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CANDIDO PORTINARI: DO CAFEZAL À ONU

10 de Maio de 2019

A palestra, de João Candido Portinari, se desdobra em três partes: a vida e obra de Portinari, o trabalho do Projeto Portinari e, sua mais recente iniciativa, o «Projeto Guerra e Paz».

«A coruscante trajetória artística de Portinari começa em um humilde povoado perdido nas imensas plantações de café do Estado de São Paulo. Após legar ao País um retrato emocionado e grandioso, em mais de 5 mil obras, do povo, da vida e da alma brasileira, ela vai atingir o seu ápice nos monumentais painéis «Guerra» e «Paz», presente do Brasil à Organização das Nações Unidas.

De fato Portinari pode bem ilustrar a famosa reflexão do escritor russo Tolstoi: se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia…

Se Portinari retratou abundantemente os meninos e meninas de Brodowski, ao final pinta crianças universais, como no coral de crianças de todas as raças, que se destaca no mural «Paz». Se antes suas «Pietás» — da clássica imagística católica, as mães com o filho morto ao colo — são retirantes nordestinas, no mural «Guerra» elas se transformam em mães universais.

Na segunda parte apresentamos o trabalho de 40 anos do Projeto Portinari, empenhado no levantamento, catalogação, pesquisa e disponibilização da obra e vida do pintor.

A última parte focaliza a sua iniciativa mais recente. Após obter da ONU a guarda dos originais «Guerra» e «Paz» durante o período 2010-2015, o Projeto Portinari trouxe a obra-prima do pintor para restauro e exposição no Brasil, e em Paris, reinaugurando-os depois no grande plenário da Assembleia Geral das Nações Unidas, em 8 de setembro último, com o discurso inaugural proferido pelo Secretário Geral da Organização das Nações Unidas, Ban-Ki-Moon, no grande plenário da Assembléia Geral da ONU.»

João Candido Portinari

«Ouvido de tísico»

6 de Abril de 2019

Nas sessões «Ouvido de Tísico» a proposta é escutar. Fácil? Difícil? Num mundo que nos quer entupir os ouvidos, nós queremos continuar a fazer cócegas ao caracol. Ouvir-se-ão textos de vários autores, saladas musicais, documentos desencantados do Centro de Documentação da Casa da Achada, discos do princípio ao fim, entrevistas, enfim, de tudo um pouco.

O primeiro programa, no dia 5 de Abril, teve cerca de uma hora e foi a apresentação desta série de sessões.

Pode-se ouvir de pé ou sentado, sentado ou deitado. Pode ouvir-se de olhos fechados ou abertos, abertos ou semicerrados. Pode-se desenhar enquanto se ouve, ou escrever, ou não fazer mais do que… ouvir.

Aos amigos e sócios da Casa da Achada

11 de Janeiro de 2019

A Casa da Achada – Centro Mário Dionísio está a repensar os seus modos de funcionamento e de organização. Haverá uma redução da actividade porque estamos a preparar sessões futuras, ciclos, oficinas e novas edições. E no final de Janeiro há eleições para os novos corpos gerentes da Associação.

Mas continuem a visitar-nos no mesmo horário de abertura ao público. A biblioteca está a funcionar, o centro de documentação continua disponível para consulta e mantêm-se as sessões de leitura do ciclo «A Paleta e o Mundo VI», os encontros de Leitores Achados e o ciclo de cinema «Remakes». Além disso, realizar-se-ão algumas sessões pontuais e continuam os ensaios do Grupo de Teatro Comunitário da Casa da Achada e do Coro da Achada.

Janeiro de 2019
A Direcção

Oficina «Caixa de primeiros socorros» cancelada

17 de Setembro de 2018

O Grupo de Saúde Antiautoritária pede desculpa, a oficina de dia 23 está cancelada.

Até uma próxima!

 

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2017