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Áreas Principais

Achada na rua

14 de Julho de 2017

Como sabem, já abrimos as portas depois das obras (aqui podem ver a programação).

E, mais que abrir as portas, vamos sair à rua, no dia 22 de Julho! Convidamos-vos a todos, amigos que têm acompanhado a Casa da Achada, para esta volta pelo bairro com leituras, canções, teatro, várias surpresas e convívio.

A Casa da Achada está em obras, mas há sessões fora de portas

4 de Junho de 2017

A Leitura Furiosa em 2017

19 de Maio de 2017

Leitura Furiosa 2017: mais um ano em Lisboa (pela 14ª vez), mais um ano em que gente “zangada com a leitura” participou com entusiasmo, durante 3 dias, num acontecimento diferente, único. Ah! Houve zangados também no Porto, em Amiens (onde tudo começou… há mais de 20 anos pela mão do Luiz Rosas, que  tivemos mais uma vez o prazer de ter connosco aqui em Lisboa), em Cadillac (uma estreia!).

Em Lisboa, os “zangados” da Casa Damião, do Centro de Apoio Social de S. Bento, do CPR-Conselho Português para os Refugiados, da Escola do Castelo, da Escola Secundária Gil Vicente e do GAT/IN-Mouraria conviveram, conversaram, partilharam e criaram com os escritores Filomena Marona Beja, Jacinto Lucas Pires, Lígia Soares, Miguel Cardoso, Miguel Castro Caldas e Nuno Milagre. Os textos foram, a seguir, ilustrados por Bárbara Assis Pacheco, Catarina Sobral, João Cabaço, Marta Caldas e Pierre Pratt. Tudo isto na sexta (dia 5 de Maio) e no sábado (dia 6 de Maio).

E finalmente no domingo (dia 7 de Maio) realizou-se a sessão pública, onde foi apresentada a brochura com os textos todos (de Lisboa, Amiens, Porto, Cadillac). Alguns foram lidos pelos actores Antonino Solmer, Carla Galvão, Diogo Dória, Inês Nogueira, Lara e também pelos escritores.

A Leitura Furiosa são três dias realmente frenéticos! Há muito trabalho por trás. Contactos, mails, traduções, impressões, e ainda preparar o almoço (no sábado foram mais de 50 os comensais!), editar as brochuras (que são paginadas, corrigidas, impressas, dobradas, agrafadas), preparar a sessão pública… QUASE 100 PESSOAS ZANGADAS COM O TEMPO, QUE NUNCA É SUFICIENTE!

Mas quando, durante as conversas na sexta e no sábado, durante o almoço, durante as leituras no domingo, onde se encontram pessoas de todas as idades, de todo lado, de todas a cores, felizes, alegres e um pouco menos zangadas, então PERCEBEMOS QUE A LEITURA FURIOSA CUMPRIU O SEU PAPEL, O SEU OBJECTIVO.

Para o ano há mais!

O 25 de Abril na Casa da Achada

9 de Maio de 2017

“Tenho mais de mil amigos…” e muitos deles passaram na Casa da Achada.

25 de Abril de 2017 foi, como todos os anos, uma tarde cheia de gente (amigos, amigos de amigos, novos amigos,  desconhecidos) e repleta de animação.

Foi inaugurada uma exposição de obras de arte para venda, de vários autores, que tem como objectivo a angariação de fundos para as obras na Zona Pública que irão acontecer durante o mês de Junho: «Uma obra para as obras» que pode ser vista até 23 de Maio. E também houve venda de livros, CDs, artesanato, tralha, tudo para contribuir para as obras!

“Mais de mil amigos” inundaram depois o Largo para ouvir leituras a voz alta de excertos do diário de Mário Dionísio (as suas anotações dos 25 de Abris de 1974,1976, 1977 e 1988) e o Coro da Achada… palavras e música.

E pela noite dentro o bar foi sendo palco de “coros informais”: letras em português, italiano (outro 25 de Abril…de 1945: dia da libertação da ditadura nazi-fascista), francês, castelhano, crioulo, mais de mil sons…

O 25 de Abril está vivo? Na Casa da Achada todos os dias é 25 de Abril…sempre!

 

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2017