Horário de Funcionamento:
Segunda, Quinta e Sexta
15:00 / 20:00
Sábados e Domingos
11:00 / 18:00
A PALETA E O MUNDO
Sábado, 26 de Junho às 15:00h
«Conteúdo e forma»
(9º capítulo da Introdução)
com Pedro Rodrigues

1. Mas que vem a ser o quadro?
As fronteiras da sua realidade. O problema da liberdade. O quadro, a arte, o conhecimento humano.
2. Que vida é a sua?
Movimento e paragem. Nem só absoluto, nem só relativo.
3. A hipótese de Sartre
O conceito de imaginário. A obra de arte é um irreal. Primeiras críticas a Sartre.
4. A resposta a Sartre
Imaginário é ainda mundo. Este mundo não é só fundo. “O ponto mais grave” da tese de Sartre.
5. Não só absoluto, nem só relativo
A obra é agente de conhecimento. Dentro do relativo há um absoluto. A dialéctica.
6. Conteúdo e forma
A falsa dualidade e a chave para compreender. “A minha propriedade é a forma”. Outras artes: a música. Um perigo e uma precipitação.
7. Um parêntese importante
Entre conteúdo e forma, “alguma coisa decisiva e bem complexa se passa”. É preciso explicar ainda melhor? (Uma polémica subjacente).
8. Uma luta de opostos
O espírito faz a mão, a mão faz o espírito. Vem Gorki e ajuda nesta luta.
9. Amor da forma e formalismo
Um “rótulo infamante” e a pobreza da forma.
10. Não basta estudar o que há de relativo numa obra
e uma citação de Marx que não vem por acaso.
mais sobre o Ciclo A Paleta e o Mundo
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Veio de longe e foi para muito longe a conversa com Cláudio Torres, um dos fundadores da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio. Histórias sem fim que não couberam nas três horas de conversa e hão-de continuar um dia destes. Quem estava (infelizmente poucos) também contou e completou, perguntou. Não foi difícil perceber porque é que o Campo Arqueológico de Mértola (de que Cláudio Torres ainda falou pouco na Casa da Achada) é o que é.
E um pedido de desculpa: no último e-mail enviado dizíamos que a conversa era às 19h. Mas não era. Foi às 16h, como o cartaz e a outras informações anteriores indicavam. Talvez também por isso ter havido menos presenças do que esta espantosa sessão merecia.
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No sábado de manhã, a visita inesperada de uma dúzia de pessoas que andavam a conhecer melhor Lisboa: pararam, entraram pela mão de quem já tinha entrado, olharam, ouviram, perguntaram. Descobriram.
No domingo à tarde, a visita de cerca de 20 pessoas vindas do Porto, frequentadoras da Universidade do Autodidacta e Terceira Idade, acompanhadas por Irene Ferreira. Foi a ultima etapa de uma visita que passou pelo Museu Irene Lisboa, pelo Museu do Neo-Realismo e pelo Parque dos Poetas. Também olharam, ouviram, perguntaram. Descobriram.
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Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia, terminou a oficina de Fotografia. O trabalho foi montar a exposição do trabalho realizado nas duas sessões anteriores. Assim se achou a Achada, assim mostrou a quem quis ver, o achamento da Achada.
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Vários elementos do Coro da Achada foram a Coimbra participar na festa da pintura do mural da história do Bairro da Relvinha, na Cooperativa Semear Relvinhas.
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Quem vier amanhã (segunda 21 de Junho) ao fim da tarde à leitura colectiva de A Paleta e o Mundo – é João Paulo Esteves da Silva que continua a ler o o capítulo «Nos umbrais da solidão», sobre os inícios da pintura moderna – e quem vier à noite ver ou rever Jules et Jim de François Truffaut, apresentado por Saguenail. Poderá ainda ver algumas imagens pelas portas e jardim: caricaturas de Salazar feitas por Cláudio Torres em 1966 (e recentemente editadas num pequeno álbum), assim como os resultados da oficina de fotografia.
Poemas lidos por Manuel Cintra, com a participação de Pedro e Diana, das obras de Mário Dionísio: Poesia incompleta, Poemas, As solicitações e emboscadas, O riso dissonante, Memória dum pintor desconhecido, Le feu qui dort, Terceira idade.
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Conversa com Cláudio Torres:
Tondela. Flausino Torres. Exílio. Bucareste. Uma máquina de escrever. História de Arte. Rádio Bucareste. Desenhos. Praga 68. Lisboa. 25 de Abril. Faculdade de Letras. Mértola. Guadiana. Arqueologia. Museus. Islamismo. Unesco. Prémios.
Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc. Etc.
Exposição de desenhos de Cláudio Torres: «Salazar 40 anos?»
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Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia.
Exposição «Achar a Achada»
Em conjunto, construir e inaugurar a exposição «Achar a Achada».
A partir dos 8 anos.
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Com orientação de Saguenail.
Sessões: 3 horas por dia, de 21 de Junho a 2 de Julho. Sábado, dia 26, e domingo, dia 27, todo o dia. Inscrições: 218877090 ou casadaachada@centromariodionisio.org.
Dos 11 aos 14 anos. Máximo de participantes: 10.
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Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Nos umbrais da solidão» . Quem lê é João Paulo Esteves da Silva.
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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Jules e Jim de François Truffaut (1962, 105 min.). Legendado em português.
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Ver aqui a programação de Junho de 2010.
Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.
Horário de abertura: 2ª, 5ª e 6ª das 15h às 20h; sábados e domingos das 11h às 18h.
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Programa:
10:00h – 19:00h: Pintura do Mural
21:00h – 21:30h: Rebimbómalho
21:30h – 22:00h: Coro da Achada
22:00h – 22:30h: GEFAC – Grupo Etnográfico e Folclore da Academia de Coimbra
Durante o dia vai-se pintar um mural com a história do bairro da Relvinha e à noite o Rebimbómalho, Coro da Achada e a Tocata do GEFAC juntam-se aos vários grupos que se solidarizaram com o bairro na luta por condições condignas de habitabilidade nesta iniciativa que visa lembrar a história deste bairro.
História breve do bairro da Relvinha: Em 1954, 28 famílias foram desalojadas na zona da Estação Velha. Entre 1954 e 1974 estas famílias foram realojadas num bairro de barracas de madeira construído de raíz que procurava resolver de forma provisória a situação relativa à habitação destes moradores. As barracas de madeira, pouco tempo depois de serem estreadas, começaram a ter problemas de insalubridade. A pobreza e a fome marcavam a vida destes moradores. No final da década de 60 os moradores levam a cabo algumas acções radicais e criam uma comissão de moradores onde começam a discutir os problemas que os moradores enfrentavam, chegando a reivindicar junto da Câmara Municipal melhores condições de habitabilidade. Após 25 de Abril de 1974, com a adesão ao projecto SAAL, iniciou-se a construção de casas novas em auto-construção e substituiram-se as barracas de madeira, marcando o início de um novo tempo. Um tempo que é lembrado pelos moradores como um tempo denso em que está presente a “espoir”, conceito desenvolvido por Luísa Tiago Oliveira (2004) ao considerar que a “espoir” descrita por Malraux acerca da guerra civil espanhola se tratava de uma esperança idêntica à que se viveu e sentiu em Portugal nos dois ou três anos que se seguiram ao 25 de Abril de 1974. Neste processo de auto-construção houve uma intensa participação dos moradores do bairro da Relvinha. Os moradores, na execução da Operação SAAL da Relvinha, contaram com a colaboração de vários grupos que se solidarizaram com a luta destes moradores pelo direito a uma habitação condigna. Entre os mesmos, contam-se um grupo de estudantes de medicina, grupos culturais, grupos de jovens voluntários estrangeiros, empresas, pessoas a título individual que deram um contributo imenso para a consecução dos objectivos dos moradores.
11 de Junho, sexta-feira, às 18:00h
Todos os meses uma conversa sobre um livro ou um autor escolhido entre aqueles que Mário Dionísio levaria para a lua ou que teriam sido os livros ou os autores da sua vida, se ele soubesse o que isso era. Mas eram tantos e tão variados, conforme os tempos, as idades… como acontece a toda a gente que lê. Portanto…
Miguel Castro Caldas fala de A Mãe de Máximo Gorki.
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13 de Junho, domingo, às 15:30h
Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia.
– Sessões
13 de Junho: «Light Painting» – Pintar com a luz
Experimentar uma nova forma de fotografia.
20 de Junho: Exposição «Achar a Achada»
Em conjunto, construir e inaugurar a exposição «Achar a Achada».
A partir dos 8 anos. Número máximo de participantes: 10.
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13 de Junho, domingo, às 16:00h
A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio.
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14 de Junho, segunda-feira, às 18:30h
Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Nos umbrais da solidão» . Quem lê é Miguel Castro Caldas e João Paulo Esteves da Silva.
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14 de Junho, segunda-feira, às 21:30h
Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Dr. Strangelove de Stanley Kubrik (1964, 95 min.). Filme apresentado por Vítor Silva Tavares. Legendado em português.
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Ver aqui a programação de Junho de 2010.
Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.
Horário de abertura: 2ª, 5ª e 6ª das 15h às 20h; sábados e domingos das 11h às 18h.
A catalogação completa do Biblioteca Mário Dionísio – Maria Letícia Clemente da Silva está concluída. Pode ser consultada aqui ou no Centro de Documentação da CA-CMD.
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Outras actividades:
15 e 16 de Junho, terça e quarta-feira, das 14:00h às 17:00h
Quando nos entregamos ao acto da leitura, cada informação que nos chega é assimilada por nosso corpo através de uma espécie de simulação sensório-motora de nosso aparato biológico que ocorre internamente, de modo a tornar possível que aquela experiência que chega a nós através da leitura seja cognitivamente apreciada. Assim, quando estamos a ler estamos também a nos mover. A proposta desta actividade é então, relacionar o corpo todo no acto da leitura e da recepção de informações. Propor maneiras de integrar o conhecimento de maneira dinâmica e activa é o propósito deste workshop que focará, sobretudo, como é que através do movimento o corpo se torna mais ou menos disponível para a alteração de nossos estados de atenção de modo a propiciar maior acuidade na interacção com as informações que contactamos.
Público-alvo: interessados em dinamizar sua relação com a leitura e/ou com o movimento do corpo.
Organização: Projecto Co – Mais Olhos que Barriga Associação Cultural
Foi publicada uma reportagem, no suplemento P2 do Público, sobre a Leitura Furiosa, que aconteceu nos dias 29, 30 e 31 de Maio na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio. Podem ler aqui a reportagem «Às vezes fazemos as pazes com a leitura».
Todos os livros da Biblioteca Mário Dionísio – Maria Letícia Clemente da Silva, consultáveis no Centro de Documentação da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, estão catalogados. A catalogação dos livros está disponível no menu lateral direito do nosso site.
Dentro em pouco, figurarão no catálogo PORBASE da Biblioteca Nacional.
Estão a ser catalogadas as Publicações Periódicas da Biblioteca MD-MLCS do Centro de Documentação. A catalogação das Publicações Periódicas estará em breve on-line, assim como os livros da Biblioteca Pública, consultáveis na Zona Pública da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, constituída por ofertas, recentemente enriquecida pelo espólio da Biblioteca de Arte de Fernando Bragança Gil, fundador da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.
Domingo, 6 de Junho, das 15:30h às 17:30h
Com orientação de Catarina Costa Alves e Vera Correia.
– Sessões:
6 de Junho: Passeio fotográfico onde todos os caminhos vão dar à Achada
Brincar com a cor, textura e planos.
13 de Junho: «Light Painting» – Pintar com a luz
Experimentar uma nova forma de fotografia.
20 de Junho: Exposição «Achar a Achada»
Em conjunto, construir e inaugurar a exposição «Achar a Achada».
A partir dos 8 anos. Número máximo de participantes: 10.
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Segunda-feira, 7 de Junho, às 18:30h
Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Nos umbrais da solidão» . Quem inicia a leitura é Miguel Castro Caldas, com continuação de João Paulo Esteves da Silva.
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Segunda-feira, 7 de Junho, às 21:3oh
Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Irma la douce de Billy Wilder (1963, 147 min.). Filme apresentado por João Pedro Bénard. Legendado em português.
Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.
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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho
A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio
Ver aqui a programação de Junho de 2010.
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Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.
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Outras actividades:
Sábado, 5 de Junho, das 15:30h às 19:00h
PEQUENO é BOM! é um encontro mensal sobre edição independente que pretende ser um espaço de reflexão e divulgação destas “coisas pequenas” que andam por aí a maior parte das vezes longe do olho público: zines, CD-R’s, k7’s, vinil, graphzines, livros de autor, etc…
Para o mês de Junho o tema da programação será “música – formas de edição independente” com Fernando Cerqueira (Thisco), Filipe Cruz (Enough), Manuel Santos (Narcolepsia), Bráulio Amado (Sleep City), Miguel Caetano (Remixtures) e Ricardo Martins (Lobster, I Had Plans, etc…) como convidados e moderados por uma dupla de Marcos, um é Marado e o outro é Farrajota.
Para além disso, acontece também uma apresentação da Feira Laica (que acontece nesse mês entre 26 e 27 de na Bedeteca de Lisboa) e de novidades editoriais.
Programa:
– Apresentação da Feira Laica
– Exibição dos vídeo-clipes Carbage Goma (26m, EUA, 2009) de David Lee Price (do disco Journey Into Amazing Caves dos Zanzibar Snails) e Reject’zine #3 de Andreia Rechena
– Lançamentos de novos zines
– Conversa “música – formas de edição independente”
Feira de edições com discos, CD’s e K7’s da Thisco, Narcolepsia, Sleep City, Noori e outras edições nacionais e estrangeiras (Finlândia, França, Espanha, Itália, Suécia, Eslovénia, Bélgica) – e de todos os géneros: Crust, Punk, Electrónica, Metal, Pop, Experimental, Rock, Black, Hardcore,… E ainda alguns zines e livros da Chili Com Carne e associados (MMMNNNRRRG, Imprensa Canalha,…)
novidades editoriais :
– Apupópapa, CD+zine colectivo contra o “Papa Ratazana Nazi Pedófilo”
– Reject’zine #3, de Andreia Rechena
– Seitan Seitan Scum (Chili Com Carne + El Pep), antologia luso-brasileira de bd e ilustração
– s/t, graphzine de Inês Silva
– Woods Of Eternity (Noori) CD de Betray-Ed
Continua hoje o ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril», pelas 21:30h.
Iremos projectar o filme Terra em transe de Glauber Rocha (Brasil, 1967). Quem apresenta é Amarante Abramovici.
Filme legendado em português. Duração: 106min. Entrada livre.
Ontem foram apresentados os vários textos da Leitura Furiosa. Compareceram os grupos de «zangados com a leitura», os escritores e os ilustradores envolvidos, para além de muitas outras pessoas que quiseram conhecer os textos escritos em quatro cantos do mundo.
Os actores Antonino Solmer, Bruno Bravo, Diogo Dória, Fernanda Neves, Inês Nogueira e Sandra Faleiro leram textos produzidos em Lisboa, Porto, Amiens e Kinshasa. Pedro e Diana musicaram quatro textos. Os alunos da escola do Castelo cantaram uma música no fim da sessão.
A brochura que compila os textos e as ilustrações da Leitura Furiosa das quatro cidades foi distribuída pelos participantes e está agora à venda na Casa da Achada.
O escritor José Mário Silva, que acompanhou o grupo da Escola da Madalena, foi relatando a sua participação na Leitura Furiosa no seu blogue, o Bibliotecário de Babel. Podem ver como foi o 1º e o 2º dia da Leitura Furiosa em Lisboa aqui. Ainda podem ler a reportagem da Lusa.
Começou ontem a Leitura Furiosa. Os escritores encontraram-se com os grupos de «zangados com a leitura». Armando Silva Carvalho encontrou-se com pessoas do Centro de Apoio Social dos Anjos; Jaime Rocha com utentes do Centro de Dia de Nossa Senhora do Socorro; Jacinto Lucas Pires com utentes do Centro Social Polivalente de São Cristóvão e São Lourenço; Miguel Castro Caldas com pessoas do Centro de Acolhimento para Refugiados; Filomena Marona Beja e Raul Malaquias Marques com crianças da Escola Nº 10 do Castelo; José Mário Silva com crianças da Escola Nº 75 da Madalena; e Mário de Carvalho com jovens da Escola Secundária Gil Vicente.
Hoje de manhã os grupos reencontraram-se, já com os textos escritos, na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio. Conversaram e discutiram os textos e ao mesmo tempo vários ilustradores desenharam ou moldaram imagens sobre cada texto. Houve ainda um almoço com todas as pessoas e depois os vários grupos foram visitar algumas livrarias.
A Leitura Furiosa é um acontecimento anual que dura três dias. Um momento privilegiado de encontro dos zangados com a leitura, a escrita e o mundo com os escritores. O momento único que permite a um não-leitor aproximar-se, com um escritor, da magia da escrita. Cada um faz ouvir a sua voz e segue um outro caminho.
Quem imaginou, há quase 20 anos, a Leitura Furiosa foi a associação Cardan, duma cidade do norte da França, Amiens, que trabalha para tornar o saber acessível àqueles que dele são excluídos, para quem o saber e a cultura devem nascer de uma ligação com o conjunto da sociedade, para quem a cultura pode e deve ser analisada por aqueles que não a praticam. Por aí passa a integração, a inserção.
Em 2000, a Leitura Furiosa chegou a Lisboa. Até 2004 foi a Abril em Maio, uma associação cultural, que a organizou. Em 2008 começou a acontecer no Porto, em Serralves. Em 2009, a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio repegou na ideia, em Lisboa. Em 2010 continua, com mais grupos, mais escritores, mais desenhadores, mais actores e cantores.
A Leitura Furiosa destina-se aos que, sabendo ler, estão zangados com a leitura – crianças e adultos, homens e mulheres, empregados e desempregados, nacionais e estrangeiros.
Vários pequenos grupos de gente zangada com a leitura convivem durante um dia com um escritor, como entenderem fazê-lo. À noite, o escritor escreve um pequeno texto que oferecerá ao grupo quando, no dia seguinte, voltar a encontrar-se com ele. Passarão todos por uma livraria, por uma biblioteca. Os textos são ilustrados, paginados e os que vêm de França e Kinshasa traduzidos. No Domingo, terceiro dia do encontro, são tornados públicos numa sessão de leitura feita por actores e não-actores, alguns deles musicados e cantados, e publicados numa brochura. Posteriormente são editados em livro.
No suplemento do Diário de Notícias e do Jornal de Notícias, o Notícias Magazine, foi publicado um artigo sobre a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio: «Todo o Dionísio», pela jornalista Sarah Adamopoulos e a fotografia por Rui Coutinho. Deixamos aqui a versão completa impressa (cliquem nas imagens para aumentar) e o link para a versão on-line da notícia que tem menos informação.
22 de Maio, sábado, às 16:00h
«Num convés batido pelo vento. É noite. Uma mulher ainda bastante nova, de vestido até ao chão, vem do lado da proa a correr e aos tropeções. Enrodilham-se-lhe as saias nas pernas pouco seguras. E ela avança pelo convés, amparando-se à parede, que tem portas, janelas, tudo fechado por dentro. Parece perseguida. Mas será só a grande ventania que a molesta e assusta.
Ela corre, tropeça, tacteia com desespero. E acaba por (…)»
Mário Dionísio, «A sul do Equador», A morte é para os outros, 1988
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23 de Maio, domingo, às 15:30h
Última sessão da oficina do mês de Maio. Irá ler-se As Aventuras de João Sem Medo de José Gomes Ferreira com a escritora Filomena Marona Beja.
Para crianças a partir dos 10 anos. Número máximo de particantes: 20.
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24 de Maio, segunda-feira, às 18:30h
Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Desencontros» . Quem lê é Susana Baeta.
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24 de Maio, segunda-feira, às 21:30h
Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de A Guerra Acabou de Alain Resnais (1966, 121 min.). Filme apresentado, comentado e discutido. Legendado em português.
Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.
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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho
A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio
Ver aqui a programação de Maio de 2010.
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Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.
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Outras actividades:
21 de Maio, sexta-feira, às 21:00h
no Auditório Nuno Teotónio Pereira (Ordem dos Arquitectos, Lisboa)
Apresentação do livro por Francisco Castro Rodrigues, Eduarda Dionísio e Vítor Silva Tavares.


15 de Maio, sábado, às 15:00h
8ª sessão da análise da 1ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Apresentação do 8º capítulo, «A beleza é difícil», por Vítor Silva Tavares.
«Agora um paradoxo? Alguma vez um produto directo da emoção poderá não ser fácil?»
«Não podemos explicar um quadro, um soneto, uma máscara. Temos de contentar-nos com o trabalho muito mais modesto e certamente muito mais demorado de, por meios diferentes e simultâneos, forjar condições de aproximação. É tudo. E é muito.»
Mário Dionísio
Estas são as primeiras e últimas frases do capítulo «A beleza é difícil». E pelo meio?
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16 de Maio, domingo, às 15:30h
A oficina do mês de Maio será de leitura. Irá ler-se As Aventuras de João Sem Medo de José Gomes Ferreira com a escritora Filomena Marona Beja.
Para crianças a partir dos 10 anos. Número máximo de particantes: 20. Sessões nos dias 9, 16 e 23 de Maio.
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17 de Maio, segunda-feira, às 18:30h
Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Desencontros» . Quem lê é Susana Baeta.
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17 de Maio, segunda-feira, às 21:30h
Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de La vie est à nous de J. Becker, J. B. Brunius, H. Cartier-Bresson, J.-P. Le Chanois, M. Lime, P. Unik, A. Zwoboda, J. Renoir (1936, 66 min.). Legendado em português.
Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.
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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho
A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio
Ver aqui a programação de Maio de 2010.
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Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.
9 de Maio, domingo, às 15:30h
A oficina do mês de Maio será de leitura. Irá ler-se As Aventuras de João Sem Medo de José Gomes Ferreira com a escritora Filomena Marona Beja.
Para crianças a partir dos 10 anos. Número máximo de particantes: 20. Sessões nos dias 9, 16 e 23 de Maio.
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10 de Maio, segunda-feira, às 18:30h
Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Desencontros» . Quem lê é Susana Baeta.
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10 de Maio, segunda-feira, às 21:30h
Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Outubro de Sergei Eisenstein (1928, 75 min.). Quem apresenta é Alberto Seixas Santos. Legendado em português.
Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.
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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho
A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio
Ver aqui a programação de Maio de 2010.
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Outras actividades:
8 de Maio, sábado, às 18:00h
Mostra a história dum colectivo: as mulheres raianas, que atravessavam a fronteira entre os dois países para ganhar a vida nuns tempos onde nada era fácil. E assim, por baixo das saias traziam sabão, arroz ou café, comida para os ‘tempos de fome’, no entanto passavam na frente dos polícias.
Organização: Centro de Estudos Galegos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
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Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.
ESCRITORES ESCREVEM
GENTE ZANGADA COM A LEITURA
Armando Silva Carvalho, Filomena Marona Beja, Jacinto Lucas Pires, Jaime Rocha, José Mário Silva, Mário de Carvalho, Miguel Castro Caldas e Raul Malaquias Marques vão escrever oito pequenos textos a partir de um dia de convívio com oito grupos de pessoas «zangadas» com a leitura, de todas as idades: uns são frequentadores do Centro de Dia do Socorro, do Centro Polivalente de S. Cristóvão e S. Lourenço, do Centro de Apoio Social dos Anjos, outros do Conselho Português para os Refugiados, outros ainda da Escola nº10 do Castelo, da Escola Gil Vicente, da Escola nº 75 da Rua da Madalena.
Trata-se de uma iniciativa intitulada Leitura Furiosa, que decorre nos dias 28, 29 e 30 de Maio próximos.
É a sétima vez que acontece em Lisboa, este ano, como em 2009, organizada pela Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.
Decorrerá simultaneamente no Porto (Serralves), em Kinshasa e em Amiens, cidade francesa ao norte de Paris, e é organizada pela associação Cardan de Amiens.
A Leitura Furiosa é uma realização imaginada por esta associação francesa, que há largos anos trabalha no combate à iliteracia, e tem lugar anualmente há perto de 20 anos em Amiens, destinando-se àqueles que estão «zangados» com a leitura. Nasceu como alternativa ao «Furor de Ler» de Jack Lang que, segundo o Cardan, não tinha em conta os que não liam, não por não quererem, mas por não saberem ou não poderem.
No dia 30 de Maio, domingo, pelas 15 horas, os textos escritos por Armando Silva Carvalho, Filomena Marona Beja, Jacinto Lucas Pires, Jaime Rocha, José Mário Silva, Mário de Carvalho, Miguel Castro Caldas e Raul Malaquias Marques e ilustrados por Bábara Assis Pacheco, José Smith Vargas, Nadine Rodrigues, Nuno Saraiva, Pierre Pratt, Zé d’Almeida, assim como os textos escritos no Porto na mesma altura, assim como os textos franceses (escritos em Amiens e em Kinshasa) traduzidos para português, serão distribuídos aos participantes e ao público, e lidos por um conjunto de actores (Antonino Solmer, Bruno Bravo, Diogo Dória, Fernanda Neves, Inês Nogueira, Sandra Faleiro), na presença dos escritores, dos grupos que contribuíram para a elaboração dos textos e de quem queira aparecer na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (Rua da Achada, 11, em Lisboa).
Pedro e Diana musicarão alguns dos textos que serão, além de lidos, cantados, nesta sessão de entrada livre.
A Casa da Achada – Centro Mário Dionísio esteve presente na Feira do Livro de Lisboa.
O encontro realizou-se ontem pelas 18:30h na Praça Amarela. Eduarda Dionísio apresentou a Associação Casa da Achada – Centro Mário Dionísio e falou das edições do centro e explicou como está estruturada a página da internet da associação. Inês Nogueira leu quatro textos de Regina Guimarães sobre a pintura de Mário Dionísio. Ainda várias pessoas leram poemas do escritor e pintor.
Houve ainda duas apresentações musicais: Pedro e Diana e o Coro da Achada cantaram músicas com letra de Mário Dionísio e outras.
A Associação Alagamares, com quem temos colaborado, irá participar 1ª Mostra de PAACS (Plataforma de Associações e Agentes Culturais de Sintra) que irá decorrer no dia 2 de Maio, das 10h às 20h, no Largo da Feira em Sintra.
Haverá teatro, workshops, debate, artesanato, concertos, recitais, marionetas, associativismo, danças, e outras coisas mais.
2 de Maio, domingo, às 16:00h
Uma visão do universo, do espaço, da Terra, das origens da vida, da evolução das espécies e das sociedades humanas destinada aos jovens.
Com a participação do Autor, de José Pedro Martins Barata e de Vítor Silva Tavares.
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3 de Maio, segunda-feira, às 18:30h
Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Como o pássaro canta» por Isabel da Nóbrega.
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3 de Maio, segunda-feira, às 21:30h
Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Os Carabineiros de Jean-Luc Godard (1963, 80 min.). Quem apresenta é João Rodrigues. Legendado em português.
Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.
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Outras actividades:
1 de Maio, sábado, a partir das 15:30h
Encontro mensal na Casa da Achada / Centro Mário Dionísio sobre questões de edição independente (fanzines, zines, livros de autor, CD-R,…).
Nesta sessão dá-se atenção à criatividade e “mãos na massa” estando no programa:
– Orgia Gráfica, workshop por Lucas Almeida;
– A habitual Feira de Fanzines desta vez com uma selecção de títulos ligadas ao desenho/ ilustração/ graphzines;
títulos dísponíveis: da Chili Com Carne, Imprensa Canalha, Le Dernier Cri, MMMNNNRRRG, Nazi Knife, Opuntia Books, U.D.A. (de Blanquet)… entre outras produções nacionais e estrangeiras.
Organização: Chili Com Carne
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5 de Maio, quarta-feira, às 18:30h, no Parque Eduardo VII em Lisboa
Leituras por Inês Nogueira. Projecção de vídeos. Canta o Coro da Achada.
Na Praça Amarela da Feira do Livro.
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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho
A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio.
Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.
André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020