Ligações rápidas

Horário de Funcionamento:
Segunda, Quinta e Sexta
15:00 / 20:00

Sábados e Domingos
11:00 / 18:00

 

 

Áreas Principais

A Leitura Furiosa em 2017

19 de Maio de 2017

Leitura Furiosa 2017: mais um ano em Lisboa (pela 14ª vez), mais um ano em que gente “zangada com a leitura” participou com entusiasmo, durante 3 dias, num acontecimento diferente, único. Ah! Houve zangados também no Porto, em Amiens (onde tudo começou… há mais de 20 anos pela mão do Luiz Rosas, que  tivemos mais uma vez o prazer de ter connosco aqui em Lisboa), em Cadillac (uma estreia!).

Em Lisboa, os “zangados” da Casa Damião, do Centro de Apoio Social de S. Bento, do CPR-Conselho Português para os Refugiados, da Escola do Castelo, da Escola Secundária Gil Vicente e do GAT/IN-Mouraria conviveram, conversaram, partilharam e criaram com os escritores Filomena Marona Beja, Jacinto Lucas Pires, Lígia Soares, Miguel Cardoso, Miguel Castro Caldas e Nuno Milagre. Os textos foram, a seguir, ilustrados por Bárbara Assis Pacheco, Catarina Sobral, João Cabaço, Marta Caldas e Pierre Pratt. Tudo isto na sexta (dia 5 de Maio) e no sábado (dia 6 de Maio).

E finalmente no domingo (dia 7 de Maio) realizou-se a sessão pública, onde foi apresentada a brochura com os textos todos (de Lisboa, Amiens, Porto, Cadillac). Alguns foram lidos pelos actores Antonino Solmer, Carla Galvão, Diogo Dória, Inês Nogueira, Lara e também pelos escritores.

A Leitura Furiosa são três dias realmente frenéticos! Há muito trabalho por trás. Contactos, mails, traduções, impressões, e ainda preparar o almoço (no sábado foram mais de 50 os comensais!), editar as brochuras (que são paginadas, corrigidas, impressas, dobradas, agrafadas), preparar a sessão pública… QUASE 100 PESSOAS ZANGADAS COM O TEMPO, QUE NUNCA É SUFICIENTE!

Mas quando, durante as conversas na sexta e no sábado, durante o almoço, durante as leituras no domingo, onde se encontram pessoas de todas as idades, de todo lado, de todas a cores, felizes, alegres e um pouco menos zangadas, então PERCEBEMOS QUE A LEITURA FURIOSA CUMPRIU O SEU PAPEL, O SEU OBJECTIVO.

Para o ano há mais!

O 25 de Abril na Casa da Achada

9 de Maio de 2017

“Tenho mais de mil amigos…” e muitos deles passaram na Casa da Achada.

25 de Abril de 2017 foi, como todos os anos, uma tarde cheia de gente (amigos, amigos de amigos, novos amigos,  desconhecidos) e repleta de animação.

Foi inaugurada uma exposição de obras de arte para venda, de vários autores, que tem como objectivo a angariação de fundos para as obras na Zona Pública que irão acontecer durante o mês de Junho: «Uma obra para as obras» que pode ser vista até 23 de Maio. E também houve venda de livros, CDs, artesanato, tralha, tudo para contribuir para as obras!

“Mais de mil amigos” inundaram depois o Largo para ouvir leituras a voz alta de excertos do diário de Mário Dionísio (as suas anotações dos 25 de Abris de 1974,1976, 1977 e 1988) e o Coro da Achada… palavras e música.

E pela noite dentro o bar foi sendo palco de “coros informais”: letras em português, italiano (outro 25 de Abril…de 1945: dia da libertação da ditadura nazi-fascista), francês, castelhano, crioulo, mais de mil sons…

O 25 de Abril está vivo? Na Casa da Achada todos os dias é 25 de Abril…sempre!

Os desenhos da oficina Roda de desenho, que continua

8 de Março de 2017

Aqui deixamos um dos desenhos feitos na oficina de domingo «Roda de desenho», orientada por Daniel Valente e Rodrigo Gonçalves. Podem ver todos os desenhos aqui.

A oficina repete-se no próximo domingo, 12 de Março, entre as 15h30 e as 17h30. É para todos a partir dos 6 e a entrada é livre.

O ano do Centenário

8 de Fevereiro de 2017

No ano de 2016 houve muitas solicitações. Foi o ano do centenário do nascimento de Mário Dionísio. Por isso, para além das nossas próprias actividades, tivemos vários pedidos para participar em programas de rádio, falar sobre Mário Dionísio em sessões, e várias foram as instituições que quiseram fazer exposições sobre a vida e a obra de Mário Dionísio, para as quais fornecemos materiais e apoio.

Para além do lançamento de um selo dos CTT evocativo de Mário Dionísio (em Março), do lançamento da Poesia Completa, editada pela imprensa Nacional – Casa da Moeda (em Julho) e do descerramento da placa toponímica da Rua Mário Dionísio em Lisboa (em Outubro), houve exposições e sessões sobre Mário Dionísio na Escola Secundária Gil Vicente (Lisboa), na Universidade de Rennes (França), no Museu do Neo-Realismo (Vila Franca de Xira), na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda), na Sociedade Portuguesa de Autores (Lisboa), na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, na Casa Amarela da CACAV (Alhos Vedros), na Escola Secundária Camões (Lisboa), na Biblioteca Municipal de Alhos Vedros, na Biblioteca Municipal D. Dinis (Odivelas), na Universidade Sénior D. Sancho I (Almada), na Sociedade Martins Sarmento (Guimarães), entre outros.

Foi também o ano em que se realizou o Congresso Internacional Mário Dionísio – «Como uma pedra no silêncio», co-organizado pelo Centro de Estudos Compartistas da Universidade de Lisboa, Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, Museu do Neo-Realismo e Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo. Aconteceu nos dias 27, 28, 29 e 30 de Outubro e contou com 50 comunicações. As actas serão editadas online pelo Centro de Estudos Comparatistas e  em papel pela revista Nova Síntese. Enquanto não estão disponíveis por escrito, podem ver na internet os vídeos de todas as intervenções. Aqui fica o do primeiro painel:

 

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2017