Ligações rápidas

Horário de Funcionamento:
Segunda, Quinta e Sexta
15:00 / 20:00

Sábados e Domingos
11:00 / 18:00

 

 

Áreas Principais

8 anos a abrir!

28 de Outubro de 2017

Em 29 de Setembro de 2009 a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio abriu as suas portas ao público. Ou seja, este ano fazemos 8 anos de actividade permanente com exposições, conversas, oficinas, filmes, troca de opiniões, leituras diversas, empréstimo de livros, consultas ao arquivo, canções, teatro. Este cartaz foi o chamamento para a festa de aniversário da Casa da Achada e mostra o mundo que cabe dentro dela.

A festa aconteceu nos dias 30 de Setembro e 1 de Outubro.

No sábado dia 30, o Coro da Achada cantou 8 canções, uma por cada ano de vida desta casa.

 

Depois, houve um debate aberto inserido no ciclo «Terceira Idade», que agora se completa, em que se falou de «O que é isso de reformar-se?» Quando alguém se reforma, acabou a sua vida ou, antes pelo contrário, tudo mudou e alguma coisa inesperada começou? Ou nada disso? E muitos foram os que falaram e compartilharam os seus pontos de vista, as suas experiências, as suas alegrias e, até, as suas dificuldades.

 

 

Ao fim da tarde, passámos para o quintal onde se continuou o convívio com comes e bebes e alguma música. Amigos trouxeram amigos com sabor a festa. E para que esta ideia da importância da participação de todos não se esquecesse cantou-se uma canção feita especialmente para a ocasião, cujo refrão aqui repoduzimos.  E várias foram as pessoas que quiseram dizer alguma coisa sobre um dia na Casa da Achada, ao longo destes oito anos, que lhes tivesse ficado na memória. Muitas histórias. Os amigos fazem falta. Sempre. E é  com os amigos que a Casa da Achada conta para poder continuar.

 

E, claro, não pode haver aniversário sem um bolo e a respectiva canção dos Parabéns a você, que aqui, como alguém lembrou nas intervenções anteriores, costuma ser cantada com uma música diferente. Bolo de chocolate – muito bom! – oferecido por uma amiga da Casa da Achada.

 

No domingo, dia 1 de Outubro, inaugurou-se a nova exposição: «Um grande comício sem palavras», a partir da II Exposição Geral de Artes Plásticas de 1947. Eduarda Dionísio e Eupremio Scarpa foram os condutores de uma primeira visita guiada e introdução ao tema que constitui o ciclo dos próximos 3 meses: «Exposições Gerais de Artes Plásticas: Quando as Artes Tomam Posição».

Até Abril de 2018, podem vir ver esta exposição, que, para além de painéis de contextualização histórica, conta com seis dos quadros que foram apreendidos pela PIDE em 1947.

Achada na rua

14 de Julho de 2017

Como sabem, já abrimos as portas depois das obras (aqui podem ver a programação).

E, mais que abrir as portas, vamos sair à rua, no dia 22 de Julho! Convidamos-vos a todos, amigos que têm acompanhado a Casa da Achada, para esta volta pelo bairro com leituras, canções, teatro, várias surpresas e convívio.

A Casa da Achada está em obras, mas há sessões fora de portas

4 de Junho de 2017

A Leitura Furiosa em 2017

19 de Maio de 2017

Leitura Furiosa 2017: mais um ano em Lisboa (pela 14ª vez), mais um ano em que gente “zangada com a leitura” participou com entusiasmo, durante 3 dias, num acontecimento diferente, único. Ah! Houve zangados também no Porto, em Amiens (onde tudo começou… há mais de 20 anos pela mão do Luiz Rosas, que  tivemos mais uma vez o prazer de ter connosco aqui em Lisboa), em Cadillac (uma estreia!).

Em Lisboa, os “zangados” da Casa Damião, do Centro de Apoio Social de S. Bento, do CPR-Conselho Português para os Refugiados, da Escola do Castelo, da Escola Secundária Gil Vicente e do GAT/IN-Mouraria conviveram, conversaram, partilharam e criaram com os escritores Filomena Marona Beja, Jacinto Lucas Pires, Lígia Soares, Miguel Cardoso, Miguel Castro Caldas e Nuno Milagre. Os textos foram, a seguir, ilustrados por Bárbara Assis Pacheco, Catarina Sobral, João Cabaço, Marta Caldas e Pierre Pratt. Tudo isto na sexta (dia 5 de Maio) e no sábado (dia 6 de Maio).

E finalmente no domingo (dia 7 de Maio) realizou-se a sessão pública, onde foi apresentada a brochura com os textos todos (de Lisboa, Amiens, Porto, Cadillac). Alguns foram lidos pelos actores Antonino Solmer, Carla Galvão, Diogo Dória, Inês Nogueira, Lara e também pelos escritores.

A Leitura Furiosa são três dias realmente frenéticos! Há muito trabalho por trás. Contactos, mails, traduções, impressões, e ainda preparar o almoço (no sábado foram mais de 50 os comensais!), editar as brochuras (que são paginadas, corrigidas, impressas, dobradas, agrafadas), preparar a sessão pública… QUASE 100 PESSOAS ZANGADAS COM O TEMPO, QUE NUNCA É SUFICIENTE!

Mas quando, durante as conversas na sexta e no sábado, durante o almoço, durante as leituras no domingo, onde se encontram pessoas de todas as idades, de todo lado, de todas a cores, felizes, alegres e um pouco menos zangadas, então PERCEBEMOS QUE A LEITURA FURIOSA CUMPRIU O SEU PAPEL, O SEU OBJECTIVO.

Para o ano há mais!

 

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2017