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Áreas Principais

«Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente», lido por Catarina Vieira

16 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Catarina Vieira do poema «Não queiras pôr a nuvem numa caixa transparente».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso», «Num banco de jardim ao sol».

Na mesa do poeta: jogos de escrita

16 de Maio de 2020

Hoje, Regina Guimarães propõe-nos
fazermos um jogo de escrita,
em casa ou no quintal,
sozinhos ou acompanhados.
Trata-se de escrever a partir de uma matriz.
Neste caso, partindo de um poema de Mário Dionísio.

Enviem-nos os vossos resultados por email
(casadaachada@centromariodionisio.org)
ou publiquem-nos nos comentários desta notícia.

Primeiro enunciado e seus exemplos (clicar na imagem para ficar maior):

Segundo enunciado e seus exemplos (clicar na imagem para ficar maior):

«Num banco de jardim ao sol», lido por Kate Falcão

15 de Maio de 2020

Hoje partilhamos o 50º vídeo (!): a leitura de Kate Falcão do poema «Num banco de jardim ao sol».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta», «Sangue impetuoso».

Este fim-de-semana

15 de Maio de 2020

No próximo sábado 16 de Maio, às 11h, publicamos aqui uma proposta de jogos de escrita feita pela Regina Guimarães, partindo de poemas de Mário Dionísio.

Depois, ficamos à espera dos vossos resultados.

No domingo 17 de Maio às 16h é dia de encontro de Leitores Achados. Vamos ler e conversar sobre os contos de Caio Fernando Abreu «Os cavalos brancos de Napoleão» e «Uma história de borboletas».

Quem quiser participar, envie-nos um email para casadaachada@centromariodionisio.org.

«Sangue impetuoso», por Yorgen

14 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a interpretação de Yorgen do poema «Sangue impetuoso».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», «Casa deserta».

«Casa deserta», lido por nat

13 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de nat do poema «Casa deserta».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente», «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados».

«Como é bom caminhar devagar e sem cuidados», lido por Clara Boléo

12 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Clara Boléo do poema «Como é bom caminhar devagar e sem cuidados».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno», «Meu galope é em frente».

«Meu galope é em frente», por Inês Nogueira e Carlos Zíngaro

11 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a interpretação de Inês Nogueira e Carlos Zíngaro do poema «Meu galope é em frente», do seu espectáculo Negro em chão de sangue verde, gravado em 2011.

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil», «O eterno retorno».

«O eterno retorno», lido por Diana Dionísio

10 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Diana Dionísio do poema «Eterno retorno».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto» (versão 1, versão 2), «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil».

«Elegia ao companheiro morto», lido por Luís Caminha

9 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Luís Caminha do poema «Elegia ao companheiro morto».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade» (versão 1, versão 2), «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil».

Obrigado a quem leu, olá a quem lerá

9 de Maio de 2020

Que bom perceber que tanta gente sentiu desejo de ler poemas de Mário Dionísio em voz alta! Até ao dia 8 de Maio foram 43 leituras que publicámos, a um ritmo diário, nestes dois últimos meses. Poemas em vozes variadas, em tons tão ricos e tão singulares… Vê-se que a poesia pode mesmo entrar pelas nossas vidas adentro. E que nos toca, nos interroga, nos põe atentos e bem vivos.

O desafio continua: se ainda não leste e queres ler um poema, gravá-lo (só em áudio ou também em vídeo, como queiras) e enviá-lo por email, a gente agradece! Se não tens nenhum livro de poesia (em breve já poderás de novo ir lê-lo ou comprá-lo à Casa da Achada…), podes encontrar vários poemas de Mário Dionísio na nossa página ou noutros sítios da internet.

Entretanto podem ouvir e ver aqui os 43 vídeos que já publicámos e que já têm, no conjunto, mais de 4250 visualizações.

«Nos despojos da cidade», lido por Viviane Ascensão

8 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Viviane Ascensão do poema «Nos despojos da cidade».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade», «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se», «Pintura fácil poesia fácil».

Vitória dos Aliados

8 de Maio de 2020

desenho de Mário Dionísio
datado de 7 de Maio de 1945

(desenho a tinta da china; 21,5 x 20; EA-OMD-D-11)

«Pintura fácil poesia fácil», lido por Frederico Mira George

7 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Frederico Mira George do poema «Pintura fácil poesia fácil».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade», «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia», «Saber apagar e apagar-se».

«Saber apagar e apagar-se», lido por Sara Silva

6 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Sara Silva do poema «Saber apagar e apagar-se».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2, versão 3), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade», «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia».

«Uma mulher quase nova», lido por Vanda Rodrigues

5 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Vanda Rodrigues do poema «Uma mulher quase nova».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade», «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação», «Vulgar melodia».

«Vulgar melodia», por Pedro Rodrigues

4 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a interpretação de Pedro Rodrigues do poema «Vulgar melodia».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade», «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco», «Complicação».

«Complicação», lido por Mónica Amaral Santos

3 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Mónica Amaral Santos do poema «Complicação».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade», «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade», «Neste silêncio branco».

Oficina para um Maio novo

2 de Maio de 2020

Este fim-de-semana de Maio, a Regina Guimarães propõe-nos fazermos uma oficina de poesia em casa ou no quintal, sozinhos ou acompanhados. Trata-se de escrever a partir de uma matriz. Neste caso, partindo de um poema de Mário Dionísio.

Mandem-nos os vossos resultados por email (casadaachada@centromariodionisio.org) ou publiquem-nos nos comentários desta notícia.

Primeiro enunciado e seus exemplos (clicar na imagem para ficar maior):

Segundo conjunto de exemplos, com as mesmas regras:

«Neste silêncio branco», lido por Aníbal Raposo

2 de Maio de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Aníbal Raposo do poema «Neste silêncio branco».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova» (versão 1, versão 2), «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade», «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade».

1 de Maio

30 de Abril de 2020

Hoje é dia 1 de Maio. Foi o dia em que, em 1886, os trabalhadores de Chicago fizeram uma grande greve e uma manifestação violentamente reprimida pela polícia. O 1.º de Maio passaria a ser o dia internacional dos trabalhadores. Num momento em que alguns querem «relançar» os lucros explorando mais e mais os trabalhadores, em Portugal e em todo o mundo, a Casa da Achada grita e canta: «Viva o 1.º de Maio!»

Ora, andávamos nós a ver imagens do 1º de Maio de 1974… e quem é que encontrámos?

Sobre o 1º de Maio, aqui fica este excerto do Ouvido de Tísico nº 14:

ouvir aqui o Ouvido de Tísico completo

Para o dia de hoje, fizemos ainda esta escolha de trechos do jornal PVEC, que lançámos este 25 de Abril
(para ler os textos completos, clicar nas imagens)

«Uma mulher quase nova», lido por Ana Queijo

30 de Abril de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Ana Queijo do poema «Uma mulher quase nova».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade», «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis», «Utilidade».

«Utilidade», lido por João Tito Basto

29 de Abril de 2020

Hoje partilhamos a leitura de João Tito Basto do poema «Utilidade».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade», «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver», «Já não há horas disponíveis».

«Já não há horas disponíveis», lido por Ariana Furtado

28 de Abril de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Ariana Furtado do poema «Já não há horas disponíveis».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade», «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta», «Pergunto as horas na rua para ver».

«Pergunto as horas na rua para ver», lido por Alfredo Pereira Nunes

27 de Abril de 2020

Hoje partilhamos a leitura de Alfredo Pereira Nunes do poema «Pergunto as horas na rua para ver».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe», «Pinto» (excertos), «O maior poema» (versão 1, versão 2), «O irrecuperável», «Nos despojos da cidade», «Caminho», «Enterro», «Balada dos amigos separados» (versão 1, versão 2), «Um sorriso velado», «De entre o tanto que esquece», «Não me deixes conhecer-te muito bem», «Vida interior», «Lamento na hora incerta».

 

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020