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Áreas Principais

Arquivo para a categoria ‘Ciclo A Paleta e o Mundo’

 

Próximas actividades na Casa da Achada (21 a 24 de Maio)

17 de Maio de 2010

22 de Maio, sábado, às 16:00h

Mário Dionísio escritor: um conto lido por Jorge Silva Melo – «A sul do Equador»

A sul do equador

«Num convés batido pelo vento. É noite. Uma mulher ainda bastante nova, de vestido até ao chão, vem do lado da proa a correr e aos tropeções. Enrodilham-se-lhe as saias nas pernas pouco seguras. E ela avança pelo convés, amparando-se à parede, que tem portas, janelas, tudo fechado por dentro. Parece perseguida. Mas será só a grande ventania que a molesta e assusta.
Ela corre, tropeça, tacteia com desespero. E acaba por (…)»
Mário Dionísio, «A sul do Equador», A morte é para os outros, 1988

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23 de Maio, domingo, às 15:30h

Oficina de Leitura – As Aventuras de João Sem Medo

Oficina Maio

Última sessão da oficina do mês de Maio. Irá ler-se As Aventuras de João Sem Medo de José Gomes Ferreira com a escritora Filomena Marona Beja.

Para crianças a partir dos 10 anos. Número máximo de particantes: 20.

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24 de Maio, segunda-feira, às 18:30h

Leitura da 3ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Desencontros» . Quem lê é Susana Baeta.

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24 de Maio, segunda-feira, às 21:30h

Ciclo ‹‹Filmes Proibidos antes do 25 de Abril››: A Guerra Acabou

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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de A Guerra Acabou de Alain Resnais (1966, 121 min.). Filme apresentado, comentado e discutido. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Maio de 2010.

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Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

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Outras actividades:

21 de Maio, sexta-feira, às 21:00h
no Auditório Nuno Teotónio Pereira (Ordem dos Arquitectos, Lisboa)

Apresentação de Um Cesto de Cerejas – Francisco Castro Rodrigues – Conversas, memórias, uma vida

Apresentação do livro por Francisco Castro Rodrigues, Eduarda Dionísio e Vítor Silva Tavares.

Em conversa com Eduarda Dionísio, Francisco Castro Rodrigues, nascido em 1920, conta a sua vida: a infância no Bairro da Graça, em Lisboa, onde frequentou a Escola Oficina nº1; a passagem pela Escola de Belas Artes, no tempo de Cunha «Bruto», onde se tornou arquitecto, depois de ter querido ser engenheiro de minas; o trabalho na revista «Arquitectura»; a participação no I Congresso dos Arquitectos e no III Congresso Internacional em Lisboa; a militância no MUD-Juvenil e no PCP de que se afastará ainda nos anos 50, sem nunca ter deixado de ser comunista; a prisão no Aljube e em Caxias; a direcção da SNBA durante quase uma década, em tempos muito conturbados e esquecidos; a partida para o Lobito onde viverá mais de trinta anos, antes e depois da Independência, cidade onde fez a maior parte da sua obra de arquitecto (o bairro do Alto Liro, precursor da auto-construção, o plano director da cidade, o cine-esplanada Flamingo, o Liceu, etc., etc.); o regresso às Azenhas do Mar (anos 80), terra da sua infância, onde agora vive, intervindo ainda contra aquilo com que não concorda: construções na orla costeira, reconstruções de edifícios com história, problemas do Parque Natural Sintra-Cascais…
O livro tem organização, introdução e notas de Eduarda Dionísio, capa e desenho gráfico de Vítor Silva Tavares e Pedro Serpa. A edição é da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (2009), com o apoio da Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo.

 

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22 de Maio, sábado, a partir das 12:30h
Parque Miraflores (Sevilha
)

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Próximas actividades da Casa da Achada (15 a 17 de Maio)

13 de Maio de 2010

15 de Maio, sábado, às 15:00h

Ciclo A Paleta e o Mundo: ‹‹A beleza é difícil›› com Vítor Silva Tavares

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8ª sessão da análise da 1ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Apresentação do 8º capítulo, «A beleza é difícil», por Vítor Silva Tavares.

«Agora um paradoxo? Alguma vez um produto directo da emoção poderá não ser fácil

«Não podemos explicar um quadro, um soneto, uma máscara. Temos de contentar-nos com o trabalho muito mais modesto e certamente muito mais demorado de, por meios diferentes e simultâneos, forjar condições de aproximação. É tudo. E é muito.»

Mário Dionísio

Estas são as primeiras e últimas frases do capítulo «A beleza é difícil». E pelo meio?

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16 de Maio, domingo, às 15:30h

Oficina de Leitura – As Aventuras de João Sem Medo

Oficina Maio

A oficina do mês de Maio será de leitura. Irá ler-se As Aventuras de João Sem Medo de José Gomes Ferreira com a escritora Filomena Marona Beja.

Para crianças a partir dos 10 anos. Número máximo de particantes: 20. Sessões nos dias 9, 16 e 23 de Maio.

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17 de Maio, segunda-feira, às 18:30h

Leitura da 3ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Desencontros» . Quem lê é Susana Baeta.

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17 de Maio, segunda-feira, às 21:30h

Ciclo ‹‹Filmes Proibidos antes do 25 de Abril››: La vie est à nous

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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de La vie est à nous de J. Becker, J. B. Brunius, H. Cartier-Bresson, J.-P. Le Chanois, M. Lime, P. Unik, A. Zwoboda, J. Renoir (1936, 66 min.). Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Maio de 2010.

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Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

 

Em Maio na Casa da Achada

30 de Abril de 2010

Maio 2010

 

Próximas actividades da Casa da Achada (1 a 5 de Maio)

27 de Abril de 2010

2 de Maio, domingo, às 16:00h

Apresentação do livro A Grande Viagem dos Homens através do tempo e do espaço de Júlio Moreira

Júlio Moreira

Uma visão do universo, do espaço, da Terra, das origens da vida, da evolução das espécies e das sociedades humanas destinada aos jovens.

Com a participação do Autor, de José Pedro Martins Barata e de Vítor Silva Tavares.

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3 de Maio, segunda-feira, às 18:30h

Leitura da 2ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

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Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Como o pássaro canta» por Isabel da Nóbrega.

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3 de Maio, segunda-feira, às 21:30h

Ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril»: Os Carabineiros de Jean-Luc Godard

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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Os Carabineiros de Jean-Luc Godard (1963, 80 min.). Quem apresenta é João Rodrigues. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

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Outras actividades:

1 de Maio, sábado, a partir das 15:30h

«Pequeno é bom»: Encontros de edição independente

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Encontro mensal na Casa da Achada / Centro Mário Dionísio sobre questões de edição independente (fanzines, zines, livros de autor, CD-R,…).

Nesta sessão dá-se atenção à criatividade e “mãos na massa” estando no programa:
Orgia Gráfica, workshop por Lucas Almeida;
– A habitual Feira de Fanzines desta vez com uma selecção de títulos ligadas ao desenho/ ilustração/ graphzines;

títulos dísponíveis: da Chili Com Carne, Imprensa Canalha, Le Dernier Cri, MMMNNNRRRG, Nazi Knife, Opuntia Books, U.D.A. (de Blanquet)… entre outras produções nacionais e estrangeiras.

Organização: Chili Com Carne

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5 de Maio, quarta-feira, às 18:30h, no Parque Eduardo VII em Lisboa

A Casa da Achada na Feira do Livro

Feira do Livro

Leituras por Inês Nogueira. Projecção de vídeos. Canta o Coro da Achada.

Na Praça Amarela da Feira do Livro.

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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

 

Próximas actividades na Casa da Achada – 24 a 26 de Abril

19 de Abril de 2010

Sábado, 24 de Abril, às 16:00h

«Itinerários – 1» com Sebastião de Lima Rego

Cartaz Itinerários 1

Eduarda Dionísio entrevista Sebastião Lima Rego sobre o seu percurso: do direito e da intervenção política e cívica à poesia. Leitura de poemas de Sebastião Lima Rego, autor de Poemas Sem Abrigo e Sem Castigo (2008) e As bandeiras paradas (2009), por Cecília Mendonça e Manuela Leitão.

o direito. a faculdade. a associação de estudantes. o diário de lisboa. o mrpp. o tempo e o modo. a livrelco. as prisões. o ministério da saúde. a associação de telespectadores. a alta autoridade para a comunicação social. a poesia.

«Reescrever a História em lume frio
redescobrir os nomes sem lhes dar gente
redesenhar as margens longe do rio
ressuscitar a morte impunemente
destruir refazer recomeçar
desencantar os encantamentos proibidos
lá onde eles jazem entorpecidos
atabaíados em húmus milenar
voltar atrás desenterrar
as bandeiras cicatrizes
e coser com o seu pano os galardões
das batalhas infelizes
vencendo-as apesar dos cronicões
demolir sem constrangimentos
pedra a pedra palavra a palavra
os monumentos da antiquíssima lavra
reerguê-los com aquela virgindade
que preexiste ao escopo da verdade.»

Sebastião de Lima Rego, As bandeiras paradas

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Domingo, 25 de Abril, 18:30h

Música de Zeca Afonso todo o dia e canta o Coro da Achada

25 Abril

Música de Zeca Afonso durante todo o dia. O Coro da Achada canta a partir das 18:30h.

1974
«Dias impossíveis de contar. Não há tempo para isso. A multidão misturada com os soldados e marinheiros. Cravos (onde nasceram tantos cravos?) nas espingardas e nas mãos de toda a gente. Telefonemas, abraços, o “viva Portugal” por toda a parte. Um país diferente. Toda a gente fala com toda a gente, esfusiante, sem medo. A caça aos Pides. A libertação dos presos de Caxias, o regresso dos emigrados (Mário Soares, primeiro, Álvaro Cunhal depois, Piteira Santos, tantos mais).
Começam as reuniões por todo o lado. No Liceu de Camões realizamos a primeira reunião de apoio ao Movimento. Vamos entregar à Junta de Salvação Nacional o nosso documento. Começamos a organizar-nos. Não paro mais.
(30.4.74)»

Mário Dionísio, Passageiro Clandestino

1980
«Celebrar o 25 de Abril este ano, seis anos depois do derrube do fascismo e já tão longe, obriga a repensar tudo isto e a concluir, a sublinhar, que só a unidade não retórica, autêntica, decidida, uma unidade bem consciente do perigo indiscutível que dia a dia cresce, evitará o pior. Mas agora. Desde já. Antes de ser tarde de mais.»

Mário Dionísio, «Seis anos depois e antes de»

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Segunda-feira, 26 de Abril, às 18:30h

Leitura da 2ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

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Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Os sortilégios da luz», sobre o Impressionismo, por Margarida Lélis.

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Segunda-feira, 26 de Abril, às 21:30h

Ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril»: A Religiosa de Jacques Rivette

Cartaz filmes proibidos

Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de A Religiosa de Jaques Rivette (1966, 135 min.). Quem apresenta é Eduarda Dionísio. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

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Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Abril de 2010.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

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O Coro da Achada canta:

Sexta-feira, 23 de Abril, às 23:30h
no Largo do Carmo em Lisboa

Arraial do 25 de Abril

Arraial Carmo

Ver aqui a programação completa do Arraial do Carmo.

Organização: Associação Abril.

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Sábado, 24 de Abril, a partir das 21:30h
no
Auditório Maestro Manuel Maria Baltazar
na Lourinhã

Lembrar Abril
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Lembrar Abril

Com a denominação “Lembrar Abril”, decorrerá no dia 24 deste mês, no Auditório Maestro Manuel Maria Baltazar – sede da Associação Musical e Artística Lourinhanense, um concerto comemorativo da revolução dos cravos.

Com início agendado para as 21h30, o espectáculo – de entrada livre – conta com a actuação de três formações corais: o Coro do Ministério da Educação – Educ(ant)are, o Coro d’Achada, de Lisboa, e o Coro Municipal da Lourinhã.

A música de intervenção – associada, no imaginário colectivo, à revolução de Abril – ocupará grande parte do reportório deste espectáculo.

Organização: Câmara Municipal da Lourinhã.

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Domingo, 25 de Abril, às 18:30h
na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio

Música de Zeca Afonso todo o dia e o Coro da Achada canta ao fim da tarde

(ver acima)

 

Próximas actividades na Casa da Achada

13 de Abril de 2010

Quinta-feira, dia 15 de Abril, às 18:00h

Clube de Leitura com Filomena Marona Beja

O Estrangeiro de Albert Camus

Clube de Leirura Abril

Quem hoje se interessa pela Leitura Pública não se limita a conservar livros nas estantes e a pôr-lhes as referências nas bases de dados. Muito menos a emprestá-los, exigindo boletins de requisição correctamente preenchidos.

Os livros partilham-se. E de preferência, com um sorriso.

O Clube de Leitura da Achada é o encontro regular de pessoas que se irão tornando leitores/utilizadores da Biblioteca da Achada.

Os encontros, abertos a toda a gente, são destinados principalmente à população que mora perto, a crianças não muito pequenas, a estrangeiros com algum conhecimento da língua portuguesa.


Sábado, dia 17 de Abril, às 15:00h

Ciclo A Paleta e o Mundo: «Não se pode copiar» com Jorge Silva Melo

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Continuação do ciclo A Paleta e o Mundo. Leitura e debate do capítulo «Não se pode copiar» da obra de Mário Dionísio com Jorge Silva Melo.

«Entre a natureza e a arte há o homem e a sua permanente recusa a renunciar. Entre o homem e a obra há a força indomável e transformadora que o caracteriza. O mundo é para ele uma realidade maravilhosa que ele próprio sente, ele próprio interpreta, ele próprio transforma. Mesmo que em certos momentos passageiros de dolorosa depressão e aparente abulia o queira ou julgue querê-lo, o homem não pode submeter-se nunca à desumana condição de reflexo mecânico. Está aí a sua força. O seu itinerário é de luta e de risco. Esta limitação é um sinal de glória. O homem não pode copiar. O homem cria.»

Desta obra que levou mais de dez anos a escrever e que, publicada em fascículos, deu origem a dois grossos volumes ilustrados, com arranjo gráfico de Maria Keil, cuja publicação acabou em 1962, disse o autor: «não é uma história, não é um tratado, nem se dirige a especialistas. Quereria antes ser uma longa conversa».
De A Paleta e o Mundo disse José-Augusto França: «é uma proposta de cultura no domínio das artes picturais em que a crítica das obras e os factos biográficos se encadeiam com abundantes referências e citações de crónica especializada, revelando vastíssima bagagem de leitura. Trabalho de largo fôlego, de uma envergadura ensaística nunca antes pretendida nas suas quase mil páginas, a obra de Mário Dionísio marca uma época».
A primeira parte do livro coloca e discute um conjunto de questões sobre a Arte e a sua relação com a Sociedade. Foi mais tarde publicada separadamente com o título Introdução à pintura.
As segunda, terceira e quarta partes percorrem a pintura ocidental desde o século XVIII até meados do século XX, altura em que o livro foi escrito.
Existe ainda no mercado uma edição em cinco volumes sem ilustrações, publicada no início dos anos 70, também pelas Publicações Europa-América.

Domingo, dia 18 de Abril, das 15:30h às 17:30h

Obrigatório Afixar – Oficina de cartazes

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Partilhar o gosto e experimentar as possibilidades do cartaz como forma de comunicar no espaço público. Por José Smith Vargas e Nadine Rodrigues.

Para crianças a partir dos 6 anos e famílias. Número máximo de participantes: 20. Entrada livre.

Segunda-feira, dia 19 de Abril, às 18:30h

Leitura da 2ª parte de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio

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Leitura colectiva, com projecção de imagens, do capítulo «Os sortilégios da luz», sobre o Impressionismo, por Margarida Lélis.

Segunda-feira, dia 19 de Abril, às 21:30h

Ciclo Filmes proibidos antes do 25 de Abril: Viridiana de Luis Buñuel

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Continuação do ciclo «Filmes proibidos antes do 25 de Abril» com a projecção de Viridiana de Luis Buñuel (1961, 90 min.). Quem apresenta é João Pedro Bernard. Legendado em português.

Uns 3500 filmes foram proibidos em Portugal durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 de Abril de 1974. Por razões políticas. E também por razões «morais». Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a «exame», uma vez que de antemão sabiam que eles não «passariam». Nem com os cortes habituais.
Qualquer filme russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme de um país de leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da «nova vaga» francesa, vários filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outros não «passaram na censura» e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de Abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles. Por exemplo, Roma, Cidade Aberta de Rossellini, Hiroshima meu amor de Resnais, Os Olvidados e Um Cão Andaluz de Buñuel, O couraçado Potemkin de Eisenstein, Jaime de António Reis.

Continua no horário de abertura
50 anos de pintura e de desenho

A exposição inaugural da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com perto de 40 obras de desenho e pintura de Mário Dionísio, muitas delas desconhecidas, e 18 obras de vários artistas pertencentes ao seu espólio

Ver aqui a programação de Abril de 2010.

  • Outras actividades:

Quarta-feira, dia 14 de Abril, às 18:00h no Largo da Achada

Lançamento de Bute daí, Zé! de Filomena Marona Beja

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Apresentação por Francisco Louçã.

Organização: Sextante Editora

Sexta-feira, dia 16 de Abril, às 18:00h

Ciclo de documentários «Olhares da fronteira»

Galegos de Cá e de Lá – um documentário de Maria Júlia Fernandes

Galegos de Cá e Lá
A fronteira entre Trás-os-Montes e a Galiza foi sendo ajustada ao longo dos séculos. Existia entre estes dois territórios uma terra autónoma, pequena mas muito próspera: o Couto Misto. Actualmente, a prosperidade do Couto é apenas uma recordação e as aldeias do lado de cá e do lado de lá da fronteira padecem do mesmo mal: a desertificação.

Organização: Centro de Estudos Galegos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Todas as actividades são de entrada livre. Ao chegar pergunte o que são os Amigos da Achada.

 

Programação de Abril de 2010

29 de Março de 2010

Abril 2010

 

29 de Março: Ciclo A Paleta e o Mundo e Cinema

27 de Março de 2010

29 Março 2010

 

«Mãos que constroem sonhos», com Lira e Pitum Keil do Amaral – 27 de Março, 15h

25 de Março de 2010

Cartaz Paleta 27 Março


 

Em Março na Casa da Achada

26 de Fevereiro de 2010

Março 2010 definitivo


 

«Da árvore à estátua», com Regina Guimarães: 5ª sessão do Ciclo A Paleta e o Mundo – 27 de Fevereiro, 15h

19 de Fevereiro de 2010

Cartaz RG-Paleta

 

 

Em Fevereiro na Casa da Achada

1 de Fevereiro de 2010

Fevereiro 2010

 

Quatro razões entre muitas outras para vir à Casa da Achada – Centro Mário Dionísio

22 de Janeiro de 2010

sáb e dom 23 e 24 Janeiro 2010

seg 25 Janeiro 2010

 

«Um mundo dentro do mundo» com Manuel Gusmão – 23 de Janeiro

7 de Janeiro de 2010

Cartaz 4ª sessão Paleta

 

Janeiro de 2010 na Casa da Achada

28 de Dezembro de 2009

Programa Janeiro


 

Antes do fim do ano ainda há…

23 de Dezembro de 2009

No dia 28 de Dezembro, segunda-feira, antes ainda do ano de 2010 chegar, há ainda duas sessões na Casa da Achada:

– às 18h30, há mais uma sessão do Ciclo A Paleta e o Mundo: Pedro Boléo Rodrigues continua a leitura em voz alta do capítulo «O horrível está em toda a parte» da 2ª parte d’A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio, com comentários e a reprodução das imagens referidas.

– às 21h30, termina o Ciclo de Cinema Neo-Realista Italiano com a projecção da 2ª parte de A minha viagem a Itália, de Martin Scorsese. A entrada é livre.

28 DEZ 2009

 

«Os caprichos têm data», com Margarida Acciaiuoli

9 de Dezembro de 2009

Cartaz 3ª sessão

Ver aqui o programa do ciclo A Paleta e o Mundo.

 

«A Ciência contra a Arte?» – 28 de Novembro, com Rui Mário Gonçalves

20 de Novembro de 2009

Cataz RMG

 

O que tem acontecido, o que vai acontecer

30 de Outubro de 2009

A Casa da Achada tem agora um horário de abertura ao público e tem sido visitada por muita gente. Aqui podem ver a exposição de pintura (obras de Mário Dionísio e de outros), visitar a biblioteca pública ainda em catalogação, comprar alguns dos livros de Mário Dionísio e as edições do Centro Mário Dionísio, estar um pouco no quintal.

Para além disso, tem havido actividades.

O ciclo de cinema neo-realista italiano, que começou durante a Semana de Abertura, continua. No dia 19 de Outubro, 20 pessoas viram Arroz Amargo de Giuseppe de Santis (1949); no dia 26 de Outubro 30 pessoas viram Ladrões de Bicicletas de Vittorio de Sica (1948). Nas próximas segundas-feiras, sempre às 21h30, passarão ainda os filmes Roma Cidade Aberta, Paisà, Rocco e os seus irmãos, Milagre em Milão, A estrada, Mamma Roma e O grito.

No dia 24 de Outubro mais de cem pessoas estiveram presentes na primeira sessão do ciclo A Paleta e o Mundo. Esta primeira sessão foi pensada e orientada por Luís Miguel Cintra, que convidou José Manuel Mendes para ler o primeiro capítulo de A Paleta e o Mundo, “Chamemos-lhe divórcio”, e Margarida Alfacinha, João Nicolau, Marco Martins, Gonçalo M. Tavares, Miguel Castro Caldas, Bernardo Sassetti, Vasco Mendonça, Beatriz Batarda e Gonçalo Amorim para discutirem o problema do divórcio entre a arte e o público. A próxima sessão será no dia 28 de Novembro, pelas 15h, com Rui Mário Gonçalves, sobre arte e ciência. No dia 26 de Outubro começaram as sessões de leitura colectiva de A Paleta e o Mundo com João Rodrigues que leu o primeiro capítulo da segunda parte enquanto eram projectadas as imagens dos quadros referidos no texto. As sessões de leitura prosseguem todas as segundas-feiras às 18h30.

No dia 7 de Novembro começa o Clube de Leitura orientado por Filomena Marona Beja. O primeiro livro será a Autobiografia de Mário Dionísio.

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1ª sessão do Ciclo A Paleta e o Mundo

 

Vão começar as leituras colectivas da Paleta e o Mundo

20 de Outubro de 2009

Tem início no sábado 24 de Outubro às 16h, na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, o Ciclo A Paleta e o Mundo que se prolongará por vários meses.

O CICLO A PALETA E O MUNDO é constituído por duas partes distintas:

– sessões mensais aos sábados à tarde, sobre os vários temas que a introdução da obra levanta e de que se encarregarão 11 fundadores da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio: Luís Miguel Cintra, Rui Mário Gonçalves, Margarida Acciaiuoli, Manuel Gusmão, Regina Guimarães, Rui Canário, Jorge Silva Melo, Vítor Silva Tavares, Pedro Rodrigues, Manuel Augusto Araújo, António Pedro Pita;

– sessões semanais de uma hora, às segundas-feiras pelas 18h30, a partir de 26 de Outubro, onde será feita a leitura colectiva e integral da obra, a partir do 1º capítulo, com projecções, e onde participarão, entre outros: João Rodrigues, Eduarda Dionísio, Eugénio Castro Caldas, Pedro Rodrigues, José Manuel Mendes, Diana Dionísio, Manuela Torres, Antonino Solmer, Margarida Lélis, Isabel da Nóbrega, Filomena Marona Beja, Manuel Videira, Joaquim Beja, Paulo Barreto, Carla Mota.

Assim, logo após a primeira sessão que se realizará no dia 24 com Luís Miguel Cintra e os seus convidados, haverá na segunda-feira, dia 26 de Outubro, às 18h30, a primeira leitura colectiva.

João Rodrigues lerá em voz alta o capítulo «A própria substância dos objectos» (sobre a pintura do século XVIII), pertencente à segunda parte da obra – «Prestígio e fim de uma ilusão» – que se segue à Introdução (2º volume da edição da Europa-América). Serão projectadas reproduções dos quadros referidos na obra e a leitura será interrompida para comentários, explicações, notas, opiniões.

Pede-se a quem tiver em casa A Paleta e o Mundo que traga o livro para as sessões para poder acompanhar a leitura.

 

O Ciclo A Paleta e o Mundo começa no sábado 24 de Outubro com Luis Miguel Cintra e os seus convidados

9 de Outubro de 2009

1ª sessão LMC

Esta é a primeira sessão do Ciclo Paleta e o Mundo.

 

Fotodiário da Semana de Abertura

8 de Outubro de 2009

Fotos de Clara Boléo, Irene van Es, Joaquim Beja, Regina Guimarães e Sofia Trincão.

Terça 29 Set  18h-23h

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Luís Miguel Cintra leu um longo poema de Mário Dionísio publicado em 1965 no livro Memória dum pintor desconhecido. Foi projectado o vídeo de Regina Guimarães A Memória da Casa, sobre a casa onde Mário Dionísio viveu. Algumas pessoas puxaram pela memória e falaram de Mário Dionísio. Eduarda Dionísio fez a apresentação da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio. Cristina Almeida Ribeiro apresentou o primeiro volume da Colecção Mário Dionísio Entre Palavras e Cores – alguns dispersos (1937-1990) e Rui Mário Gonçalves o segundo, Mário Dionísio – pintor. Regina Guimarães guiou uma visita à exposição de pintura de Mário Dionísio com leitura de alguns textos seus.

Quarta 30 Set  18h e 21h30

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À tarde Jorge Silva Melo leu a Conclusão de A Paleta e o Mundo. Leitores de várias gerações (Carlos Veiga Pereira, Raul Gomes, Eduarda Dionísio, Ma­riana Pinto dos Santos, Miguel Castro Caldas e Pedro Rodrigues) conversaram sobre a obra. Vítor Silva Tavares apresentou o Ciclo A Paleta e o Mundo. À noite foi projectado um filme pouco conhecido, O Mistério Picasso de Georges Henri Clouzot, apresentado por Rui-Mário Gonçalves.

Quinta 1 Out  18h

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Natércia Coimbra apresentou a Biblioteca da Achada (em formação, que já conta com mais de 3000 livros) e Filomena Marona Beja apresentou o Clube de Leitura da Achada. Francisco Castro Rodrigues, Eduarda Dionísio, Luisa Irene Dias Amado, Fernando Pulido Valente e os arquitectos Nuno Teotónio Pereira e José Manuel Fernandes falaram a propósito de Um Cesto de Cerejas – conversas, memórias, uma vida de Francisco Castro Rodrigues, editado pela Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

Sexta 2 Out  18h e 21h30

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À tarde Rui Canário fez uma palestra sobre «Mário Dionísio e a educação – criar e viver», a que se seguiu um debate e que será em breve publicada. À noite, um sarau com poemas e música: Antonino Solmer, F. Pedro Oliveira, Inês Nogueira, João Rodrigues, Margarida Guia e Sofia Marques leram textos de Mário Dionísio escolhidos por Antonino Solmer; Pedro e Diana cantaram poemas de Mário Dionísio por eles musicados; o Coro da Achada, que se apresentou em público pela primeira vez,  cantou canções com letra de Mário Dionísio e outras (ouvir aqui); o grupo italiano I Giorni Cantati (Piadena e Calvatone) e uma cantora de Brescia cantaram música popular italiana.

Sábado 3 Out  11h, 15h e 21h30

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De manhã, começaram as oficinas para os mais novos: «Quadros dentro de quadros», oficina de vídeo em que também se pintou, orientada por Regina Guimarães, com a participação de Tiago Afonso. À tarde andou-se «À volta do realismo»: Peter Kammerer falou sobre o realismo italiano; foi projectado o último documentário de Giuseppe Morandi e Gianfranco Azzali I colore della bassa, e houve uma conversa com os autores. À noite começou o ciclo de cinema neo-relista italiano com La terra trema de Luchino Visconti, apresentado por Graziella Galvani.

Domingo 4 Out  11h e 15h

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De manhã, oficina de voz para os mais novos «Falar, gritar, cantar», orientada por Margarida Guia. À tarde, depois da projecção do vídeo de Regina Guimarães A História dum mural, visita ao bairro da Mouraria, orientada por Gabriela Dias e Inês Valsinha (Associação Renovar a Mouraria), com leitura de poemas por Margarida Guia, que levou a sua Bibliambule. O passeio começou no Largo dos Trigueiros junto ao mural com desenho de Mário Dionísio e acabou no Largo da Achada.

Segunda 5 Out 10h30, 11h e 16h

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De manhã Pitum Keil Amaral explicou a sua exposição dos projectos de bandeiras republicanas (1910) que concorreram a bandeiras nacionais, montada no terraço da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio. Réplicas impressas em pano estiveram penduradas às janelas do Largo da Achada. A seguir, Carla Mota orientou a oficina para os mais novos «Bandeiras e não bandeiras». À tarde, numa tertúlia com António Reis, João B. Serra e Filomena Marona Beja na mesa, falou-se de República. A semana encerrou com cantos republicanos italianos e de luta por I Giorni Cantati e pelo Coro da Achada.

 

Ciclo A Paleta e o Mundo

2 de Outubro de 2009
O Ciclo A Paleta e o Mundo começa no dia 24 de Outubro.
Desta obra que levou mais de dez anos a escrever e que, publicada em fascículos, deu origem a dois grossos volumes ilustrados, com arranjo gráfico de Maria Keil, cuja publicação acabou em 1962, disse o autor: «não é uma história, não é um tratado, nem se dirige a especialistas. Quereria antes ser uma longa conversa».
De A Paleta e o Mundo disse José-Augusto França: «é uma proposta de cultura no domínio das artes picturais em que a crítica das obras e os factos biográficos se encadeiam com abundantes referências e citações de crónica especializada, revelando vastíssima bagagem de leitura. Trabalho de largo fôlego, de uma envergadura ensaística nunca antes pretendida nas suas quase mil páginas, a obra de Mário Dionísio marca uma época».
A primeira parte do livro coloca e discute um conjunto de questões sobre a Arte e a sua relação com a Sociedade. Foi mais tarde publicada separadamente com o título Introdução à pintura.
As segunda, terceira e quarta partes percorrem a pintura ocidental desde o século XVIII até meados do século XX, altura em que o livro foi escrito.
Existe ainda no mercado uma edição em cinco volumes sem ilustrações, publicada no início dos anos 70, também pelas Publicações Europa-América.
Cartaz ciclo paleta
Programa Ciclo Paleta

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020