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Oficina para um Maio novo

Este fim-de-semana de Maio, a Regina Guimarães propõe-nos fazermos uma oficina de poesia em casa ou no quintal, sozinhos ou acompanhados. Trata-se de escrever a partir de uma matriz. Neste caso, partindo de um poema de Mário Dionísio.

Mandem-nos os vossos resultados por email (casadaachada@centromariodionisio.org) ou publiquem-nos nos comentários desta notícia.

Primeiro enunciado e seus exemplos (clicar na imagem para ficar maior):

Segundo conjunto de exemplos, com as mesmas regras:

Um comentário a “Oficina para um Maio novo”

  1. Diana diz:

    uma colher quase nova
    com o cabo quase preto
    numa mesa quase posta
    com uns figos quase secos

    cai e quase prova um pouco
    do sonho quase queimado
    quase presa se vê deste
    peru quente quase morto

    quase harmónica descida
    enche o espaço quase quadro
    de reflexos quase soltos
    queda livre quase a tempo

    a deixa quase bastante
    quase músculo guloso
    é o instante quase nada
    quase tinta do poema

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André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2020