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Segunda, Quinta e Sexta
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Sábados e Domingos
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Áreas Principais

25 de Abril na Casa da Achada

26 de Abril de 2010

Comemorou-se na Casa da Achada o 36º aniversário do 25 de Abril de 1974.

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Durante todo o dia ouviu-se Zeca Afonso. Após o desfile da Avenida da Liberdade muita gente se juntou para conversar e ouvir o Coro da Achada.

Descontos para os Amigos da Casa da Achada

22 de Abril de 2010

A Casa da Achada – Centro Mário Dionísio assinou mais um protocolo de descontos com uma entidade: a EGEAC. Portanto, até ao momento os Amigos da Casa da Achada com as quotas em dia poderão usufruir dos seguintes descontos:

Castelo de São Jorge – desconto de 50% relativamente ao preço de ingresso normal.

Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva – 50% na entrada do museu.

Museu do Fado – desconto de 50% relativamente ao preço de ingresso normal.

Museu da Marioneta – bilhete de ingresso no valor de 2€.

Padrão dos Descobrimentos – desconto de 40% relativamente ao preço de ingresso normal.

Teatro o Bando – 5€ o bilhete.

Teatro Municipal Maria Matos – desconto de 20% relativamente ao preço de ingresso normal.

Teatro Municipal São Luiz – desconto de 20% relativamente ao preço de ingresso normal.

Teatro da Trindade – 20% de desconto no bilhete individual (excepto às quartas-feiras, em que o bilhete no TT tem o preço único de 5€); grupos acima de 10 pax – 30% de desconto; grupos iguais ou superiores a 50 pax – 50% de desconto.

Próximas actividades na Casa da Achada – 24 a 26 de Abril

19 de Abril de 2010

Sábado, 24 de Abril, às 16:00h

«Itinerários – 1» com Sebastião de Lima Rego

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Eduarda Dionísio entrevista Sebastião Lima Rego sobre o seu percurso: do direito e da intervenção política e cívica à poesia. Leitura de poemas de Sebastião Lima Rego, autor de Poemas Sem Abrigo e Sem Castigo (2008) e As bandeiras paradas (2009), por Cecília Mendonça e Manuela Leitão.

o direito. a faculdade. a associação de estudantes. o diário de lisboa. o mrpp. o tempo e o modo. a livrelco. as prisões. o ministério da saúde. a associação de telespectadores. a alta autoridade para a comunicação social. a poesia.

«Reescrever a História em lume frio
redescobrir os nomes sem lhes dar gente
redesenhar as margens longe do rio
ressuscitar a morte impunemente
destruir refazer recomeçar
desencantar os encantamentos proibidos
lá onde eles jazem entorpecidos
atabaíados em húmus milenar
voltar atrás desenterrar
as bandeiras cicatrizes
e coser com o seu pano os galardões
das batalhas infelizes
vencendo-as apesar dos cronicões
demolir sem constrangimentos
pedra a pedra palavra a palavra
os monumentos da antiquíssima lavra
reerguê-los com aquela virgindade
que preexiste ao escopo da verdade.»

Sebastião de Lima Rego, As bandeiras paradas

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Domingo, 25 de Abril, 18:30h

Música de Zeca Afonso todo o dia e canta o Coro da Achada

25 Abril

Música de Zeca Afonso durante todo o dia. O Coro da Achada canta a partir das 18:30h.

1974
«Dias impossíveis de contar. Não há tempo para isso. A multidão misturada com os soldados e marinheiros. Cravos (onde nasceram tantos cravos?) nas espingardas e nas mãos de toda a gente. Telefonemas, abraços, o “viva Portugal” por toda a parte. Um país diferente. Toda a gente fala com toda a gente, esfusiante, sem medo. A caça aos Pides. A libertação dos presos de Caxias, o regresso dos emigrados (Mário Soares, primeiro, Álvaro Cunhal depois, Piteira Santos, tantos mais).
Começam as reuniões por todo o lado. No Liceu de Camões realizamos a primeira reunião de apoio ao Movimento. Vamos entregar à Junta de Salvação Nacional o nosso documento. Começamos a organizar-nos. Não paro mais.
(30.4.74)»

Mário Dionísio, Passageiro Clandestino

1980
«Celebrar o 25 de Abril este ano, seis anos depois do derrube do fascismo e já tão longe, obriga a repensar tudo isto e a concluir, a sublinhar, que só a unidade não retórica, autêntica, decidida, uma unidade bem consciente do perigo indiscutível que dia a dia cresce, evitará o pior. Mas agora. Desde já. Antes de ser tarde de mais.»

Mário Dionísio, «Seis anos depois e antes de»

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Segunda-feira, 26 de Abril, às 18:30h

Leitura da 2ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

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Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Os sortilégios da luz», sobre o Impressionismo, por Margarida Lélis.

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Segunda-feira, 26 de Abril, às 21:30h

Ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril»: A Religiosa de Jacques Rivette

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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de A Religiosa de Jaques Rivette (1966, 135 min.). Quem apresenta é Eduarda Dionísio. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Abril de 2010.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

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O Coro da Achada canta:

Sexta-feira, 23 de Abril, às 23:30h
no Largo do Carmo em Lisboa

Arraial do 25 de Abril

Arraial Carmo

Ver aqui a programação completa do Arraial do Carmo.

Organização: Associação Abril.

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Sábado, 24 de Abril, a partir das 21:30h
no
Auditório Maestro Manuel Maria Baltazar
na Lourinhã

Lembrar Abril
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Lembrar Abril

Com a denominação “Lembrar Abril”, decorrerá no dia 24 deste mês, no Auditório Maestro Manuel Maria Baltazar – sede da Associação Musical e Artística Lourinhanense, um concerto comemorativo da revolução dos cravos.

Com início agendado para as 21h30, o espectáculo – de entrada livre – conta com a actuação de três formações corais: o Coro do Ministério da Educação – Educ(ant)are, o Coro d’Achada, de Lisboa, e o Coro Municipal da Lourinhã.

A música de intervenção – associada, no imaginário colectivo, à revolução de Abril – ocupará grande parte do reportório deste espectáculo.

Organização: Câmara Municipal da Lourinhã.

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Domingo, 25 de Abril, às 18:30h
na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio

Música de Zeca Afonso todo o dia e o Coro da Achada canta ao fim da tarde

(ver acima)

Textos na imprensa sobre «Um Cesto de Cerejas»

18 de Abril de 2010

Chamados à atenção que foram publicados dois textos a Um Cesto de Cerejas, livro de conversas com Francisco Castro Rodrigues, organizado por Eduarda Dionísio. É uma das três primeiras edições do Centro Mário Dionísio.

Ler aqui a crítica de José Carlos Vasconcelos no Jornal de Letras e a de José Manuel Fernandes no Expresso.

Oficina de cartazes apresenta oficina de leitura

15 de Abril de 2010

Na passada oficina «Obrigatório Afixar» fizeram-se cartazes da oficina de leitura a realizar-se nos dias 9, 16 e 23 de Maio (domingos). A oficina de leitura do livro As Aventuras de João Sem Medo será feita com a escritora Filomena Marona Beja.

A oficina de cartazes continua no próximo domingo, dia 18 de Abril, com José Smith Vargas e Nadine Rodrigues, a partir das 15:30h.

Próximas actividades na Casa da Achada

13 de Abril de 2010

Quinta-feira, dia 15 de Abril, às 18:00h

Clube de Leitura com Filomena Marona Beja

O Estrangeiro de Albert Camus

Clube de Leirura Abril

Quem hoje se interessa pela Leitura Pública não se limita a conservar livros nas estantes e a pôr-lhes as referências nas bases de dados. Muito menos a emprestá-los, exigindo boletins de requisição correctamente preenchidos.

Os livros partilham-se. E de preferência, com um sorriso.

O Clube de Leitura da Achada é o encontro regular de pessoas que se irão tornando leitores/utilizadores da Biblioteca da Achada.

Os encontros, abertos a toda a gente, são destinados principalmente à população que mora perto, a crianças não muito pequenas, a estrangeiros com algum conhecimento da língua portuguesa.


Sábado, dia 17 de Abril, às 15:00h

Ciclo A Paleta e o Mundo: «Não se pode copiar» com Jorge Silva Melo

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Continuação do ciclo A Paleta e o Mundo. Leitura e debate do capítulo «Não se pode copiar» da obra de Mário Dionísio com Jorge Silva Melo.

«Entre a natureza e a arte há o homem e a sua permanente recusa a renunciar. Entre o homem e a obra há a força indomável e transformadora que o caracteriza. O mundo é para ele uma realidade maravilhosa que ele próprio sente, ele próprio interpreta, ele próprio transforma. Mesmo que em certos momentos passageiros de dolorosa depressão e aparente abulia o queira ou julgue querê-lo, o homem não pode submeter-se nunca à desumana condição de reflexo mecânico. Está aí a sua força. O seu itinerário é de luta e de risco. Esta limitação é um sinal de glória. O homem não pode copiar. O homem cria.»

Desta obra que levou mais de dez anos a escrever e que, publicada em fascículos, deu origem a dois grossos volumes ilustrados, com arranjo gráfico de Maria Keil, cuja publicação acabou em 1962, disse o autor: «não é uma história, não é um tratado, nem se dirige a especialistas. Quereria antes ser uma longa conversa».
De A Paleta e o Mundo disse José-Augusto França: «é uma proposta de cultura no domínio das artes picturais em que a crítica das obras e os factos biográficos se encadeiam com abundantes referências e citações de crónica especializada, revelando vastíssima bagagem de leitura. Trabalho de largo fôlego, de uma envergadura ensaística nunca antes pretendida nas suas quase mil páginas, a obra de Mário Dionísio marca uma época».
A primeira parte do livro coloca e discute um conjunto de questões sobre a Arte e a sua relação com a Sociedade. Foi mais tarde publicada separadamente com o título Introdução à pintura.
As segunda, terceira e quarta partes percorrem a pintura ocidental desde o século XVIII até meados do século XX, altura em que o livro foi escrito.
Existe ainda no mercado uma edição em cinco volumes sem ilustrações, publicada no início dos anos 70, também pelas Publicações Europa-América.

Domingo, dia 18 de Abril, das 15:30h às 17:30h

Obrigatório Afixar – Oficina de cartazes

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Partilhar o gosto e experimentar as possibilidades do cartaz como forma de comunicar no espaço público. Por José Smith Vargas e Nadine Rodrigues.

Para crianças a partir dos 6 anos e famílias. Número máximo de participantes: 20. Entrada livre.

Segunda-feira, dia 19 de Abril, às 18:30h

Leitura da 2ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

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Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Os sortilégios da luz», sobre o Impressionismo, por Margarida Lélis.

Segunda-feira, dia 19 de Abril, às 21:30h

Ciclo Filmes proibidos antes do 25 de Abril: Viridiana de Luis Buñuel

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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Viridiana de Luis Buñuel (1961, 90 min.). Quem apresenta é João Pedro Bernard. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Abril de 2010.

  • Outras actividades:

Quarta-feira, dia 14 de Abril, às 18:00h no Largo da Achada

Lançamento de Bute daí, Zé! de Filomena Marona Beja

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Apresentação por Francisco Louçã.

Organização: Sextante Editora

Sexta-feira, dia 16 de Abril, às 18:00h

Ciclo de documentários «Olhares da fronteira»

Galegos de Cá e de Lá – um documentário de Maria Júlia Fernandes

Galegos de Cá e Lá
A fronteira entre Trás-os-Montes e a Galiza foi sendo ajustada ao longo dos séculos. Existia entre estes dois territórios uma terra autónoma, pequena mas muito próspera: o Couto Misto. Actualmente, a prosperidade do Couto é apenas uma recordação e as aldeias do lado de cá e do lado de lá da fronteira padecem do mesmo mal: a desertificação.

Organização: Centro de Estudos Galegos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

Próximas actividades na Casa da Achada

7 de Abril de 2010

Próximas actividades na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio:

Sábado, dia 10 de Abril, a partir das 15:30h.
Pequeno é bom – Encontros de edição independente

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– Fanzines: continuação da aventura por Daniel Seabra Lopes
– Exibição de excerto sobre fanzines da série de tv Ver BD (de Pedro Moura)
– Conferência de imprensa sobre a comemoração dos 10 anos da MMMNNNRRRG
– Feira de Fanzines

Alguns títulos disponíveis nesta sessão: vários da Chili Com Carne, Imprensa Canalha, MMMNNNRRRG e Opuntia Books, zines do Rodolfo, Latrina do Chifrudo, Alçapão – zine de arquitectura dura, Cospe Aqui, Reject’zine, King Cat entre vários títulos estrangeiros vindos de França, Itália, Sérvia, Brasil, Bélgica, EUA, Inglaterra, Suécia e Noruega.

Entrada livre.

Organização: Chili Com Carne

Domingo, dia 11 de Abril, das 15:30h às 17:30h
Obrigatório Afixar – Oficina de cartazes

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Partilhar o gosto e experimentar as possibilidades do cartaz como forma de comunicar no espaço público. Por José Smith Vargas e Nadine Rodrigues.

Para crianças a partir dos 6 anos e famílias. Número máximo de participantes: 20. Entrada livre.

Segunda-feira, 12 de Abril, às 18:30h
Leitura colectiva da 2ª parte de A Paleta do Mundo

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Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Os sortilégios da luz», sobre o Impressionismo, por Margarida Lélis.

Entrada livre.

Segunda-feira, 12 de Abril, às 21:30h
Filmes proibidos antes do 25 de Abril: As Vinhas da Ira de John Ford

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Início do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de As Vinhas da Ira de John Ford. Quem apresenta é Henrique Espírito Santo. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

Entrada livre.

Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Abril de 2010.

Ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril»

5 de Abril de 2010

Filmes proibidos antes do 25 de Abril

CensuraPrograma Cinema Proibidos

Oficina de cartazes «Obrigatório Afixar» nos domingos de Abril

30 de Março de 2010

Oficina Abril - Obrigatório Afixar

3 Abril: «Direis que não é poesia» com Pedro & Diana e Abaixonado

29 de Março de 2010

Direis que não é poesia

«Direis que não é poesia» é uma nova rubrica de espectáculos que vai começar na Casa da Achada. Desafiaremos vários grupos e pessoas para fazerem, a partir da poesia de Mário Dionísio, novos objectos: música, dança, vídeo, leituras encenadas, pintura… Haverá de tudo, menos a simples leitura da poesia de Mário Dionísio. O que queremos é «ouvir a leitura» que outras pessoas fazem da sua poesia, em novas criações.

O primeiro espectáculo será no sábado 3 de Abril, às 18h, com Pedro e Diana e Abaixonado, que farão músicas e leituras musicais de vários poemas de Mário Dionísio e apresentarão outras músicas suas.

 

MEU GALOPE É EM FRENTE

 

Direis que não é poesia
                                    e a mim que importa?

Eu canto porque a voz nasce e tem de libertar-se.
E grito porque respondo
                        às lanças que me espetam
                        e aos braços que me chamam
E porque, dia e noite, minhas mãos e meus olhos,
por estranhas telegrafias,
dos cantos mais ignotos
                                     e das ilhas perdidas
e dos campos esquecidos
                                     e dos lagos remotos,
                                                          e dos montes,
recebem longas mensagens e comunicações:
                                         para que grite e cante.

 

O meu grito e meu canto é a voz de milhões.

 

Por isso que me importa?
Eu canto e cantarei o que tiver a cantar
e grito e gritarei o que tiver a gritar
e falo e falarei o que tiver a falar.

 

Direis que não é poesia.
                                      E a mim que importa
se eu estou aqui apenas para escancarar a porta
                                                                   e derrubar os muros?


E a mim que importa
se vós sois afinal o que hei-de ultrapassar
e esmigalhar
                                em nome
                                                         de todos os futuros?

 

Eu sigo e seguirei.
como um doido ou um anjo,
obstinado e heróico a caminho de nós
                                                             em palavras e acções
Por todos os vendavais
                                       e temporais
                                                       e multidões
nos cantos mais ignotos
                                       e nas ilhas perdidas
e nos campos esquecidos
                                      e nos lagos remotos
                                               e nos montes
                                             – por terra, mar e ar.

 

Direis que não é poesia
                                       e a mim que importa!
Convosco ou não, meu galope é em frente.
Pertenço a outra raça, a outro mundo, a outra gente.

 

É andar, é andar!

Mário Dionísio, 1943

Programação de Abril de 2010

29 de Março de 2010

Abril 2010

29 de Março: Ciclo A Paleta e o Mundo e Cinema

27 de Março de 2010

29 Março 2010

«Mãos que constroem sonhos», com Lira e Pitum Keil do Amaral – 27 de Março, 15h

25 de Março de 2010

Cartaz Paleta 27 Março


O Coro da Achada em Piadena

24 de Março de 2010

Lega di Cultura di Piadena 2010

O Coro da Achada participou, nos dias 19, 20 e 21 de Março, na festa anual da Lega di Cultura di Piadena em Itália. A festa este ano tinha como tema de debate a Imigração/Emigração.

A Lega di Cultura di Piadena é uma associação cultural italiana amiga da Casa da Achada e que participou na Semana de Abertura em Setembro de 2009.

O coro teve uma participação na noite do dia 19, no Teatro Gallerani em San Giovanni in Croce, onde se homenageou Eugenia Arnoldi, conhecida por Genia, fundadora da Lega que morreu este ano.

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No sábado houve um debate sobre o tema das migrações no Teatro Gallerani. Nesse dia e nos dias anteriores  ajudámos a preparar a festa.

O coro cantou também no domingo na sede da Lega di Cultura di Piadena, em Pontirolo, em conjunto como muitos outros coros de Itália, da França, da Andaluzia e da Hungria. O Coro da Achada cantou várias músicas portuguesas de Mário Dionísio e outras de luta em português, italiano, francês, castelhano, catalão e inglês.

Nestes dias da festa participaram também, entre outros, o Coro Si Bémol et 14 demis (de Paris), Le Vie del Canto (de Génova), La Sarabanda (de Roma), o Coro Dominguero (de Sevilha), Suonatori Terra Terra (de Florença), Colori di Maggio di Marsiglia, Banda degli Ottoni (de Milão), Istituto Ernesto di Martino, Nuovo Canzoniere Bresciano, I Giorni Cantati (de Calvatone e Piadena), Fiati Sprecati (de Florença), Cenciallegre (de Modena), Circolo Gianni Bosio (de Roma), Coro di Micene, Voci di Mezzo e L’Hard Coro de Marchi (de Bolonha).

Mais informações:

Sítio da Lega di Cultura di Piadena

Galeria de Imagens – Coro da Achada (em actualização)

Galeria de Imagens – Márkus & Zsuci

Notícia no jornal La Cronaca

Sábado na Casa da Achada – Clube de Leitura

12 de Março de 2010

cartaz clube de leitura

 

Também no sábado, às 21h30, o Coro da Achada irá cantar às Caldas da Rainha, a convite do grupo coral Os Pimpões. Ver aqui o cartaz

Oficina «1000 canções em 5 minutos»

1 de Março de 2010

Oficina 1000 canções em 5 minutos

Em Março na Casa da Achada

26 de Fevereiro de 2010

Março 2010 definitivo


«Da árvore à estátua», com Regina Guimarães: 5ª sessão do Ciclo A Paleta e o Mundo – 27 de Fevereiro, 15h

19 de Fevereiro de 2010

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Lançamento do livro Déchanter/Abyme de Saguenail e Bárbara Assis Pacheco e projecção do filme Pas Perdus de Saguenail: 19 de Fevereiro

12 de Fevereiro de 2010

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Antes disto na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio:

– domingo, 14 de Fevereiro, às 15h30: Fazer o que presta a partir do que não presta – oficina para crianças e suas famílias orientada por Eupremio Scarpa

– segunda-feira, 15 de Fevereiro, às 18h30: leitura colectiva d’A Paleta e o Mundo – capítulo «Outros homens, outros temas», lido por Diana Dionísio

– segunda-feira, 15 de Fevereiro, às 21h30: projecção de Oito e meio, de Federico Fellini. Ciclo Filmes de que Mário Dionísio falou. Entrada livre.

A leitura colectiva d’A Paleta e o Mundo continua

12 de Fevereiro de 2010

Na próxima segunda-feira, tal como em todas as segundas-feiras, às 18h30, continua a leitura colectiva d’A Paleta e o Mundo, de Mário Dionísio. Acabámos o 5º capítulo da 2ª parte, que foi lido por José Manuel Mendes, e avançamos agora para o 6º – «Outros homens outros temas», sobre Daumier -, que será lido por Diana Dionísio.

As leituras, que duram sensivelmente uma hora em cada sessão, são interrompidas por comentários e explicações, e são projectadas as reproduções das obras referidas no texto.

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pintura de Daumier

SOBRE A PALETA E O MUNDO

Desta obra que levou mais de dez anos a escrever e que, publicada em fascículos, deu origem a dois grossos volumes ilustrados, com arranjo gráfico de Maria Keil, cuja publicação acabou em 1962, disse o autor: «não é uma história, não é um tratado, nem se dirige a especialistas. Quereria antes ser uma longa conversa».

A primeira parte do livro coloca e discute um conjunto de questões sobre a Arte e a sua relação com a Sociedade. (Foi mais tarde publicada separadamente com o título Introdução à pintura.)
As segunda, terceira e quarta partes percorrem a pintura ocidental desde o século XVIII até meados do século XX, altura em que o livro foi escrito.

O Coro da Achada

11 de Fevereiro de 2010

O coro da Achada nasceu em Junho de 2009. Pensou-se convidar um coro para cantar na Semana de Abertura do Centro Mário Dionísio (entre 29 Setembro e 5 de Outubro de 2009). Alguém provocou: “Porque é que não fazemos nós um coro?” E fizemos mesmo. Começou a funcionar todas as quartas-feiras às 21h30. O Centro Mário Dionísio ainda não estava aberto ao público, começámos a ensaiar ainda com as obras a decorrer.

Avançámos com a ideia de um coro que cantasse canções com textos do Mário Dionísio (como Canto de Esperança, Gafanhoto caracol, Limões oh limões e Que tu es fort) e outras: canções de luta de todo o mundo e de épocas diferentes (na língua original ou traduzidas), algumas canções populares portuguesas, canções pouco cantadas, canções que por alguma razão nos entusiasmam e nos libertam.

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A coisa arrancou e logo mais de uma dúzia se juntaram nas primeiras sessões. Ambiente informal. Gente dos 7 aos 70 e de variadas proveniências. Muitos diziam que não sabiam cantar. Em Agosto já eram perto de 30.

Depois de duas apresentações públicas na Semana de Abertura do Centro Mário Dionísio (2 e 5 de Outubro), mais gente se juntou.

Cantámos de novo n’Um fim-de-semana diferente na Casa da Achada (19 de Dezembro) numa apresentação a que chamámos Visita guiada, depois de uma visita guiada de Eduarda Dionísio à exposição que está na Casa da Achada, e incluindo leituras de textos de Mário Dionísio que tinham a ver com pintura de alguma forma.

Voltámos a cantar nas Janeiras, organizadas com a Associação Renovar a Mouraria (9 de Janeiro), com 2 gaiteiros (um deles o membro do coro) e com muita gente na rua. Destas Janeiras, a Associação Renovar a Mouraria fez um vídeo.

Fomos também cantar à Escola D. Pedro V no dia 26 de Janeiro, participando na festa (do “patrono”) que ali havia com alunos e professores dos horários nocturnos.

No final de tarde de 6 de Março cantámos no Largo do Chafariz de Dentro, em Alfama, a convite da Associação Parafernália.

A convite do coro Os Pimpões participámos no encontro de coros da associação, nas Caldas da Rainha, a 13 de Março.

O Coro da Achada foi à festa da Lega di Cultura di Piadena em Itália. Esta ano a festa tinha como tema as emigrações e imigrações, além de homenagear a sua fundadora Genia. Cantámos com vários coros italianos, espanhóis e franceses várias canções de luta de todo o mundo.

Em Abril comemorámos o 25 de Abril no Largo do Carmo e na Casa da Achada em Lisboa e fomos à Lourinhã.

A convite do Coro Dominguero fomos a Sevilha e cantámos em vários locais inseridos no Otra forma de construir ciudad.

Podem ver aqui as letras de grande parte das canções que temos cantado (mais de 20).

Vamos cantar:

10 Julho 2010 | 18:30h
Feira da Achada
Largo da Achada (Lisboa)

Cantámos em:

2 Outubro 2009
Semana de Abertura da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio
Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (Lisboa)
com I Giorni Cantati e Pedro e Diana

5 Outubro 2009
Semana de Abertura da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio
Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (Lisboa)
com I Giorni Cantati

19 Dezembro 2009
Um fim de semana diferente na Casa da Achada

Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (Lisboa)

9 Janeiro 2010
Cantar as Janeiras pelas Tascas da Mouraria
Rua do Capelão até ao Largo da Achada (Lisboa)
convite da Associação Renovar a Mouraria
com Casa da Galiza

26 Janeiro 2010

Festa da escola

Escola Secundária D. Pedro V (Lisboa)

6 Março 2010
Parafernália na Sociedade Boa União (e Arredores)
Largo do Chafariz de Dentro (Lisboa)
Convite da Associação Cultural Parafernália
com Urze de Lume

13 Março 2010
7º Encontro de Coros dos Pimpões
Auditório dos Pimpões (Caldas da Rainha)
com Grupo Coral Os Pimpões, Coro Municipal da Lourinhã e Grupo Coral de Mafra

19 e 21 Março 2010
Festa anual da Lega di Cultura di Piadena
Teatro Gallerani (San Giovani in Croce, Itália)
Sede da Lega di Cultura di Piadena (Pontirolo, Itália)
com, entre outros, Coro Si Bémol et 14 demis (de Paris), Le Vie del Canto (de Génova), La Sarabanda (de Roma), o Coro Dominguero (de Sevilha), Suonatori Terra Terra (de Florença), Colori di Maggio di Marsiglia, Banda degli Ottoni (de Milão), Istituto Ernesto di Martino, Nuovo Canzoniere Bresciano, I Giorni Cantati (de Calvatone e Piadena), Fiati Sprecati (de Florença), Cenciallegre (de Modena), Circolo Gianni Bosio (de Roma), Coro di Micene, Voci di Mezzo e L’Hard Coro de Marchi (de Bolonha).

23 Abril 2010
Arraial do 25 de Abril de 2010

Largo do Carmo (Lisboa)
convite da Associação Abril
com Couple Coffee, Eugénia Bettencourt e Mingo Rangel, Gordilho, Balé Brasil, O Canto da Memória, Inácio Canto e Castro, Moinho da Juventude e Venham Mais Cinco

24 Abril 2010
Lembrar Abril

Auditório Maestro Manuel Maria Baltazar (Lourinhã)
convite da Câmara Municipal da Lourinhã
com Coro Municipal da Lourinhã e Coro do Ministério da Educação – Educ(ant)are

25 Abril 2010
25 de Abril na Casa da Achada

Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (Lisboa)

5 Maio 2010
A Casa da Achada na Feira do Livro de Lisboa
Parque Eduardo VII (Feira do Livro, Praça Amarela) (Lisboa)
com Pedro e Diana

21 e 22 Maio 2010
Otra forma de construir ciudad

Casa del Pumarejo (Sevilha, Espanha)
Parque Miraflores (Sevilha, Espanha)
convite do Coro Dominguero
com a participação de Coro Dominguero, I Giorni Cantati, Coro Si Bémol et 14 demis, L’Hard Coro de Marchi, Voci di Mezzo, Colori di Maggio di Marsiglia e Nuovo Canzoniere Bresciano.

31 Maio 2010
Amigos Coloridos – Alkantara Festival
Teatro Municipal São Luiz (Lisboa)
convite de Inês Nogueira

19 Junho 2010
Festa da pintura do mural da história do Bairro da Relvinha
Cooperativa Semear Relvinhas (Coimbra)
com GEFAC – Grupo Etnográfico e Folclore da Academia de Coimbra e Rebimbómalho

A catalogação das duas bibliotecas

7 de Fevereiro de 2010

Está em curso a catalogação das duas bibliotecas da Casa da Achada: a de Mário Dionísio e Maria Letícia (CA-CMD) e a Biblioteca Pública (CMD-BP).

A catalogação das obras de e sobre Mário Dionísio e da secção de literatura da Biblioteca de Mário Dionísio e Maria Letícia está concluída. Estamos agora a trabalhar as secções de História e Arte. Na Biblioteca Pública, estamos a catalogar a secção de Literatura Portuguesa.

Nesta página, é possível aceder à parte do catálogo já existente. Mas atenção: este trabalho encontra-se em fase de constante actualização e revisão e pode encontrar-se ainda alguma inconsistência no catálogo.

Já é possível ler na Biblioteca Pública, no horário de abertura da Casa da Achada. Em breve poderão ser requisitados livros. Para consultar a Biblioteca de Mário Dionísio e Maria Letícia é necessário marcar previamente, enviando um mail ou telefonando.

Um cesto de cerejas em Sintra

6 de Fevereiro de 2010

A Associação Cultural Alagamares já deu notícia da sessão em torno de Um cesto de cerejas – conversas, memórias, uma vida, de Francisco Castro Rodrigues e Eduarda Dionísio, que organizou, com a nossa colaboração, no passado dia 2 de Fevereiro na Casa de Teatro de Sintra. Para além dos dois autores, falaram a escritora Filomena Marona Beja e o presidente da Alagamares. Na ocasião foi também assinado o acordo de cooperação entre as duas associações.

sessão Um cesto de cerejas Alagamares

Oficina «Fazer o que presta a partir do que não presta» – em Fevereiro, aos domingos

1 de Fevereiro de 2010

Oficina Fevereiro

Em Fevereiro na Casa da Achada

1 de Fevereiro de 2010

Fevereiro 2010

 

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020