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LEITURA FURIOSA: sessão pública

Este ano, em Lisboa, os escritores Filomena Marona Beja, José Mário Silva e Nuno Milagre encontram-se com pessoas do Centro de Apoio Social de S. Bento, do Conselho Português para os Refugiados e da Escola do Castelo e escrevem os textos que serão ilustrados por Bárbara Assis Pacheco, Pierre Pratt e Rita Dias e lidos e musicados, na sessão pública, por F Pedro Oliveira, Fernanda Neves, Inês Nogueira, Margarida Rodrigues, Pedro Diana Pedro Diana e outros.

A Leitura Furiosa dura três dias. É um momento especial: quem é (ou que a vida tornou) zangado com a leitura, a escrita (e até o mundo) encontra-se com escritores! É um momento único que permite a um não-leitor aproximar-se da magia da escrita, por intermédio de uma pessoa que escreve literatura. Cada um faz ouvir a sua voz e até pode seguir depois um novo caminho, ao descobrir pessoas, coisas, frases, palavras que têm a ver com a sua vida e podem fazer pensar. Em si e nos outros.

Alguns pequenos grupos de gente zangada com a leitura convivem durante um dia com um escritor. Almoçam. E continuam a conversar.
À noite, o escritor escreverá em casa um pequeno texto, a partir do encontro, que oferecerá ao grupo com quem esteve, quando, no dia seguinte, voltarem a encontrar-se, desta vez na Casa da Achada. Lê-se o texto, fala-se do texto, muda-se o texto.
E os textos dos vários grupos são ilustrados por desenhadores convidados, à vista de toda a gente.
Depois do almoço, em que zangados com a leitura, escritores e ilustradores se reúnem, todos os grupos visitarão, com o seu escritor, uma biblioteca ou livraria.

SESSÃO PÚBLICA:


No domingo (26 de Maio, às 15h), os textos são tornados públicos (os que vêm de França são traduzidos para português) numa sessão de leitura em voz alta feita por actores, e alguns deles serão musicados e cantados. Será distribuída uma brochura ilustrada, com os textos escritos nas várias cidades, onde cada um, de uma maneira ou de outra, estará: mesmo quem está zangado com a leitura pode entrar, querendo ou não querendo, na literatura que os leitores costumam ler e que os zangados com ela poderão ler também.

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André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2017