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«Ainda é tempo», lido por João Luís Lisboa

12 de Junho de 2020

Hoje partilhamos a leitura de João Luís Lisboa do poema «Ainda é tempo».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo» (versão 1, versão 2), «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco» (versão 1, versão 2), «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar» (versão 1, versão 2), «Tanta gente sentada nesta sala deserta» (versão 1, versão 2, versão 3), «Arte poética» (versão 1, versão 2), «Estamos agora em paz», «Nós seremos amor», «Ó frescura», «Sei que o relógio marca cinco menos cinco», «Quando dei por isso já era sempre tarde».

A CORRIDA, um conto de Mário Dionísio, na voz Pompeu José

11 de Junho de 2020

Em tempos de pandemia, lembramos outros tempos: os da tuberculose. Tempos igualmente de desemprego. Um conto de Mário Dionísio – que teve tuberculose durante 4 anos no início dos anos 40, interrompendo a sua carreira de professor – lido pelo actor Pompeu José.

«Uma voz conhecida não lhe saía dos ouvidos: “Milhões, bi­liões de bacilos, andam em toda a parte à solta sem que ninguém lhes barre o caminho. No pau de fósforo em que seguras para acender o ci­garro, no bilhete que te estendem no eléctrico, na chávena que te trazem no café com um aspecto irrepreensível, em qualquer móvel da tua própria casa, nas tuas mãos. É bonito evitares contagiar os outros à custa da tua própria vida. Mas quem se interessará por ti? Quem beneficiará do teu sacrifício?” Quando o outro lhe perguntasse pela saúde, deveria dizer: boa. Quando o outro lhe per­guntasse: inteiramente curado?, deveria respon­der: inteiramente. Qualquer ameaço de tosse es­tragaria tudo.»

«Quando dei por isso já era sempre tarde», lido por Rubina Oliveira

9 de Junho de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Rubina Oliveira do poema «Quando dei por isso já era sempre tarde».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo» (versão 1, versão 2), «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco» (versão 1, versão 2), «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar» (versão 1, versão 2), «Tanta gente sentada nesta sala deserta» (versão 1, versão 2, versão 3), «Arte poética» (versão 1, versão 2), «Estamos agora em paz», «Nós seremos amor», «Ó frescura», «Sei que o relógio marca cinco menos cinco».

«Sei que o relógio marca cinco menos cinco», lido por Sofia Lisboa

8 de Junho de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Sofia Lisboa do poema «Sei que o relógio marca cinco menos cinco».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo» (versão 1, versão 2), «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco» (versão 1, versão 2), «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar» (versão 1, versão 2), «Tanta gente sentada nesta sala deserta» (versão 1, versão 2, versão 3), «Arte poética» (versão 1, versão 2), «Estamos agora em paz», «Nós seremos amor», «Ó frescura».

Na mesa do poeta: jogos de escrita

6 de Junho de 2020

Hoje, Regina Guimarães propõe-nos
fazermos um jogo de escrita,
em casa ou no quintal,
sozinhos ou acompanhados.
Trata-se de escrever a partir de uma matriz.
Neste caso, partindo de um poema de Mário Dionísio.

Enviem-nos os vossos resultados por email
(casadaachada@centromariodionisio.org)
ou publiquem-nos nos comentários desta notícia.

Primeiro enunciado e seus exemplos (clicar na imagem para ficar maior):

Segundo enunciado e seus exemplos (clicar na imagem para ficar maior):

Para ver os desafios anteriores, clicar aqui, aqui e aqui.

Em Junho…

5 de Junho de 2020

 

«Tanta gente sentada nesta sala deserta», lido por Kate Falcão

4 de Junho de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Kate Falcão do poema «Tanta gente sentada nesta sala deserta».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo» (versão 1, versão 2), «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco» (versão 1, versão 2), «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar» (versão 1, versão 2), «Tanta gente sentada nesta sala deserta» (versão 1, versão 2), «Arte poética» (versão 1, versão 2), «Estamos agora em paz», «Nós seremos amor», «Ó frescura».

«Ó frescura», lido por Susana Baeta

3 de Junho de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Susana Baeta do poema «Ó frescura».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo» (versão 1, versão 2), «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco» (versão 1, versão 2), «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar» (versão 1, versão 2), «Tanta gente sentada nesta sala deserta» (versão 1, versão 2), «Arte poética» (versão 1, versão 2), «Estamos agora em paz», «Nós seremos amor».

Na mesa do poeta: jogos de escrita

30 de Maio de 2020

Hoje, Regina Guimarães propõe-nos
fazermos um jogo de escrita,
em casa ou no quintal,
sozinhos ou acompanhados.
Trata-se de escrever a partir de uma matriz.
Neste caso, partindo de um poema de Mário Dionísio.

Enviem-nos os vossos resultados por email
(casadaachada@centromariodionisio.org)
ou publiquem-nos nos comentários desta notícia.

Primeiro enunciado e seus exemplos (clicar na imagem para ficar maior):

Segundo enunciado e seus exemplos (clicar na imagem para ficar maior):

Para ver os desafios anteriores, clicar aqui e aqui.

«Discreta a alegria do mundo», lido por Maria João Brilhante

29 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Maria João Brilhante do poema «Discreta a alegria do mundo».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco» (versão 1, versão 2), «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar» (versão 1, versão 2), «Tanta gente sentada nesta sala deserta» (versão 1, versão 2), «Arte poética» (versão 1, versão 2), «Estamos agora em paz», «Nós seremos amor».

«Neste silêncio branco», lido por Frederico Mira George

28 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Frederico Mira George do poema «Neste silêncio branco».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar» (versão 1, versão 2), «Tanta gente sentada nesta sala deserta» (versão 1, versão 2), «Arte poética» (versão 1, versão 2), «Estamos agora em paz», «Nós seremos amor».

«Arte poética», lido por B. VOL.T.

27 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de B.VOL.T. do poema «Arte poética».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar» (versão 1, versão 2), «Tanta gente sentada nesta sala deserta» (versão 1, versão 2), «Arte poética», «Estamos agora em paz», «Nós seremos amor».

«Nós seremos amor», lido por Ariana Furtado

26 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Ariana Furtado do poema «Nós seremos amor».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar» (versão 1, versão 2), «Tanta gente sentada nesta sala deserta» (versão 1, versão 2), «Arte poética», «Estamos agora em paz».

«Ouvido de Tísico»: A troca de cartas entre Mário Dionísio e Ilse Losa

24 de Maio de 2020

Hoje é dia de Ouvido de Tísico. Aqui fica a sessão:

https://archive.org/details/ot15_20200524

A TROCA DE CARTAS ENTRE MÁRIO DIONÍSIO E ILSE LOSA
Ouvido de Tísico nº 15

Esta sessão é coscuvilheira: vamos ouvir uma deliciosa troca de cartas, aproveitando o balanço do precioso trabalho de Karina Marques, que, embrenhando-se no espólio de Mário Dionísio e no de Ilse Losa, reuniu e tratou a correspondência entre os dois, publicando grande parte em ILSE LOSA – ESTREITANDO LAÇOS – CORRESPONDÊNCIA COM OS PARES LUSÓFONOS (1948-1999).

Os assuntos são muitos, dignos da curiosidade de qualquer pessoa que goste de ler cartas alheias, ainda por cima tratando-se de duas extraordinárias pessoas, dois pares com vidas cheias e inquieta produção de palavras e pensamento sobre um mundo que queriam ver mudado. Muito sobre literatura, a começar pela própria obra dos dois autores (incluindo as questões de língua que se levantam a uma refugiada judia alemã que quer escrever em português) e a constante colaboração de ambos em jornais e revistas. Foram os 300km que os separavam (um vivia em Lisboa, outro no Porto) que tornaram possível hoje podermos ler estas cartas que, não fosse essa distância geográfica, podiam ter sido conversas de café.


Nas sessões «Ouvido de Tísico» a proposta é escutar. Fácil? Difícil? Num mundo que nos quer entupir os ouvidos, nós queremos continuar a fazer cócegas ao caracol. Ouvir-se-ão textos de vários autores, saladas musicais, documentos desencantados do Centro de Documentação da Casa da Achada, discos do princípio ao fim, entrevistas, enfim, de tudo um pouco. Pode-se ouvir de pé ou sentado, sentado ou deitado. Pode ouvir-se de olhos fechados ou abertos, abertos ou semicerrados. Pode-se desenhar enquanto se ouve, ou escrever, ou não fazer mais do que… ouvir.

Por: Diana Dionísio

«Estamos agora em paz», lido por Alfredo Pereira Nunes

24 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Alfredo Nunes do poema «Estamos agora em paz».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar» (versão 1, versão 2), «Tanta gente sentada nesta sala deserta» (versão 1, versão 2), «Arte poética».

«Tanta gente sentada nesta sala deserta», lido por Madalena Ávila

21 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Madalena Ávila do poema «Tanta gente sentada nesta sala deserta».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar» (versão 1, versão 2), «Tanta gente sentada nesta sala deserta», «Arte poética».

«Pior que não cantar», lido por Ana Reis

20 de Maio de 2020

Ana Reis enviou-nos este vídeo para o poema «Pior que não cantar».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar», «Tanta gente sentada nesta sala deserta», «Arte poética».

«Arte poética», lido por Conceição Lopes

19 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Conceição Lopes do poema «Arte poética».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar», «Tanta gente sentada nesta sala deserta».

«Tanta gente sentada nesta sala deserta», por João Cabaço e Susana Baeta

18 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a interpretação de João Cabaço e Susana Baeta do poema «Tanta gente sentada nesta sala deserta».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», «Pior que não cantar».

«Pior que não cantar», lido por Luca Argel

17 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Luca Argel do poema «Pior que não cantar».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol», «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente».

«Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», lido por Catarina Vieira

16 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Catarina Vieira do poema «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol».

Na mesa do poeta: jogos de escrita

16 de Maio de 2020

Hoje, Regina Guimarães propõe-nos
fazermos um jogo de escrita,
em casa ou no quintal,
sozinhos ou acompanhados.
Trata-se de escrever a partir de uma matriz.
Neste caso, partindo de um poema de Mário Dionísio.

Enviem-nos os vossos resultados por email
(casadaachada@centromariodionisio.org)
ou publiquem-nos nos comentários desta notícia.

Primeiro enunciado e seus exemplos (clicar na imagem para ficar maior):

Segundo enunciado e seus exemplos (clicar na imagem para ficar maior):

«Num banco de jardim ao sol», lido por Kate Falcão

15 de Maio de 2020

Hoje partilhamos o 50º vídeo (!): a leitura de Kate Falcão do poema «Num banco de jardim ao sol».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso».

Este fim-de-semana

15 de Maio de 2020

No próximo sábado 16 de Maio, às 11h, publicamos aqui uma proposta de jogos de escrita feita pela Regina Guimarães, partindo de poemas de Mário Dionísio.

Depois, ficamos à espera dos vossos resultados.

No domingo 17 de Maio às 16h é dia de encontro de Leitores Achados. Vamos ler e conversar sobre os contos de Caio Fernando Abreu «Os cavalos brancos de Napoleão» e «Uma história de borboletas».

Quem quiser participar, envie-nos um email para casadaachada@centromariodionisio.org.

«Sangue impetuoso», por Yorgen

14 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a interpretação de Yorgen do poema «Sangue impetuoso».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta».

 

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020