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Arquivo para a categoria ‘Vídeos’

 

«Pinto» (excertos), lido por Judite Canha Fernandes

12 de Abril de 2020

Hoje publicamos a leitura de Judite Canha Fernandes de dois excertos do longo poema «Pinto».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges», «Tu supunhas-me longe» .

 

«Tu supunhas-me longe», lido por Sónia Gabriel

11 de Abril de 2020

Hoje publicamos a leitura de Sónia Gabriel do poema «Tu supunhas-me longe».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está», «Un panier avec trois oranges».

 

«Estes livros por alguma razão»: OS COMEDIANTES

11 de Abril de 2020

ESTES LIVROS POR ALGUMA RAZÃO
«Queremos livros que nos afectem como um desastre» – Franz Kafka

Bruno Ricardo fala de OS COMEDIANTES, de Graham Greene
Sábado, 11 de Abril, 15h30

A Casa da Achada – Centro Mário Dionísio tem uma nova rubrica dedicada à leitura e ao diálogo sobre livros. Há livros que lemos ao longo da vida e que nos marcaram por alguma razão. Porque não partilhar com outra gente interessada o que se descobriu naquele livro?

Em 2020 a ideia era encontrarmo-nos uma vez por mês na Casa da Achada para uma conversa. Nesta sessão, feita em vídeo, Bruno Ricardo fala de «Os comediantes» de Graham Greene.

 

«Un panier avec trois oranges», lido por Catherine Dumas

10 de Abril de 2020

Hoje publicamos a leitura de Catherine Dumas do poema «Un panier avec trois oranges», publicado no livro, escrito em francês, LE FEU QUI DORT. O poema tem uma versão portuguesa de Regina Guimarães, que podem ver no vídeo.

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo», «Quem dera separar o que é e o que está».

 

«Quem dera separar o que é e o que está», lido por Inês Fraga

9 de Abril de 2020

Hoje publicamos a leitura de Inês Fraga do poema «Quem dera separar o que é e o que está». O exemplar de onde foi lido este poema (e que aparece na imagem) tem uma dedicatória de Mário Dionísio a Maria Judite de Carvalho, avó de Inês Fraga.

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti», «Discreta a alegria do mundo».

 

«Discreta a alegria do mundo», lido por Sara Barbosa

8 de Abril de 2020

Hoje publicamos a leitura de Sara Barbosa do poema «Discreta a alegria do mundo».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde», «Obceco-me de ti».

 

«Obceco-me de ti», lido por Toni

7 de Abril de 2020

Hoje publicamos «Obceco-me de ti», lido por Toni.

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve», «Para ser lido mais tarde».

 

«Para ser lido mais tarde», lido por Liziane Mangili

6 de Abril de 2020

Hoje publicamos uma leitura que nos chega do Atlântico, do Brasil! Liziane Mangili lê o poema «Para ser lido mais tarde».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa», «Branco de Neve».

 

«Branco de neve», lido por Jacinto Lucas Pires

5 de Abril de 2020

Hoje publicamos a leitura de Jacinto Lucas Pires do poema «Branco de neve».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel», «Acaso interessa».

 

«Acaso interessa», lido por Madalena Ávila

4 de Abril de 2020

Hoje publicamos a leitura de Madalena Ávila do poema «Acaso interessa».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio», «Móvel move-se o imóvel».

 

«Móvel move-se o imóvel», lido por Pedro Soares

3 de Abril de 2020

Hoje publicamos a leitura de Pedro Soares do poema «Móvel move-se o imóvel».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para centromariodionisio@gmail.com ou casadaachada@centromariodionisio.org

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência», «Como uma pedra no silêncio».

 

«Como uma pedra no silêncio», lido por Paula Loura Baptista

2 de Abril de 2020

Hoje publicamos a leitura de Paula Loura Baptista do poema «Como uma pedra no silêncio».

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para casadaachada@centromariodionisio.org ou para centromariodionisio@gmail.com

Aqui podem ver outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo», «Quando as palavras abrem canais de transparência».

 

«Quando as palavras abrem canais de transparência», lido por Bertran Romero

1 de Abril de 2020

D’além fronteiras, agora cortadas, chega-nos a leitura de Bertran Romero Sala de «Quando as palavras abrem canais de transparência», que, para além de português, lê também em catalão, numa tradução sua.

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para casadaachada@centromariodionisio.org ou para centromariodionisio@gmail.com

Podem ver aqui outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto», «Pode-se pintar com óleo».

 

«Pode-se pintar com óleo», lido por Clara Agapito

31 de Março de 2020

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para casadaachada@centromariodionisio.org .

Hoje publicamos a leitura de Clara Agapito do poema «Pode-se pintar com óleo». E podem ver aqui outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos», «Elegia ao companheiro morto». Mais se seguirão. Fiquem atentos a esta página.

 

«Elegia ao companheiro morto», lido por Patrícia Machado

30 de Março de 2020

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para casadaachada@centromariodionisio.org .

Hoje publicamos a leitura de Patrícia Machado do poema «Elegia ao companheiro morto». E podem ver aqui outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta», «Silenciosa música do cosmos». Mais se seguirão. Fiquem atentos a esta página.

 

«Silenciosa música do cosmos», lido por Olga Germano

29 de Março de 2020

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para casadaachada@centromariodionisio.org .

Hoje publicamos a leitura de Olga Germano do poema «Silenciosa música do cosmos». E podem ver aqui outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova», «A palavra que falta». Mais se seguirão. Fiquem atentos a esta página.

 

«A palavra que falta», lido por Ilda Feteira

28 de Março de 2020

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para casadaachada@centromariodionisio.org .

Aqui publicamos a leitura de Ilda Feteira do poema «A palavra que falta». E podem ver aqui outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2), «Uma mulher quase nova». Mais se seguirão. Fiquem atentos a esta página.

 

«Uma mulher quase nova», lido por Carmen Gelpi

27 de Março de 2020

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para casadaachada@centromariodionisio.org .

Aqui publicamos a leitura de Carmen Gelpi do poema «Uma mulher quase nova». E podem ver aqui outras leituras de outros poemas: «Que tu es fort», «Cidade» (parte 2). Mais se seguirão. Fiquem atentos a esta página.

 

«Cidade» (parte 2), lido por Ana Baltazar

26 de Março de 2020

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para casadaachada@centromariodionisio.org .

Aqui publicamos a leitura de Ana Baltazar, a segunda parte do poema «Cidade», que tanto nos diz nos dias que hoje vivemos. E podem ver aqui outra leitura de outro poema: «Que tu es fort». Mais se seguirão. Fiquem atentos a esta página.

 

«Que tu es fort» lido por Rui Teigão

25 de Março de 2020

O desafio está lançado. Em tempos de reclusão obrigatória, a proposta é escolher um poema de Mário Dionísio e fazer um vídeo. Depois, é só enviar-nos por email para casadaachada@centromariodionisio.org .

A primeira contribuição foi esta, enviada pelo Rui Teigão. Mais se seguirão. Fiquem atentos a esta página.

 

«Estes livros por alguma razão»: A OESTE NADA DE NOVO

20 de Março de 2020

Esta sexta-feira 20 de Março, às 18h30, data prevista para uma sessão da rubrica «Estes livros por alguma razão» em que o Toni nos ia falar de A OESTE NADA DE NOVO de Erich Maria Remarque, publicamos aqui uma sessão filmada, que não será a mesma, pois não terá cheiros nem conversa, mas é o que podemos fazer neste momento.

ESTES LIVROS POR ALGUMA RAZÃO
«Queremos livros que nos afectem como um desastre»
Franz Kafka

Toni fala de
A OESTE NADA DE NOVO de Erich-Maria Remarque

A Casa da Achada- Centro Mário Dionísio tem uma nova rubrica dedicada à leitura e ao diálogo sobre livros. Há livros que lemos ao longo da vida e que nos marcaram por alguma razão. Porque não partilhar com outra gente interessada o que se descobriu naquele livro?

Em 2020 a ideia era encontrarmo-nos uma vez por mês na Casa da Achada para uma conversa de cerca de uma hora.

Nesta sessão, feita em vídeo dadas as actuais circunstâncias, Toni fala de A OESTE NADA DE NOVO de Erich-Maria Remarque.

 

Fotodiário da Semana de Abertura

8 de Outubro de 2009

Fotos de Clara Boléo, Irene van Es, Joaquim Beja, Regina Guimarães e Sofia Trincão.

Terça 29 Set  18h-23h

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Luís Miguel Cintra leu um longo poema de Mário Dionísio publicado em 1965 no livro Memória dum pintor desconhecido. Foi projectado o vídeo de Regina Guimarães A Memória da Casa, sobre a casa onde Mário Dionísio viveu. Algumas pessoas puxaram pela memória e falaram de Mário Dionísio. Eduarda Dionísio fez a apresentação da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio. Cristina Almeida Ribeiro apresentou o primeiro volume da Colecção Mário Dionísio Entre Palavras e Cores – alguns dispersos (1937-1990) e Rui Mário Gonçalves o segundo, Mário Dionísio – pintor. Regina Guimarães guiou uma visita à exposição de pintura de Mário Dionísio com leitura de alguns textos seus.

Quarta 30 Set  18h e 21h30

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À tarde Jorge Silva Melo leu a Conclusão de A Paleta e o Mundo. Leitores de várias gerações (Carlos Veiga Pereira, Raul Gomes, Eduarda Dionísio, Ma­riana Pinto dos Santos, Miguel Castro Caldas e Pedro Rodrigues) conversaram sobre a obra. Vítor Silva Tavares apresentou o Ciclo A Paleta e o Mundo. À noite foi projectado um filme pouco conhecido, O Mistério Picasso de Georges Henri Clouzot, apresentado por Rui-Mário Gonçalves.

Quinta 1 Out  18h

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Natércia Coimbra apresentou a Biblioteca da Achada (em formação, que já conta com mais de 3000 livros) e Filomena Marona Beja apresentou o Clube de Leitura da Achada. Francisco Castro Rodrigues, Eduarda Dionísio, Luisa Irene Dias Amado, Fernando Pulido Valente e os arquitectos Nuno Teotónio Pereira e José Manuel Fernandes falaram a propósito de Um Cesto de Cerejas – conversas, memórias, uma vida de Francisco Castro Rodrigues, editado pela Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

Sexta 2 Out  18h e 21h30

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À tarde Rui Canário fez uma palestra sobre «Mário Dionísio e a educação – criar e viver», a que se seguiu um debate e que será em breve publicada. À noite, um sarau com poemas e música: Antonino Solmer, F. Pedro Oliveira, Inês Nogueira, João Rodrigues, Margarida Guia e Sofia Marques leram textos de Mário Dionísio escolhidos por Antonino Solmer; Pedro e Diana cantaram poemas de Mário Dionísio por eles musicados; o Coro da Achada, que se apresentou em público pela primeira vez,  cantou canções com letra de Mário Dionísio e outras (ouvir aqui); o grupo italiano I Giorni Cantati (Piadena e Calvatone) e uma cantora de Brescia cantaram música popular italiana.

Sábado 3 Out  11h, 15h e 21h30

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De manhã, começaram as oficinas para os mais novos: «Quadros dentro de quadros», oficina de vídeo em que também se pintou, orientada por Regina Guimarães, com a participação de Tiago Afonso. À tarde andou-se «À volta do realismo»: Peter Kammerer falou sobre o realismo italiano; foi projectado o último documentário de Giuseppe Morandi e Gianfranco Azzali I colore della bassa, e houve uma conversa com os autores. À noite começou o ciclo de cinema neo-relista italiano com La terra trema de Luchino Visconti, apresentado por Graziella Galvani.

Domingo 4 Out  11h e 15h

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De manhã, oficina de voz para os mais novos «Falar, gritar, cantar», orientada por Margarida Guia. À tarde, depois da projecção do vídeo de Regina Guimarães A História dum mural, visita ao bairro da Mouraria, orientada por Gabriela Dias e Inês Valsinha (Associação Renovar a Mouraria), com leitura de poemas por Margarida Guia, que levou a sua Bibliambule. O passeio começou no Largo dos Trigueiros junto ao mural com desenho de Mário Dionísio e acabou no Largo da Achada.

Segunda 5 Out 10h30, 11h e 16h

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De manhã Pitum Keil Amaral explicou a sua exposição dos projectos de bandeiras republicanas (1910) que concorreram a bandeiras nacionais, montada no terraço da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio. Réplicas impressas em pano estiveram penduradas às janelas do Largo da Achada. A seguir, Carla Mota orientou a oficina para os mais novos «Bandeiras e não bandeiras». À tarde, numa tertúlia com António Reis, João B. Serra e Filomena Marona Beja na mesa, falou-se de República. A semana encerrou com cantos republicanos italianos e de luta por I Giorni Cantati e pelo Coro da Achada.

 

O novo mural ainda está de pé – novas fotografias e vídeo

10 de Agosto de 2009

O novo mural de Mário Dionísio, feito depois da demolição do primeiro, como já contámos, ainda está de pé e de boa saúde. Este segundo mural, pintado por José Vargas e Nadine Rodrigues a partir de um esboço de Mário Dionísio de cerca de 1949, e cuja realização contou com o apoio da Junta de Freguesia de São Cristóvão São Lourenço, encontra-se no Largo dos Trigueiros e pode ser visto do Poço do Borratém.

Enviaram-nos várias novas fotografias do dito, aqui ficam duas:

mural novo

mural novo pormenor

 

Mural com desenho de Mário Dionísio

5 de Julho de 2009

Por iniciativa da Junta de Freguesia de São Cristóvão e São Lourenço, foi pintado num muro do Largo dos Trigueiros a poucos metros da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio um mural com mais de 5m de comprimento com desenho de Mário Dionísio.
Concluído em finais de Junho, é possível ver parte dele a partir do Poço do Borratém.

Foto mural 1

O desenho para este mural, que faz parte do seu espólio, é presumivelmente de 1949. Destinava-se ao Café La Gare (actual Beira Gare) em frente da Estação do Rossio, em Lisboa. Tinha sido encomendado a Mário Dionísio pelos arquitectos Francisco Castro Rodrigues, José Huertas Lobo e João Simões, autores do projecto do café, que nunca se realizou por ter passado entretanto para as mãos de outros arquitectos.
A maquete colorida do desenho de Mário Dionísio foi iniciada mas não terminada. Como o projecto dos arquitectos não foi realizado, o mural também não.
Em 28 de Março, dia em que a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio se apresentou à população do bairro – actividade integrada no 1º aniversário da Associação «Renovar a Mouraria – este mural foi pintado colectivamente, por pequenos e grandes, num muro abandonado em frente da Casa da Achada, sobre o desenho feito a partir da maquete, dias antes, por José Vargas e Nadine Rodrigues. (ver http://www.viveraltadelisboa.org/?p=3572)

Foto Mural 2

Uma semana depois, a realização de obras da CML para suster um muro em perigo de ruir – obras que aguardavam há vários anos e foram interrompidas passados poucos dias – levou à demolição do muro e do mural.
Voltou a ser pintado, por proposta da Junta de Freguesia e com o seu apoio, agora com tintas de esmalte e só pelos que tinham feito o desenho em Março a partir da maquete de Mário Dionísio. É uma obra colectiva digna de se ver.

André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020