porto, com uma pequena exposição documental e leitura de textos.

O sábado, 2 de Outubro, será um dia preenchido. À tarde, pelas 17:00h, haverá uma sessão de leitura de textos de Mário Dionísio por vários fundadores da associação, actores e não-actores, com a coordenação de Luís Miguel Cintra: Mais verde, mais azul, mais branco, mais vermelho. Trata-se de um conjunto de textos, escolhidos e organizados por Eduarda Dionísio, lidos pela primeira vez em 1991, no Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, por ocasião dos «50 anos da vida literária e artística de Mário Dionísio», ainda na sua presença, com encenação de Luís Miguel Cintra e espaço cénico de Cristina Reis. A leitura foi repetida em 1996, no Teatro Taborda, por ocasião da homenagem intitulada «Não há morte nem princípio», organizada pela Biblioteca Museu República e Resistência. Terá agora novos leitores.
Nessa noite haverá canções às 21:30h. O grupo de cantadeiras CRAMOL, fundado em 1979, cantará várias canções tradicionais de mulheres. O Coro da Achada, formado em Junho de 2009 nesta casa, cantará canções de luta de vários países, para além de canções com letras de Mário Dionísio.

No domingo, 3 de Outubro, para além da montagem da exposição da oficina de Fotografia Pinhole, haverá a 6ª sessão de edição independente, Pequeno é bom, organizada pela Chili Com Carne. Ao mesmo tempo haverá pintura de murais em frente à Casa da Achada. Tudo às 15:00h.

Oficina MEF

Na segunda-feira, dia 4 de Outubro, regressamos à programação habitual da Casa da Achada. Às 18:30h há a leitura, com projecção de imagens, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio sobre a pintura do século XX. Às 21:30h inicia um novo ciclo de cinema: Realizadores de uma só longa-metragem. Projectamos Atalante de Jean Vigo.

Cataz1 só filme

No último dia da semana de aniversário, dia 5 de Outubro, comemoramos o Centenário da República. Haverá uma exposição de obras de arte oferecidas à Casa da Achada a partir das 11h e às 18h estas serão leiloadas. Durante o dia, a partir das 15h, vai plantar-se uma árvore com a leitura de textos de José Gomes Ferreira. Às 16h irão ser lidos textos de Raul Brandão sobre a República.

Convite

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Associação Casa da Achada – Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, r/c
1100-004 – Lisboa
Telf. 218877090
E-mail: casadaachada@centromariodionisio.org
Site: http://www.centromariodionisio.org/

 

Programação de Agosto de 2010

26 de Julho de 2010

AGOSTO 10

 

Como foi a Feira da Achada

22 de Julho de 2010

Feira da Achada Feira da Achada

A Feira da Achada realizou-se no passado 10 de Julho. Passaram por cá muitas pessoas para ver o que havia na feira, levaram livros, discos e objectos antigos (e outros menos antigos).

Feira da Achada - Visita Guiada Feira da Achada - Direis que não é poesia

Durante a Feira houve uma visita guiada à exposição «50 anos de pintura e de desenho» de Mário Dionísio e outros artistas com Eduarda Dionísio; e a 2ª sessão de «Direis que não é poesia» com Elisabete Piecho, que pôs toda a gente a reconstruir e a ler poemas de Mário Dionísio.

Feira da Achada - Coro da Achada Feira da Achada - Coro da Achada

No fim da Feira cantou o Coro da Achada.

Podem ver as restantes fotografias da Feira da Achada aqui:

 

Programação de Julho

28 de Junho de 2010

Calendário Julho

 

Passou-se um belo fim de semana na Casa da Achada: 19 e 20 de Junho

20 de Junho de 2010

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SÁBADO À TARDE: O ITINERÁRIO DE CLÁUDIO TORRES

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Veio de longe e foi para muito longe a conversa com Cláudio Torres, um dos fundadores da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio. Histórias sem fim que não couberam nas três horas de conversa e hão-de continuar um dia destes. Quem estava (infelizmente poucos) também contou e completou, perguntou. Não foi difícil perceber porque é que o Campo Arqueológico de Mértola (de que Cláudio Torres ainda falou pouco na Casa da Achada) é o que é.

E um pedido de desculpa: no último e-mail enviado dizíamos que a conversa era às 19h. Mas não era. Foi às 16h, como o cartaz e a outras informações anteriores indicavam. Talvez também por isso ter havido menos presenças do que esta espantosa sessão merecia.

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SÁBADO E DOMINGO: DUAS VISITAS COLECTIVAS À CASA DA ACHADA

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No sábado de manhã, a visita inesperada de uma dúzia de pessoas que andavam a conhecer melhor Lisboa: pararam, entraram pela mão de quem já tinha entrado, olharam, ouviram, perguntaram. Descobriram.

No domingo à tarde, a visita de cerca de 20 pessoas vindas do Porto, frequentadoras da Universidade do Autodidacta e Terceira Idade, acompanhadas por Irene Ferreira. Foi a ultima etapa de uma visita que passou pelo Museu Irene Lisboa, pelo Museu do Neo-Realismo e pelo Parque dos Poetas. Também olharam, ouviram, perguntaram. Descobriram.

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DOMINGO À TARDE: MONTAGEM DA EXPOSIÇÃO FINAL DA OFICINA DE FOTOGRAFIA «ACHAR A ACHADA» PARA GENTE NOVA (E MENOS NOVA)

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Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia, terminou a oficina de Fotografia. O trabalho foi montar a exposição do trabalho realizado nas duas sessões anteriores. Assim se achou a Achada, assim mostrou a quem quis ver, o achamento da Achada.

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FORA DE PORTAS, SÁBADO À NOITE: O CORO DA ACHADA CANTOU EM COIMBRA

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Vários elementos do Coro da Achada foram a Coimbra participar na festa da pintura do mural da história do Bairro da Relvinha, na Cooperativa Semear Relvinhas.

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AMANHÃ TAMBÉM É DIA

Cartaz-ciclo-paleta-2-245x300 Filmes proibidos antes do 25 de Abril Oficina Saguenail

Quem vier amanhã (segunda 21 de Junho) ao fim da tarde à leitura colectiva de A Paleta e o Mundo – é João Paulo Esteves da Silva que continua a ler o o capítulo «Nos umbrais da solidão», sobre os inícios da pintura moderna – e quem vier à noite ver ou rever Jules et Jim de François Truffaut, apresentado por Saguenail. Poderá ainda ver algumas imagens pelas portas e jardim: caricaturas de Salazar feitas por Cláudio Torres em 1966 (e recentemente editadas num pequeno álbum), assim como os resultados da oficina de fotografia.

 

Próximas actividades na Casa da Achada

13 de Abril de 2010

Quinta-feira, dia 15 de Abril, às 18:00h

Clube de Leitura com Filomena Marona Beja

O Estrangeiro de Albert Camus

Clube de Leirura Abril

Quem hoje se interessa pela Leitura Pública não se limita a conservar livros nas estantes e a pôr-lhes as referências nas bases de dados. Muito menos a emprestá-los, exigindo boletins de requisição correctamente preenchidos.

Os livros partilham-se. E de preferência, com um sorriso.

O Clube de Leitura da Achada é o encontro regular de pessoas que se irão tornando leitores/utilizadores da Biblioteca da Achada.

Os encontros, abertos a toda a gente, são destinados principalmente à população que mora perto, a crianças não muito pequenas, a estrangeiros com algum conhecimento da língua portuguesa.


Sábado, dia 17 de Abril, às 15:00h

Ciclo A Paleta e o Mundo: «Não se pode copiar» com Jorge Silva Melo

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Continuação do ciclo A Paleta e o Mundo. Leitura e debate do capítulo «Não se pode copiar» da obra de Mário Dionísio com Jorge Silva Melo.

«Entre a natureza e a arte há o homem e a sua permanente recusa a renunciar. Entre o homem e a obra há a força indomável e transformadora que o caracteriza. O mundo é para ele uma realidade maravilhosa que ele próprio sente, ele próprio interpreta, ele próprio transforma. Mesmo que em certos momentos passageiros de dolorosa depressão e aparente abulia o queira ou julgue querê-lo, o homem não pode submeter-se nunca à desumana condição de reflexo mecânico. Está aí a sua força. O seu itinerário é de luta e de risco. Esta limitação é um sinal de glória. O homem não pode copiar. O homem cria.»

Desta obra que levou mais de dez anos a escrever e que, publicada em fascículos, deu origem a dois grossos volumes ilustrados, com arranjo gráfico de Maria Keil, cuja publicação acabou em 1962, disse o autor: «não é uma história, não é um tratado, nem se dirige a especialistas. Quereria antes ser uma longa conversa».
De A Paleta e o Mundo disse José-Augusto França: «é uma proposta de cultura no domínio das artes picturais em que a crítica das obras e os factos biográficos se encadeiam com abundantes referências e citações de crónica especializada, revelando vastíssima bagagem de leitura. Trabalho de largo fôlego, de uma envergadura ensaística nunca antes pretendida nas suas quase mil páginas, a obra de Mário Dionísio marca uma época».
A primeira parte do livro coloca e discute um conjunto de questões sobre a Arte e a sua relação com a Sociedade. Foi mais tarde publicada separadamente com o título Introdução à pintura.
As segunda, terceira e quarta partes percorrem a pintura ocidental desde o século XVIII até meados do século XX, altura em que o livro foi escrito.
Existe ainda no mercado uma edição em cinco volumes sem ilustrações, publicada no início dos anos 70, também pelas Publicações Europa-América.

Domingo, dia 18 de Abril, das 15:30h às 17:30h

Obrigatório Afixar – Oficina de cartazes

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Partilhar o gosto e experimentar as possibilidades do cartaz como forma de comunicar no espaço público. Por José Smith Vargas e Nadine Rodrigues.

Para crianças a partir dos 6 anos e famílias. Número máximo de participantes: 20. Entrada livre.

Segunda-feira, dia 19 de Abril, às 18:30h

Leitura da 2ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

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Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Os sortilégios da luz», sobre o Impressionismo, por Margarida Lélis.

Segunda-feira, dia 19 de Abril, às 21:30h

Ciclo Filmes proibidos antes do 25 de Abril: Viridiana de Luis Buñuel

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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Viridiana de Luis Buñuel (1961, 90 min.). Quem apresenta é João Pedro Bernard. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Abril de 2010.

  • Outras actividades:

Quarta-feira, dia 14 de Abril, às 18:00h no Largo da Achada

Lançamento de Bute daí, Zé! de Filomena Marona Beja

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Apresentação por Francisco Louçã.

Organização: Sextante Editora

Sexta-feira, dia 16 de Abril, às 18:00h

Ciclo de documentários «Olhares da fronteira»

Galegos de Cá e de Lá – um documentário de Maria Júlia Fernandes

Galegos de Cá e Lá
A fronteira entre Trás-os-Montes e a Galiza foi sendo ajustada ao longo dos séculos. Existia entre estes dois territórios uma terra autónoma, pequena mas muito próspera: o Couto Misto. Actualmente, a prosperidade do Couto é apenas uma recordação e as aldeias do lado de cá e do lado de lá da fronteira padecem do mesmo mal: a desertificação.

Organização: Centro de Estudos Galegos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

 

Programação de Abril de 2010

29 de Março de 2010

Abril 2010

 

Em Março na Casa da Achada

26 de Fevereiro de 2010

Março 2010 definitivo


 

Houve «Um Fim de Semana Diferente na Casa da Achada»

23 de Dezembro de 2009

Muitos apareceram neste Fim de Semana Diferente na Casa da Achada, onde estiveram à venda, a partir de 1€, livros, discos e obras de arte (novos, usados e difíceis de encontrar) para angariação de fundos para o Centro Mário Dionísio. 

Para além das vendas, houve várias actividades. No sábado, às 15h30, Eduarda Dionísio fez uma visita guiada à exposição 50 anos de pintura e desenho, com obras de Mário Dionísio e de outros. Às 17h30 houve canções pelo Coro da Achada.

A oficina de vídeo para crianças «O que é que o meu bairro tem», marcada para sábado às 15h, acabou por se realizar no dia seguinte às 11h30, visto que mais crianças podiam participar no domingo. Daí resultou um pequeno vídeo chamado «Bairro». Também no domingo, às 15h, Regina Guimarães orientou a oficina de vídeo para jovens e adultos «Filme que falamos, filme que nos fala», a partir de uma curta-metragem de Samira Makhmalbaf.

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Um fim de semana diferente na Casa da Achada: 18, 19 e 20 de Dezembro

11 de Dezembro de 2009

Cartaz 18, 19, 20 Dez

 

Prospecto 18,19,20 DEZ

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020