{"id":4099,"date":"2013-01-24T18:00:53","date_gmt":"2013-01-24T18:00:53","guid":{"rendered":"http:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/?p=4099"},"modified":"2013-01-27T12:27:04","modified_gmt":"2013-01-27T12:27:04","slug":"26-a-29-de-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/?p=4099","title":{"rendered":"26 a 29 de Janeiro: Obra liter\u00e1ria de M\u00e1rio Dion\u00edsio por Maria Alzira Seixo; Oficina de BD; Leitura de &#8216;A arte de pintar&#8217;; Cinema com &#8216;Tr\u00e1fico&#8217;; Caso Rep\u00fablica; revista Golpe d&#8217;Asa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/wp-content\/uploads\/MD_Jan.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-4100\" alt=\"(M341rio Dion355sio, escritor etc JAN 13_Layout 1)\" src=\"http:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/wp-content\/uploads\/MD_Jan.jpg\" width=\"300\" height=\"424\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\"><strong>A OBRA LITER\u00c1RIA DE M\u00c1RIO DION\u00cdSIO<\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #800000;\"><strong> por Maria Alzira Seixo<\/strong><\/span><br \/>\n<strong>S\u00e1bado, 26 de Janeiro,\u00a016h<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 neste s\u00e1bado que acontece a primeira sess\u00e3o, inserida no ciclo \u00abM\u00e1rio Dion\u00edsio, escritor e outras coisas mais\u00bb, sobre <strong>a obra liter\u00e1ria de M\u00e1rio Dion\u00edsio<\/strong> por <strong>Maria Alzira Seixo<\/strong>.<\/p>\n<p>Nesta sess\u00e3o, <strong>\u00abAutobiografia<\/strong>, <strong>cr\u00edtica<\/strong> <strong>e ensaio\u00bb<\/strong>, vamos falar sobre as Fichas, o estudo sobre Guilherme de Azevedo (1946), o caso Redol, os <a href=\"http:\/\/www.centromariodionisio.org\/a_escrita_mariodionisio.php#prefacio\">pref\u00e1cios<\/a> (anos 50 a 70), e a <em><a href=\"http:\/\/www.centromariodionisio.org\/autobiografia_mariodionisio.php\">Autobiografia<\/a><\/em> (1986).<\/p>\n<p>Em <strong>seis sess\u00f5es mensais<\/strong>, Maria Alzira Seixo, professora catedr\u00e1tica da Faculdade de Letras de Lisboa, apresenta a obra liter\u00e1ria de M\u00e1rio Dion\u00edsio. Nos outros meses trataremos a poesia, o conto, o conhecimento da arte, o romance; e por fim, em Junho, ser\u00e3o discutidas conclus\u00f5es, dissen\u00e7\u00f5es e aberturas.<\/p>\n<blockquote><p>\u00abDizer, na rela\u00e7\u00e3o de criar, foi, parece-nos, o essencial da actividade deste escritor, que sempre lidou com imagens, as da vis\u00e3o do mundo e as da sua express\u00e3o, as da configura\u00e7\u00e3o alienante e as de uma poss\u00edvel abertura de horizontes bloqueados. Da\u00ed que a sua preocupa\u00e7\u00e3o cultural fosse sempre constante, e que o seu trabalho da palavra arriscasse sentidos que a procura do rigor e da nitidez n\u00e3o afastavam da perplexidade e da d\u00favida.\u00bb<br \/>\n<strong>Maria Alzira Seixo, no texto <a href=\"http:\/\/centromariodionisio.org\/maria_seixo.php\">\u00abM\u00e1rio Dion\u00edsio, cultor de imagens\u00bb<\/a>, publicado em <em>\u00abN\u00e3o h\u00e1 Morte nem Pr\u00edncipio\u00bb &#8211; a prop\u00f3sito da vida e obra de M\u00e1rio Dion\u00edsio<\/em> (Biblioteca-Museu Rep\u00fablica e Resist\u00eancia, 1996<\/strong>)<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/wp-content\/uploads\/o_jan_13.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-4076\" alt=\"Cartaz Oficina BD JAN 13_cartaz paleta\" src=\"http:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/wp-content\/uploads\/o_jan_13.jpg\" width=\"300\" height=\"424\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\"><strong>OFICINA DE BANDA DESENHADA<\/strong><\/span><br \/>\n<strong>Domingo, 27 de Janeiro,\u00a0das 15h \u00e0s 18h<\/strong><\/p>\n<p>Nos domingos de Janeiro acontece mais uma oficina, desta vez de <strong>Banda Desenhada<\/strong>, com <strong>Jos\u00e9 Smith Vargas<\/strong>.<\/p>\n<p>Experimentar um meio de express\u00e3o simples, eficaz e com possibilidades infinitas, unindo texto e imagem, mesmo para quem pensa que n\u00e3o sabe desenhar.<\/p>\n<p>Para todos a partir dos 12 anos. \u00daltima sess\u00e3o desta oficina.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/wp-content\/uploads\/Segunda-28.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-4101\" alt=\"Segunda 28\" src=\"http:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/wp-content\/uploads\/Segunda-28.jpg\" width=\"300\" height=\"424\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #800000;\">CICLO A PALETA E O MUNDO III<\/span><br \/>\nSegunda-feira, 28 de Janeiro, 18h30<\/strong><\/p>\n<p>Na 3\u00aa parte do ciclo \u00abA Paleta e o Mundo\u00bb lemos obras que foram citadas em <em><a href=\"http:\/\/centromariodionisio.org\/paleta_mundo_1_edicao.php\">A Paleta e o Mundo<\/a><\/em> de M\u00e1rio Dion\u00edsio, ou obras de autores seus contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p>Nesta sess\u00e3o continua a leitura comentada, com projec\u00e7\u00e3o de imagens e exerc\u00edcios de desenho, de <em><strong>A arte de pintar<\/strong><\/em> de <strong>Tristan Klingsor<\/strong>, traduzido e anotado por <strong>M\u00e1rio Dion\u00edsio<\/strong>, por <strong>Jos\u00e9 Smith Vargas<\/strong>.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #800000;\">CICLO DE CINEMA \u2013 DINHEIRO PARA QUE TE QUEREM<\/span><br \/>\nSegunda-feira, 28 de Janeiro, 21h30<\/strong><\/p>\n<p>Nesta segunda-feira deste novo ciclo de cinema sobre o dinheiro, projectamos <strong><em>Tr\u00e1fico<\/em><\/strong> (1998, 112 min.) de <strong>Jo\u00e3o Botelho<\/strong>, que vem apresentar o filme.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/UaeCySH-TQ4\" height=\"315\" width=\"420\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/p>\n<p>Parece que o centro do mundo \u00e9 o dinheiro. A falta de dinheiro, o pouco dinheiro, o muito dinheiro, o demasiado dinheiro, o dinheiro guardado &#8211; a poupan\u00e7a at\u00e9 tem direito a dia mundial -, o dinheiro usado, o dinheiro roubado, o dinheiro emprestado, oferecido ou por oferecer, ou bem ou mal distribu\u00eddo, e por a\u00ed fora.<br \/>\nSe todos tiv\u00e9ssemos dinheiro, n\u00e3o havia Banco Alimentar. Se todos tiv\u00e9ssemos dinheiro, n\u00e3o se morria \u00e0 fome, nem havia miseric\u00f3rdias, nem ONGs de caridade, nem IPSSs, nem subs\u00eddios de desemprego e de reinser\u00e7\u00e3o (quando os h\u00e1), etc., etc. Nem nasceriam zonas francas nem casinos. Nem quase seriam precisos tribunais que julgam assassinatos, roubos, heran\u00e7as, partilhas, limites de propriedades&#8230; com o dinheiro ao centro.<br \/>\nO dinheiro \u00e9 mesmo o centro do mundo. E, porque parece s\u00ea-lo cada vez mais, e sempre de outras maneiras, organiz\u00e1mos este ciclo de filmes, maior que os anteriores.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/centromariodionisio.org\/programacao.php\">Ver aqui a restante programa\u00e7\u00e3o do ciclo<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/wp-content\/uploads\/Caso-Repu\u0301blica.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-4102\" alt=\"(Caso Rep372blica_Layout 1)\" src=\"http:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/wp-content\/uploads\/Caso-Repu\u0301blica.jpg\" width=\"300\" height=\"424\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\"><strong>PROJEC\u00c7\u00c3O E DEBATE<\/strong><\/span><br \/>\n<em><span style=\"color: #800000;\"><strong>CASO REP\u00daBLICA<\/strong><\/span><br \/>\n<\/em><strong>Ter\u00e7a-feira, 29 de Janeiro, 21h30<\/strong><\/p>\n<p>Nesta noite projectamos o document\u00e1rio <em><strong>Caso Rep\u00fablica<\/strong><\/em> (<em>Rep\u00fablica: journal du peuple<\/em>, 1998, 55 min.) de <strong>Ginette Lavigne<\/strong>. Ap\u00f3s a projec\u00e7\u00e3o h\u00e1 debate com a presen\u00e7a da realizadora e dos jornalistas <strong>Adelino Gomes<\/strong> e <strong>Margarida Silva Dias<\/strong>.<\/p>\n<p>Sinopse: Portugal 1975. H\u00e1 um ano que a \u00abrevolu\u00e7\u00e3o dos cravos\u00bb faz sonhar. Em nome do poder popular, f\u00e1bricas, terras e casas s\u00e3o ocupadas. Em Maio de 1975, o jornal di\u00e1rio Rep\u00fablica \u00e9 ocupado pela comiss\u00e3o de trabalhadores. Este acontecimento cristaliza de s\u00fabito tudo o que est\u00e1 em jogo na revolu\u00e7\u00e3o portuguesa: a luta j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 entre a direita e a esquerda, mas entre a esquerda revolucion\u00e1ria e a esquerda parlamentar. Os media internacionais percebem claramente o que est\u00e1 em causa: durante dois meses, o \u00abcaso Rep\u00fablica\u00bb est\u00e1 nas primeiras p\u00e1ginas. Portugal 1998. Alguns actores desta hist\u00f3ria: administrativos, jornalistas, tip\u00f3grafos, recordam o sucedido.<\/p>\n<p>\u00abO lugar do espectador s\u00f3 pode ser o do mal-estar: o que lhe \u00e9 dado a ver \u00e9 precisamente o que historicamente foi riscado como presen\u00e7a, olhar, escuta, desejo, amor, revolta. Mas acontece que o povo ausente hoje, cuja aus\u00eancia as nossas tr\u00eas personagens marcam, esse povo estava presente ontem \u2013 foi filmado, os arquivos mostram-no, a despedir os patr\u00f5es, a ocupar as mans\u00f5es, a tomar conta dos jornais\u2026 a fazer a revolu\u00e7\u00e3o. O cinema rasga o tempo. A presen\u00e7a tornou-se aus\u00eancia: a aus\u00eancia, presen\u00e7a. Como diz um dos senhores, um jornalista socialista, o caso <em>Rep\u00fablica<\/em> \u00e9 inimagin\u00e1vel hoje. Ele seria imposs\u00edvel, impens\u00e1vel. Pensemos nisso.\u00bb<br \/>\n<strong>Jean-Louis Comolli<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><iframe loading=\"lazy\" width=\"420\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/InzrkvM5e5E\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/wp-content\/uploads\/golpedasa.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4103\" alt=\"golpedasa\" src=\"http:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/wp-content\/uploads\/golpedasa.jpg\" width=\"300\" height=\"422\" srcset=\"https:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/wp-content\/uploads\/golpedasa.jpg 300w, https:\/\/noticias.centromariodionisio.org\/wp-content\/uploads\/golpedasa-213x300.jpg 213w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\"><strong>APRESENTA\u00c7\u00c3O DA REVISTA<\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #800000;\"><strong> <em>GOLPE D&#8217;ASA <\/em>n\u00ba 2<\/strong><\/span><br \/>\n<strong>S\u00e1bado, 26 de Janeiro, 18h30<\/strong><\/p>\n<p>A Casa da Achada recebe a apresenta\u00e7\u00e3o do n\u00ba 2 da revista de poesia <strong><em>Golpe d&#8217;Asa<\/em><\/strong>, proposta pela sua direc\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O poeta convidado do caderno central, <strong>Jos\u00e9-Alberto Marques<\/strong> (autor do 1.\u00ba poema concreto portugu\u00eas), far\u00e1 uma performance com hino pessoal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A OBRA LITER\u00c1RIA DE M\u00c1RIO DION\u00cdSIO por Maria Alzira Seixo S\u00e1bado, 26 de Janeiro,\u00a016h \u00c9 neste s\u00e1bado que acontece a primeira sess\u00e3o, inserida no ciclo \u00abM\u00e1rio Dion\u00edsio, escritor e outras coisas mais\u00bb, sobre a obra liter\u00e1ria de M\u00e1rio Dion\u00edsio por Maria Alzira Seixo. 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